Minhas aventuras estavam indo muito bem com meu namorado, mas as circunstâncias do encontro anterior criaram uma situação inusitada e deliciosa. Eu geralmente treino à noite e, em uma quarta-feira, o amigo do meu namorado, aquele empresário que sempre chamava a gente para as festas na empresa, me mandou mensagem.
“Chega aí, estamos te esperando.”
Quando li, achei que ele estava falando dele e do meu namorado. Respondi que ia terminar o treino e passaria lá na firma onde eles estavam. Saí da academia e fui direto. Chegando na frente, não vi o carro do meu namorado, mas o caminhão do outro amigo da história passada, o Ken, estava estacionado ali.
Vou chamar o amigo empresário de Teco. Mesmo sem ver o carro do meu namorado, pensei que ele poderia estar dentro da empresa. Bati na porta, e foi o Teco quem abriu. Mal entrei, ele já me alcançou um copo de bebida, falou que estava com saudades e disse que tinha alguém querendo me ver. Fiz cara de surpresa, mas no fundo já imaginava quem era.
Entramos, e o Ken estava sentado no sofá de dois lugares.
Assim que entrei na sala, sentei com o Teco no sofá de três lugares, de frente para o Ken. Ele me cumprimentou, e começamos a conversar sobre coisas aleatórias da vida. Comentei com o Teco que achava que meu namorado estaria ali. Ele sorriu e disse que nem tinha falado com ele naquele dia.
Foi aí que entendi que tinha alguma coisa diferente.
Teco comentou que o Ken não parava de insistir para me levar lá. O Ken olhou para mim com aquele jeito safado e disse:
“Não me leva a mal, mas mulher fiel não faz o que tu faz.”
Depois piscou para mim.
Eu sorri, tentando disfarçar o quanto aquilo mexeu comigo. Ele continuou dizendo que, nos últimos dias, não conseguia me tirar da cabeça e que só pensava em repetir o que tinha acontecido. Perguntei o motivo, mesmo sabendo muito bem a resposta. Ken disse que precisava de um repeteco e que o Teco tinha sido o cupido.
Teco, rindo, falou que ninguém ia ficar sabendo e que era para eu ficar tranquila, se eu quisesse. Eu disse que meu namorado gostava muito dele e que aquilo era errado. Ele respondeu, brincando, que amava meu namorado mais do que eu, mas que eu era muita areia para o caminhão de todos eles, até juntos.
Nós demos risada, mas a verdade é que a situação já estava quente demais para ser só brincadeira.
Continuei bebendo e perguntei qual era a ideia deles. Teco disse que estava de boa, que só tinha me chamado porque o Ken não parava de incomodar, e que para ele já estava bom daquele jeito. Já o Ken riu e disse que não conseguia nem dormir pensando em mim.
Chamei ele de exagerado.
Ken levantou do sofá e sentou ao meu lado. Pegou minha mão e colocou sobre a calça dele. Estava duro. Ele olhou nos meus olhos e disse que ficava daquele jeito só de lembrar de mim. Naquele momento, eu também me excite. Fiz uma cara safada para ele, mas tirei a mão dali e voltei a beber, tentando fingir algum controle.
Teco então disse que estava cansado e que já tinha feito o papel dele. Perguntei se ele também não queria brincar, afinal eu gostava muito daquele jeito meio ingênuo dele. Mas ele disse que a consciência não deixava. Dei risada e lembrei que a gente já tinha feito, mas ele respondeu que agora era diferente e que realmente estava cansado.
Com o Teco querendo dormir, não dava para ficarmos mais lá dentro. Ken sugeriu irmos para um motel, mas eu fiquei com receio. Sugeri que bebêssemos mais um pouco lá na frente da empresa e pensássemos em algo. Ele topou.
Nos despedimos do Teco e fomos para a rua, onde estavam meu carro e o caminhão do Ken. Levamos bebida e ficamos conversando. A rua tinha pouco movimento, já era mais de uma da manhã, e o frio deixava tudo com uma sensação de segredo. Eu estava com roupa de academia: legging, top, casaco e tênis. Ken estava de moletom, casaco e botinas.
Ele me contou que tinha ficado com receio de falar comigo, mas acabou perguntando se eu queria brincar ali mesmo. Na hora, pensei no meu namorado aparecendo, em alguém conhecido passando, em tudo que podia dar errado. Só que a bebida já tinha feito efeito, e o desejo estava alto demais para eu fingir que não gostei da ideia.
Respondi que tinha gostado, mas ali era ruim.
Então ele perguntou se eu queria ir para o caminhão.
Aquilo me excitou de um jeito absurdo. Fiz que sim com a cabeça, quase sem pensar. Fomos em direção ao caminhão. Passei na frente dele, e Ken me deu um tapa na bunda, me agarrou por trás e disse que não resistia a mim, que queria fazer ali mesmo no meio da rua. Mesmo com roupa, senti o corpo dele encostar no meu, e aquilo me molhou na hora.
Mas eu ainda tinha um pouco de juízo. Disse que aquilo era loucura, soltei os braços dele e continuei andando até o caminhão.
Quando cheguei, me apoiei na escadinha da cabine. O frio batia nas minhas pernas, a rua estava silenciosa, e eu sabia que estava fazendo algo errado. Mesmo assim, o tesão falava mais alto. Inclinei o corpo, baixei um pouco a legging, ficando só de calcinha, e falei baixinho para ele ser rápido.
A senha estava dada.
Ken me agarrou, abaixou a própria calça e veio para trás de mim. Foi se encaixando com pressa, me abraçando pela cintura e falando no meu ouvido que eu era deliciosa, que tinha sonhado com aquilo. Eu já estava tão excitada que quase não consegui pensar em mais nada. Pedi para ele continuar, gemendo baixinho, tentando não fazer muito barulho.
Ele entrou com vontade, e eu me segurei nas alças da escada para não perder o equilíbrio. A cada movimento, o frio da rua parecia desaparecer. Ken começou a meter cada vez mais forte, e eu pedi para ele bater na minha bunda. Ele batia, me segurava e falava sacanagem no meu ouvido.
Foi quando passou um carro.
Na hora, meu coração disparou. Ficamos grudados, e eu pedi para ele não tirar, só fingir que estava me abraçando. Aquilo foi emoção demais. O carro passou sem parar, mas nós nos afastamos rápido para ajeitar as roupas. Quando ele saiu de mim, senti a bagunça escorrer pelas minhas pernas, e percebi o quanto eu precisava me limpar.
Ken pegou água no caminhão e uma camisa velha para eu me lavar. Fiquei pensando que poderia ter sido alguém conhecido naquele carro, mas eu ainda estava com tesão demais para pensar em ir embora. Perguntei o que faríamos agora, e ele sugeriu dar uma volta com o caminhão.
Eu disse que estava frio demais para ficar sem roupa e sugeri irmos para minha caminhonete, pelo menos com ar ligado. Ele respondeu que o frio seria o mesmo e que, se eu quisesse, ainda poderíamos ir para o motel. Neguei. Não queria motel. Então topei ir no caminhão.
Subi na boleia, e ele ligou o motor. Enquanto a cabine esquentava, fui baixando a calça dele e, durante o caminho, comecei a mamar. A cada balanço do caminhão, eu me ajeitava melhor. Não demoramos muito até encontrar um lugar mais deserto, sem movimento.
Quando paramos, ele desligou o caminhão e deixou só a luz interna acesa. Pedi para ele se ajeitar melhor para eu continuar sem bater a cabeça. Ele veio para o lado, e aí tudo ficou mais confortável.
Comecei a mamar de novo. O pau dele era grande, então eu não conseguia colocar inteiro de qualquer jeito. Fazia do jeito que eu gosto, com calma, lambendo, chupando a cabeça, descendo quando dava, deixando tudo bem molhado. Ele passava a mão em mim, tentando tirar minha roupa. Me ajeitei e deixei ele tirar a parte de cima, ficando só de sutiã.
Pedi para continuar mamando e caí de boca outra vez. Depois de alguns minutos, coloquei o pau dele entre meus peitos e comecei a lamber só a cabeça. Ele pediu para eu parar, dizendo que não ia aguentar. Mas eu estava malvada e continuei. O resultado foi ele gozar nos meus peitos, dessa vez perdendo o fôlego de verdade.
Precisei me limpar novamente. Ele desceu, pegou a camiseta e água, e eu me lavei como deu. Ligamos o rádio e ficamos bebendo. Depois de uma ou duas músicas, ele começou a passar a mão entre minhas pernas. Eu deixei acontecer. Quando ele pediu para eu tirar o resto da roupa, me ajeitei e tirei tudo.
Fiquei ali, nua na cabine, bebendo e fumando, com a luz baixa e o rádio tocando. Ken se abaixou na minha frente e começou a me beijar entre as pernas. Ficou alguns minutos ali, e eu estava gostando muito. Puxei ele para cima e falei para fazermos um 69. Nos ajeitamos no banco do caminhão, e me surpreendi que a posição deu certo.
Durante o 69, fui mamando enquanto ele me chupava. Como ele ainda estava mais mole no começo, cabia melhor na boca, mas a língua dele trabalhava tão bem que acabei gozando na boca dele enquanto ainda o chupava. Senti o pau endurecendo de novo. Conforme crescia, fui empurrando mais fundo, até ele se segurar para não gozar outra vez.
Ele riu e disse que eu era fogo.
Voltei a mamar, agora com ele duro de novo, enquanto ele voltava para minha buceta. Em certo momento, começou a provocar minha bunda com os dedos. Olhei para ele e fiz que não com a cabeça. Ele perguntou se ali era só do meu namorado. Respondi que sim.
Então ele mudou a brincadeira, usando a boca e a língua, sem pressa. Eu tentei resistir, mas gostei. Ele percebeu e continuou. Quando me viu mais entregue, abriu o porta-luvas, pegou uma camisinha e disse que eu podia confiar, que iria com jeito.
Naquela altura, eu já tinha gozado, já estava envolvida demais e acabei deixando. Eu gosto, mas precisava ser com calma. Avisei que, se fosse ali, seria só ali naquela noite. Ele sorriu e disse que entendia.
Ajudei ele a colocar a camisinha e me ajeitei de quatro no banco do caminhão.
Começou devagar. Ele foi me preparando, me tocando, me dando tempo. Mesmo assim, doeu. Não estava lubrificado o suficiente, e com camisinha a sensação era diferente. Falei que talvez eu não fosse aguentar. Ele parou, voltou a me preparar com os dedos e perguntou se eu queria desistir. Eu respirei fundo, ainda cheia de tesão, e disse que podia continuar, mas com calma.
Ele respeitou o ritmo. Foi colocando aos poucos, enquanto eu me segurava onde dava. Ardeu, doeu, mas também tinha aquela mistura perigosa de prazer e limite que me deixava fora de mim. Quando entrou tudo, pedi para ele ficar parado um pouco. Ele ficou, me abraçou por trás e começou a me tocar com a mão, sussurrando no meu ouvido.
Aos poucos, fui relaxando. Ele começou a se mexer devagar, ainda me segurando perto. Eu gemia baixinho, sentindo meu corpo se acostumar com aquilo. Quando percebeu que eu estava melhor, perguntou se podia ir um pouco mais forte. No tesão, respondi que sim.
Então ele aumentou o ritmo.
A cabine parecia pequena demais para o barulho da nossa respiração. Eu me segurava no banco, mordia o lábio, gemia e pedia para ele continuar. Doía um pouco, mas de um jeito que eu conseguia aguentar e queria aguentar. Ken me chamava de gostosa, dizia que eu era impossível, que tinha valido cada mensagem insistente para o Teco.
Ficamos assim por alguns minutos, até ele perder o controle e gozar na camisinha. Depois ficou parado, respirando pesado, ainda dentro de mim. Quando saiu, senti meu corpo latejando. Eu estava exausta.
Ele ainda pediu para eu mamar, mas eu disse que não aguentava mais. Ele riu, tirou a camisinha, descartou, vestiu a cueca e se ajeitou. Fumamos um cigarro, ainda quietos, como se os dois estivessem entendendo o tamanho da loucura que tínhamos feito.
Depois me vesti. Ele também. Bebemos mais uma long neck, e então ele me levou de volta até meu carro. Fui para casa, respondi meu namorado no WhatsApp, tomei banho e depois fui posar na casa dele.
Mais tarde, transei novamente, agora com meu namorado. Ele me procurou debaixo das cobertas, com aquele jeito dele, e eu me entreguei. Confesso que fiquei com receio de ele perceber alguma coisa, mas no escuro, no calor da cama, tudo pareceu normal. Ou talvez eu só quisesse acreditar nisso.
No fim, dormi ao lado dele com a cabeça cheia. Parte de mim se sentia culpada. Outra parte ainda lembrava da cabine do caminhão, da rua vazia, do frio, do Ken dizendo que não conseguia me esquecer.
E a pior parte?
Eu também não tinha certeza se queria esquecer.


