Depois de me vingar da traição do meu namorado naquele encontro com o patrão e o gerente dele, fui intimada a aparecer no churrasco da empresa na semana seguinte. Eu sabia que alguma coisa iria acontecer. Não era inocente a esse ponto. Então, quando chegou o dia, me arrumei pensando nisso, mas precisei disfarçar dos meus sogros, que moravam na parte da frente da casa. Saí com uma roupa comportada e levei, escondida na bolsa, a roupa de piranha que eu realmente queria usar.
Cheguei à empresa com o coração acelerado e aquela sensação de estar passando de um ponto sem volta. O patrão me recebeu com um sorriso malicioso e disse que eu poderia usar o escritório para me arrumar. Lá em cima havia algumas bebidas, e eu tomei só o suficiente para soltar um pouco o corpo e entrar no clima, sem perder a noção do que estava fazendo. Lá embaixo, os peões já estavam reunidos, bebendo, rindo e esperando o churrasco começar. Eu sabia que, se descesse vestida daquele jeito, não haveria mais volta.
Troquei de roupa no escritório. Coloquei um vestido vermelho curto, calcinha fio-dental e nada de sutiã. Quando me olhei no espelho, quase não reconheci a mulher que estava ali. Não era a namorada traída chorando escondida. Era alguém com raiva, tesão e vontade de provocar um estrago. O patrão entrou, fechou a porta e perguntou se eu estava preparada. Olhei para ele pelo espelho e respondi que eu tinha nascido preparada.
Descemos juntos. Assim que apareci, senti todos os olhares caindo sobre mim. O patrão fez questão de anunciar, em voz alta, para que ninguém fingisse não entender: todos ali me conheciam como a mulher do funcionário dele, mas o que acontecesse naquela festa morreria ali. Contei seis homens, incluindo o patrão. Seis homens me olhando como se eu fosse o prato principal daquele churrasco.
O patrão me pegou pela cintura e me beijou na frente de todos. Não foi um beijo discreto. Foi daqueles que marcam território, que mostram poder, que deixam claro que a brincadeira já tinha começado. Ele me levou até o sofá da recepção, que estava fechada para a festa, sentou-se ao meu lado e mandou que eu mamasse ele diante de todos.
Naquele momento, nada mais importava tanto quanto o fogo que subia pelo meu corpo. O que tinha começado como vingança estava virando uma loucura que eu não só aceitava, como desejava. Pode parecer absurdo, mas eu estava gostando daquela sensação de ser vista, desejada, tratada como a safada que tinha ido ali para dar o troco. Então me ajoelhei e comecei a chupar o patrão do corno do meu namorado traidor.
O patrão gemeu, segurou meu cabelo e logo gritou para os outros perguntando se eles ficariam só olhando. Aos poucos, os homens foram se aproximando. Primeiro as mãos vieram tímidas, passando pelos meus ombros, pelas costas, pela cintura. Depois foram ganhando coragem, tocando meus seios por cima do vestido, apertando minha bunda, levantando a barra da roupa. Eu sabia o que eles queriam. E, naquele momento, eu queria ser o centro daquela safadeza toda.
Era uma cena louca, daquelas que eu já tinha visto em filmes pornôs, só que agora eu era a mulher no meio de tudo. Os homens começaram a tirar calças e bermudas, colocando os paus para fora. Olhei para um, peguei, comecei a chupar. Depois outro. Depois outro. Minha boca, minhas mãos e meus olhos entraram no ritmo daquela roda de desejo, enquanto os xingamentos safados começavam a sair.
O patrão se levantou, me colocou de quatro no sofá, puxou minha calcinha de lado e meteu em mim com força. Eu estava molhada demais. Enquanto ele me comia por trás, dois homens ficaram na minha frente para eu chupar. Eu mamava um, batia para o outro e sentia o patrão metendo cada vez mais fundo, como se quisesse mostrar para todos que tinha sido o primeiro a me tomar naquela festa.
A partir dali, virei rodízio. Um vinha por trás, metia, gozava na minha boca ou no meu rosto, e outro já tomava o lugar. Eu não estava fora de mim. Eu estava dentro demais daquela fantasia. Cada homem pelado ao meu redor, cada mão no meu corpo, cada xingamento me empurrava mais fundo no papel que eu tinha escolhido naquela noite. Chamavam-me de vadia, de puta, de vagabunda, diziam que meu namorado merecia ser corno porque eu era gostosa demais para dar só para ele. Eu ouvia tudo e me excitava.
O gerente, que já tinha participado da primeira vingança, deitou no chão e me chamou. Fui por cima dele, sentando em seu pau, enquanto outro homem veio por trás e começou a brincar com meu cu. Senti a pressão, a saliva, os dedos, a preparação. Eu já sabia o que vinha. Estava com medo e tesão ao mesmo tempo, mas queria experimentar aquela loucura com eles.
Quando o segundo pau entrou no meu cu enquanto o gerente me comia por baixo, meu corpo inteiro travou por um segundo. Depois veio um gemido que nem pareceu meu. Era uma sensação cheia, intensa, suja, deliciosa. Eu estava em êxtase, tentando me equilibrar, tentando mamar os homens que estavam em pé, enquanto os dois me fodiam ao mesmo tempo. A sala parecia girar em volta de mim.
O patrão pediu para não pararmos. Depois saiu por um instante e voltou com uma taça. Mandou todos se masturbarem e gozarem dentro dela. Eu fiquei olhando, ainda tentando recuperar o fôlego, enquanto eles batiam punheta ao meu redor. Não demorou para a taça ficar com alguns dedos de porra. O patrão se aproximou, segurou meu rosto e perguntou se eu ainda queria continuar aquela vingança até o fim. Eu disse que sim.
Então ele mandou que eu bebesse. Nem pensei muito. Segurei a taça, olhei para os homens ao redor e bebi tudo. Era nojento e excitante ao mesmo tempo. Aquele gosto, aquela humilhação escolhida, aquela sensação de estar fazendo algo que meu namorado jamais imaginaria me deixou mais acesa do que eu gostaria de admitir.
Depois disso, o patrão disse que queria brincar de outro jeito. Olhou para mim e perguntou se eu confiava nele dentro daquela loucura. Eu, já completamente entregue ao papel, respondi que sim, mas deixei claro que ele precisava ir devagar. Ele sorriu e mandou os homens me segurarem no sofá. Dois firmaram meus braços, outros dois seguraram minhas pernas abertas. Não era para me impedir de sair. Era para me manter exposta, dominada, dentro daquele jogo que eu tinha aceitado.
O patrão ficou na minha frente e falou que gostava de ensinar vadias traidoras a obedecer. A frase veio suja, cruel, perfeita para a cena. Perguntou se eu entendia. Eu assenti. Ele então passou os dedos pela minha buceta molhada e começou devagar. Primeiro um dedo, depois dois, depois três. A cada avanço, ele observava minha reação, esperando meu corpo aceitar.
Quando colocou quatro dedos, a pressão ficou muito intensa. Eu gemia alto, misturando dor e prazer, agarrada à sensação de estar no limite. Ele perguntou se eu queria que continuasse. Eu respirei fundo e respondi que sim, mas que fosse com calma. Ele foi. Empurrou aos poucos, abriu a mão devagar, e quando senti que ela entrava mais fundo, quase perdi a voz.
Era uma sensação absurda. Dolorida, apertada, cheia, mas também carregada de uma submissão que me deixava em transe. O patrão falava comigo, chamava-me de vagabunda, perguntava se eu estava gostando. Eu dizia que doía, e ele respondia que sabia, mas queria ouvir se eu queria continuar. Eu dizia que sim. Porque, naquela cena, eu queria.
Ele moveu a mão devagar no começo, depois com mais firmeza, sempre sentindo meu corpo. Eu tremia, gemia, chorava um pouco de intensidade, mas não de arrependimento. Os homens ao redor assistiam em silêncio, como se aquele fosse o momento mais pesado da noite. Quando o patrão finalmente parou, tirou a mão com cuidado e me puxou para o colo dele.
Fiquei mole nos braços dele, respirando pesado, completamente destruída de prazer e exaustão. Ele beijou meu rosto e agradeceu por eu ser tão submissa e obediente na brincadeira. Eu, ainda tomada por aquele papel, respondi que naquela noite eu era a puta obediente dele.
A resposta acendeu algo nos homens. O patrão me segurou pelo queixo e perguntou se eu aguentava mais uma humilhação. Eu sorri, cansada, e disse que sim, desde que fosse a última antes do banho. Ele mandou que os homens se aproximassem, e eles começaram a me dar tapas leves no rosto, mais sonoros do que fortes, todos dentro daquele jogo de submissão. Eu recebia, respirava, olhava para eles e sentia meu corpo tremer com o resto de tesão que ainda havia em mim.
Depois disso, fui para o banho. Lavei meu corpo devagar, vendo marcas, vermelhidão e lembranças daquela vingança espalhadas pela pele. Quando saí, o patrão já tinha providenciado uma roupa para eu ir embora. Eu estava exausta, quase sem forças, mas ainda sentia aquele fogo estranho por dentro. A vingança tinha passado de um limite que eu nem sabia que existia.
O carro de aplicativo chegou. Antes de eu sair, o patrão explicou que tinha chamado um motorista conhecido, alguém que já fazia corridas para eles e que entendia o tipo de brincadeira. Mesmo assim, ele olhou para mim e perguntou se eu queria continuar o papel até em casa ou se preferia encerrar ali. Eu podia ter parado, mas estava tão tomada pela loucura daquela noite que aceitei continuar.
Entrei no carro, sentei ao lado do motorista e senti o olhar dele cair sobre mim. Ele sabia o combinado. Eu também. O patrão ficou do lado de fora, observando, e falou para eu mostrar que era obediente até o fim. Abri o zíper do motorista, peguei o pau dele e comecei a chupar antes mesmo do carro sair. Só depois que o patrão viu a cena, autorizou a partida com um sorriso satisfeito.
Fui mamando o motorista durante parte do caminho, sem saber muita coisa sobre ele além do fato de que estava ali porque tinha aceitado entrar na brincadeira. Aquilo era absurdo, perigoso e safado demais, mas naquela noite eu já tinha deixado o juízo para trás. Quando chegamos perto da minha casa, parei, limpei a boca e tentei ajeitar minha aparência o suficiente para entrar sem levantar suspeita.
Entrei morta, destruída, cansada. Tinha dado o troco. Ou pelo menos achava que tinha. Só que, enquanto me jogava na cama, algo dentro de mim dizia que ainda faltava alguma coisa. A vingança tinha aberto uma porta, e eu sabia que a história não acabaria ali. Isso fica para a próxima parte.

