Minha história é um pouco longa, mas os detalhes são algo que dão os contornos de uma vida que foi aos poucos ganhando intensidade. Sou uma mulher branca, loira com 1,68. Sempre fui decidida no que queria na minha vida, todavia fui aproveitando os momentos. Eu terminei a escola virgem, com 18 anos e não queria começar a faculdade virgem.
Apareceu a oportunidade no carnaval de passar 10 dias na casa do meu primo em outra área da cidade. Lá comecei a ficar com um amigo dele, era bem alto, mais de 1,90, forte e cabelo preto, cabeludo e bem branco. Ele era muito boa, estava curtindo muito ficar com ele, mesmo sendo meio babaca. Aconteceu que último dia fui para a casa dele. Eu estava com um vestido florido bem fino e calcinha e sutiã branco. Fui para lá andando, era bem perto do meu primo.
Cheguei e encontrei ele já sem camisa e de bermuda folgada. Ele não foi muito romântico. Começamos a nos beijar na sala mesmo, a casa estava vazia. Eu tinha dito que era virgem, mas acho que ele achou que tinha mentido para ele. Ele me beijou, me pegou no pescoço e começou a descer minha cabeça em direção ao pau dele. Aí mandou eu ajoelhar, fiquei bem nervosa, mas fui obedecendo. Sentia meu coração batendo muito forte.
Foi quando ele abaixou a bermuda e o pau já veio no meu rosto. Primeira vez que vi um pau assim, ao vivo. Na hora que vi o tamanho e falei que não ia aguentar. Ele reparou que realmente eu não sabia o que estava fazendo e começou a perguntar se eu estava bem. Eu disse que sim. Foi ai eu comecei a beijar o pau dele, não sabia direito como chupar e estava com medo de bater o dente. Ele reparou que eu estava constrangida e perguntou se eu era virgem. E aí eu disse que sim, por mais que já tivesse dito antes.
Nesse momento ele sorriu e me levou para cama. Tirei a roupa e me deitei de barriga para cima. Percebi que também ficou nervoso. Ele não conseguia meter em mim, até que teve uma hora que ele desistiu, estava super constrangido, eu também. Mas aí eu disse que poderia chupar ele. Eu tentei chupar um tempão, mas não estava muito bom para ele, a situação não ajudou. No final, ele bateu uma punheta e gozou na minha boca. Foi bem constrangedor. Voltei para casa e segui minha vida.
Naquele mesmo ano, mudei para a cidade vizinha e fui para a faculdade virgem ainda. Logo no trote fui muito assediada, perguntam sobre experiências e quando disse que era virgem ninguém acreditou, mas todos queriam conferir. Foi quando que conheci um rapaz legal, era calouro igual a mim. Eu estava um pouco traumatizada ainda. Mas de longe eu era uma das calouras mais bonitas e tinha muito veterano atrás de mim, mas todos meio babacas.
Diante de todos aí, esse cara era o que mais parecia mais comigo. Por sorte acabamos entrando no mesmo grupo. Ele era meio playboy, não era bobão, mas não tinha muitas experiências. Não era convencido e babaca igual os outros, mas ao mesmo tempo era um cara confiante, além de ser muito bonito. Ele, 18 anos como eu, 1,73 de altura, uns 66 kg e era todo fortinho definido. Nada como o outro rapaz, o outro era muito mais forte. Mas esse era mais parecido com meu corpo até. Era branco, mas bem pele meio dourada de sol, cabelo com franja, loirinho de sol, praticava surfe, só que não tinha o estereótipo de gírias de surfista. Ele também chamava muita atenção das veteranas e calouras. Mas, foi o fato de ser mais como eu que fez pular etapas.
No nosso grupo de calouros, uns 6 que viraram amigos, e ele era um desses. Ele sempre foi o mais engraçadinho. Eu não estava pensando em nada, duas semanas eu não tinha ficado com ninguém ainda e ele também não. Até que fomos em uma festa e acabamos nos beijando. Foi algo bem natural, claro que a bebida ajudou. Fomos conversando, até que reparamos que não tinha mais ninguém perto e ele me beijou.
A partir daí começamos nossa história juntos, demorou uns 3 meses e falávamos de como seria a nossa primeira vez. Ele só tinha tido uma única experiência também, mas tinha sido bem mais novo. Nós conversamos muito, ele me pediu em namoro antes, mas eu não quis. Mesmo assim, eu já estava com muita vontade de transar. Nós matávamos muita aula para ficar se beijando. Ele sempre me chamava para irmos ao motel,, mas negava. Até que decidi, informei ele numa segunda para irmos num sábado. Ele ficou a semana toda pilhado.
Chegou o dia, eu me arrumei com a mesma roupa da outra vez do carnaval, o vestido fino florido, calcinha, sutiã e toda depilada. Naquela época não tinha Uber e táxi era muito caro. Ele não sabia dirigir, então peguei um ônibus até lá, quase uma hora de viagem. Já ele foi de bicicleta.
Nós encontramos antes do lado de fora, ele amarrou a bicicleta. Ele foi vestido para ir à praia, pois tinha falado isso para os pais. Na mochila ele levou bastante cerveja, tomamos coragem e entramos.
Ali, era a primeira vez em tudo. Estávamos muito ansiosos. No quarto, ficamos nos beijando muito tempo. nenhum conseguia tirar a roupa. Então bebemos as cervejas e começamos a se soltar. Ele foi dizendo que ia começar a beijar meu corpo todo. Começou pelo pescoço, desceu para os meu peitos, aí subiu o vestido e tirou meu sutiã. Depois foi descendo para minha barriga e tirou minha calcinha, na sequência foi descendo para minha barriga e tirou minha calcinha e me deitou na cama
O clima foi esquentando, eu comecei a relaxar, sentir tesão. Então, ele de cara começou a beijar minha bucetinha e começo a chupar. Foi delicioso, ele acertou em cheio o ponto e comecei a sentir pulsar, eram vários calafrios, me segurava, gemia e, do nada, eu relaxei. Eu não sabia ainda, mas tinha acabado de gozar. Ele conseguiu só me chupando.
Na sequência, ele botou uma camisinha. Eu já tinha gozado e não tinha visto o pau dele ainda, sendo o segundo na minha vida. Ele era bem menor que o outro, bem menor e bem mais fino. Ele pelado, vestido com a camisinha e eu de barriga para cima na cama. Ele veio entre minhas pernas e perguntou se poderia botar, eu balancei a cabeça que sim.
Nessa hora, estava relaxada, mas eu estava sentido muita vontade. Quando encaixou a cabecinha eu senti que entraria, mas ia doer. Então pedi para que ele fosse de uma vez. Dito e feito, afundou o pau inteiro. Foi um misto de muita dor com alivio de ter conseguido. Na sequência eu pedi para ele tirar, minha bucetinha sangrou um pouco, me levantei e me lavei. Ele trocou a camisinha e eu pedi para ir de novo.
A partir daí, começamos no papai e mamãe mesmo. Só que para mim foi incomodo, porque eu já estava satisfeita. Minha bucetinha foi de super relaxada, para dolorida. Minha sorte foi que gozou rápido. Depois meio que acabamos dormindo e acordamos no limite do tempo, nos arrumamos rápido e saímos correndo. Eu adorei tudo aquilo, fiquei muito feliz por ter conseguido uma sensação diferente.
A partir daí nossa relação foi se estreitando e começamos a namorar. Começamos a transar muito. Acho que era mais o nosso fogo de jovem. Nós víamos todos os dias também. Isso ajudava no tesão. Vivemos uns seis meses mágicos, Até eu começar a querer outro homem, o do carnaval.
Eu descobri que aquele antigo cara ficou com uma amiga minha, ela saiu falando super bem dele, e isso mexeu muito comigo, pois era uma ferida minha. Eu nunca liguei muito, mas sabia que o pau do meu marido era muito menor e a minha amiga frisou diversas vezes o quanto o pau do outro era maravilhoso. Fiquei quase um ano pensando nisso, até que veio o período que o sexo com meu namorado piorou muito. Era conta de mim mesma, não conseguia curtir e me concentrar igual
Eu não tinha, e continuo não tendo, redes sociais. E não gosto muito de foto. Então comecei a bolar um jeito de encontrar com o cara sem o meu namorado saber, e sem falar por celular ou mensagem, afinal não queria deixar rastros.
Teve um dia que foi a oportunidade perfeita, meu namorado viajou para surfar e eu sabia que o cara ia para uma academia. Eu cheguei cedinho e fui preparada para ficar até ele aparecer. Eu estava de short curto e top bem chamativo azul claro. Meu short tinha um protetor para a bucetinha não ficar exposta e estou, sempre uso sem sutiã. Demorou umas duas horas, mas ele chegou. Ele estava de regada e bermuda larga. Aí eu já estava pronta, fui fazer uns exercícios perto e fingi que não vi, até ele falar comigo. Só que não estava dando certo, ele não vinha falar comigo.
Tive que agir, na saída fui até ele e perguntei se não ia me cumprimentar. Ele disse que não falava com mulher comprometida. Então, eu peguei na mão dele e disse que ele era amigo e não tinha problema. Falei meio oferecida, pois estava ficando desesperada. Ele então se ligou, disse que a casa dele estava vazia de novo e perguntou se eu já estava mais experiente para terminar o que fizemos. Para a pergunta dele, eu só balancei a cabeça que sim. Então disse que era para eu me preparar que ele não me comeria igual meu namorado. Ele me levou até o carro e fomos para a casa dele. Fomos em silêncio. Eu estava super nervosa, a culpa batia toda hora, mas não quis voltar. Ele só ficou quieto
Chegando na casa dele, ele só pegou na minha mão, me levou até o quarto dele e me deu uma toalha. Eu ri de nervoso e o arrependimento bateu, mas já estava pelada aí com ele. Pensei que se fugisse era capaz dele explanar. Ele tomou banho e quando voltou, estava muito gostoso.
Era como eu lembrava, do carnaval do ano anterior, o pau realmente era enorme. Fiquei animada de novo. Então, me chamou para o canto da cama , mandou eu ajoelhar e deu um tapa na minha cara e já emendou dizendo, “mama cachorra, deixa eu ver o que aprendeu”. Eu comecei a chupar. Daqui a pouco mais um tapa na cara e ele disse, “engole meu pau todo”. Eu abri o máximo que deu e ele puxou minha cabeça na direção dele, segurou alguns segundos, tirou e disse respira. Eu só puxei um ar e ele já me puxou de novo. E foi fazendo isso várias vezes.
No início eu estava desesperada, meu namorado era carinhoso, não me xingava, só se gostosa. Ali era totalmente diferente. Aos poucos fui ficando cada vez mais submissa. Parecia que nada era real e que eu realmente tinha que obedecer ele. Quando ele cansou de ser chupado me empurrou para trás, cai de barriga para cima na cama e ele me virou de bruços. Eu não me mexia, só aceitava.
Foi aí que ele pegou na minha cintura e puxou na direção dele. Eu fiquei meio que de quatro, mas sem as mãos da frente, só com a cabeça enterrada na colchão. Ele bateu na minha bunda e disse para eu empinar. Eu fiquei na posição e veio a dor. Ele enfiou tudo, eu gritei, gemi muito alto, senti minha bucetinha abrir mais um pouco. só que ele não parou, mesmo comigo gritando. Foi metendo fundo e rápido. Eu me segurava nos lençóis e era empurrada contra a cama, gemia e gritava muito com ele batendo muito na minha bunda.
Com toda aquela fúria, eu me desliguei de qualquer outra coisa e comecei a sentir uma das melhores sensações que tive. Minha buceta acomodou aquele pau enorme e comecei a sentir o prazer mesmo. Era uma mistura de me sentir rasgada com um tesão de estar fazendo algo errado e uma sensação de relaxamento. Era tudo ao mesmo tempo que ele metia muito forte e me batia muito. Mas, eu nem mais ligava ou sentia os tapas. Parecia que eu estava no lugar mais calmo do mundo. Ele até chegou a pisar no meu rosto e continuar metendo, e eu estava gozando sem parar ficando cada vez mais mole até que ele gozou e apaguei mais uma vez.
Não sei por quanto tempo eu dormi, mas me acordou dizendo que eu tinha que ir embora pois a mãe dele iria chegar. Me vesti, dessa vez eu não beijei e nem conversei e sai. Nunca mais falei com ele, foi só aquela transa. Depois veio a culpa, sabia que não teria aquilo com meu namorado, não na mesma intensidade. E assim abriu o gatilho para o que foi acontecendo, quem sabe eu conto mais.


