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Convite ao Prazer

Posted on 31 de julho de 20256 de junho de 2026 By Desejos Intensos 1 comentário em Convite ao Prazer

Eu sou uma mineira safada, dessas que parecem docinhas, mas deixam gosto de quero mais. O conto **Docinho Viciante** também é meu, mas agora quero contar outra aventura. Em um site de relacionamentos picantes, comecei a conversar com um casal. Quem me chamou no chat foi a esposa, e foi ela quem me conquistou primeiro, com conversa boa, palavras certas e uma malícia que parecia saber onde tocar antes mesmo do toque acontecer.

Eu não tinha experiência com mulheres, muito menos com casal, mas ela era bi e sabia muito bem conduzir a conversa. Fomos falando de desejos, limites e curiosidades. Expliquei que, por escolha minha, eu ainda não fazia sexo vaginal, mas que gostava de anal e de outras brincadeiras. Ela não estranhou, não forçou, não ficou insistindo. Pelo contrário. Foi me deixando confortável, como se entendesse que a melhor forma de me ganhar era pela confiança.

A conversa foi fluindo. Trocávamos fotos, falávamos dos fetiches e do que poderia acontecer se um dia nos encontrássemos. Ela era linda. Baixinha, magra, mas com bunda grande, peitos bonitos, olhos claros e cabelo longo e preto. Tinha aquele tipo de beleza que mistura delicadeza e safadeza. O marido também era bonito, alto, branco, com sorriso marcante e cabelo castanho escuro bem curto. Os dois eram casados havia alguns anos e tinham uma vida bem organizada, dessas que por fora parecem comuns, mas escondem desejos deliciosos.

Não demorou muito para que o convite viesse. Ela perguntou se eu teria coragem de ir até a casa deles. Pensei bastante, fiquei nervosa, imaginei mil coisas, mas acabei aceitando. Marcamos para uma noite em que eles teriam privacidade, com o filho fora de casa e tempo livre para receber alguém sem pressa. Fui de Uber, usando um vestido colado na altura dos joelhos, discreto o suficiente para não chamar atenção dos vizinhos, mas justo o bastante para deixar claro que eu não estava indo só conversar.

Quando cheguei, ela me recebeu primeiro. Foi carinhosa, simpática, como no chat. Depois me apresentou ao marido. Até então, eu só falava com ela, então vê-lo de perto me deixou ainda mais nervosa. Os olhos dele brilharam quando me viu. Ela percebeu e ficou com um sorriso orgulhoso, como se dissesse sem palavras que tinha encontrado um presente para os dois.

Eles estavam com roupas simples. Ele de bermuda listrada, sem camisa, com aquele ar relaxado de quem estava em casa. Ela usava short jeans e cropped, bonita de um jeito natural e provocante. Cumprimentamo-nos com beijos no rosto e abraços, mas eu estava morrendo de nervoso por dentro. Eles me trataram muito bem, sem pressa, sem aquela grosseria de quem acha que convite aceito é obrigação imediata.

Ela me chamou para o quarto enquanto ele foi resolver alguma coisa na sala. Conversamos um pouco, e eu confessei que estava ansiosa. Ela riu, segurou minha mão e disse que era normal, que a gente só faria o que eu quisesse. Aquilo me acalmou bastante. Quando ele voltou, colocou uma música suave de fundo, só para deixar o ambiente mais gostoso. O clima ficou íntimo, mas ainda leve.

A conversa foi sobre minha primeira vez com um casal, minhas experiências e minha curiosidade por mulheres. Eles perguntaram minha idade, porque diziam que eu parecia mais nova, e expliquei que era adulta, só tinha pouca experiência com algumas coisas. Também falei de novo sobre meu limite com sexo vaginal. Eles respeitaram sem insistir. Isso me deu mais vontade ainda de ficar, porque nada me broxa mais do que gente que tenta passar por cima do que eu digo.

Sentei ao lado dela na cama. Ela olhou para minha boca e perguntou se podia me beijar. Claro que eu disse que sim. Foi ali que tudo começou de verdade. O beijo dela tinha fogo e delicadeza ao mesmo tempo. Era uma boca diferente da dos homens, mais macia, mais atenta, mas cheia de vontade. Eu estava nervosa, só que o desejo era maior. Fui me rendendo aos poucos, deixando a língua dela me guiar.

Enquanto nos beijávamos, o marido começou a acariciar nós duas. Passava as mãos pelos nossos corpos, primeiro com cuidado, depois com mais desejo. Foi tirando nossa roupa devagar. Paramos o beijo por um instante, e ela me despiu todinha, olhando para mim com uma vontade que me deixou sem graça e excitada ao mesmo tempo. Em seguida, ela começou a chupar o marido e me chamou para fazer junto.

Fui para a cama com eles. Nós duas, lado a lado, chupando o pau dele. Foi delicioso. Eu via ela usando a boca com experiência, e tentava acompanhar, aprendendo no ritmo dela. Ele gostava, gemia, puxava nossos cabelos de leve e parecia não acreditar que estava com duas mulheres ali para ele. Aquilo me deixou ainda mais animada. Eu gostava de ver o efeito que a gente causava nele.

Depois, ela parou e foi beijá-lo, enquanto eu continuei naquele pau. Eu estava cada vez mais solta, mais safada, mais entregue à situação. Na sequência, ele me puxou para beijá-lo, e ela assumiu meu lugar. Ficamos nessa troca gostosa por alguns minutos: eu beijava ele, ela chupava, depois eu voltava para o pau, ela me beijava, e os três iam se encaixando como se já soubessem o caminho.

Então ele pediu para eu deitar. Obedeci. Ela veio por cima de mim em um 69, e eu senti sua boca na minha buceta pela primeira vez. Enlouqueci com a língua dela. Era diferente, gostoso demais, uma sensação que eu não sabia que queria tanto até acontecer. Enquanto ela me chupava, ele se posicionou atrás dela e começou a meter na buceta dela, com minha boca ali, lambendo e sentindo tudo de perto.

Foi uma cena maravilhosa para mim. Ele fodendo ela com vontade, ela tentando continuar me chupando enquanto segurava os gemidos, e eu ali no meio, descobrindo o prazer de participar da intimidade de um casal. Tudo aquilo era excitante. Permitir-me viver aquela experiência parecia fantástico, como se eu tivesse atravessado uma porta que sempre olhei de longe.

Mudamos a posição do 69. Eu sentei no rosto dela, e ele continuou fodendo a esposa por cima. Não demorou muito para eu e ele começarmos a nos beijar. Às vezes o beijo desencaixava por causa das estocadas dele nela, e isso, para mim, deixava tudo ainda mais gostoso. A cama parecia pequena para tanto corpo, tanta boca, tanta mão e tanto desejo.

Fizemos várias trocas. Às vezes ele chupava os peitos dela enquanto eu lambia sua buceta. Às vezes ela me chupava enquanto ele me beijava. Em outros momentos, nós duas chupávamos ele juntas, uma olhando para a outra, rindo de nervoso e tesão. Era uma bagunça deliciosa, mas com uma harmonia estranha, como se cada um soubesse quando entrar, quando sair, quando tocar e quando só assistir.

Depois ficamos trocando o 69 entre eu e ela, enquanto ele não parava de foder a esposa. Eu via o corpo dela tremendo, os gemidos saindo quebrados, e aquilo me deixava ainda mais excitada. Depois de alguns minutos nessa delícia, ele gozou na minha cara e na buceta dela. Eu via a porra escorrendo da buceta dela perto do meu rosto e, tomada pela loucura do momento, chupava tudo.

Quando ele saiu da posição, me levantou da cama e me beijou gostoso. Depois fez o mesmo com ela. Achei que tínhamos acabado, mas não. Ela me puxou da cama, me colocou contra a parede, se ajoelhou e voltou a me chupar. Às vezes lambia, às vezes chupava, usava os dedos e me olhava de baixo para cima com uma safadeza linda.

Gozei na boca dela, com ela ajoelhada e eu em pé. Foi uma delícia. Meu corpo tremia, minhas pernas quase falhavam, e ela continuou me segurando com cuidado até eu me recompor. No final, o cansaço bateu nos três. A cama estava bagunçada, a música ainda tocava baixinho, e eu fiquei com aquela sensação de ter vivido uma coisa que parecia sonho.

Quando terminamos tudo, eles foram muito queridos. Insistiram para que eu tomasse um banho. Me deram sabonete, ofereceram produtos para o cabelo e levaram minha roupa até o banheiro. Depois ainda me ofereceram comida, bebida e até quiseram pagar o Uber para eu voltar para casa. Foram maravilhosos comigo, não só no sexo, mas no cuidado depois dele.

Eles me chamaram para voltar novamente. Infelizmente, isso nunca aconteceu. O perfil deles no site parou de responder e, depois, desapareceu. Não fiquei procurando pela cidade, porque respeito essas coisas. Às vezes uma aventura existe só naquele instante, naquela noite, naquela lembrança.

Mas eu adoraria receber outro convite daqueles.

Um convite ao prazer com os dois.

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