Eu sou uma mulher normal, pelo menos no meu ponto de vista. Tenho minhas aventuras, é verdade. Meu marido, aquele safado, me coloca em muitas situações, e eu adoro. Mas isso não significa que sejamos tarados sem vida fora da cama. Somos um casal comum, temos filhos e sabemos separar bem as coisas.
Foi assim que, em uma viagem de férias, fiz amizade com uma colega de excursão. A amizade foi crescendo com o tempo. Passamos a nos visitar, conversar mais e estreitar os laços. Em determinado momento, revelei um pouco das minhas aventuras. Ela ficou chocada, mas não me reprimiu. Na época, ela namorava, e fui clara: eu não queria pegar o namorado dela. Sempre houve respeito entre nós.
O tempo passou. Ela noivou, e nossas conversas continuaram. Contei mais alguns casos, e ela ficava cada vez mais curiosa. Dizia que não pensava em ser liberal como eu e meu marido, pelo menos não antes do casamento. Falava que não tentaria nada, mas eu percebia aquela curiosidade escondida.
Nos preparativos para o casamento, ela comentou que tinha convidado alguns amigos sem muitos pudores. Eu e meu marido fomos à festa já sabendo que alguma coisa poderia rolar. O local era um palácio, daqueles chiques, cheio de quartos bonitos para tirar foto. Fui de vestido, batom vermelho e um colar de pérolas falsas, bem provocante do jeito que meu marido gosta.
Lá conhecemos alguns desses amigos. Muita bebida, risadas e brincadeiras. Foi quando vi um galego lindo, um daqueles homens que fazem a gente olhar duas vezes. Cheguei perto do meu marido e falei no ouvido dele, sem rodeios:
“Quero chupar aquele galego.”
Meu marido me olhou com aquele sorriso safado que eu conheço bem. Era o tipo de coisa que deixava ele louco.
Fui até o ouvido do galego e falei exatamente o que queria. Ele topou na hora. Não fez charme, não fingiu surpresa. Fomos para um dos quartos, e meu marido veio junto, fechou a porta e ficou olhando.
O galego começou chupando minha buceta rapidamente, do jeito que eu gosto, sem muita cerimônia. Eu já estava excitada, sentindo o clima proibido da festa, o olhar do meu marido em cima de mim e aquele homem ajoelhado entre minhas pernas. Depois me abaixei e comecei a chupar o pau dele.
Chupei com vontade, olhando às vezes para o meu marido, que fotografava tudo com aquela cara de tesão. Aquilo me deixava ainda mais safada. O galego gemia, segurava minha cabeça e foi se soltando até gozar. Melou meu rosto, minha boca, e eu chupei até engolir toda a porra. Meu marido registrava tudo, excitado, como se aquela cena fosse um presente só para ele.
Depois da festa, meu marido ficou completamente louco. Quando chegamos em casa, ele queria transar comigo de qualquer jeito. Eu sei que me ver com outro homem mexe com a cabeça dele. Ele disse que eu ainda estava com cheiro da porra do galego, e aquilo deixou meu marido fora de si.
Ele pegou meu vibrador GG e começou a me foder com ele. Eu adoro quando ele fica nesse estado, porque a foda fica gostosa demais. Meu corpo incendeia, e eu sei que ele também adora me ver toda aberta, toda usada, toda safada para ele. Naquela noite, ele estava possesso de tesão, me comendo com o brinquedo e depois com o pau, como se quisesse marcar território depois de me ver chupando outro.
Eu gemia muito. Ele me chamava de safada, dizia que eu tinha gostado de chupar o galego, perguntava se eu tinha engolido tudo pensando nele. E eu respondia que sim, porque era verdade. Quanto mais ele falava, mais eu ficava molhada. A tara dele me alimentava. A minha também alimentava a dele.
Foi uma daquelas noites em que a gente não transa só por prazer. Transa por cumplicidade, por provocação, por loucura compartilhada. Ele sabia o que eu tinha feito, tinha visto, tinha fotografado, e aquilo transformou a volta para casa em outra festa, só nossa.
Depois de um mês, contei para minha amiga o que tinha feito no casamento dela. O galego já havia falado para os amigos, e a história chegou ao marido dela. Perguntei como ele tinha ouvido aquilo e o que disse. Ela não quis relatar muitos detalhes, mas contou que o marido chegou falando que não sabia que éramos um casal liberal a ponto de eu chupar um cara na festa.
Eu ri. Afinal, ela já conhecia minhas aventuras.
O melhor foi perceber que ela também estava ficando curiosa. Começou a me perguntar sobre os paus dos caras, sobre como eu fazia, sobre como era ver meu marido excitado com aquilo. Aí soube que ela e o marido já tinham feito sexo no mesmo quarto com outro casal, na praia, depois do casamento.
Meio caminho andado.
Agora fico pensando: será que ajudo os dois? O marido dela ainda parece meio travado, mas bem que podia ser como o meu. Afinal, eu conto minhas histórias. Quero ver você viver as suas.

