Quando se é jovem, com os desejos aflorando pela pele, a gente vive algumas aventuras sem pensar tanto nas consequências. Pelo menos foi assim comigo. Aos 19 anos, adulta, curiosa e cheia de vontade, comecei a me viciar em algo extremamente gostoso. Sou uma mulher morena, de olhos castanhos, razoavelmente magra. Meus seios e minha bunda são pequenos, mas sempre chamaram atenção nas festas.
Foi justamente em uma festa, com minhas amigas, que comecei a me soltar mais. Eu estava vestida com um short e um cropped curto, o som tinha aquela batida que fazia o corpo rebolar sozinho, e a bebida já tinha deixado tudo mais leve, sem me tirar do controle. Foi quando percebi dois homens me olhando. Eles me secavam de cima a baixo, vidrados, e eu correspondia ao flerte sem disfarçar.
Não vou negar: ver dois homens negros, bonitos, fortes e com aquele jeito safado me desejando fez minha vontade de rebolar aumentar ainda mais. Era óbvio que eles me comiam com os olhos. Em determinado momento, fui em direção ao banheiro, que ficava atrás de onde eles estavam. Passei pelo meio dos dois e senti, no mesmo instante, as mãos deles batendo na minha bunda. Confesso que aquilo me deu um tesão absurdo. Fui ao banheiro, voltei para a festa e continuei dançando, provocando e flertando com eles até a noite acabar.
Já do lado de fora, peguei o celular para chamar um Uber e voltar para casa. Foi nesse momento que os dois apareceram em um carro, oferecendo carona. Olhei bem para eles. Era um convite tentador demais. Aceitei e entrei no banco da frente, do carona. O motorista foi puxando assunto, dirigindo, e aos poucos começou a passar a mão no próprio pau. Minha cara entregava que eu estava com vontade. Quando vi aquele volume aparecendo, não consegui disfarçar o tesão. Ele colocou para fora, e eu fiquei hipnotizada. Era enorme, bonito e muito gostoso. Não me aguentei e caí de boca naquela rola.
Eu lambia, chupava e deixava ele guiar minha cabeça com a mão, enquanto o clima dentro do carro ficava cada vez mais quente. Nem percebi direito para onde estávamos indo. Só notei quando paramos na casa de um deles. Entramos e, já na sala, começamos a nos beijar. Enquanto eu beijava um, o outro vinha por trás, roçando em mim, me envolvendo com aqueles braços fortes. Aquelas bocas no meu corpo me deixavam em um estado de tesão quase fora do normal.
Me ajoelhei na frente deles, abri as roupas e tirei os dois paus para fora. Caí de boca, alternando entre um e outro, sentindo aqueles paus pesados e grossos na minha boca. Era muita coisa para mim, mas eu queria mais. Não demorou para eles me levantarem e tirarem minha roupa. As bocas percorriam meu corpo, beijando, lambendo, chupando, enquanto um passava a mão nos meus seios e o outro apertava minha bunda.
Eu estava completamente nua quando um deles me levou para a cama. Deitei, ainda zonza de tesão, e me posicionei para chupar um enquanto o outro abria minhas pernas. Minha buceta já estava toda molhada quando ele entrou em mim. Senti aquela pressão gostosa me alargando, enquanto o outro ocupava minha boca. Quando entrou tudo, soltei um gemido alto, daqueles que a gente nem tenta segurar.
Ele começou a me comer de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. Era forte, intenso, cheio de desejo. Depois de um tempo, eles trocaram de posição, e minha bunda já estava vermelha de tanto ser apertada e receber tapas. Eu não sei quanto tempo fiquei gemendo e gozando naqueles paus, mas parecia que meu corpo inteiro tinha virado puro vício.
Em determinado momento, um deles pediu para que eu ficasse por cima. Sentei no pau dele, encaixando na minha buceta, e comecei a cavalgar. Era delicioso. Eu sentava naquela rola gostosa, gemendo sem vergonha, enquanto o outro vinha por trás. Ele começou passando o dedo no meu cuzinho, devagar, e eu logo entendi a maldade. Mesmo assim, antes de avançar, ele perguntou se podia colocar ali também.
Com o tesão que eu estava sentindo, não tinha como dizer não. Me inclinei mais para a frente, ainda com o pau do outro dentro da minha buceta, e empinei. Era a minha primeira DP, dupla penetração, e fui sendo levada por aquela mistura de medo, pressão e prazer. O segundo pau foi entrando aos poucos, empurrando, abrindo caminho, enquanto eu me segurava e tentava respirar. Quando entrou tudo, os dois começaram a se mover juntos.
Foi surreal. Eu sentia os dois dentro de mim, me preenchendo completamente, me comendo com força e sem pressa de acabar. Eles me seguravam pela cintura, metiam gostoso, e eu gozava sem conseguir controlar. Meus gemidos se misturavam aos deles, e eu sentia meu corpo inteiro pulsar com aquela sensação de estar tomada por dois homens ao mesmo tempo.
Aquela noite foi incrível. Voltei para casa acabada, dolorida, satisfeita e completamente marcada por aquela experiência. Minha calcinha ficou encharcada, e minha cabeça não conseguia pensar em outra coisa. Nem preciso dizer que, desde então, já faz quatro anos que continuo saindo com eles sempre que dá.

Aquela primeira DP, dupla penetração, virou um vício. E, quando a vontade aperta, eu só preciso chamar meus dois amantes gostosos para mais uma dose dupla de prazer.

