Depois daquela experiência com o amigo do meu marido, eu sabia que precisava marcar outro encontro. Não dava mais para fingir que aquilo tinha sido só um deslize. O desejo tinha ficado grudado em mim, como se aquele homem tivesse lançado um feitiço no meu corpo. E, para piorar, a minha rotina facilitava tudo. Aos sábados, eu costumava ir ao shopping com algumas amigas, demorava bastante e só voltava à noite. Era a desculpa perfeita.
Com a estratégia montada, me arrumei toda. Coloquei um vestido azul, sutiã e calcinha fio-dental vermelha. Antes, encontrei minhas amigas de verdade, caminhei com elas um pouco, fiz compras pequenas só para manter a história de pé. Depois inventei que iria embora de Uber e me despedi mais cedo. Eu já estava cheia de tesão quando chamei o amigo do meu marido.
Quando vi o carro escuro chegando, meu coração acelerou. Mas, dessa vez, não era medo nem receio. Eu queria mais daquilo. Entrei no carro e senti o clima me envolver na hora. Ele estava com aquele olhar de safado, o corpo relaxado no banco e o volume já marcando sem disfarce. Puxou meu rosto, me beijou e, com a voz baixa, falou para eu dar um carinho nele, colocando minha mão sobre o pau duro.
Nem precisei pensar muito. A vontade já estava em mim antes mesmo de ele chegar. Fui direto chupar aquela coisa linda, grande e grossa que tinha me deixado sem juízo desde a primeira vez. O carro ainda estava parado quando comecei, e ele precisou respirar fundo, porque eu fui com fome. Lambi, chupei, brinquei com as bolas dele e deixei claro que eu queria aquilo tanto quanto ele.
Quando seguimos em direção ao motel, eu já estava completamente excitada. A cada sinal, a cada parada, eu voltava a provocá-lo com a mão e com a boca, só o suficiente para sentir ele perder o controle sem atrapalhar o caminho. Ele dizia para eu ir com calma, que daquele jeito gozaria antes de chegarmos. Eu ria, safada, sabendo que estava fazendo exatamente o que queria com ele.
Ao chegar, mostramos os documentos e entramos em um estacionamento privado. Ele desceu ainda duro, tentando disfarçar a pressa, e subimos as escadas até o quarto. Em todos os anos de casada, eu nunca tinha sido levada para um motel. Casei virgem, na igreja. Meu marido era da congregação, sempre com aquela imagem de santo, mas tinha como amigo justamente o diabo moreno que agora estava ali comigo.
Fiquei fascinada olhando tudo: a televisão, o telefone, o banheiro, a cama, os espelhos. Era como se eu tivesse entrado em outro mundo. Um mundo feito para o segredo, para a traição, para o prazer que a gente vive escondido. Antes que eu pudesse pensar demais, ele me agarrou pela cintura e me beijou de novo. A boca dele me envolvia, quente e firme, enquanto as mãos tiravam minha roupa com uma facilidade que me deixava ainda mais acesa.
Eu passava as mãos pelo corpo atlético dele, pelo peitoral cheio, pelas coxas grossas, pelos braços fortes. Aquele homem parecia feito para me tirar do eixo. E, claro, meus olhos voltavam sempre para aquele pau maravilhoso que tinha virado uma espécie de obsessão na minha cabeça. Ele percebeu, sorriu e me jogou na cama com aquela confiança de quem sabia exatamente o efeito que causava em mim.
Ele tirou o resto da minha roupa e caiu de boca na minha buceta. O oral dele era incrível. Eu me contorcia, agarrava os lençóis e perguntava que mágica era aquela. Ele só ria, dizendo que tinha prática e que gostava de fazer mulher perder a pose daquele jeito. A língua dele parecia conhecer cada ponto, cada reação, cada caminho para me deixar mais molhada e mais entregue.
Quando veio por cima de mim, senti o corpo dele me cobrir quase inteira. Ele era mais alto, mais forte, e aquilo me deixava com uma sensação deliciosa de estar sendo tomada. Minhas pernas foram se abrindo conforme ele chegava, e nem precisei guiar. Eu estava tão molhada que o pau encontrou o caminho sozinho. A sensação de preenchimento foi maravilhosa. Suspirei, gemi e senti meu corpo ceder conforme ele aumentava o ritmo.
Não demorou para eu pedir para montar nele. Só quem gosta de sentar sabe o prazer que é quando o pau encaixa e não fica saindo. Naquele momento, era uma mistura de felicidade e tesão. Eu podia sentar com força, rebolar, subir e descer, enquanto ele me segurava pela cintura e acelerava quando queria. Aquilo me dava uma sensação de poder e, ao mesmo tempo, de completa entrega.
Gozei muito, melando aquele pau. Ele ficou louco me vendo daquele jeito e disse que adorava assistir uma mulher gozando nele. Mesmo depois disso, eu não parava. O tesão era tão grande que simplesmente não conseguia interromper. Eu tremia, me contorcia, perdia o ritmo e voltava, tomada por espasmos que pareciam não ter fim.
Eu estava me comportando como uma puta, gemia alto, gritava e já nem me importava se dava para ouvir do lado de fora. Para completar, ele batia na minha bunda e perguntava se eu estava gemendo porque estava gostoso. Eu só conseguia balançar a cabeça confirmando. A voz dele, os tapas, o pau entrando sem escapar, tudo aquilo me deixava em um estado de prazer que eu nunca tinha sentido no meu casamento.
Mudamos de posição. Fiquei de quatro, e aquelas mãos grandes vieram para minha cintura. Ele me puxava enquanto entrava bem fundo, metendo firme, sem parar. Eu sentia a tora dele batendo lá dentro, mexendo com tudo em mim. Havia uma dorzinha, sim, mas era gostosa, misturada com tesão, daquelas que só fazem a gente empinar mais.
Algumas sensações eram novas para mim. Quando ele tirava o pau, eu sentia aquele vazio, o ar entrando na minha buceta, o corpo ainda pulsando. Ele parava às vezes só para olhar, dizendo que eu estava toda aberta por causa dele. Aquilo me dava vergonha e tesão ao mesmo tempo. Quando tentou brincar perto do meu cuzinho, eu disse que ali ainda não. Ele riu, falou que um dia ainda me comeria daquele jeito, mas não forçou. Naquele momento, eu estava entregue a muita coisa, mas aquele limite ainda era meu.
Ele gozou na minha bunda, bem perto do meu cu, como se estivesse marcando território. Eu fiquei com medo e tesão ao mesmo tempo, porque sabia que aquela conversa não tinha acabado. Ele queria mais de mim. E, pior, uma parte minha já começava a imaginar quando eu deixaria.
Demos uma limpada rápida e ficamos nos beijando na cama. O cheiro dele me dava mais tesão. Os beijos e amassos foram se intensificando até que ele se armou novamente, como se fosse uma máquina. Eu caí por cima dele, com as pernas esticadas, e ele me beijava enquanto metia ao mesmo tempo. Estava delicioso demais.
O clima foi esquentando outra vez. Apoiei as mãos no peitoral dele, cavalguei e acelerei sem medo. Em seguida, ele me travou pela cintura e começou a socar forte. Fiquei quase sem ar e gozei de novo, melando aquele pau todinho. Mais uma vez, meu corpo ficou se contorcendo de prazer sobre aquele homem gostoso que tinha destruído qualquer noção de comportamento que ainda restava em mim.
Ele começou a me provocar, dizendo que meu marido não dava conta de mim, perguntando se eu gozava daquele jeito com ele. Eu estava com a voz embargada, mas respondi que ele era muito gostoso e que eu queria dar para ele pelo resto da minha vida. Ele perguntou se eu seria sua putinha casada. Na hora, sem pensar demais, respondi que sim. Que eu seria a puta dele mesmo.
Foi espontâneo. Nunca me imaginei dizendo aquilo para um homem. Sempre achei que esse tipo de palavra fosse degradante, mas, naquela cama, dita daquele jeito, parecia apenas a verdade safada do que eu estava vivendo. Eu gostava de ser desejada, comandada, tomada por ele. Gostava de me sentir a mulher casada que tinha caído em tentação e agora queria mais.
Fiquei de bruços, com a bunda empinada, e ele veio por cima para meter de novo. Eu já estava naquele estado pós-êxtase, quase anestesiada de tanto prazer, pensando que aquele homem não parava nunca. Ele ficou metendo por alguns minutos até dizer para eu ajoelhar, porque me daria o que eu merecia.
Obedeci. Fiquei de joelhos, olhando para aquele pau molhado, pesado, ainda duro. Ele mandou eu abrir a boca, e eu aceitei tudo. Gozou bastante em mim, no rosto e nos seios. Fiquei admirada vendo aquelas jorradas, sentindo a porra quente escorrer pela pele. Ainda brinquei, perguntando se já tinha acabado. Depois chupei um pouco mais, até ele ficar mole apontando para baixo. Olhei para aquilo e falei que o pau mole dele ainda era maior e mais grosso que o do meu marido. Ele deu uma risada satisfeita.
Nos arrumamos, e ele foi me deixar perto de casa. No caminho, conversamos como se aquilo fosse só o começo de um segredo enorme entre nós. Ele continuava tentando me convencer a dar o cuzinho para ele, e eu dizia que não tinha como. Ele brincou que eu deveria começar dando para o meu marido, porque o dele eu aguentaria fácil. Respondi que nem para o meu marido eu dava.
Cheguei em casa como se tivesse vindo do shopping com as amigas. Meu marido nem desconfiou, porque os horários batiam com a minha rotina de sempre. Isso deixou tudo ainda mais perigoso. Quanto mais fácil parecia esconder, mais vontade eu tinha de repetir.
Como bônus, na segunda-feira, meu marido ainda não tinha chegado do trabalho e o amigo apareceu para assistir a um jogo. Nem preciso dizer a felicidade e o tesão que senti ao vê-lo. Aproveitamos o momento e fomos para o quarto. Ele estava de bermuda preta e camiseta amarela simples. Nem precisou tirar tudo.
Comecei chupando para deixar o pau bem duro, e depois ele me comeu gostoso na beirada da minha cama de casal, a mesma cama onde eu dormia com meu marido. Ele meteu forte, rápido, em um ritmo frenético. Gozei quase na hora, coisa de poucos minutos. Nunca tinha conseguido gozar tão fácil e tão rápido. Era como se meu corpo já reconhecesse aquele homem e se entregasse antes mesmo de eu pensar.
Agora estou nesse dilema. Não sei por quanto tempo essa loucura vai durar. Ele quer meu cuzinho, e eu sei que, se um dia eu der, talvez o interesse dele aumente ou talvez diminua. Um cara daquele tem quem quiser. Mas, ao mesmo tempo, sinto que já virei a putinha dele. Não importa o quanto eu tente fingir controle. Se ele falar do jeito certo, talvez eu acabe dando.
Depois que provei o fruto proibido, não tem mais volta. Estou cativa desse desejo, maquinando formas de fazer essa história durar mais tempo, arrumando brechas, inventando desculpas, esperando a próxima chance. O amigo da onça do meu marido me enfeitiçou.
E eu estou completamente enfeitiçada pelo prazer.

