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Choque Térmico

Posted on 4 de fevereiro de 20236 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Choque Térmico

Uma gota salgada escorria pelo pescoço de Renata. A tarde estava quente demais. “O que aconteceu com esse clima?”, perguntou a si mesma, olhando para a geladeira ao longe, quase sem forças para levantar do sofá. Não aguentou muito. Foi até o quarto, vestiu um vestido mais leve e abriu mão da calcinha. “Para que usar isso nesse calor?”, pensou, incomodada.

Na cozinha, tomou água gelada e encostou a garrafa quase vazia na testa, tentando refrescar a cabeça. Mais do que o calor, o que a irritava era a falta de água na república. Uma ducha era tudo o que queria naquele momento.

Em um momento de lucidez, lembrou-se de um colega da faculdade que morava em outro bairro, em um prédio com boa estrutura. Todos da república tinham viajado, e ela havia ficado sozinha. Procurou o número dele no grupo da sala e mandou mensagem perguntando se poderia usar o chuveiro. Nada como uma saída simples em plena crise.

Assim que ele confirmou, Renata pegou a bolsa e saiu. O mormaço do ônibus era desagradável, mas o alívio veio quando desceu e viu o prédio do colega. Depois de interfonar e subir, foi recebida com a alegria expansiva dele, sempre gentil e dramático do jeito que ela conhecia.

Ela perguntou logo onde ficava o banheiro. O colega explicou que o irmão estava usando, mas já devia estar terminando. Também avisou que precisaria sair por alguns minutos. Antes de ir, bateu na porta e falou: “Mano, minha amiga chegou. Não assusta a guria”. Uma voz grave, bem diferente da dele, respondeu: “Pode deixar. Prometo me comportar”. O colega riu, virou-se para Renata e completou: “Ele é meio bruto, mas tem bom coração. E não morde muito, tá?”. Depois pegou as coisas e saiu.

Renata ficou meio pasma até ouvir a porta fechar. Olhou ao redor e viu o loft de um quarto, algumas malas em um canto e um colchão inflável vazio perto da parede. Tentava não pensar muito na situação, mas o som da água caindo no banheiro só aumentava sua vontade de entrar no chuveiro.

A vergonha brigava com a necessidade. Ela foi até a porta e bateu. “Oi, moço… você está terminando?” Tinha esquecido o nome dele. “Estou sim”, respondeu a voz grave. Poucos segundos depois, a porta se abriu. Um homem moreno, barbudo, de cabelos meio longos, apareceu usando apenas uma toalha na cintura. “Desculpa. Deixei minhas roupas na sala”, disse, apontando para trás com um leve sorriso.

Renata olhou para o corpo dele e não conseguiu disfarçar. Ele deu um passo para sair, e o cheiro suave de sabonete e perfume a invadiu. Algo tomou conta dela. Sem pensar demais, colocou a mão no peitoral frio e úmido dele. O contraste com sua pele quente a fez perder o resto da resistência. No instante seguinte, ela o beijou.

O susto dele durou pouco. Assim que sentiu os lábios de Renata, correspondeu ao beijo e a envolveu pela cintura. O corpo quente dela encontrou o dele, ainda fresco do banho, em um choque térmico que parecia aliviar e incendiar ao mesmo tempo.

A barba dele roçou sua pele, e o cheiro limpo do banho aumentou ainda mais sua vontade. Renata se afastou por um segundo, encarou-o e o empurrou de leve de volta para o banheiro. Ele entendeu o convite. Tirou a toalha, ligou o chuveiro e puxou Renata para baixo da água fria.

A água escorreu pelo vestido dela, que logo grudou no corpo. Ele a beijava com o gosto misturado de suor, pele e banho, enquanto as mãos percorriam sua cintura, suas costas e seus cabelos encharcados. Renata sentia o calor ir embora por fora, mas crescer por dentro.

Ele a conduziu até a parede oposta, segurou seus cabelos molhados com firmeza e ergueu seu rosto para beijá-la outra vez. Depois abocanhou seu pescoço, desceu a boca pela pele e apertou seus seios por cima do vestido transparente, respirando perto do ouvido dela.

Aos poucos, foi tirando as alças do vestido, buscando mais acesso ao corpo que desejava. Aproximou-se e sussurrou: “Quero você inteira”. Renata gemeu quando sentiu a língua dele em um dos seios e os dedos provocando o outro. As mordidas leves e os chupões fizeram suas mãos buscarem a nuca dele.

Ele desceu pelo ventre dela, levantou uma de suas pernas e a provou com vontade. A provocação foi intensa. Conforme os gemidos escapavam, ele alternava língua e dedos até sentir Renata puxar seu rosto contra si, tremendo enquanto gozava.

Renata ainda respirava com dificuldade quando o puxou para cima, beijou-o com fome e sussurrou: “Minha vez”. Olhou para ele com ar de safada, tocou seu membro e foi se agachando devagar. Primeiro beijou a cabeça vermelha, depois passou a língua, sentindo-o gemer e acariciar seu rosto molhado.

Ela abriu a boca e o recebeu devagar, fundo, até o limite que conseguia. A mão dele envolveu seus cabelos com firmeza, conduzindo o ritmo. As palavras sujas que ele sussurrava no calor do momento só deixavam Renata mais acesa. Quando percebeu que ele estava perto, ele parou por um instante e perguntou onde ela queria que ele gozasse.

Renata se levantou, virou-se para a parede, empinou a bunda e respondeu sem timidez: “Me come por trás. Quero sentir você inteiro”.

Ele se aproximou e foi entrando nela aos poucos, enquanto Renata gemia e pedia mais. O início exigiu calma, mas logo o corpo dela se entregou ao movimento. Quando ele entrou por completo, segurou sua cintura e encontrou um ritmo forte, molhado pela água fria que caía sobre os dois.

Os tapas ficaram sonoros, e o eco do banheiro misturou gemidos, respirações e palavras ditas no impulso. Renata se segurava na parede, tomada pelo choque entre o frio do chuveiro e o calor daquela entrega. Ele alternava força e pausa, como se quisesse prolongar cada segundo.

Quando chegou ao limite, firmou as mãos na cintura dela e gozou. Ao se afastar, viu Renata exausta, ainda apoiada na parede, respirando como se o calor da tarde tivesse finalmente abandonado seu corpo. Ele a virou com cuidado, beijou-a de novo e a colocou sob o chuveiro.

As gotas brancas se misturaram às transparentes em um fluxo de loucura e tesão. Por alguns instantes, os dois ficaram em silêncio, ouvindo a água cair sobre os corpos. Lá fora, o calor ainda devia ser insuportável. Ali dentro, Renata tinha encontrado a temperatura perfeita.

Ficção, Primeiros Contos Tags:anal, aventura, banho, calor, desejo, explícito, heterossexual

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