Gosto de sair para rolês interessantes, minha amiga sabe disso e me convidou para um luau na praia. Chamei um amigo para irmos de carro, afinal, estávamos querendo aproveitar o momento e relaxar à beira-mar. Era quase meia-noite, eu e ele a sós. Eu vestia um vestidinho amarelo floral, ele estava com uma camiseta regata azul e uma bermuda jeans, e não pude deixar de notar sua silhueta perfeita marcada naquela camiseta. Lindo, era a única palavra que minha mente conseguia formular diante do que estava ali diante dos meus olhos. Sentíamos a brisa da praia, ele me puxou pelas mãos e fomos caminhando pela areia onde um grupo de umas 20 pessoas se reunia.
Os sons do violão, as músicas, o vinho e a maconha rolavam e os efeitos se juntavam. Eu me sentia leve, sensível, olhei para o meu amigo e já comecei a desejar. Ele percebeu minha cara de safada e começou a me beijar. O clima foi esquentando, a madrugada não esfriava nada daquele desejo.
Nós dois já tínhamos uma certa intimidade. Ficávamos juntos há um bom tempo e, nessa noite, estávamos no mesmo lugar que várias outras pessoas. Bebemos, trocamos papos e ele sempre teve malícia comigo — e eu, como sempre, nunca negaria fogo.
Foi aí que ele me chamou para dar uma caminhada. Nos afastamos da galera, que nem percebeu. Ele me levou para um lugar bem reservado na areia, embaixo dos coqueirais, tirou meu vestido e começou a me dar carinho.
Como ele já conhecia meu corpo, fez o que já fazia de costume. Depois de um certo tempo, o coitado realmente me deu aquela surra de língua que eu adoro. Foi chupando minha buceta sem parar, metendo a língua como se fosse a pica dele, puxando e mordendo meu grelo.
Aí me chupava, depois descia pro meu umbigo puxando meu piercing, sempre acariciando meu grelinho, até chegar nele, onde se lambuzou todo.
Daí não parava de meter, batia na minha bunda, puxões de cabelo, pegada forte na minha cintura — e tome penetração gostosa. Ele foi metendo o pau e eu gemendo de tesão, delirando de prazer.
Ele pediu para eu ficar na posição que ele adora me comer, de quatro. Empinei para ele meter. Daí ele firmou e começou a meter. Eu gemia e ele metia mais, puxava meu cabelo e eu só sentia aquele pau, muito tesão. Quando ele deu uma cansada, eu pedi para ficar em cima dele.
Adoro cavalgar, sentar delicadamente naquele pau. Mal senti ele dentro, a boca dele já estava nos meus seios, me mamando enquanto eu rebolava. Fui aumentando a velocidade da sentada, gemendo gostoso, falando putaria e via ele delirando olhando pra mim, pedindo pra eu não parar, que estava muito gostoso e que aquela sentada só eu sei dar.
“É, né, bucetada que tu quer? Então toma, safado.” Sentei nele até gozar naquela pica gostosa. Quiquei e rebolei tanto que fiquei com as pernas bambas. Depois ele ficou me fudendo enquanto eu descansava as pernas, mas eu nunca queria que ele parasse de me dar pica. Muito safado ele — e sempre me satisfaz em tudo. Adoro um amigo assim, pau para toda obra.
Depois de rebolar com força, ele me botou de ladinho e ficou pincelando minha buceta pra cima e pra baixo, botava e tirava. Aí sarrava e em seguida metia, ficando nessa, até que ficou doido de tesão e foi metendo com força, alisando minha bucetinha porque já estava ardida de tanto ele me fuder e me chupar. Aí nós gozamos juntos, nos beijamos e voltamos para onde estava a galera. Adoro uma amizade intensa.


