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Dando o troco – Parte 3

Posted on 7 de agosto de 20246 de junho de 2026 By Desejos Intensos 1 comentário em Dando o troco – Parte 3

Depois de me vingar do meu namorado com o patrão, o gerente e quase todos da empresa dele, passei alguns dias em casa tentando entender se eu já tinha ido longe demais ou se aquilo tinha sido exatamente o que eu precisava. Por um momento, achei que talvez tudo se acomodasse. Talvez eu terminasse com ele, talvez apenas esperasse uma oportunidade melhor para sair daquela casa, talvez deixasse aquela raiva morrer. Só que a vida me deu mais um motivo para continuar.

Certo dia, peguei o celular dele escondido outra vez e vi que ele ainda conversava com a mesma mulher com quem tinha me traído. A mesma. Depois de tudo, depois de eu saber, depois de eu sofrer calada, ele continuava. Aquilo me deixou furiosa. Não era só tristeza. Era humilhação, nojo, raiva e uma vontade enorme de dar um troco definitivo, daqueles que encerram uma história queimando tudo pelo caminho.

Esperei ele viajar novamente a trabalho. Como eu morava nos fundos da casa dos meus sogros, chamei o pai dele para conversar no nosso quarto. Eu estava sentada na cama quando ele entrou, preocupado, perguntando o que tinha acontecido. Disse que queria me separar do filho dele, que não aceitava mais aquela situação e que tinha encontrado novas mensagens provando que a traição continuava.

Meu sogro tentou me acalmar. Falou que talvez desse para resolver conversando, que eu não deveria decidir nada de cabeça quente. Então mostrei as provas. As mensagens, os horários, as conversas. Eu chorei de raiva e tristeza, porque, apesar de tudo que eu já tinha feito para me vingar, aquilo ainda me atingia. Ele ficou sem jeito, sentou ao meu lado e me abraçou, tentando me consolar.

Só que eu já tinha chamado ele ali sabendo que talvez algo acontecesse. Quando me deitei com a cabeça no peito dele, senti sua mão fazendo carinho nos meus cabelos. O toque era calmo, cuidadoso, mas meu corpo estava em outro lugar. Eu estava machucada, sim, mas também estava acesa por uma mistura perigosa de carência, vingança e desejo. Aos poucos, comecei a alisar o peitoral dele. Coloquei uma perna sobre as pernas dele e levei a mão dele até minha barriga, deixando claro que eu não queria só consolo.

Ele ficou tenso. O coração dele acelerou de um jeito que eu consegui sentir. Eu desci a mão dele mais um pouco, até chegar perto da minha buceta, e olhei para ele. Não precisei dizer muita coisa. Aquele silêncio já tinha maldade demais. Com a outra mão, ele acariciou minha nuca, ainda hesitando, como se tentasse se convencer de que aquilo era errado demais para acontecer.

Eu mesma quebrei essa dúvida. Passei a mão pelo volume dele por cima da calça e beijei sua boca. A partir dali, as coisas ficaram óbvias para nós dois. Ele correspondeu ao beijo, primeiro com susto, depois com fome. As mãos dele desceram para minha bunda e apertaram forte, como se ele tivesse guardado aquela vontade havia muito tempo. Eu senti que não era só coisa da minha cabeça. O pai do meu namorado também me desejava.

Ele segurou minha cabeça e me conduziu para baixo. Eu puxei o pau dele para fora e comecei a chupar. Chupei bem babado, batendo com a mão, sentindo ele gemer de olhos fechados. Aquilo me dava uma sensação estranha de poder. Eu estava no quarto onde dormia com o filho dele, mamando o pai dele, usando aquela cena como a última peça da minha vingança.

Continuei até sentir ele pulsar na minha boca. Ele gozou, e eu engoli tudo sem parar de chupar. Fiquei ali, lambendo, provocando, ouvindo seus gemidos, até perceber que o pau dele começava a endurecer de novo. Eu queria mais. Não tinha chamado ele para acabar rápido.

O clima esquentou de vez. Subi por cima dele, ainda de saia e sem calcinha, perfeita para encaixar aquele pau e cavalgar devagar. Segurei na camisa dele, beijei sua boca e comecei a rebolar. Ele chegou perto do meu ouvido e confessou, com a voz pesada, que sabia que era errado, mas que sempre quis me comer. Disse que sempre me achou gostosa, que já tinha se aliviado várias vezes pensando em mim.

Aquilo me deu um arrepio. Para aumentar o tesão, respondi que eu também já tinha feito sexo com o filho dele pensando nele. Era provocação, claro, mas funcionou. Ele gemeu, segurou minha cintura e falou que também já tinha comido a própria mulher imaginando meu corpo. Naquele momento, eu já estava entregue ao prazer. Eu já ia me separar mesmo, já tinha passado do limite havia tempo, então olhei para meu sogro, agora meu amante, e falei que naquela noite eu era dele.

A frase mudou o olhar dele. Vi surgir um tesão diferente, mais sujo, mais intenso. Ele me puxou pelos cabelos para perto do rosto e deu uns tapas no meu rosto, mais provocação do que violência. Perguntou o que eu era dele. Eu respondi que era o que ele quisesse: sua puta, sua vadia, sua cachorra. Ele bateu mais algumas vezes, sempre dentro daquele jogo que eu estava alimentando, e me tirou de cima dele.

Ficou de pé ao lado da cama, tirou o short e a camiseta, depois me colocou de quatro. Entrou em mim com força, e eu gemi alto. Não esperava aquela intensidade dele. O pau dele entrava gostoso, com uma firmeza que me surpreendeu. Eu estava adorando dar para um homem de 48 anos, ainda mais sendo o pai do meu namorado. A sujeira daquela ideia deixava tudo mais excitante.

Ele metia e falava putaria, dizendo que estava adorando me consolar daquele jeito. Eu respondia no mesmo tom, provocando, dizendo que sempre quis dar para ele. A frase parecia deixar meu sogro ainda mais louco. Ele me pegava pela cintura, puxava meu cabelo, fazia meu corpo bater contra o dele, e eu só gemia, sentindo a vingança se misturar ao prazer.

Quando ele gritou que ia gozar, virei para ele na hora. Coloquei o pau na boca e senti pulsar. Ele segurava meu cabelo, gemia e gozava enquanto eu bebia tudo de novo. Continuei chupando depois, arrancando mais alguns espasmos, vendo aquele homem perder completamente a pose de sogro correto e preocupado.

Na sequência, ele desabou ao meu lado, deitado na cama onde eu dormia com o filho dele. Eu fiquei ali, massageando suas bolas e chupando o pau ainda meio mole, só para provocar. Passei uns vinte minutos brincando com ele, vendo se conseguia levantar de novo. Ele estava cansado, mas ainda com aquele brilho malicioso nos olhos.

Foi então que ele me contou que tinha um fetiche que nunca tinha realizado. Perguntei qual era. Ele ficou meio sem jeito antes de responder que tinha vontade de fazer golden shower em uma mulher. Queria fazer em mim.

Depois de tudo que já tinha acontecido, o pedido me pegou de surpresa, mas não me chocou tanto quanto deveria. Levantei da cama e fui para o banheiro. Ele achou que eu tinha rejeitado a ideia e pediu desculpas. Parei na porta, olhei para ele e falei para vir, porque eu estava ali para realizar aquela fantasia também.

O sorriso que ele abriu misturava gratidão, malícia e alívio. Entrou no banheiro, e eu me ajoelhei debaixo do chuveiro desligado. Ele perguntou se eu gostava de dar para o sogro, se ainda daria para ele de novo. Segurei o pau dele, dei algumas chupadas olhando para aquele sorriso e respondi que, naquela noite, eu era dele.

Então ele pediu para eu abrir a boca. Eu obedeci. Senti o jato quente entrar na minha boca, escorrer pelo meu rosto, pelo meu queixo, pelo meu peito. Era um fetiche estranho, sujo, mas dentro daquela noite parecia apenas mais uma etapa da nossa loucura. Eu mantive o olhar nele, deixando claro que estava aceitando aquilo porque queria. Quando ele terminou, liguei o chuveiro, e tomamos banho juntos.

Depois do banho, ele se vestiu e foi embora. Ficamos nos olhando por alguns segundos antes de ele sair, como se ambos soubéssemos que nada daquilo poderia ser apagado. Era errado, era perigoso, era familiar demais, mas também tinha acontecido porque os dois quiseram.

Depois daquela vez, ainda dei para ele mais três vezes antes de me separar do filho corno dele. Hoje estou livre, leve e solta. Acho que nunca fui feita para ficar presa em um casamento com um cara só, ainda mais com alguém que não me respeitava. Todas essas aventuras, somadas a outras que vieram depois, me fizeram entender melhor quem eu sou. Tenho desejo por estranhos, gosto da adrenalina, gosto de sentir paus diferentes e de perceber o efeito que causo.

Não digo isso para fingir que sou santa. Não sou. Virei aquela mulher solteira que gosta de seduzir, de provocar, de entrar em um lugar e perceber os olhares. O terror das casadas, talvez. A vizinha gostosa que malha, sorri e sabe que está sendo observada.

Se você é mulher e está lendo, não precisa seguir meus passos, porque cada uma sabe o que faz da própria vida. Mas não tenha vergonha de reconhecer seus desejos. Seja sexy, conheça seus limites, aproveite o prazer que quiser aproveitar e não deixe ninguém decidir por você o que o seu corpo pode sentir.

Eu dei o troco. E, no fim, acabei descobrindo muito mais sobre mim do que sobre ele.

Real>Séries Tags:aventura, boquete, casada, explícito, família, golden shower, heterossexual, homem maduro, secreto, série, sexo proibido, sogro, traição, vingança

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Comment (1) on “Dando o troco – Parte 3”

  1. X22Taphy disse:
    9 de agosto de 2024 às 06:58

    Hey people!!!!!
    Good mood and good luck to everyone!!!!!

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