Skip to content
  • Facebook
  • whatsapp
  • Instagram
  • Série Mery — Aventuras com Prazer
Desejos Intensos

Desejos Intensos

Histórias eróticas para momentos deliciosos

  • Categorias
    • Real
    • Primeiros Contos
  • Séries
    • Série Mery — Aventuras com Prazer
    • Só entre nós dois
    • Dando o Troco
  • Ouça Hot
  • Temáticas
    • virgem
    • praia
    • primeira vez
    • policial
    • carro
    • anal
    • menage
    • aventura
    • casal
    • swing
    • traição
    • suruba
    • secreto
    • heterossexual
    • lésbico
    • bissexual
    • cuckold
    • casada
    • liberal
    • romântico
    • homossexual
    • colégio
    • explícito
    • boquete
    • massagem
    • rapidinha
    • academia
  • Contato em Sigilo
  • Galeria de imagens dos contos
  • Toggle search form

Embaçados

Posted on 4 de fevereiro de 20236 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Embaçados

O ar-condicionado refrescava Marcela, mas ela ainda pensava no calor que fazia lá fora. Normalmente ia de ônibus para a universidade, mas, naquele dia, conseguiu uma carona com Eduardo, um professor de cursinho que fazia mestrado e morava perto. Ele costumava dividir o trajeto com José, um vizinho que também aproveitava a carona.

Marcela ficava um pouco constrangida. Conhecia Eduardo por amizades da família e sabia que ele havia sofrido depois da traição da noiva, que acabou com os planos de casamento. Na verdade, não tinha ficado tão triste assim ao reencontrá-lo solteiro. Eduardo tinha um charme único.

Mesmo com ar-condicionado, o carro não era novo e nem tudo funcionava muito bem. Afinal, mestrado e aulas de cursinho não eram exatamente uma vida de luxo. Eduardo queria seguir carreira acadêmica e virar professor universitário.

Marcela gostava quando ele falava da tese. Eram umas viagens teóricas em que ela embarcava sem perceber. José, o vizinho, não tinha a mesma paciência. Preferia ir no banco de trás e dormir durante o trajeto. Melhor para ela, que ficava no banco da frente, observando a barba de Eduardo e o olhar por trás dos óculos.

Ele já tinha percebido o interesse. Não era bobo. Mesmo assim, tentava manter certa distância. O problema era que, dentro do carro, entre uma conversa e outra, a distância parecia cada vez menor.

Naquela noite, o tempo mudou de repente. A chuva caiu forte, molhando a roupa de Marcela antes que ela conseguisse entrar no carro. José tinha ido embora mais cedo. Era uma noite inesperada, realmente inesperada.

O carro seguia sob o barulho das gotas batendo na lataria. Os vidros embaçavam, e o ar não dava conta de limpar tudo. Marcela percebeu que, por causa do calor, não tinha colocado sutiã. Agora, com a blusa molhada pela chuva, seus seios estavam marcados e mais sensíveis. Eduardo ficou mais quieto e evitava olhar diretamente para ela. Foi assim que Marcela entendeu: ele também a desejava.

O problema era que, naquele momento, suas ações pareciam limitadas. Pelo menos até o carro começar a falhar. As luzes piscaram, o motor engasgou e morreu. A expressão de Eduardo deixou claro o susto. Estavam em um atalho mais afastado, que ele usava para evitar o trânsito.

Em meio à garoa, Eduardo saiu para olhar o motor e a bateria. Marcela ficou observando. Não havia muito que pudesse fazer. Seu celular tinha sido furtado dias antes, e o de Eduardo estava sem bateria.

Depois de algum tempo, ele voltou para dentro do carro, suspirou e disse que esperariam um pouco antes de tentar pedir ajuda a alguém que passasse por ali. Marcela sentiu o coração acelerar. A situação era estranha, mas também propícia demais para ignorar.

Sem pensar muito, aproximou-se e beijou Eduardo. Ele se assustou e tentou se afastar. Marcela recuou, olhou nos olhos dele e disse: “Deixa fluir”. Então o beijou de novo. Dessa vez, ele correspondeu.

O beijo cresceu dentro do carro parado, cercado pela chuva e pelos vidros embaçados. Marcela saiu do próprio banco e sentou no colo dele, abraçando-o enquanto voltava a beijá-lo. Eduardo já não conseguia esconder o desejo. Suas mãos começaram a percorrer o corpo dela, primeiro com cuidado, depois com mais firmeza.

Marcela tirou a blusa molhada, deixando os seios à mostra. Eduardo ficou alguns segundos olhando, como se ainda tentasse conciliar a mulher diante dele com a pessoa que conhecia havia anos. Mas aquela hesitação durou pouco. Ali, Marcela não queria ser tratada como lembrança de família. Queria ser desejada como mulher.

Ela levou a cabeça dele até seus seios e fechou os olhos quando sentiu a boca quente contrastar com sua pele fria da chuva. Eduardo a puxou mais para perto e passou a beijá-la com vontade. Marcela já não segurava os gemidos.

A língua dele provocava seus mamilos, enquanto os dedos a apertavam e a faziam rebolar sobre o volume duro sob a calça. Marcela desceu a mão, abriu a calça dele e encontrou o que já desejava sentir. Saiu do colo, inclinou-se e começou a provocá-lo com a boca.

Eduardo segurou seus cabelos, conduzindo o ritmo com cuidado no início. Marcela, porém, mostrava que sabia exatamente o que estava fazendo. Chupava com vontade, alternando língua, lábios e movimentos mais fundos, até sentir a respiração dele falhar.

Depois de deixá-lo completamente excitado, Marcela tirou a própria calça. Eduardo pediu que ela abrisse o porta-luvas e pegasse uma camisinha. Ela sorriu. “Planejou tudo”, provocou, enquanto o vestia com calma, dava mais alguns beijos em seu membro e voltava para o colo dele.

Quando sentiu Eduardo entrar, Marcela fechou os olhos e soltou um gemido mais longo. A expressão dela misturava satisfação, desejo e alívio, como se aquela tensão antiga finalmente encontrasse um caminho. Sentou devagar até senti-lo por completo, olhou para ele e o beijou.

Depois começou a se mover. Primeiro em um ritmo lento, quase provocante. Depois, com mais força. Eduardo sentia o corpo dela cada vez mais entregue, os seios pressionados contra sua camisa e os gemidos escapando entre um beijo e outro.

Em determinado momento, ele segurou os cabelos dela com firmeza e soltou palavras mais sujas, ditas no calor da cena. Marcela não recuou. Pelo contrário, gemeu mais alto e pediu que ele continuasse. Era exatamente aquele lado bruto, perdido e desejoso que ela queria arrancar dele.

O carro balançava levemente. Os vidros estavam tão embaçados que o mundo lá fora parecia desaparecer. Marcela se tocou enquanto cavalgava, sentindo o prazer crescer rápido demais. Quando gozou, suas pernas tremeram sobre ele, e por alguns segundos ela precisou se agarrar aos ombros de Eduardo.

Ele a segurou pela cintura, firmou o corpo dela contra o dele e aumentou o ritmo até também chegar ao limite. Gozou com um gemido contido, ainda dentro da camisinha, enquanto Marcela se deixava cair contra seu peito, ofegante.

Ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo apenas a chuva e a própria respiração. Marcela sorriu para ele. Eduardo sorriu de volta, ainda sem acreditar completamente na loucura que tinham acabado de viver.

Ao longe, um carro se aproximou. Os dois se arrumaram depressa, tentando disfarçar a bagunça e recuperar a aparência de normalidade. Pediram ajuda e foram “salvos” como se nada tivesse acontecido.

Na semana seguinte, passada a sexta-feira da chuva, Eduardo retomou a rotina. Só que, de vez em quando, o caminho parecia encontrar desculpas para deixar os vidros do carro um pouco mais embaçados outra vez.

Ficção Tags:aventura, carro, chuva, desejo, explícito, fantasia, heterossexual, professor, sexo no carro

Navegação de Post

Previous Post: Dose Dupla
Next Post: Fervor Secreto

Related Posts

Despertando os Prazeres Ficção
Entre Segredos Ficção
Promessa Ficção
Primeiros doces sentidos Ficção
Primeira Inesquecível Ficção
Outro entre Nós Ficção

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Termos e condições

Política de Privacidade

Copyright © 2026 Desejos Intensos.

Powered by PressBook Masonry Dark