Tenho um vizinho bem velho, daqueles homens da moda antiga. Ele é negro, bem escuro mesmo, e sempre conversa comigo quando não tem ninguém por perto. Há algum tempo, comecei a notar que ele me procurava bastante e sempre elogiava o cheiro do café que eu fazia. Dizia que o cheiro chegava até a casa dele e que devia ser uma delícia.
Ele já tinha me chamado algumas vezes para ir até a casa dele passar um café, mas eu nunca havia aceitado. Eu sou casada e também ficava desconfiada das intenções dele, embora fingisse não entender as indiretas.
Um dia, bem cedo, eu estava colocando o lixo para fora quando ele apareceu com um celular novo. Disse que não sabia mexer direito e pediu para eu ajudá-lo. Dei uma olhada e percebi que o aparelho estava sem sinal porque ainda não tinha chip. Quando expliquei, ele disse que tinha um chip guardado em casa e pediu para eu ir até lá colocar para ele.
Ele foi na frente e eu entrei alguns minutos depois. A rua estava deserta e ele comentou que ninguém tinha me visto entrando. Eu disse que precisava ser rápida porque realmente tinha ido apenas para arrumar o celular.
Coloquei o chip no aparelho e comecei a configurá-lo. Enquanto eu fazia isso, ele foi até a cozinha, colocou água para ferver e pediu que eu passasse um café para ele. Como já estava ali e seria rápido, aceitei.
Fui para a cozinha e pedi que ele pegasse o açúcar e o pó. Quando passou atrás de mim para colocar as coisas sobre a pia, roçou o corpo nas minhas costas. Fiquei sem reação, mas continuei preparando o café como se não tivesse percebido. Quando olhei discretamente, notei um volume grande na calça dele.
Ele ficou atrás de mim, colocou as mãos nos meus ombros e começou a me massagear. Disse que faria aquilo como recompensa enquanto eu terminava o café. Eu ainda estava de costas, usando um vestido fino, e ele começou a se encostar em mim. Pelo tecido, dava para sentir tudo pressionando o meio das minhas pernas.
Eu estava assustada e sem saber como reagir. Cheguei a tentar sair, mas ele pediu que eu ficasse só mais um pouco. Acabei ficando.
A massagem continuou e ele começou a se esfregar em mim como se estivesse transando por cima da roupa. Depois colocou uma das mãos nos meus seios, acariciou e apertou. Foi nessa hora que falei que não podia continuar porque era casada.
Mesmo nervosa, eu também estava sentindo tesão. Ele abaixou minha calcinha e ficou se esfregando em mim por trás. Eu sentia que estava molhada, mas ainda não sabia se permanecia ou se ia embora. Quando ele colocou os dedos em mim, fiquei travada, sem conseguir decidir o que fazer.
Ele tirou os dedos, chupou e depois os colocou novamente na minha boca para eu experimentar. Chupei apenas uma vez porque me assustei com a situação. Mesmo assim, ele pegou minha mão e levou até o volume por baixo da roupa. Eu sentia que ele estava muito excitado e ouvia os gemidos baixos para ninguém do lado de fora perceber.
Em determinado momento, ele me colocou apoiada na pia e levantou uma das minhas pernas. O cachorro dele apareceu na cozinha e acabou interrompendo um pouco o que estava acontecendo, mas ele logo o afastou e voltou para perto de mim.
Depois me virou de costas novamente, segurou minha cintura e tentou me penetrar. A cabeça chegou a entrar um pouco, mas eu não deixei que continuasse. Eu já estava com medo de ter ido longe demais e também precisava voltar para casa.
Vesti a calcinha novamente e disse que iria embora. Antes que eu saísse, ele colocou minha mão nele e começou a se esfregar por dentro da minha calcinha até gozar sobre a minha mão e a minha roupa.
Saí rapidamente da casa dele e fui direto tomar banho. Ainda estava excitada com tudo o que havia acontecido e acabei me aliviando sozinha enquanto relembrava a cena.
Desde então, continuo percebendo os olhares e as indiretas dele. Ele ainda fala do cheiro do meu café e procura conversar quando estamos sozinhos. Agora, quando ele diz que gostaria de provar, eu sei que provavelmente não está falando apenas do que está dentro da xícara.

