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LUZ DO LUAR

Posted on 5 de fevereiro de 20236 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em LUZ DO LUAR

Sabe aquela loucura que você só percebe que fez depois que tudo acabou? Pois é, Sabrina acordou com o sol nascendo, na beira da praia, depois de uma noite intensa demais para esquecer. Ao lado dela estava o louco que a tinha levado àquilo.

A noite anterior começou com Pedro, seu namorado, tentando apaziguar as coisas depois de uma briga. Ele sempre tinha aquela mania de se achar certo em tudo. Era difícil, mas Sabrina conhecia o coração dele. Sabia que as amizades, os ambientes e o jeito duro dele muitas vezes atrapalhavam. Naquela noite, ele veio querendo fazer as vontades dela. Chegou de carro, foi meigo, pediu desculpas e propôs uma volta na praia. Ele sabia que ela adorava ver a lua e tinha descoberto que seria uma lua cheia especial. Aos poucos, foi convencendo Sabrina a ir.

Sabrina saiu com seu vestido amarelo, sem sutiã e usando uma calcinha de renda. Enquanto se aproximava do carro, olhava os 1,80 m de Pedro, malhado, marcado pela roupa apertada, com os braços em cima do carro e a chave balançando nos dedos, um pouco impaciente com a demora de sempre. No caminho, as músicas não ajudavam. A sofrência das letras a desagradava um pouco, mas era o estilo dele. Aquilo reacendeu a briga. Sempre as escolhas dele. Sabrina se sentia acuada nos seus 1,60 m. Sempre fora medrosa, mas tinha o sorriso que o conquistara. Só que, naquela noite, não estava sorrindo.

Quase chegando, Pedro se incomodou com o silêncio dela e perguntou por que ela era daquele jeito. Sabrina tentou se segurar, mas, assim que o carro parou, seus olhos castanhos e lacrimejantes encararam os olhos firmes dele. Então ela não aguentou. Gritou. Desabafou sua raiva, falou sobre como se sentia controlada e como era difícil viver ofuscada por ele. Logo depois, abriu a porta do carro e saiu em direção à praia, sem olhar para trás.

Ela sentia o vento secar suas lágrimas enquanto caminhava, tentando pensar e, ao mesmo tempo, não querendo pensar em nada. De repente, chegou a uma área de pedras na orla e resolveu passar por ali. Foi quando uma onda forte bateu nas pedras e a encharcou inteira. Era só o que faltava. O vestido molhado grudou no corpo, deixando tudo marcado. Os seios se destacavam sob o tecido colado, e Sabrina sentiu frio, vergonha e raiva ao mesmo tempo.

Enquanto isso, Pedro ficou, como raras vezes acontecia, parado e calado dentro do carro. Ele tinha tentado melhorar a situação, mas, mais uma vez, parecia ter piorado tudo. Olhou para o carro, lembrou dos sacrifícios que fizera para conquistar suas coisas e de quantas mulheres interesseiras já tinham aparecido em sua vida. Depois de quase engravidar uma delas, jurou que iria mudar. Sabrina era diferente. Não era uma top, mas não precisava ser. Ele sabia que podia confiar nela, que podia proteger aquele sorriso. Mas, naquela hora, se perguntou qual tinha sido a última vez que a vira sorrir.

O celular tocou. Era ela. A voz veio trêmula, dizendo que estava nas pedras, toda encharcada e com frio. Pedro não pensou duas vezes. Pegou uma bolsa da academia, um moletom que estava no carro e foi até ela.

As pedras ficavam no lado oposto à parte urbana da praia. Havia ali um pequeno banco de areia onde ela podia esperar. Pedro a encontrou encolhida, tentando se aquecer. Ele a abraçou e envolveu aquela pequena flor em seus braços enormes. Abriu a bolsa, pegou uma toalha, enxugou o corpo dela e colocou o moletom aberto no chão. Os dois ficaram sentados na areia, com Sabrina envolvida nele. O cheiro e o calor que saíam do corpo de Pedro a acalmaram. Foi assim que se beijaram, diante do mar, sob o rastro da luz da lua.

O beijo aqueceu tudo. As mãos de Pedro tocaram os seios de Sabrina, e ela adorava sentir aquele toque que a envolvia por inteiro. Os braços dele passeavam pelo corpo dela, deixando um rastro de calor e desejo. O moletom gigante, antes no corpo dele, agora estava espalhado no chão, servindo de cama improvisada. Sabrina sentia os dedos dele passando pela renda, provocando, mexendo em sua buceta. Então olhou para ele, sorriu e foi buscar o pau delicioso que já estava desejando.

O fogo começou a consumir os dois. Com a bermuda dele aberta, Sabrina caiu de boca naquele pau gostoso. Ela adorava quando Pedro segurava seus cabelos e fazia entrar mais fundo em sua boca. Sabrina chupava e batia com intensidade, passando a língua devagar pela cabeça daquele pau enorme. Ele estava cheio de tesão, a fim de botar tudo nela. Até que ela se levantou, tirou a calcinha e, aos poucos, foi sentando em cima dele.

Sabrina rebolava bem devagar, deixando Pedro louco de tesão. Ele sentia o calor da buceta dela ao redor do pau, apertada, molhada, deliciosa. Ela subia e descia sobre ele, cada vez mais entregue. Pedro segurou sua cintura e fez Sabrina sentir tudo até o fundo, como ela queria sentir. Um gemido gostoso saiu daquela boca, daquele corpo que ele adorava foder.

Então Pedro pediu que ela tirasse o vestido. Sob a luz do luar, ele viu a pele dela brilhando, úmida de mar, suor e desejo. Sentou-se com Sabrina por cima e ouviu seus gemidos bem ao pé do ouvido. Os dedos dele se entrelaçavam nos cabelos dela e puxavam de leve, no ritmo do tesão. Sabrina revirava os olhos, arranhava as costas de Pedro e gozava contra ele.

Depois, ele a deitou no moletom, puxou suas pernas e meteu o pau naquela buceta já completamente molhada. Começou a enfiar rápido, frenético, tomado por uma paixão que parecia maior que a própria noite. Os gemidos eram altos, mas ele não parava. As ondas do mar pareciam perder força diante daquela entrega. O corpo dela tremia. Sabrina já nem sabia quantas vezes tinha gozado. As pernas estavam bambas, mas o desejo continuava.

Pedro tentou dar uma pausa para ela, mas, quando se deitou, Sabrina subiu sobre seu rosto. Ela sabia que queria retribuir. Enquanto batia naquele pau, ele chupava sua buceta toda melada. Sabrina rebolava para sentir mais da boca dele, mais da língua que entrava nela, mais daquele prazer que a fazia perder o controle.

Com as pernas dela bem abertas, Pedro começou a encostar um dedo no cuzinho dela. Sabrina parou por um instante, apertou o pau dele com a mão e olhou para trás. O olhar dela deixava claro que queria continuar. Pedro cuspiu nos dedos, lubrificou devagar e foi abrindo com cuidado, sentindo cada reação dela. Os gemidos voltaram, mais fundos, mais roucos. Ele aumentou aos poucos, até conseguir colocar três dedos. Era o mínimo para começar a brincadeira.

A bolsa da academia estava perto. Pedro sabia que tinha guardado um lubrificante ali e ficou feliz quando o encontrou. Sabrina viu o frasco na mão dele e entendeu o que iria acontecer. Ela ficou de quatro, empinou bem a bunda e sentiu o lubrificante escorrendo. Pedro espalhou no pau, já todo melado do boquete, e foi entrando devagar. Sabrina segurava o moletom com força, quase rasgando o tecido, até sentir tudo dentro dela. Então Pedro firmou o corpo dela no chão com o braço e começou a foder o cuzinho de Sabrina. Ela estava delirante, sentindo a intensidade crescer junto com seus gemidos.

Pedro era uma tora firme. Demorava a gozar e fazia de tudo para deixar a parceira no limite dos gemidos. Ele gostava de sentir o aperto, de perceber o corpo dela cedendo ao prazer, e aquilo despertava nele a certeza de que estava chegando a hora. Então tirou do cuzinho dela, continuou batendo, e Sabrina se deitou de frente para ele. Pedro gozou no corpo dela. A porra jorrou na barriga, nos seios e na boca. Sabrina espalhou pelo próprio corpo, que brilhava com o reflexo da lua.

Ela sabia que Pedro ainda tinha energia, mas, naquele momento, os dois pararam. Ficaram deitados, olhando as estrelas e escutando o mar. Aos poucos, conforme recuperavam as forças, foram nus até a água e se banharam um pouco. Depois usaram a toalha e as roupas de treino da bolsa para se secar. A preguiça de voltar para o carro era enorme. Pedro agora via o sorriso de Sabrina, aquele mesmo que o tinha conquistado. Então ela cochilou ali, cansada e satisfeita. Mais tarde, acordou vendo os primeiros raios de sol.

Ficção Tags:aventura, casal, explícito, ficção, heterossexual, lua cheia, praia, reconciliação, romântico

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