Eu sou uma mulher adulta que precisa manter um certo padrão de vida. Comecei a aceitar algumas trocas e alguns valores para conseguir minhas coisas. Sei que é algo passageiro, mas quero aproveitar essa fase em que ainda consigo atrair olhares, despertar vontades e ganhar um pouco com isso. Meu biotipo ajuda: sou branca, loira, tenho peitos fartos, uma bunda boa e um jeito que costuma chamar atenção.
Certo dia, um pastor de uma igreja aqui da minha cidade me chamou no WhatsApp. Ele tinha pegado meu contato por causa de um grupo de vendas da cidade e puxou assunto de um jeito meio aleatório. No perfil, ele se apresentava como pastor, então já fiquei desconfiada quando veio com aquele “oi, tudo bem?”. Mesmo assim, respondi normalmente.
Logo na sequência, ele disse que alguns amigos tinham me recomendado. Perguntei, sem entender: recomendaram por quê? Como assim? Foi aí que ele falou que eu seria a pessoa perfeita para realizar certos fetiches dele e perguntou se eu ainda atendia. Disse também que tinha uma proposta muito convidativa para me fazer. Normalmente, eu encerro esse tipo de abordagem quando chega de forma atravessada, mas o perfil dele e aquele papo me deixaram curiosa. Além disso, ele era um homem moreno, quase negro, na faixa dos 40 e poucos anos, careca, com uma presença que me chamou atenção.
Respondi que estava disposta a ouvir a proposta. Ele mandou uma foto de visualização única, mostrando o que chamou de “varão”, e perguntou se eu aguentaria. Olhei e dei risada sozinha. Eu gosto de pau grande, não vou mentir, mas respondi que, se aquela fosse a grande proposta, ele precisaria melhorar muito a conversa. Dei uma chance porque ainda estava curiosa. Ele recuou um pouco, disse que só queria se apresentar e explicou que a proposta era diferente, bem paga e com regras claras.
Perguntei então o que ele queria. A resposta veio longa. Ele queria que eu usasse um vestido escolhido por ele, roupas íntimas que ele compraria e me vestisse exatamente da maneira que ele mandasse. Eu teria que acompanhá-lo a um culto, fingindo ser sua esposa, e depois faríamos um vídeo completo em particular. Tudo seria remunerado, com metade do valor adiantado. A fantasia dele envolvia submissão, câmera e uma encenação de esposa evangélica obediente.
A primeira reação foi achar aquilo uma loucura. Ainda assim, a proposta era alta: cinco mil adiantados para passar pelo culto, participar da encenação e gravar a cena depois. Deixei claro que, se fosse para fazer, teria que haver limite. O vídeo seria só dele, sem divulgação, e algumas coisas teriam que ser respeitadas. Se rolasse anal, por exemplo, depois ele não voltaria para a minha buceta. Ele aceitou, disse que gostava de obediência, mas queria que fosse bem feito.
No dia seguinte, ele pediu minhas medidas e providenciou as roupas. Mandou um vestido branco, comprido, com decote em V na frente e abertura nas pernas, uma calcinha fio preta e um sutiã tipo cropped também preto. Pediu que eu arrumasse o cabelo de um jeito mais comportado, “como mulher de igreja”, segundo ele. Fiz como combinamos.
Chegou o sábado. Estava tudo certo para irmos ao culto. Me arrumei exatamente como ele pediu, bem ajeitada, com aquela aparência de mulher séria por fora e completamente consciente da safadeza que viria depois. Ele queria me buscar em casa, mas achei melhor ir com meu carro até outro ponto, e de lá ele me levaria.
No estacionamento, entrei no banco de trás do carro e vi que havia outro homem no banco da frente, de idade parecida, moreno e magro. Os dois estavam de terno e quase não falaram comigo. Apenas deram boa noite de forma seca, como se eu já fizesse parte de uma encenação silenciosa.
Ao chegarmos à igreja, o pastor pegou minha mão quando desci do carro e mandou que eu o acompanhasse. Acenei com a cabeça e fui. Durante o culto, me fez sentar lá na frente, perto dos músicos e dos outros pregadores. Fiquei com cara de estátua, tentando parecer natural. Foi uma das coisas mais bizarras que já fiz, sabendo exatamente quais eram as intenções dele. O homem que tinha vindo junto filmava o culto, registrando o ambiente, as pessoas e, claro, eu sentada ali como se fosse a nova esposa do pastor.
Quando o culto terminou, ele foi se despedir dos irmãos. Pegou minha mão e me levou para o corredor entre as cadeiras. Conversava com as pessoas e dizia que eu era sua nova esposa. Eu apenas sorria e acenava, tentando entrar no personagem, embora por dentro estivesse achando tudo surreal. No fim, ficamos só nós três na igreja: eu, ele e o amigo que filmava, ajudando a fechar tudo.
Fui para fora e esperei perto do carro. Quando ele apareceu, sorrindo, perguntou se eu estava usando tudo que ele tinha mandado. Levantei um pouco o vestido e mostrei. Ele explicou como queria conduzir a cena e disse que, para a fantasia funcionar, precisaríamos parecer íntimos. Entrei no jogo.
No carro, novamente fui atrás, sozinha, enquanto eles iam na frente ouvindo música evangélica. Aquilo deixava a situação ainda mais estranha. Chegamos à casa dele, e o amigo já começou a gravar desde a saída do carro. O pastor pegou minha mão e me puxou para perto. Enquanto caminhávamos até a entrada, afastava um pouco o meu vestido para que o amigo registrasse minha bunda.
Entramos na casa. Era uma construção de alvenaria, de dois andares, com escada e luzes fortes. Ele me deixou sentada à mesa enquanto acendia tudo. Depois se sentou numa cadeira ao meu lado e mandou que eu sentasse no chão à frente dele. Entendi o papel que ele queria. Tirei os sapatos dele devagar, enquanto o amigo filmava. Em seguida, ele mandou que eu me levantasse e fosse fazer café na cozinha. Acenei com a cabeça e obedeci.
Cheguei à bancada da pia e vi, pelo canto do olho, ele vindo atrás de mim já nu da cintura para baixo. Abraçou minha cintura e mandou que eu me apoiasse no balcão. Fiz isso. Ele colocou minha calcinha para o lado e começou a roçar a cabeça do pau na minha buceta. Abriu minhas pernas com firmeza, forte o bastante para doer um pouco, e entrou.
Tudo aquilo era estranho, quase doentio na minha cabeça, mas o corpo começou a responder. Ele botava e tirava em ritmo rápido, com pausas curtas, apertando minha cintura e mandando que eu não gemesse. Puxou meu cabelo, me prendeu contra o balcão e meteu com força. Eu respirava fundo, tentando segurar os gemidos, enquanto a câmera continuava ligada.
Depois me puxou e me virou de frente para ele. Eu já estava suada e o pau dele estava babado. Pegou meu cabelo e me fez ajoelhar. Comecei a mamar, ainda sentindo o gosto daquela cena toda: o terno, a casa, a câmera, o homem que tinha acabado de se apresentar como pastor diante da igreja e agora me queria ajoelhada diante dele. O amigo continuava filmando, andando ao redor, procurando os melhores ângulos.
Ele começou a dar tapas no meu rosto e puxões no meu cabelo, entrando cada vez mais naquele jogo de submissão. Quando a força vinha demais, eu segurava a perna dele, e ele entendia. A cena seguia intensa, mas ainda dentro do que eu tinha aceitado viver. Aos poucos, senti o pau endurecer de novo na minha boca.
Então ele abaixou a parte de cima do vestido, deixando o sutiã aparecer até a altura da cintura enquanto eu chupava. Bateu o pau no meu rosto, me lambuzando, e depois o colocou por baixo do sutiã, no meio dos meus seios. Eu encostava a língua na cabeça, provocando, enquanto ele empurrava devagar e puxava meus cabelos. Conforme se empolgava, foi tirando o resto da roupa.
Quando estava totalmente nu, me deu um tapa mais forte no rosto, daqueles que ardem e fazem a gente perder o rumo por um segundo. Olhei para ele, respirei fundo e continuei. Ele me puxou pelos cabelos, me levantou e arrancou o vestido com pressa, me deixando só de calcinha. Começou a bater na minha bunda, morder minha orelha e esfregar o pau no meu corpo. O amigo continuava gravando, com o flash ligado mesmo com a casa iluminada, circulando ao nosso redor.
O pastor se sentou em uma cadeira e bateu na própria perna, como quem mandava: vem cá. Fui me ajeitar para sentar no colo dele, mas ele me virou de frente. Meu rosto ardia, minha bunda queimava, mas o tesão e a grana me mantinham ali, entregue ao personagem. Enquanto me ajeitava no colo, fui encaixando o pau dele e dando algumas quicadas. Ele colocou o dedo no meu cuzinho, devagar no começo, testando a minha reação.
De repente, levantou comigo no colo, segurando minhas pernas no ar. O pau saiu da minha buceta, e ele levou para trás. Entendi o que ele queria e mandei ir com calma. Ele encaixou no meu cu e entrou firme. Doeu, mas também me deu um choque de prazer. Gritei, e ele continuou, segurando meu corpo com força, até me colocar sentada sobre a mesa de jantar. Me deu um beijo, dois tapas no rosto e mandou que eu fosse para o quarto abrir as pernas.
Saí andando devagar, sentindo tudo latejar, mas fui em direção ao quarto. Tirei a calcinha no caminho e deixei no corredor. Fiquei nua na cama, de pernas abertas, esperando. Ele apareceu logo depois. O amigo, ainda com o celular na mão, me gravava. Aproveitei e me exibi para a câmera, fazendo cara de safada, até ele se posicionar no canto do quarto.
O pastor veio batendo punheta e disse que tinha se limpado. Pediu para eu me virar, mas entendi errado a posição. Ele puxou meus cabelos e me colocou de barriga para cima na cama, com a cabeça próxima da borda. Começou a enfiar o pau na minha boca, forte, como se estivesse fodendo minha garganta. Quando ficava demais, eu puxava o corpo para respirar, e ele voltava em seguida. Enquanto metia, apertava os bicos dos meus seios e dizia que eu era a esposa obediente que ele queria para aquela noite.
A cena foi ficando cada vez mais intensa. Eu me engasgava, me recompunha e voltava a chupar. Ele segurava minha cabeça, mas respeitava meus sinais. Quando percebeu que estava perto de gozar, tirou o pau da minha boca e gozou no meu rosto e nos meus seios, me deixando toda melada.
Eu ainda tentava recuperar o fôlego quando ele começou a reclamar que eu tinha feito ele gozar cedo demais. Entrou de novo no personagem, dando tapas no meu rosto e puxando meus cabelos, mas dessa vez eu já estava mais acesa do que assustada. Virei de quatro na cama, oferecendo minha bunda. Ele tentou colocar o pau no meu cu, mas estava meia bomba. Ficou insistindo, batendo na minha bunda com força, até eu me afastar um pouco para respirar.
Olhei para ele e vi que também estava suado, batendo punheta para endurecer de novo. Então fui até a beirada da cama, ergui as pernas, molhei a mão com saliva e passei no meu cu, chamando ele para tentar outra vez. Mesmo assim, não entrava direito. Comecei a bater punheta nele e a roçar o pau na minha bucetinha enquanto olhava para a câmera. Foi aí que ele entrou na minha buceta, mesmo ainda não totalmente duro, e começou a meter rápido, quase sacudindo a cama inteira.
Aos poucos, o pau dele endureceu mais. Eu gozei forte, sentindo meu corpo inteiro se contrair. Vendo a oportunidade, ele tirou da buceta e voltou para o meu cu. Dessa vez escorregou melhor. Entrou fundo, gostoso, e eu senti aquela mistura de dor, pressão e prazer que me fazia gritar. Ele urrava, metia como louco, e eu prendia as pernas nas costas dele, completamente entregue ao momento. Quando gozou, senti tudo escorrendo e fiquei largada na cama, vermelha, suada e tremendo.
Ele se levantou, e o amigo veio com o celular mais perto para gravar os detalhes. Fiz cara de puta para a câmera, me exibindo toda marcada, melada e ainda ofegante. Depois o amigo desligou a gravação, e os dois começaram a conversar como se tivessem acabado de cumprir um ritual particular.
Levantei e perguntei o que ele faria com o vídeo. Ele disse que ficaria só com ele, que não passaria para ninguém, porque aquilo era um sonho antigo dele: uma mulher daquele jeito, vestida como esposa de igreja, obediente e pecadora ao mesmo tempo. Lembrei que aquilo precisava ficar entre nós, e ele confirmou.
Vesti rapidamente o vestido, sem sutiã e sem calcinha, e fui para fora depois de receber o restante do pagamento. Eu estava linda, assustada, dolorida e cheia de pensamentos confusos. Pedi um Uber até o meu carro e, de lá, fui para casa.
Estou contando isso alguns dias depois, com as dores passando, principalmente no couro cabeludo e na bunda. Foi uma experiência surreal de muitas maneiras. O mais estranho é que, apesar do peso da situação, a grana me deu alguns dias de tranquilidade, e a lembrança daquele contrato ainda mexe comigo. Um santo pecado, daqueles que a gente sabe que não deveria repetir, mas que fica rondando a cabeça como tentação.

