Skip to content
  • Facebook
  • whatsapp
  • Instagram
  • Série Mery — Aventuras com Prazer
Desejos Intensos

Desejos Intensos

Histórias eróticas para momentos deliciosos

  • Categorias
    • Real
    • Primeiros Contos
  • Séries
    • Série Mery — Aventuras com Prazer
    • Só entre nós dois
    • Dando o Troco
  • Ouça Hot
  • Temáticas
    • virgem
    • praia
    • primeira vez
    • policial
    • carro
    • anal
    • menage
    • aventura
    • casal
    • swing
    • traição
    • suruba
    • secreto
    • heterossexual
    • lésbico
    • bissexual
    • cuckold
    • casada
    • liberal
    • romântico
    • homossexual
    • colégio
    • explícito
    • boquete
    • massagem
    • rapidinha
    • academia
  • Contato em Sigilo
  • Galeria de imagens dos contos
  • Toggle search form

Amigo da Onça

Posted on 26 de junho de 20256 de junho de 2026 By Desejos Intensos 1 comentário em Amigo da Onça

Eu sei que pode parecer clichê, mas é real. Meu marido tem um amigo da onça. Nem sei se dá para chamar aquilo de amigo. Para mim, ele foi quase um bruxo, desses que lançam um feitiço com o olhar, com a lábia e, principalmente, com aquilo que escondia dentro do short. Foi ele que despertou uma parte minha que eu nem sabia que estava tão faminta. E, de quebra, transformou meu marido no meu corninho sem nem ele perceber.

Somos um casal tranquilo, de família religiosa. Eu casei adulta e virgem, com aquela imagem de mulher correta, decente, feita para viver dentro dos limites esperados. Só que a gente pode fingir muita coisa para os outros, mas não consegue enganar o próprio corpo para sempre. No fundo, eu sabia que havia desejos em mim que não cabiam naquela vida certinha. E foi justamente o amigo do meu marido, um moreno alto, simpático e abusado na medida certa, que começou a puxar esses desejos para fora.

Ele era daquele tipo que conversava com meu marido, ria das brincadeiras dele e, ao mesmo tempo, deixava os olhos escorregarem para mim quando achava que ninguém estava vendo. Eu reparava. Reparava no olhar, no volume por baixo da roupa, nas indiretas jogadas quando meu marido virava o rosto. Eu poderia ter cortado, poderia ter contado, poderia ter fingido ofensa. Mas não. A verdade é que ser desejada por ele me excitava. Aos poucos, fui dando corda e caminhando por vontade própria para aquela armadilha.

Em um dia de jogo, os dois estavam em casa para assistir à partida. Eu tinha ido aproveitar um pouco o sol e voltei com a canga e o biquíni. Quando entrei, vi o amigo sozinho no sofá. Meu marido tinha saído para comprar algumas coisas. Tirei a canga, fiquei só de biquíni e fingi normalidade, mas percebi os olhos dele grudados em mim. A sala estava quente, a televisão ligada e aquele silêncio entre nós dizia muito mais do que qualquer conversa.

Cheguei mais perto, e ele estava sentado de pernas abertas no sofá. O volume no short era impossível de ignorar. Ele me olhou de um jeito descarado, puxou o pau para fora e começou a se masturbar na minha frente. Fiquei parada por alguns segundos, sentindo o susto e o tesão brigando dentro de mim. Ele falou com uma mistura de safadeza e autoridade, mandando eu rebolar naquele pau. Eu poderia ter saído da sala naquele instante. Mas fiquei.

A voz dele bateu em mim de um jeito que me deixou nervosa e molhada ao mesmo tempo. Eu estava tremendo, mas não era medo. Era vontade. Ele ficou de pé, veio até mim e passou aquele pau enorme pelo meu corpo, roçando na minha pele, no biquíni, na minha virilha. Senti a pressão dele contra mim e meu tesão explodiu. As mãos dele envolveram minha cintura, me viraram de costas e me fizeram empinar. Eu ainda estava tentando acreditar na loucura que ia acontecer, mas meu corpo já tinha aceitado antes da minha cabeça.

Ele afastou o biquíni e encaixou por baixo. Segurou minha cintura e entrou na minha buceta com força suficiente para me fazer gemer alto. Senti abrir, senti a pressão, senti a diferença. Era muito maior do que eu estava acostumada, e isso me assustou e me excitou ao mesmo tempo. Ele percebeu minha reação e foi segurando o ritmo até meu corpo se acostumar. Eu respirava fundo, agarrada ao sofá, sentindo a dor inicial se misturar com um prazer que eu nunca tinha conhecido daquele jeito.

Preciso ser coerente: eu tinha dado corda. Eu não negava os olhares, não cortava as indiretas, não deixava de reparar no volume dele. Aquilo era consequência de uma provocação que também vinha de mim. Ele falava no meu ouvido que eu tinha que gemer, que agora estava sentindo um pau de verdade, que meu marido não tinha como me dar aquilo. As palavras eram sujas, cruéis, mas, naquele momento, entravam em mim junto com cada metida. Eu gemia porque estava gostoso.

As comparações vieram sozinhas. Sim, eu comparava. Casei virgem, nunca tinha tido muita referência, mas ali meu corpo estava aprendendo de um jeito brutal. Meu marido era menor, mais fino, mais tímido. O amigo dele era o oposto: grande, abusado, cheio de presença. Sentir minha buceta abrir para aquele pau me deixou em choque. Era errado, era traição, era uma sacanagem com meu marido, mas também era uma descoberta que me fazia perder o juízo.

Ele me colocou de quatro no sofá. Eu já não fingia mais que aquilo era surpresa. Empinei para ele, deixando que me comesse com vontade. O medo de meu marido voltar começou a aparecer, mas, em vez de me fazer parar, só deixou tudo mais perigoso e excitante. Ele metia fundo, segurava minha bunda, falava putaria e me tratava como se eu já fosse amante dele havia muito tempo.

Quando percebeu que ia gozar, ele saiu de mim, bateu aquele pau pesado e gozou na minha bunda, melando também o chão. Era muita porra, e até nisso eu comparei. Fiquei olhando por um segundo, completamente fora de mim, antes de correr para ajudar a limpar. Depois fui para o banho tentando parecer normal, como se meu corpo ainda não estivesse quente, aberto e marcado pelo que tinha acabado de acontecer.

A água caía sobre mim, mas não apagava a sensação. Minha cabeça tentava entender o que eu tinha feito, mas meu corpo só lembrava do prazer. Eu estava confusa, excitada, culpada e querendo mais. Quando saí do banho, precisei aprender a fazer cara cínica enquanto via o amigo da onça conversando e rindo com meu marido, como se nada tivesse acontecido. O feitiço já tinha sido lançado.

À noite, fui transar com meu marido com toda a vontade que consegui dar a ele. Talvez eu quisesse compensar, talvez quisesse aliviar a culpa, talvez estivesse só usando aquele fogo que o outro tinha acendido. Só que não dava para ignorar as comparações. Depois de sentir aquele pau enorme, transar com meu marido foi estranho. Eu amava meu marido, mas meu corpo já tinha descoberto outra medida de prazer, outra pegada, outra forma de gozar.

Meus conceitos mudaram. Eu pensava que gozar com penetração era algo raro demais, quase impossível para mim. Já tinha ouvido mulheres dizendo que com paus maiores era diferente, mas nunca levei tão a sério. Naquela sala, com o amigo do meu marido, eu entendi na prática. Não estou dizendo que toda mulher precisa disso, cada uma tem seu prazer, mas, para mim, aquela experiência abriu uma porta. E, depois que uma porta assim abre, fica difícil fingir que não existe.

No dia seguinte, o amigo apareceu novamente em casa e sugeriu irmos comprar coisas para um churrasco. Meu marido aceitou na maior naturalidade e ainda sugeriu que eu fosse junto para escolher algumas coisas da semana. Era inacreditável. Sem fazer esforço nenhum, meu marido me empurrava de novo para perto da armadilha, como se estivesse enfeitiçado também, obedecendo ao amigo sem imaginar nada.

Entrei no carro com o amigo, e fomos conversando. No caminho, ele começou a falar do meu marido. Disse que eles eram amigos de infância e que sabia das inseguranças dele. Falou que meu marido sofria bullying por causa do tamanho do pau e que várias namoradas já tinham traído ele por isso. Ouvir aquilo me deu uma sensação estranha. Parte de mim sentiu pena, outra parte ficou ainda mais excitada com aquela crueldade. O amigo falava como se conhecesse o ponto fraco do meu marido e, ao mesmo tempo, soubesse exatamente como me prender.

Chegamos ao estacionamento do supermercado, que estava grande, meio vazio e discreto. O carro dele tinha película, o ar-condicionado estava ligado, e eu percebi que a armadilha tinha se fechado de novo. Ele afastou o banco, abaixou a calça e mostrou o pau já meio duro. A natureza tinha sido generosa com ele, e, pela primeira vez, senti água na boca de verdade olhando para um homem daquele jeito.

Ele mandou eu deixar os seios à mostra e chupar gostoso. Não pensei muito. Obedeci porque queria obedecer. Tirei os seios para fora, me inclinei e comecei a lamber aquele pau. Primeiro a cabeça, depois o corpo todo, sentindo como preenchia minha boca. Lambi as bolas dele e brinquei dizendo que pareciam duas bolas de sinuca. Ele riu, segurou minha nuca e deixou que eu me perdesse naquela chupada.

O tesão estava me consumindo. Ele batia com o pau no meu rosto, pesado, quente, todo meu naquele momento. Me chamava de cadela, de puta casada, dizia que sempre desconfiou que eu tinha cara de safada. Às vezes forçava um pouco mais, e eu engasgava, mas batia na perna dele quando precisava diminuir. Ele entendia, dava alguns segundos e voltava a guiar minha boca. Eu queria aquilo. Queria sentir o poder daquele pau me tomando até pela garganta.

Quando estava perto de gozar, avisou que eu teria que tomar tudo. Eu estava tão louca que não só aceitei, como continuei chupando quando ele gozou. Senti a porra invadir minha boca, quente, grossa, e engoli quase tudo. Depois ainda fiquei lambendo, espremendo um pouco com a mão para sair mais, como se quisesse provar até a última gota daquela traição.

Limpei tudo, ajeitei minha roupa e fomos às compras como se nada tivesse acontecido. Voltamos para casa, e tudo seguia normal. Mas, dentro de mim, nada estava normal. Eu já estava enfeitiçada. Já era a puta casada presa no feitiço do amigo da onça do meu marido. E meu marido, de alguma forma cruel e safada, também tinha mudado no meu olhar. Eu ainda o amava, mas agora via nele o meu corninho, aquele homem que eu cuidava e enganava ao mesmo tempo.

Não sei se um dia ele vai saber. Não sei qual seria a reação. Só sei que isso não muda o que ele se tornou dentro da minha cabeça. O amigo da onça virou meu amante, e já estamos vendo de ir a um motel. Eu quero mais. Quero aprender mais desse mundo novo em que entrei, sentir outros limites, outras safadezas, outras formas de prazer.

Porque uma puta casada gulosa não para depois da primeira mordida.

Ela sempre quer mais.

Real Tags:amante, amigo do marido, aventura, boquete, carro, casada, explícito, heterossexual, secreto, sexo no carro, sexo proibido, traição

Navegação de Post

Previous Post: Despertando os Prazeres
Next Post: Desejos sob Chuva

Related Posts

Convite para o Prazer Divulgação
Entre o amor e a amizade Divulgação
Quanto mais, melhor Divulgação
Extravasando Desejos Real
Banho Duplo de Prazer Real
Entre Amigos e Segredos Divulgação

Comment (1) on “Amigo da Onça”

  1. Pingback: Enfeitiçada pelo Prazer - Desejos Intensos

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Termos e condições

Política de Privacidade

Copyright © 2026 Desejos Intensos.

Powered by PressBook Masonry Dark