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Desejos Intensos

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PROMESSA

Posted on 5 de fevereiro de 20236 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em PROMESSA

Uma terça-feira não parecia o dia mais comum para um encontro. Amanda sabia disso, mas não se importava. Na verdade, já não se importava tanto com algumas coisas que, para muita gente, eram vistas como “o caminho certo”. A vida tinha lhe ensinado algumas lições, e uma delas era simples: arrependimento maior é não tentar.

E aquilo era mais do que uma tentativa. Era dar voz ao que sentia, sem medo do desconhecido.

Ele não era exatamente desconhecido. Os dois vinham conversando em um site de relacionamento. Amanda o escolheu. Tinha criado um perfil durante as férias, mais para relaxar, provocar e aproveitar a própria liberdade. Estava planejando se mudar quando voltasse, e, enquanto isso, foi dando asas aos pudores que ainda guardava. Prazer e desejo sempre tinham feito parte da sua vida. Ela só estava cansada de fingir que não.

Amanda considerava seu corpo normal, mas sabia provocar. Postava fotos sensuais e adorava ler os comentários deliciosos que deixavam para ela. Gostava de imaginar, de sentir prazer, de perceber o poder de ser desejada sem receio.

Quando ele chegou, sorriu para ela. Amanda percebeu que ele estava um pouco nervoso. Também estava. Nunca tinha saído com alguém daquela forma, alguém que ela havia escolhido em um site, alguém que chegava carregando expectativas criadas por conversas, fotos e desejos confessados.

Ele era universitário, adulto, tinha cerca de 1,70 m, era magro, usava barba e óculos. Tinha jeito de escritor. Estava de camisa polo vinho e calça jeans preta. Amanda usava um vestido vermelho, decotado, brincos de pedras e uma peça justa o bastante para marcar suas curvas. Viu quando ele olhou para seus seios. Ela sabia que ele tinha revelado um desejo especial por eles. Sorriu.

Entraram no carro e foram para o centro histórico. Havia um restaurante com uma vista linda para o pôr do sol. Amanda adorava natureza, gostava de sentir a conexão com o espaço ao redor. Ele morava havia pouco tempo na cidade e não conhecia muitos lugares, mas sabia que ali era uma das melhores vistas para o rio que cortava a região.

Conversaram sobre as cidades onde ele já tinha morado. Amanda gostava daquele papo mais intelectual, daquele jeito de quem parecia ter histórias guardadas. Pediram uma caipirosca. Ela gostava de vodca, mas os dois bebiam pouco.

O sol já tinha sumido quando ele começou a olhar para os lábios vermelhos dela. Amanda passava as mãos pelo braço dele, fazendo o sinal que não precisava ser explicado.

Pediram a conta e chamaram um carro. Mas o carro nem tinha chegado quando já estavam se beijando na frente do restaurante. O beijo era quente, cheio de uma vontade acumulada. Assim que entraram no banco de trás, continuaram se beijando, quase ignorando o motorista. Estavam tomados por um fogo que parecia queimar junto com o pouco álcool que tinham bebido.

A aventura começou ali. Os beijos foram ficando mais intensos dentro do carro. As mãos dele apertavam os bicos dos seios de Amanda por cima do vestido, e ela sentia o corpo incendiar. Logo as mãos dele levantaram a barra da roupa, procurando sua buceta, que já estava molhada. Quando chegaram ao destino, uma pousada no próprio centro, os dois sabiam que não aguentariam esperar até chegar em casa.

Desceram do carro, pegaram um quarto e, enfim, ficaram livres para soltar os pudores mais secretos.

No quarto, ele foi levantando o vestido de Amanda enquanto a beijava. Então viu os seios grandes, a calcinha vermelha de renda e aquele corpo que vinha imaginando havia dias. Admirou-a sem pressa, dizendo o quanto ela era linda.

Amanda gostou de ouvir aquilo. Enquanto ele se encantava, ela foi tirando sua calça e começou a chupar “a fonte”, como gostava de chamar.

Ele se deitou na cama e viu aquela deusa linda chupando e olhando para ele. O tesão era imenso. Então pediu que ela se deitasse, porque queria provar aqueles seios. Amanda obedeceu e sentiu a boca dele se deliciando nela, mamando em um seio, beliscando o bico do outro. Ele parava, olhava para ela, beijava sua boca e voltava a provocar seus mamilos até arrancar gemidos.

Depois, sabendo que ela queria chupá-lo mais, pediu um 69.

Amanda tirou a calcinha e jogou nele. Ele pegou a peça, cheirou e pediu para provar sua buceta.

Ela se posicionou sobre ele e voltou a chupá-lo enquanto sentia a língua e os dedos dele entre suas pernas. Amanda estava excitada demais. Quando ele metia os dedos com mais velocidade, ela parava de chupar, gemia, pedia mais e depois voltava ao pau dele com ainda mais vontade, sentando mais na boca dele.

Sentindo o pau dele bem melado, Amanda virou-se, passou as mãos pelo peitoral dele e foi até sua boca para beijá-lo. Sentiu os braços dele a envolverem. Ele juntou seus cabelos, puxou um pouco e beijou seu pescoço. Depois passou a mão pelo seu pescoço, pelos seios e pela cintura. Amanda já se preparava para sentar.

Ele pediu que ela pegasse a camisinha que tinha levado. Amanda pegou, abriu e colocou nele. Ele estava tomado de tesão. Passou a cabeça do pau nos lábios da buceta dela e encaixou. Amanda foi sentando devagar, sentindo o pau entrar. Fechou os olhos e se concentrou naquele momento, até sentar nele inteiro. Quando abriu os olhos, viu ele gemer e apertar os bicos dos seus seios.

Então começou a rebolar.

Amanda quicava, sentindo a fonte do desejo dele passando por dentro dela. Ele repetia alguns dos adjetivos que ela costumava ler nos comentários, mas agora era diferente. Havia alguém ali, olhando em seus olhos, transmitindo tesão de verdade enquanto fodia sua buceta.

Ela gemia, queria mais e mais.

Ele então segurou seu corpo e começou a meter deitado, puxando-a para o ritmo dele. Depois a virou, ficou por cima e continuou metendo, escutando os gemidos que serviam como combustível para aquele momento. Pegou as pernas dela, levantou e entrou mais fundo. Amanda via o rosto dele tomado pelo prazer e sentia cada socada dentro dela.

Depois ele parou, colocou Amanda de quatro e voltou a meter. Os dois gemiam. Era uma loucura. Vieram os tapas na bunda dela, e Amanda gostou. Queria mais. Pedia mais. Ele juntou os cabelos dela, puxou e continuou metendo até dizer que iria gozar.

Amanda saiu da posição, deitou-o, tirou a camisinha e começou a chupar seu pau bem devagar, massageando seu saco. Ele sentia o tesão subir e, ao mesmo tempo, a vontade de gozar dar uma aliviada. Era mágico ver aquele homem se segurando por causa da boca dela.

Então ela chupou um pouco mais. Ele delirava.

Amanda perguntou se ele queria provar seu cuzinho, já que o pau estava todo melado. Ele concordou.

Amanda ficou de quatro, e ele começou a lamber seu cu, deixando tudo bem molhado. Sentia o corpo dela reagir, apertando, tremendo de expectativa. Então começou a colocar um dedo. Ela sentiu abrir, sentiu aquela dor iniciar, uma dor que conhecia e que, do jeito certo, sabia que podia ser gostosa.

Ele cuspiu, colocou o dedão e empurrou devagar. Amanda começou a gemer. Ele pegou outra camisinha, daquelas com lubrificante, colocou, cuspiu novamente e encostou a cabeça do pau no cu dela. Amanda sentiu a pressão, o corpo se abrindo e a dor gostosa que misturava tensão e desejo.

Quando a cabeça entrou, ela já pedia para ele foder, para socar.

Ele aproveitou aquele tesão que ela entregava e começou a entrar inteiro.

Quando começou a se mover, Amanda soltou gemidos alucinantes. Isso enchia ele de tesão e fazia com que quisesse meter mais. Ela se segurava na cama enquanto ele metia cada vez mais excitado, cada vez mais forte, colocando tudo dentro dela.

Amanda xingava, pedia para meter mais, sem dó, e ele respondia fazendo, dizendo o quanto gostava de meter no cuzinho dela. Então puxou seus cabelos. Amanda conseguiu olhar pelo espelho e viu no rosto dele a expressão de quem estava prestes a gozar. E foi assim que aconteceu. Ele gozou, empurrou o pau o máximo que pôde e caiu por cima dela na cama.

Quando ele virou de lado, Amanda sentiu o pau sair apertado de seu cu.

Os olhos dos dois se encontraram. O sorriso dele era algo que ela adorou ver. Amanda o beijou e foi se colocando por cima dele. Então desceu, tirou a camisinha, chupou o resto de porra e começou a brincar de novo com o pau e o saco dele.

Ele gemia. Amanda continuava. Aos poucos, sentiu o pau dele voltar a endurecer. Manteve o ritmo. As pernas dele se mexiam, os testículos também. Ela sabia que era um ótimo sinal. Chupou e bateu mais forte.

A boca dela era perfeita. Amanda sabia que chupava bem. Os homens nem precisavam forçar sua cabeça. Ela sabia o que fazer.

Ele começou a gemer mais. Amanda bateu mais forte e chupou mais rápido. Então ele gozou, gemendo, dentro da boca dela. Ela mostrou a porra na língua e engoliu.

Amanda se levantou e olhou para o corpo sugado dele. Sentia-se uma vampira. Estava deliciada com tudo.

Deitou ao lado dele e disse que tinha gostado. Perguntou se ele toparia ser um fixo dela, porque, naquele momento, não queria um envolvimento grande demais. Ele aceitou. Como negaria?

Depois de um breve descanso, ela foi ao banho. Ele também. No chuveiro, ele pôde admirar ainda mais o corpo de capa de revista dela. Parecia sentir que ainda devia algo. Foi então que começou a mamar nos seios de Amanda.

Ela sentiu que ele queria dar a ela um prazer a mais.

Ele começou a meter os dedos em sua buceta, um de cada vez. Amanda levantou uma perna, apoiando o pé no vaso, e ele continuou mexendo nela. O tesão voltou a subir. Ela estava ficando toda melada. O corpo dele a segurava contra a parede, usando o que restava de força naquele banho.

Até que Amanda gemeu bem alto, segurou a respiração e sentiu as pernas tremerem. Tinha gozado.

Ele se afastou e a beijou.

Agora sim, estava satisfeito.

Depois tomaram banho de verdade, vestiram-se e saíram. Chamaram um carro. Foram embora se apoiando, sorridentes, ainda com o corpo cansado e o desejo no ar.

A promessa ficou feita: sempre que Amanda estivesse a fim, outras aventuras poderiam acontecer.

Ficção Tags:anal, boquete, encontro, explícito, heterossexual, pousada, romântico, site de relacionamento

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