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O Show do Luar

Posted on 5 de fevereiro de 20236 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em O Show do Luar

Ao sair do banho, com o vapor escapando pelo corredor da casa, Natália, ou Naty para quem a conhecia, enxugava os cabelos enquanto andava seminua pela república. Estava se preparando para sair. Era noite de lua cheia, e ela adorava aquele clima.

Tinha combinado de encontrar uma amiga da faculdade. Naty não era dali. Havia se mudado para estudar na universidade e morava com colegas, também universitárias. Nas férias, quase todas voltavam para suas cidades, mas Naty decidiu ficar. O divórcio dos pais deixava a casa da família insuportável, e a república vazia parecia melhor do que aquele ambiente pesado.

Sozinha, desfilava seu corpo moreno diante dos espelhos da sala. Olhava os seios médios e pensava que poderiam ser um pouco maiores, mas logo sorria ao ver a bunda firme e empinada que vivia virando o pescoço dos homens.

Escolheu um bom sutiã, uma camisa branca larga com rasgos e uma saia azul-céu com renda, que destacava sua pele. Não exagerou na maquiagem. Alongou os cílios, acertou a base no rosto e caprichou nos lábios. Esses, sim, ela sabia que eram sua arma fatal. Carnudos, naturalmente provocantes, daqueles que já tinham feito até amigas comentarem que sentiam vontade de beijar só para saber como era.

A amiga de curso tinha um namorado DJ, e o convite era perfeito. Naty não era muito de sertanejo ou brega. Curtia MPB, rock, reggae, pop e se soltava mesmo no eletrônico. Gostava de sentir a batida comandando o corpo, como se a música soubesse exatamente o que fazer com ela.

Quando o namorado da amiga chegou de carro, Naty entrou, cumprimentou os dois e seguiram para a festa. O local ficava um pouco afastado do centro, em uma chácara adaptada para eventos. O namorado da amiga iria trabalhar como DJ e também seria o motorista da noite, então não beberia. Enquanto o staff se movimentava nos bastidores, a amiga de Naty a apresentou a algumas pessoas que iriam tocar. Havia até uma banda de rock na programação.

Foi ali que Naty percebeu o olhar penetrante do baixista.

Ele era branco, de cabeça raspada, com olhos cinzentos que pareciam prender os dela. Os dedos longos e grossos faziam solos no baixo enquanto ele aquecia e afinava o instrumento. Estava sentado no canto da sala, usando camisa preta e uma corrente no pescoço, com postura de roqueiro e um ar meio distante.

A amiga tentou puxar Naty para conhecer mais gente, mas ela perguntou sobre o baixista. A amiga riu, disfarçando, e disse que não o conhecia. Quem talvez soubesse era o técnico de som, sentado perto da janela, fumando.

Naty pensou se valia a pena ir atrás daquilo logo de cara. Nem tinha ido ainda para a área externa, onde haveria mais gente. Mas algo nos brincos de prata que balançavam quando o baixista mexia a cabeça parecia puxar sua atenção. Mesmo assim, respirou fundo e foi para o lado de fora.

“O que houve comigo?”, pensou, sentindo o corpo quente e levemente excitado.

Lá fora, a música já rolava com o DJ de abertura. O som era bom. Naty foi ao bar e pegou uma bebida leve, porque não gostava muito de beber. A amiga já pediu drinques mais fortes. Pouco depois, outras amigas dela chegaram e formaram um grupinho.

Naty não se sentia tão bem em grupinhos, a não ser quando alguém sabia as coreografias. Deu sorte. Uma delas se apresentou como Clara e a puxou para a pista.

As músicas foram passando, e o DJ começou a soltar alguns clássicos que animaram o público. Alguns caras chegavam, davam xavecos nas meninas e também nela. Alguns eram bonitos, e Naty aproveitou para beijar um pouco. Mas alguma coisa sempre fazia sua cabeça voltar para o baixista.

Foi então que a banda foi anunciada.

Depois de um curto silêncio, o vocalista, que também era guitarrista, apresentou a banda e disse que começariam com uma música autoral. Veio outro silêncio. Então o baixo começou.

O corpo de Naty tremeu.

As ondas graves pareciam bater direto nela. Logo entrou uma base eletrônica com o resto da banda, e a mistura tomou conta do lugar.

“Esse som parece Linkin Park”, gritou Clara, tirando Naty do transe. “Eles foram banda cover por um tempo, mas agora estão começando com músicas autorais.”

Naty ficou ainda mais interessada. Adorava aquele estilo, e a banda realmente tinha uma pegada parecida. As músicas vieram, algumas autorais, outras covers. Clara contou que conhecia os músicos e que era namorada do baterista. Naty percebeu a oportunidade e perguntou se ela poderia apresentá-la.

Clara topou.

Depois da apresentação, o namorado da amiga de Naty assumiria a parte final da festa. Naty avisou que iria aos bastidores com Clara e seguiu com ela.

No caminho, aproximou-se de Clara e perguntou o nome do baixista. Clara percebeu na hora a intenção e disse que ele se chamava Chris. Contou também que ele tinha terminado havia pouco tempo, depois de uma traição da ex, e que estava mal com isso.

Naty jurou que só deixaria rolar.

Antes de entrar na sala, Clara parou e olhou para ela.

“Eu quero muito que ele saia dessa bad. Ele gosta de morenas. Arrasa.”

Piscou e abriu a porta.

Naty demorou alguns segundos para processar. Clara queria mesmo arrumar alguém para Chris.

Lá dentro, foi apresentada aos integrantes da banda, cansados, mas felizes. Havia outra namorada por ali e também um amigo do DJ. Clara deixou Chris por último. Ele estava introspectivo, mas, quando viu Naty, suas pupilas dilataram. Em olhos claros, certas intenções ficam difíceis de esconder.

Clara se aproximou do vocalista e começou a comentar o curso que Naty fazia. Chris se animou e contou que tinha trancado a faculdade recentemente. Naty falou das bandas que curtia, e os dois logo se envolveram em uma conversa sobre música. Clara percebeu a deixa e se afastou.

Naty notou os olhos dele mirando sua boca. Chegou mais perto e devolveu o olhar. Não precisou de muito. Logo estavam se beijando.

As mãos dele foram, tímidas, até a cintura dela. Naty, ao contrário, puxava o rosto dele para perto, querendo mais. Estava com o corpo aceso, desejando aquele homem desde o primeiro olhar. Em uma breve pausa, aproximou a boca do ouvido dele e disse que queria ir para um lugar reservado.

Chris saiu com ela. Naty viu o pessoal da banda sorrindo, aliviado, enquanto Chris ficava um pouco sem graça, com as orelhas vermelhas entregando tudo.

Foram para o lado de fora. Encostado na parede da casa, Chris pareceu se soltar. Envolveu Naty nos braços, beijando-a com mais vontade. Ela retribuiu, já passando a mão pelo volume dele. Ele era bem mais alto e pediu que ela o acompanhasse até um carro.

“É meu”, explicou, abrindo a porta.

Antes disso, colocou Naty sentada no capô e começou a beijar seu pescoço. Foi livrando o sutiã por baixo da blusa para chupar seus seios. Naty passava a mão pela cabeça dele, sentindo os cabelos bem curtos roçarem sua pele.

Ela se deitou no capô e pediu que ele tirasse sua calcinha.

Olhando para cima, viu a lua cheia brilhando acima dos dois. Então sentiu a boca de Chris entre suas pernas. Ele sabia usar a língua. Naty soltava gemidos enquanto segurava a cabeça dele. Quando ele começou a estimular seu clitóris com os dedos, ela sentiu o corpo chegar ao limite. Olhou outra vez para a lua e se contorceu, gozando no capô do carro.

Chris a puxou para perto e a beijou com ainda mais tesão. Em uma pausa curta, disse que iria abrir o carro para pegar camisinha. Naty desceu do capô e pediu para entrar. Ele abriu o banco da frente e a deixou passar para o banco traseiro enquanto procurava no porta-luvas.

Quando encontrou, Naty o fez sentar no banco de trás. Ele tirou a camisa, e ela abaixou sua calça, encontrando um pau levemente grosso, meio torto e comprido. Começou a chupar devagar, batendo com uma das mãos, deixando Chris mais duro a cada movimento.

Quando ele já estava pronto, ela colocou a camisinha e sentou nele.

Mesmo no escuro, os olhos de Chris tinham uma expressão de desejo que deixava Naty ainda mais excitada. Ele segurou sua bunda enquanto ela rebolava e sentava no pau dele. O fervor era tanto que ela o abraçava e gemia sem se preocupar muito com o volume. O corpo dela queria o dele mais do que qualquer juízo.

Chris juntou os cabelos dela e deu leves puxões. Eles quase não falavam. Só gemiam.

Então Naty virou e sentou nele de costas. O pau dele entrava em um ângulo que ela adorava. Ela gemia mais, e Chris começou a puxar seus cabelos, trazendo-a para perto. Naty gostava daquela pegada. Bateu na perna dele, pedindo mais sem precisar explicar. Ele respondeu com um tapa sonoro na bunda dela.

“Isso”, ela gritou.

Ele entendeu o recado.

Mesmo com a dificuldade do espaço apertado, Chris colocou Naty de lado no banco traseiro e começou a meter mais forte, apoiando-se nos ombros dela. Ela gemia cada vez mais alto, concordando com a pegada, deixando claro que queria daquele jeito. O corpo dela incendiava. Queria mais daquele toque firme, daquela força, daquela loucura dentro do carro.

Ele levou as mãos aos seios dela e beliscou de leve seus mamilos. Naty deixou, gostando da mistura de dorzinha e prazer. Até que Chris parou, ofegante.

“Preciso de um tempo. Estou quase gozando.”

Naty, safada demais para deixar a noite esfriar, pediu que ele a levasse para fora e a comesse encostada no carro. Chris aceitou.

Do lado de fora, ele a levantou e encaixou seu corpo no dele. Naty se sentiu presa a Chris, como se fizesse parte dele. Quase nem precisou se apoiar no carro. A força dele a sustentava enquanto ela segurava em seu pescoço. Chris movia as pernas e a bunda dela em um ritmo que Naty só tinha visto em pornô, mas que, com ele, parecia possível.

Em certo momento, ele a encostou no carro e meteu mais forte. Naty percebeu que era a hora dele gozar. Não queria atrapalhar. A respiração ofegante dele, misturada aos gemidos dela sob a luz do luar, parecia perfeita demais para ser interrompida.

Quando ele a desceu, Naty reparou nas tatuagens que não tinha visto antes e na pele branca dele brilhando sob a lua. Chris a beijou, agradeceu e a elogiou muito.

Naty tirou a camisinha dele, mas percebeu que o pau ainda estava meio duro. Mexeu nele e olhou para Chris. Ele passou a mão nos cabelos dela, como se entendesse o convite. Então ela o fez sentar no carro e voltou a chupar, agora com ainda mais vontade.

O pau dele endureceu de novo. Chris fazia caretas de prazer, segurava-se no banco e às vezes esticava uma das pernas. Naty sabia que era um bom sinal. Chupou e bateu mais forte, provocando até ouvir o gemido pesado dele. Chris gozou na boca dela, e Naty continuou até sentir o corpo dele desabar de prazer.

Depois disso, Chris quase se desequilibrou no câmbio.

“Eu nunca fiz isso”, falou, tentando recuperar o fôlego. “Você é intensa, guria.”

Naty sorriu, satisfeita. Cuspiu na grama o que ainda tinha na boca. Chris abriu o porta-luvas e entregou um rolo de papel higiênico. Os dois se limparam, vestiram-se e voltaram para a casa que servia de bastidor da festa.

Ao chegar, perceberam que a festa ainda estava rolando. Naty logo viu a amiga procurando por ela. Quando se aproximou, foi informada de que o namorado já tinha terminado a parte dele e que o último DJ estava tocando. Pouco depois, ele apareceu dizendo que estava de saída, porque a namorada estava um pouco alterada e precisava ir embora acompanhada.

Chris se despediu, e Naty voltou para casa.

No caminho, percebeu que tinha esquecido de pegar o contato dele. Mas acharia um jeito depois. Estava exausta. Ao chegar ao apartamento solitário, forçou-se a tomar banho e depois caiu no sono.

No dia seguinte, quase à tarde, depois de tomar café, ouviu o interfone. Atendeu. Era Clara, dizendo que tinha esquecido algo da festa. Naty nem questionou e mandou subir.

Quando abriu a porta, era Chris.

Naty se assustou.

“Cadê a Clara?”

Chris sorriu, meio sem jeito.

“Juro que a ideia foi dela. Mas eu concordei.”

Naty olhou para ele por alguns segundos. Depois o puxou para dentro de casa.

Naquele dia, os vizinhos juravam que o Aerosmith não gritava tanto.

Ficção Tags:aventura, boquete, carro, explícito, heterossexual, sexo no carro, universitária

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