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Estrada da tentação

Posted on 9 de agosto de 20246 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Estrada da tentação

Eu posso dizer que sou uma mulher que não nega boas oportunidades. Sou morena, tenho 22 anos e conheço bem os meus dotes. Morar no interior, em cidade pequena, às vezes é chato porque tudo parece longe e todo mundo parece saber da vida de todo mundo. Mas nem tudo nisso é ruim. Às vezes, justamente por ser longe, uma simples viagem até a cidade vizinha vira uma chance perfeita para uma aventura.

Era final de tarde de uma quinta-feira quando precisei ir ao shopping de uma cidade próxima. Arrumei-me toda, coloquei uma calça bem colada, daquelas que valorizam minha bunda, e uma blusa decotada, porque meus seios são um pouco grandes e eu gosto de usar algo que mostre sem parecer exagerado demais. Como a viagem dava uns trinta minutos de carro, chamei um motorista por aplicativo. Por coincidência, ele morava perto de mim.

Quando o carro chegou, vi que o motorista era um rapaz moreno, boa pinta, de camisa polo e calça jeans. Entrei no carro, cumprimentei e logo começamos a conversar. A viagem era longa o suficiente para o papo render. Falamos sobre a cidade, trabalho, rotina e vida pessoal. Ele contou que era casado. Eu disse que era solteira. Não foi uma informação inocente. Eu percebi o jeito como ele me olhava pelo espelho e, para ser sincera, gostei de saber que ele tinha reparado em mim.

Cheguei ao shopping e já combinei que voltaria com ele. Resolvi o que precisava resolver e, quando terminei, mandei mensagem. Ele ainda estava por perto e me buscou de novo. Dessa vez, pedi para sentar na frente, dizendo que era melhor para conversar. Era verdade, mas também era provocação. O papo dele era bom, o sorriso bonito, e eu conseguia ver melhor o corpo dele dali. Ele parecia alto, tinha uma presença gostosa, e a aliança no dedo só deixava tudo mais errado.

No caminho de volta, comentei que gostava de beber vinho. Ele perguntou se eu aceitaria beber com ele qualquer dia. Senti na hora que havia algo a mais naquela conversa. Fiz-me de difícil por alguns minutos, só para ver até onde ele iria. Não demorou. Ele começou a tocar minha mão enquanto falava, depois deixou os dedos roçarem na minha coxa. O olhar dele escapava para meu decote, e eu fingia que não percebia, mesmo sabendo exatamente o que estava acontecendo.

Quando a conversa ficou mais quente, ele perguntou se eu tinha pressa de chegar em casa. Eu respondi que não tinha nada tão urgente assim. Ele sorriu, já entendendo a brecha, e comentou que havia uma estrada de terra ali perto, bem afastada da rodovia, onde dava para parar e conversar melhor. Olhei para ele, para a estrada à frente e para aquele desejo crescendo dentro de mim. Eu podia ter dito não. Mas não disse.

Ele saiu da rodovia e entrou em uma estrada mais vazia, cercada de mato dos dois lados. O carro balançava um pouco no chão irregular, e aquilo só aumentava minha adrenalina. Quando parou, olhou para mim e perguntou se eu queria ficar com ele. Respondi que sim. Poderia ter ficado assustada, poderia ter inventado desculpa, mas a verdade é que eu estava ali porque queria. Convenhamos, não dá para desperdiçar uma tentação dessas quando o corpo já está pedindo.

Ele chegou perto, e começamos a nos beijar. A pegada dele era firme, segura, de homem que já estava segurando o tesão havia tempo. Aquilo me motivava ainda mais. Não demorou para as mãos dele passarem pelo meu corpo, apertando minha coxa, minha cintura, meus seios por cima da blusa. Eu retribuía, sentindo o volume dele crescer na calça enquanto o beijo ficava mais quente.

Fomos para o banco de trás do carro. Ele viu que, por baixo da blusa e da calça, minha lingerie vermelha já entregava que eu não era mulher de me segurar demais quando queria alguma coisa. Tirei a calça com dificuldade no espaço apertado, mas consegui. Ele abriu a própria calça, e eu tirei sua cueca, encontrando o pau duro que ele já não conseguia esconder.

Comecei a chupar ali mesmo. Segurei com a mão, passei a língua pela cabeça e fui descendo até onde conseguia. Ele segurava minha cabeça, querendo me empurrar contra o pau, mas eu controlei o ritmo. Não gosto quando acham que minha boca não tem comando. Fui puxando, usando língua, mão e malícia, deixando aquele pau bem molhado. Ele gemia gostoso, e aquilo me dava mais vontade de continuar.

O motorista casado foi se perdendo rápido demais. Eu sentia o corpo dele endurecer, a respiração falhar, os dedos apertarem meu cabelo. Chupei com mais força, olhando para ele de vez em quando, só para ver aquela cara de homem que tinha caído em tentação. Não demorou para ele gozar na minha boca, melando um pouco meu rosto também. Engoli e ainda continuei chupando de leve, só para provocar.

Na sequência, ele disse que agora era a vez dele. Tirou minha lingerie com pressa e foi direto para minha buceta. A boca dele era maravilhosa. Parecia um louco esfomeado, chupando como se estivesse esperando aquilo havia muito tempo. Lambia, chupava, metia os dedos e voltava para meu clitóris, arrancando gemidos que eu tentava segurar sem conseguir muito. Era ótimo demais.

Enquanto me chupava, perguntou se eu também gostava de dar o cuzinho. Eu respondi que sim. Ele sorriu com malícia e falou que queria foder ele também. Aquele jeito direto me deixou ainda mais acesa, porque eu gosto de homem que sabe pedir safadeza na hora certa. Só que, antes, eu queria sentir aquele pau na minha buceta.

Eu estava cada vez mais entregue naquela loucura. Já estava bem molhada quando ele se sentou no banco e me puxou para cavalgar de frente. Abri as pernas e senti o pau entrando devagar, enquanto ele mamava meus seios por cima do sutiã abaixado. Fui sentando nele, primeiro com calma, depois com mais vontade. Ele segurava minha bunda, dava tapas, me chamava de puta e safada, dizendo que a esposa não dava para ele daquele jeito.

Aquilo era errado, eu sabia. Mas era justamente essa sujeira que deixava tudo mais excitante. Eu rebolava em cima dele, sentindo o pau entrar gostoso enquanto ele enfiava o dedo no meu cuzinho para me provocar. Não demorou para eu gozar no pau dele, tremendo no banco de trás, agarrada aos ombros daquele homem casado que eu tinha acabado de conhecer.

Naquele momento, nem lembramos de camisinha. Estava tudo no calor da tentação, no pelo, no tesão imprudente de uma estrada afastada. Ele me colocou de quatro no banco, deu uns tapas na minha bunda para eu empinar direito e voltou a meter na minha buceta. Quando tentou puxar meu cabelo, falei que não gostava daquele jeito. Ele entendeu e mudou a pegada, usando mais as mãos na minha cintura e na minha bunda. Assim, eu deixei.

Ele metia forte, como se estivesse descontando meses de vontade acumulada. Eu gemia, pedia mais, sentindo aquele carro pequeno virar nosso mundo por alguns minutos. Quando ele ia gozar, tirou na hora e respirou fundo, tentando segurar mais um pouco. Eu ri e provoquei, dizendo que ele não estava fodendo em casa, não. Ele sorriu, ofegante, com aquela cara de homem que sabe que perdeu a linha e gostou.

Foi bem intenso. Ele tentava recuperar o fôlego, mas eu percebi que o pau dele ainda queria jogo. Não demorou para abrir a porta de trás e sair do carro. Ficou em pé do lado de fora, já duro de novo. Eu olhei para aquilo e entendi o que ele queria. Ele me colocou de quatro, metade no banco, metade virada para fora, abriu minha bunda com as mãos e cuspiu no meu cuzinho antes de encostar o pau.

Respirei fundo. A pressão veio forte. Busquei relaxar, do jeito que já conhecia. No começo doeu um pouco, aquela ardência gostosa que só funciona quando a cabeça também quer. E eu queria. Ele foi entrando aos poucos, até conseguir colocar tudo. Quando começou a meter, minha voz mudou. Era mais fundo, mais sujo, mais intenso. Ele me chamava de puta, dizia que eu estava doida para dar para um homem casado, que eu tinha cara de quem fazia qualquer um cair em tentação.

Nossa, ele era bruto. Parecia mesmo que fazia tempo que não comia alguém daquele jeito. E eu estava adorando tudo. Ele firmou as mãos na minha cintura e foi metendo no meu cu, cada vez mais decidido, enquanto eu me segurava no banco e tentava aguentar a intensidade. Não demorou muito para ele gozar dentro, respirando pesado, com o corpo colado ao meu.

Ele saiu devagar. Eu não tinha nada para limpar direito, então me ajeitei como dava, vesti minha roupa e voltei para o banco da frente, ainda melada, ainda sentindo o corpo latejar. A estrada continuava vazia, o céu já mais escuro, e eu me sentia maravilhosa. Adoro pegadas fortes, e aquela tinha me conquistado.

No caminho de volta, ele me passou o contato. Disse que eu podia chamá-lo sempre que precisasse de corrida, para a esposa dele não desconfiar. E foi assim que comecei a ter meu motorista particular safado. Chamei outras vezes. Transamos umas cinco vezes depois daquela estrada, sempre nessa mistura de carona, segredo e vontade.

Paramos de nos ver quando ele arrumou emprego em outra cidade. Perdi meu motorista com sexo incluso, mas fiquei com a lembrança daquela primeira volta para casa. E tenho certeza de uma coisa: se eu quiser, ainda sou capaz de fazer qualquer outro cair em tentação comigo.

Real Tags:anal, aventura, boquete, carro, casado, estrada, explícito, heterossexual, motorista, sexo casual, sexo no carro, traição

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