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Banho Duplo de Prazer

Posted on 16 de abril de 20266 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Banho Duplo de Prazer

Sou uma mulher jovem, morena, de pele bronzeada. Com meus 18 anos, 1,56 m de altura, cabelos pretos meio compridos, seios pequenos, bunda avantajada e coxas grossas, vou seguindo as paixões e os desejos da minha juventude adulta.

Certo dia, fui com uma amiga para uma festa, uma espécie de baladinha. Chegamos por volta das 21h e começamos a beber, dançar e curtir. Perto das 23h, o ex dessa minha amiga apareceu na mesma festa. O clima ficou ruim, e ela quis ir embora. Perguntou se eu queria ir junto ou se teria problema ela sair sozinha. Eu disse que entendia numa boa, mas que ficaria por lá mais um pouco.

Continuei na festa, bebendo sem perder a noção, dançando e aproveitando. Eu usava uma saia preta coladinha e um cropped de brilho. Percebia os olhares de alguns homens em mim, até que um cara me abordou na pista. Conversamos um pouco e acabamos ficando. Fui me aproximando dele, bebendo junto, dançando e entrando naquele clima gostoso de festa.

Perto da 1h, esse cara, que vou chamar de Playboy, me disse que iria para outra festa onde estava o pessoal da faculdade dele e me convidou para ir junto. Ele era loiro, alto, tinha barba e estava de calça jeans com blusa preta. Como eu já estava solta na noite e sem companhia fixa, aceitei. Quando chegamos à outra festa, continuamos juntos, bebendo, dançando e ficando várias vezes. Já perto das 3h, ele disse que o pessoal iria para um after na casa dele e me chamou.

Mais uma vez, segui a onda. Na casa dele, ainda tomei algumas doses de gin e tequila, mas continuava consciente do que estava fazendo. O cara era realmente um playboy. A casa tinha uma área grande com grama e um ofurô na parte de trás. Ele me chamou para entrar no ofurô com ele. Ligou a água e disse para eu entrar. Respondi que não sabia se era uma boa, mas ele tirou a roupa, deixou em um banco perto dali e entrou só de cueca. De dentro do ofurô, falou para eu colocar minha roupa ao lado e entrar também, porque a água estava quente. Acabei me deixando convencer. Tirei a roupa, fiquei só de calcinha e sutiã, coloquei minhas peças no mesmo banco e entrei.

Ficamos lá nos beijando, com algumas passadas de mão, mas ainda de um jeito discreto, porque volta e meia passava alguém. Ele começou a acariciar minha bucetinha enquanto me beijava. Em certo momento, puxou a cueca e colocou minha mão no pau dele. Era grande, e isso aumentou meu tesão na hora. Mas logo guardou de novo, e ficamos apenas nos beijando e conversando.

Aos poucos, o pessoal foi embora. Alguns vinham se despedir dele, outros saíam direto. Até que um último casal deu tchau e seguiu em direção ao portão. Aquilo pareceu a senha para o Playboy me beijar com mais vontade. Ele me agarrou, me puxou para o colo dele dentro do ofurô, e o clima ficou ainda mais gostoso. Sentada sobre ele, continuei beijando sua boca enquanto sentia o corpo dele reagindo embaixo de mim. Ele tirou meu sutiã e começou a chupar meus seios, alternando entre minha boca e meus bicos.

Foi nesse momento que apareceu um amigo dele vindo do portão até onde estávamos. Esse amigo também tinha sido chamado para o after, mas não queria ir embora sozinho porque morava longe, e o Playboy tinha prometido levá-lo depois. A gente meio que tinha esquecido do rapaz. O Playboy me abraçou, ainda comigo no colo, e perguntou se ele queria que o levasse para casa. O amigo estava fumando um baseado e disse que esperaria ele terminar. Vou chamá-lo de Ervinha, porque ele sentou justamente no banco onde tínhamos colocado as roupas e ficou fumando ali.

No começo, fingimos que ele não estava ali e voltamos a nos pegar. Os beijos continuaram, e eu sentia o pau do Playboy duro, roçando em mim. O tesão foi ficando tão grande que perdi a vergonha de o amigo estar olhando e de eu estar com os peitos de fora. Em certo momento, o Playboy perguntou se o Ervinha deixava ele fumar um pouco também. O amigo veio até a beirada do ofurô para entregar o baseado e, antes de fumar, o Playboy perguntou se eu não queria beijar o Ervinha.

O Ervinha devia ter 1,80 m mais ou menos. Tinha cabelo raspado, estilo militar, era magro, mas fortinho, e usava bermuda preta com camisa social azul. Eu, naquela mistura de bebida, tesão e curiosidade, levantei do colo do Playboy e comecei a beijar o amigo, apoiada na beirada do ofurô. Ficamos eu e Ervinha nos beijando enquanto o Playboy fumava. Logo o Ervinha começou a pegar nos meus seios, beijar meu pescoço, e eu fui desabotoando a camisa dele até ele jogar a peça de lado.

Enquanto isso, o Playboy jogou o baseado fora e se ajoelhou atrás de mim. Levei um susto, mas ele falou para eu ficar calma e disse que, se eu não quisesse, era só falar. Depois puxou minha calcinha para o lado, pediu para eu empinar um pouco e começou a me chupar. Eu beijava o Ervinha, que apertava meus seios, beijava meu pescoço e mordia minha pele de leve.

Tudo aquilo me deixava com mais tesão. Fui com a mão para pegar no pau do Ervinha, e ele logo desabotoou a bermuda e baixou. Aí eu me assustei de novo, porque o pau dele era ainda maior que o do Playboy. Fiquei doida para chupar. Continuei beijando ele, dando uma punhetada, até me abaixar um pouco para colocar na boca. Enquanto isso, o Playboy me dava uma das melhores chupadas que eu já tinha recebido.

O negócio estava cada vez mais delicioso. O Ervinha começou a gemer enquanto eu chupava e passou a falar umas putarias para o Playboy. Dizia que a amiga que ele tinha arrumado era uma delícia, que eu era muito gostosa e que estava mamando o pau dele igual uma putinha. Então pegou forte no meu cabelo, puxou meu rosto de lado, tirou o pau da minha boca e começou a bater de leve na minha cara com ele, perguntando se eu estava gostando e me chamando de putinha.

Diante daquela cena, o Playboy endoidou de tesão. Pediu para eu me ajoelhar no degrau interno do ofurô, que parecia um banco. Me ajoelhei ali e continuei apoiada na borda, chupando o Ervinha, quando o Playboy se encaixou atrás de mim e começou a meter. Entrei na loucura na hora. Acho que nunca tinha sentido tanto tesão. Era o misto de sensações, o brilho da noite batendo na cabeça, a novidade de ter dois paus me querendo e aquela falta completa de juízo, no pelo, sem camisinha.

O Playboy começou a meter forte em mim. Batia na minha bunda e me chamava de putinha, dizendo que minha bucetinha era deliciosa e apertadinha. O Ervinha comentou que a mamada era melhor ainda e sugeriu que eles trocassem. Então saiu da minha frente e se deitou ali no chão mesmo. Saímos do ofurô, e eu montei no colo do Ervinha, de costas, sentando no pau dele, enquanto o Playboy ficou na minha frente, de pé.

Era sublime. Comecei a rebolar gostoso no Ervinha enquanto mamava o Playboy. A essa altura, eu já nem controlava meus gemidos, e eles não paravam de falar que eu era gostosa, safada, que gemia igual uma putinha. Enquanto eu rebolava no pau do Ervinha, ele chupou os dedos e começou a alisar meu cuzinho. Aquilo me deu ainda mais tesão. Chupei o Playboy com mais vontade, sentindo o dedo do outro abrindo meu cuzinho. Não demorou para eu gozar com aquela dedada.

Naquele momento, o Ervinha disse para eles trocarem. Quando o Playboy deitou no chão para eu sentar, pediu para eu montar de frente, porque queria ver meus peitos balançando enquanto metia. Fiz isso. Montei nele e fiquei sentando gostoso, enquanto o Ervinha continuava passando o dedo no meu cuzinho. Até que ele se ajoelhou atrás de mim, cuspia na mão, passava no meu cuzinho e esfregava o pau na entrada.

Não demorou para eu entender o que ele queria. O Ervinha firmou o pau na portinha do meu cuzinho, enquanto o Playboy me segurava e me ajudava a encaixar melhor na buceta. Eu estava presa entre os dois, sentindo o pau do Ervinha começar a entrar no meu cu. Dei um gemidão, falei que estava doendo, e ele foi entrando aos poucos, até parar e pedir para o Playboy esperar eu me acostumar um pouco.

Devagar, os dois começaram a bombar. Eu sentia os dois me segurando, estapeando e me chamando de putinha. Quando o Ervinha perguntou o que eu estava achando, respondi, toda manhosa, que estava morrendo de tesão sentindo o pau dele no meu cuzinho.

Aquela DP, dupla penetração, foi ficando mais acelerada, e não demorou para eu começar a gozar de novo. Só que, durante o meu gozo, o Ervinha passou a meter cada vez mais forte e acabou gozando também no meu cuzinho. Era tanta porra que, quando ele tirou o pau, o Playboy ficou todo melado e disse que conseguia sentir escorrer.

Mesmo assim, não larguei o Playboy. Continuei montada nele por mais um tempo, com muito tesão, até que ele pediu para eu ir devagar, porque estava quase gozando. Aproveitei o momento e comecei a sentar ainda mais forte. Quando vi que ele estava quase virando os olhos, saí de cima e abocanhei o pau dele. Chupei gostoso enquanto ele gozava se retorcendo. Tomei tudo ali, de quatro, mamando ele até o fim.

Tudo isso acontecia enquanto o Ervinha já estava sentado no banco, fumando outro. Depois saí, tomei uma ducha no chuveirinho que tinha do lado de fora e comecei a me ajeitar. Eles também foram se arrumando, e o Playboy disse que levaria o Ervinha em casa e já passaria para me deixar também.

Fomos embora e nos despedimos. No caminho, olhei o céu ficando vermelho com o amanhecer, quase da mesma cor que eu estava, marcada e satisfeita depois daquele banho duplo de prazer.

Real Tags:anal, aventura, boquete, dois homens, dupla penetração, explícito, festa, heterossexual, menage, ofuro, sexo casual, sexo grupal

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