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Capa conto muitos são poucos

MUITOS SÃO POUCOS

Posted on 5 de fevereiro de 20236 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em MUITOS SÃO POUCOS

Não era dia de ficar pensando nos problemas. Era dia de se divertir. Era assim que Talita pensava ao entrar em um bar conhecido da cidade, usando um short curto e uma blusinha preta que ela adorava. O lugar era grande, cheio de mesas e gente espalhada. Pediu um refrigerante e começou a olhar ao redor, procurando alguém interessante.

Sim, ela caçava sozinha. Quando queria sair para curtir, ia sem companhia. Assim tinha liberdade para olhar, escolher e ficar com quem quisesse.

Não demorou para reparar em uma mesa cheia de caras. Devia ter uns doze. Entre eles, havia um loiro, com jeito meio alemão, que chamou sua atenção na hora. Talita fitou os olhos claros dele, depois as tatuagens que apareciam pelo corpo. Ele percebeu, sorriu e a chamou.

Ela foi sem pensar duas vezes.

Chegou perto com um sorriso e perguntou se podia se sentar. Enquanto se aproximava, percebeu os olhos verdes dele percorrendo seus 1,69 m, parando nos seios fartos e nas coxas. Talita não era tímida. Cumprimentou todos da mesa, deixando que cada um recebesse seu perfume e seu beijo no rosto, mas seus olhos continuavam presos no Alemão.

Puxaram uma cadeira, e ela se sentou ao lado dele, cercada pelos amigos. Logo soube que eram motoboys de uma firma quase vizinha e estavam ali comemorando. O Alemão se aproximava cada vez mais. Suas mãos já envolviam Talita, enquanto ela mexia no cabelo preto com luzes loiras dele.

Então ele pediu um drinque para ela experimentar, um Sex on the Beach. Foi explicando que havia uma maneira de tomar pelo canudo, de baixo para cima. Ela não conhecia a brincadeira, e ele foi ensinando. Em certo momento, ele tirou o canudo, bebeu um pouco e passou a bebida da boca dele para a dela. O beijo alcoólico, misturado ao sabor doce e ao movimento da boca dele, deixou Talita acesa.

Conforme eles se beijavam, a temperatura subia. Os amigos olhavam de canto, enquanto os dois se amassavam na mesa. Foi quando o Alemão parou e a convidou para conhecer a firma dele. Talita estava com muito tesão e queria mais. Topou na hora.

Sob os sorrisos maliciosos dos amigos, os dois saíram para um local mais reservado, a umas seis quadras dali. A noite prometia esquentar.

O Alemão abriu o portão e a guiou pela estrutura. Subiram as escadas até uma sala no andar de cima. Havia dois sofás enormes, provavelmente usados como escritório ou área de descanso. Talita não quis saber de muita conversa. Agarrou o Alemão, beijou-o com força e começou a tirar a própria roupa.

Ela tirou o short, e o Alemão logo se ajoelhou para chupar sua buceta. Talita enlouqueceu. Em seguida, ele tirou o sutiã por dentro da blusa dela e colocou o pau nela. Os dois já estavam se movimentando, quando ouviram um barulho.

Talita o afastou e se levantou. Viu sombras passando pelos vidros até a porta. Quando abriu, deu de cara com os amigos do Alemão.

Ela estava com os seios soltos dentro da blusa e sem quase nada por baixo. Olhou para eles e sorriu, tomada pela loucura do momento. Em vez de mandar todo mundo embora, deixou que entrassem.

O Alemão se levantou, fez uma cara estranha, olhou para Talita e entendeu. A brincadeira tinha ficado maior.

Talita observou os homens entrando. Alguns já tiravam a calça, outros se aproximavam com aquele olhar de fome. Ela sorria com desejo. Sempre quis uma experiência assim, e agora a chance estava ali, viva, quente, cercando seu corpo.

Eram sete, contando o Alemão.

Talita olhou para o sofá e percebeu que ali não daria conta. Deitou-se no chão, onde podia ver as calças caindo, as camisas sendo tiradas e os paus aparecendo no meio da sala escura. Aquele clima sujo, escondido e proibido a deixava em puro tesão.

O Alemão foi o primeiro a ficar por cima dela e meter seu pau em sua buceta. Talita gemia, agarrando o corpo dele, quando olhou para o lado e viu um moreno se aproximando. O que viu a assustou e excitou ao mesmo tempo. O pau dele era enorme. Ela foi constatando isso conforme passava a mão nele.

O Alemão deu uma pausa, e o moreno tomou o lugar. Entrou nela aos poucos, grosso, abrindo sua buceta já molhada. Talita ficou ainda mais excitada. Quando ficava daquele jeito, quanto mais sentia, mais queria. O pau do moreno alargava suas paredes, e o prazer crescia junto com o susto gostoso daquela sensação.

Então ele colocou quatro dedos na boca dela e pressionou com firmeza. Talita foi ao delírio. Gozou enquanto ele bombava dentro dela, gemendo abafado pelos dedos dele.

Ao mesmo tempo, outros paus chegavam às mãos dela. Talita batia punheta com a direita, segurava outro com a esquerda e sentia o corpo ser cercado por todos. Não demorou para o moreno gozar. Ela sentiu o sêmen quente dentro dela, o primeiro da sequência.

Logo outro tomou o lugar. Não era tão grande, mas entrava gostoso. Foi rápido e gozou na barriga dela. Enquanto isso, havia um pau em sua boca, e um terceiro começou a brincar com o cu dela, provocando com os dedos antes de entrar em sua buceta. Esse veio mais forte, mais firme, e não demorou para gozar por cima dela. Outro já se masturbava esperando a vez.

Talita estava completamente entregue, mas não apagada. Ela queria aquilo. Era loucura, era prazer, era uma fantasia acontecendo de uma vez só. O corpo dela parecia pedir mais a cada homem que se aproximava.

Quando o quarto veio, enfiou com força e apoiou a mão no pescoço dela. No começo, apertou de leve, apenas o suficiente para deixá-la ainda mais ligada no ritmo. Conforme ia mais forte, aumentava um pouco a pressão, sempre olhando as reações dela. Talita sentiu o ar prender por um instante, mas sua buceta latejava de tesão. Era estranho, intenso e safado. Logo ele gozou, aliviou a pressão e ela gozou de novo, tremendo no chão.

Quando o quinto entrou, Talita sentia outros paus batendo nos seus seios, na boca e nos joelhos. Esse começou leve demais, cuidadoso demais para o que ela queria naquele momento. Talita não aguentou e gritou:

“Mete, vai, mete gostoso essa pica na vagabunda.”

O comando funcionou. A pressão aumentou, e o cara deu tudo de si, metendo com vontade até gozar no chão quando tirou rápido.

Então veio o sexto. Era mais gordinho, mas alto. Apoiou-se nos seios dela, massageando-os enquanto metia. Tinha um ritmo rápido, diferente, quase desesperado. A respiração de Talita ficou curta e frenética. Ela ficou tonta de tesão quando ele terminou nos seios dela.

Por fim, veio o Alemão de novo. Ele a colocou de joelhos, e Talita meteu a boca no pau dele com fome. Chupava com intensidade, como se colocasse nos lábios toda a força que aqueles homens tinham acabado de meter nela.

O Alemão segurou seus cabelos e puxou. Ela ouvia os gemidos dele, olhava para cima e via as tatuagens se movendo, os olhos claros fechados, o corpo dele todo entregue ao prazer. Talita chupava e batia punheta, percebendo que ele estava perto.

Quando as pernas dele começaram a firmar, ela entendeu. O Alemão segurou sua cabeça, gozou dentro da boca dela e, logo depois, tirou o pau para esfregar no rosto de Talita. Ela sorriu, suja, satisfeita e safada.

Quando tudo terminou, muitos já estavam se arrumando para sair. O Alemão pegou as roupas de Talita e a levou até o vestiário, onde ela pôde tomar banho. Ela se lavou, vestiu-se e foi até a saída da firma.

Não queria ficar tempo demais. Se quisesse repetir, já sabia onde encontrá-los.

Talita voltou ao bar para dançar e curtir mais um pouco. Quem sabe até mais uma rodada.

Afinal, para ela, muitos ainda podiam ser poucos.

Ficção Tags:anal, aventura, boquete, explícito, GangBang, grupal, heterossexual, motoboys, suruba

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