Skip to content
  • Facebook
  • whatsapp
  • Instagram
  • Série Mery — Aventuras com Prazer
Desejos Intensos

Desejos Intensos

Histórias eróticas para momentos deliciosos

  • Categorias
    • Real
    • Primeiros Contos
  • Séries
    • Série Mery — Aventuras com Prazer
    • Só entre nós dois
    • Dando o Troco
  • Ouça Hot
  • Temáticas
    • virgem
    • praia
    • primeira vez
    • policial
    • carro
    • anal
    • menage
    • aventura
    • casal
    • swing
    • traição
    • suruba
    • secreto
    • heterossexual
    • lésbico
    • bissexual
    • cuckold
    • casada
    • liberal
    • romântico
    • homossexual
    • colégio
    • explícito
    • boquete
    • massagem
    • rapidinha
    • academia
  • Contato em Sigilo
  • Galeria de imagens dos contos
  • Toggle search form

Desejos sob Chuva

Posted on 29 de junho de 20256 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Desejos sob Chuva

Sempre fui muito ativa quando o assunto é desejo. Nunca gostei apenas do básico ou do prático demais. Sempre me interessei por aventuras, fetiches e fantasias, porque certas possibilidades despertam em mim um tesão diferente, mais vivo, mais difícil de controlar. Gosto daquela sensação de sair um pouco do comum, de transformar um momento simples em uma lembrança que fica grudada no corpo.

No ano passado, eu estava namorando um rapaz que também tinha a mente bem aberta. Em nossas conversas, ele dizia que tinha um fetiche antigo: transar na chuva. De tanto ouvir ele falar sobre isso, acabei me interessando também. No começo, parecia só uma fantasia bonita, daquelas que a gente imagina em filme. Depois comecei a pensar no corpo molhado, na pele fria por fora e quente por dentro, no barulho da chuva misturado aos gemidos. Quando percebi, eu também queria viver aquilo.

Eu não sou tão alta. Tenho 1,69 m, mas perto dos 1,93 m dele eu virava quase um chaveirinho. Ainda assim, sei que sou gostosa. Tenho bons seios, uma bunda que ele adorava apertar e um jeito de provocar que deixava aquele homem sem juízo. Ele gostava de olhar nos meus olhos verdes, segurar meus cabelos longos e escuros e me ver usando o piercing na língua para mexer com o pau dele. Meus lábios carnudos só não eram mais gostosos do que aquelas mãos enormes me segurando firme.

Certo dia, coincidiu de estarmos em uma pousada quase vazia. Na verdade, estávamos praticamente sozinhos. Os outros hóspedes já tinham ido embora, nós sairíamos no dia seguinte, e o caseiro ficava em uma parte mais distante. A sensação era de que aquele lugar inteiro era nosso. Passamos a tarde na área externa da piscina. Eu estava de biquíni preto, cabelos soltos, pele bronzeada de uma semana inteira de sol e o corpo relaxado daquele jeito gostoso de fim de viagem.

Então, de repente, o céu fechou. Veio uma chuva intensa, com trovões e aquele cheiro de terra molhada que parece mexer com tudo. Na mesma hora, lembrei da fantasia dele. Olhei para a piscina, olhei para ele e senti meu corpo arrepiar só de imaginar. Pulei na água e o convidei para entrar. Eu estava com um sorriso safado, sem dizer muita coisa, só deixando meus olhos entregarem o que minha boca ainda não tinha falado.

Ele ficou preocupado no começo. Insistia para eu sair da piscina, dizia que a chuva estava forte e que era melhor entrarmos. Mas eu continuei ali, olhando para ele com aquela cara de gulosa que ele conhecia bem. Quanto mais ele resistia, mais vontade eu tinha de provocar. Eu queria que ele entendesse que aquela era a chance de realizar o fetiche que tanto tinha colocado na minha cabeça.

Quando vi que ele ainda estava dividido entre o cuidado e o tesão, saí da piscina devagar e fui até ele. A chuva batia no meu corpo, escorria pelo meu cabelo, pelos meus seios, pela minha barriga. Fiquei de joelhos na frente dele sem dizer uma palavra. Comecei a beijar suas coxas grossas, ainda à mostra porque ele estava só de sunga. Senti o pau dele engrossar aos poucos, a respiração ficando mais pesada e as mãos segurando meus ombros.

A sunga preta começou a esticar cada vez mais, e aquilo fez minha boca salivar. Fui beijando suas pernas devagar, subindo aos poucos, sem usar as mãos. Só com a boca, puxei a sunga para baixo até me livrar dela. O pau dele apareceu duro, quente, grosso, pulsando diante de mim. Passei a língua pela cabeça e senti meu tesão aumentar ainda mais. Ali, debaixo da chuva, comecei a chupar como se aquela fantasia também fosse minha desde sempre.

Chupei com vontade, sentindo a chuva molhar meu rosto enquanto minha boca se enchia dele. Ele segurava meus cabelos, gemia baixo, tentava se controlar, mas eu sabia que estava ficando difícil. O gosto, a água escorrendo, o corpo dele tenso diante de mim, tudo deixava a cena ainda mais intensa. Não demorou para ele gozar quente na minha boca, e eu recebi tudo, satisfeita por ver aquele homem se perdendo por minha causa.

Só que ele ainda não estava satisfeito. O tesão dele parecia ter aumentado depois daquilo. Em um impulso, me puxou pela cintura e me agarrou debaixo daquele chuvão. Precisei me segurar no corrimão da piscina, ficando de costas para ele. Ele afastou meu biquíni de lado e encaixou o pau na minha buceta, entrando com uma firmeza que me arrancou um gemido alto.

A chuva nos molhava por fora, mas o tesão nos consumia por dentro. Não havia frio que resistisse àquela pegada. Ele metia forte, segurando minha cintura, enquanto eu me apoiava no corrimão e deixava meu corpo receber tudo. Eu gritava, gemia, urrava de prazer. A mistura de água, pele, força e fantasia realizada me deixou completamente fora de mim. Gozei de pé, ali mesmo, quase perdendo a força das pernas.

A intensidade continuou. Deitamos no chão molhado ao redor da piscina, mesmo com o piso frio e a chuva caindo sobre nós. Nossos corpos estavam em brasa. Ele desceu a boca pelo meu corpo e começou a me chupar de um jeito tão gostoso que, em poucos minutos, eu gozei de novo. Vieram ondas de prazer, uma depois da outra, cada uma mais forte, mais molhada, mais difícil de controlar.

Depois, ele me colocou de quatro e falou que, já que eu tinha ajudado a realizar aquele fetiche, queria me comer vendo a chuva escorrer pelo meu corpo. Perguntou se eu queria. Eu mal conseguia falar. Só balancei a cabeça, afirmando que queria, porque meu corpo inteiro pedia aquele homem dentro de mim. Empinei para ele, sentindo a chuva batendo nas minhas costas, e deixei que ele entrasse de novo.

Foi uma das transas mais intensas da minha vida. Ele me comia com vontade, eu gemia sem vergonha, e a pousada vazia parecia existir só para nós dois. A chuva escondia alguns sons e aumentava outros. Cada estocada parecia mais funda, cada toque mais urgente, cada beijo mais cheio de desejo. Quando ele gozou, segurou meu corpo com força, e eu também tremi de prazer, sentindo que aquela fantasia tinha sido muito melhor do que qualquer conversa que tivemos antes.

Depois entramos para o quarto, encharcados, rindo e ainda excitados. O corpo pedia descanso, mas o fogo continuava aceso. Fomos para o chuveiro quente, e ali transamos mais uma vez, agora com a água morna lavando a chuva e prolongando a lembrança. Ele me segurava contra o azulejo, me beijava com carinho e desejo, como se ainda estivesse preso naquele momento da piscina.

Aquela pousada ficou marcada para sempre na minha memória. Não foi só sexo na chuva. Foi cumplicidade, fantasia realizada, romance e safadeza no ponto certo. Desde então, toda vez que o céu fecha e a chuva começa a cair, eu lembro daquele dia e sinto o corpo responder antes mesmo da cabeça.

Afinal, alguns desejos não passam com a chuva.

Eles ficam mais molhados.

Real Tags:aventura, boquete, casal, chuva, explícito, fetiche, heterossexual, piscina, romântico, sexo ao ar livre

Navegação de Post

Previous Post: Amigo da Onça
Next Post: Enfeitiçada pelo Prazer

Related Posts

Entre Amigos e Segredos Divulgação
Convite para o Prazer Divulgação
Entre o amor e a amizade Divulgação
Banho Duplo de Prazer Real
Quanto mais, melhor Divulgação
Extravasando Desejos Real

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Termos e condições

Política de Privacidade

Copyright © 2026 Desejos Intensos.

Powered by PressBook Masonry Dark