Skip to content
  • Facebook
  • whatsapp
  • Instagram
  • Série Mery — Aventuras com Prazer
Desejos Intensos

Desejos Intensos

Histórias eróticas para momentos deliciosos

  • Categorias
    • Real
    • Primeiros Contos
  • Séries
    • Série Mery — Aventuras com Prazer
    • Só entre nós dois
    • Dando o Troco
  • Ouça Hot
  • Temáticas
    • virgem
    • praia
    • primeira vez
    • policial
    • carro
    • anal
    • menage
    • aventura
    • casal
    • swing
    • traição
    • suruba
    • secreto
    • heterossexual
    • lésbico
    • bissexual
    • cuckold
    • casada
    • liberal
    • romântico
    • homossexual
    • colégio
    • explícito
    • boquete
    • massagem
    • rapidinha
    • academia
  • Contato em Sigilo
  • Galeria de imagens dos contos
  • Toggle search form

Ciclo Viciante

Posted on 16 de novembro de 20256 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Ciclo Viciante

Minha história é um pouco longa, mas são os detalhes que dão contorno ao que vivi. Sou branca, loira, tenho 1,68 m e sempre fui uma mulher decidida, mesmo quando ainda estava aprendendo a entender meus próprios desejos. Terminei a escola com 18 anos, ainda virgem, e não queria começar a faculdade carregando aquela sensação de estar atrasada em relação ao mundo. Não era só pressa. Era curiosidade, vontade de viver e também um pouco de medo de continuar apenas imaginando.

A primeira oportunidade apareceu no carnaval, quando passei alguns dias na casa de um primo em outra região da cidade. Lá comecei a ficar com um amigo dele. O rapaz era alto, com mais de 1,90 m, forte, branco, cabeludo, de cabelo preto, e tinha uma presença que me intimidava. Eu estava curtindo ficar com ele, mesmo percebendo que era meio babaca. No último dia, fui até a casa dele. Estava usando um vestido florido bem fino, calcinha e sutiã brancos. A casa ficava perto da do meu primo, então fui andando, já com aquele nervosismo de quem sabe que talvez alguma coisa mude.

Quando cheguei, ele estava sem camisa e de bermuda folgada. Não foi romântico. Começamos a nos beijar na sala, com a casa vazia, e logo o clima ficou mais quente. Eu já tinha dito que era virgem, mas acho que ele achou que eu estava exagerando ou fazendo charme. Enquanto me beijava, foi conduzindo minha cabeça em direção ao pau dele e mandou que eu ajoelhasse. Fiquei nervosa, com o coração batendo muito forte, sem saber direito como agir, mas curiosa demais para fugir daquele momento.

Quando ele abaixou a bermuda, levei um susto. Era a primeira vez que eu via um pau daquele tamanho ao vivo. Falei que não ia aguentar, e ele finalmente percebeu que eu realmente não tinha experiência. A postura dele mudou um pouco. Perguntou se eu estava bem, e respondi que sim. Comecei a beijar o pau dele, tentando chupar sem saber direito como fazer, com medo de bater os dentes e passar vergonha. Ele percebeu meu constrangimento e perguntou de novo se eu era virgem. Confirmei, mesmo já tendo dito antes.

Depois disso, fomos para o quarto. Tirei a roupa e me deitei de barriga para cima. Ele também pareceu ficar nervoso, talvez por perceber que a situação não era tão simples quanto imaginava. Tentou me penetrar, mas não deu certo. Eu travei, ele também, e a vergonha tomou conta do quarto. No fim, eu disse que poderia chupá-lo mais um pouco. Tentei por bastante tempo, sem muita técnica e sem muita segurança. Para encerrar, ele se masturbou e gozou na minha boca. Foi constrangedor, confuso e muito diferente do que eu tinha imaginado.

Voltei para a casa do meu primo e segui minha vida. Naquele mesmo ano, mudei para a cidade vizinha e entrei na faculdade ainda virgem. Logo no trote, fui muito assediada. Perguntavam sobre minhas experiências e, quando eu dizia que era virgem, ninguém acreditava. Alguns veteranos pareciam tratar aquilo como desafio, como se quisessem conferir. Eu tentava levar na brincadeira, mas estava um pouco traumatizada e não queria repetir uma experiência ruim só para provar alguma coisa.

Foi nesse período que conheci um rapaz legal, calouro como eu. Ele entrou no mesmo grupo de amigos que eu, um grupo de uns seis estudantes que acabaram se aproximando. Era meio playboy, mas não era babaca. Tinha confiança, era bonito, engraçado e parecia mais parecido comigo. Tinha 18 anos, 1,73 m, corpo definido, pele clara com aquele dourado de sol, cabelo loirinho de praia e um jeito leve que chamava atenção sem esforço. Muitas veteranas e calouras também olhavam para ele, mas, comigo, a aproximação foi natural.

Durante duas semanas, nenhum de nós ficou com ninguém. Até que fomos a uma festa, bebemos um pouco e acabamos nos beijando. Não foi forçado nem planejado demais. A conversa fluiu, percebemos que os outros tinham se afastado, e o beijo simplesmente aconteceu. A partir dali, começamos nossa história. Ficamos por cerca de três meses, falando muito sobre como seria minha primeira vez de verdade. Ele já tinha tido uma experiência, mas não muitas. Eu ainda estava cheia de receios, mas também cada vez mais cheia de vontade.

Ele me pediu em namoro antes de transarmos, mas eu não aceitei de imediato. Mesmo assim, nós nos víamos quase todos os dias, matávamos algumas aulas para ficar nos beijando e o desejo foi aumentando. Ele sempre sugeria motel, e eu negava. Até que, em uma segunda-feira, decidi que iríamos no sábado. Quando contei, ele ficou pilhado a semana inteira.

Chegou o dia, e me arrumei com o mesmo vestido florido fino daquela primeira tentativa no carnaval. Coloquei calcinha, sutiã e fui toda depilada. Na época, não tinha facilidade de aplicativo, e táxi era caro. Peguei um ônibus até perto do motel, quase uma hora de viagem. Ele foi de bicicleta, dizendo aos pais que iria à praia. Encontramo-nos do lado de fora. Ele amarrou a bicicleta, respiramos fundo e entramos.

No quarto, era primeira vez para quase tudo. Estávamos ansiosos demais. Ficamos nos beijando por muito tempo, sem coragem de tirar a roupa. Então bebemos um pouco das cervejas que ele tinha levado na mochila e fomos nos soltando. Ele disse que queria começar beijando meu corpo todo. Começou pelo pescoço, desceu para meus seios, subiu meu vestido e tirou meu sutiã. Depois foi beijando minha barriga, tirou minha calcinha e me deitou na cama com cuidado.

O clima foi esquentando, e eu comecei a relaxar. Então ele beijou minha buceta e começou a chupar. Foi delicioso. Ele acertou meu ponto de um jeito que eu não esperava. Senti pulsar, vieram calafrios, eu me segurava nos lençóis, gemia baixinho e, de repente, relaxei por completo. Eu ainda não sabia direito, mas tinha acabado de gozar. Ele conseguiu aquilo só me chupando.

Na sequência, colocou camisinha. Eu já tinha gozado e ainda nem tinha visto o pau dele direito, o segundo da minha vida. Era bem menor que o do outro rapaz, mais fino também, mas naquele momento isso não parecia tão importante. Ele ficou entre minhas pernas e perguntou se podia colocar. Balancei a cabeça dizendo que sim.

Eu estava relaxada, mas ainda com medo. Quando encaixou a cabeça, senti que entraria, mas também que doeria. Pedi que fosse de uma vez. Ele obedeceu e afundou inteiro. Foi um misto de dor forte e alívio por finalmente ter conseguido. Logo pedi para ele tirar. Minha buceta sangrou um pouco. Levantei, me lavei e tentei recuperar o fôlego. Ele trocou a camisinha, e eu mesma pedi para tentar de novo.

A partir daí, começamos no papai e mamãe. Para mim foi incômodo, porque eu já estava satisfeita e agora estava dolorida. Ainda assim, eu queria passar por aquilo. Minha sorte foi que ele gozou rápido. Depois acabamos dormindo e acordamos quase no limite do tempo. Arrumamo-nos correndo e saímos. Mesmo com dor e nervosismo, fiquei feliz. Tinha vivido algo diferente, íntimo, meu.

Depois disso, nossa relação se estreitou, e começamos a namorar de verdade. Passamos a transar muito. Talvez fosse o fogo da idade, talvez fosse a descoberta. Nós nos víamos todos os dias, e isso ajudava a manter o tesão aceso. Vivemos uma fase bonita, intensa e carinhosa, do jeito que uma primeira relação pode ser quando ainda existe aquela mistura de novidade, insegurança e vontade.

Com o tempo, nosso namoro virou algo mais sério. A vida foi andando, a faculdade seguiu, os planos mudaram, e acabamos casando. Ele foi meu primeiro homem de verdade, meu companheiro, alguém com quem construí uma história. Só que nem toda história resolve tudo dentro da gente. Algumas curiosidades ficam quietas por um tempo, esperando a oportunidade de voltar.

E a minha voltou com o homem do carnaval.

Eu descobri que aquele antigo rapaz tinha ficado com uma amiga minha. Ela saiu falando muito bem dele, e aquilo mexeu comigo porque tocou em uma ferida antiga. Eu nunca tinha dado tanta importância, mas sabia que o pau do meu marido era muito menor. Minha amiga frisou várias vezes o quanto o outro era maravilhoso, o quanto ele tinha uma pegada forte, o quanto tinha sido intenso. Aquilo ficou na minha cabeça de um jeito que eu não queria admitir.

Durante um tempo, tentei ignorar. Eu era casada, tinha uma vida, não queria criar problema. Só que a comparação começou a me perseguir. No sexo com meu marido, às vezes eu me pegava pensando naquele homem do carnaval, naquela tentativa frustrada, naquele pau enorme que eu nunca tinha conseguido sentir de verdade. Foi quase um ano com essa ideia rondando minha cabeça, até que nosso sexo começou a piorar. Não era só culpa do meu marido. Era minha cabeça viajando para outro lugar.

Eu não tinha, e continuo não tendo, redes sociais. Também nunca gostei muito de fotos. Então comecei a imaginar um jeito de encontrar aquele cara sem falar por celular, sem mensagem, sem deixar rastro. Eu sabia que era errado. Sabia que era traição. Mas também sabia que aquele ciclo mal fechado estava virando obsessão.

Um dia, a oportunidade apareceu. Meu marido viajou para surfar, e eu sabia que o outro frequentava uma academia. Cheguei cedo e fui preparada para ficar até ele aparecer. Usei short curto e um top azul-claro bem chamativo. Fui sem sutiã, como costumava usar, e fiquei treinando, fingindo naturalidade enquanto esperava. Demorou umas duas horas, mas ele apareceu. Estava de regata e bermuda larga. Tentei fazer exercícios perto dele, fingindo que não tinha visto, esperando que viesse falar comigo. Não veio.

Então precisei agir. Na saída, fui até ele e perguntei se não ia me cumprimentar. Ele respondeu que não falava com mulher comprometida. Peguei na mão dele e disse que ele era amigo, que não tinha problema. Falei meio oferecida, porque eu estava desesperada para fechar aquele ciclo mal resolvido. Ele entendeu na hora. Disse que a casa dele estava vazia de novo e perguntou se eu já estava mais experiente para terminar o que tínhamos começado.

Em vez de responder com discurso, só balancei a cabeça.

Então ele falou que eu deveria me preparar, porque não me comeria como meu marido. A frase me deu um frio na barriga. Ele me levou até o carro, e fomos em silêncio para a casa dele. A culpa aparecia de vez em quando, mas eu não quis voltar. Eu sabia que ainda podia desistir, mas não desisti.

Chegando lá, ele pegou minha mão, levou-me até o quarto e me entregou uma toalha. Ri de nervoso. O arrependimento bateu por alguns segundos, mas eu já tinha atravessado a porta por vontade própria. Tomei banho e fiquei esperando. Quando ele voltou, também de banho tomado, a lembrança do carnaval veio inteira. Ele continuava muito gostoso, e o pau realmente era enorme como eu lembrava.

Ele me chamou para a beirada da cama, mandou que eu me ajoelhasse e deu um tapa leve no meu rosto antes de dizer que queria ver o que eu tinha aprendido. O susto veio, mas junto veio um tesão que eu não esperava. Meu marido era carinhoso, não me xingava, não tinha aquela pegada. Ali era outra coisa. Um jogo mais bruto, mais dominante, que me intimidava e me excitava ao mesmo tempo.

Comecei a chupar. Ele foi conduzindo minha cabeça, às vezes mais fundo, às vezes segurando alguns segundos antes de deixar que eu respirasse. No começo, fiquei desesperada com a intensidade, mas ele percebia quando eu precisava de ar e diminuía. Aos poucos, fui entrando naquela dinâmica. Parecia que o mundo tinha ficado distante e que eu só precisava obedecer, sentir e descobrir se aquela submissão era mesmo algo que meu corpo queria.

Quando cansou de ser chupado, ele me empurrou para trás sobre a cama e me virou de bruços. Eu não me mexi muito. Aceitei o comando, sentindo o coração disparar. Ele pegou minha cintura e me puxou para perto, deixando-me quase de quatro, com o rosto no colchão. Bateu na minha bunda e mandou que eu empinasse. Fiz o que ele pediu.

Quando entrou, senti uma dor forte. Era grande demais, intenso demais. Gritei, e ele parou por um segundo, segurando minha cintura. Perguntou se eu queria continuar. Eu estava assustada, mas também completamente tomada por aquela mistura de culpa, tesão, curiosidade e desejo antigo. Pedi que fosse mais devagar no começo. Ele obedeceu por alguns movimentos, deixando meu corpo se abrir. A dor continuava ali, mas começou a se misturar com prazer. Quando me acostumei, eu mesma empinei mais e pedi que metesse com mais força.

A partir daí, a fúria veio. Ele metia fundo, rápido, puxava meu corpo contra o dele, dava tapas na minha bunda e falava putaria no meu ouvido. Eu me segurava nos lençóis, gemia alto, sentindo aquele pau enorme me abrindo de um jeito que meu marido nunca tinha feito. Era errado, era traição, era uma ferida antiga sendo cutucada e, ao mesmo tempo, um prazer que eu não conseguia negar.

Meu corpo foi cedendo até entrar em outro estado. A dor inicial virou pressão, a pressão virou calor, e o calor virou uma sensação de entrega quase calma, mesmo no meio da brutalidade da cena. Ele apoiou o pé de leve perto do meu rosto, mais como gesto de dominação do que força real, e aquilo me acendeu ainda mais dentro daquele jogo. Eu estava gozando, ficando mole, perdendo a noção do tempo, tomada por uma intensidade que parecia me desligar do resto do mundo.

Quando ele gozou, meu corpo desabou na cama. Não sei por quanto tempo fiquei apagada de cansaço, mas acordei com ele dizendo que eu precisava ir embora porque a mãe dele chegaria. Vesti-me rápido. Dessa vez, não teve beijo nem conversa longa. Saí dali com as pernas bambas e a cabeça cheia de culpa.

Nunca mais falei com ele. Foi só aquela transa.

Depois veio o peso do que eu tinha feito. Eu sabia que não teria aquilo com meu marido, não daquela forma, não com aquela intensidade. Mas também sabia que tinha aberto uma porta perigosa dentro de mim. O que começou como uma primeira frustração virou comparação. A comparação virou obsessão. A obsessão virou traição.

E, quando um ciclo desses começa, a gente às vezes só percebe o vício depois que já entrou nele.

Talvez um dia eu conte o que veio depois.

Real Tags:amante, aventura, casada, dominação, explícito, faculdade, heterossexual, motel, primeira vez, secreto, sexo proibido, traição, virgem

Navegação de Post

Previous Post: Cárcere de Luxo
Next Post: Cumplicidade Íntima

Related Posts

Entre Amigos e Segredos Divulgação
Banho Duplo de Prazer Real
Quanto mais, melhor Divulgação
Extravasando Desejos Real
Convite para o Prazer Divulgação
Entre o amor e a amizade Divulgação

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Termos e condições

Política de Privacidade

Copyright © 2026 Desejos Intensos.

Powered by PressBook Masonry Dark