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Tesão além do tempo

Posted on 4 de novembro de 20264 de novembro de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Tesão além do tempo

Meu nome é Nati, tenho 27 anos. Sou magra, tenho 1,68m, cabelos castanhos compridos e olhos pretos. Sou casada há sete anos com Cláudio, de 58 anos, um homem magro, de cabelos grisalhos, muito amoroso e gentil. Só que além do meu marido tem um namorido, o Wagner tem 47 anos, é atlético, tatuado, tem cabelos compridos e olhos castanhos cor de mel. Durante muitos anos ele fez parte da família porque foi casado com minha tia.

Sempre achei Wagner um homem bonito, mas no começo era principalmente o jeito dele que chamava minha atenção. Era simpático, confiante, conversava bem e tinha uma presença que naturalmente fazia com que eu reparasse nele. Com o tempo comecei a observar também outros detalhe, como a boca dele, os braços, o peitoral, a maneira como se movimentava. Algumas vezes, quando dormia na casa da minha tia, percebia a intimidade dos dois no quarto e aquilo acabava alimentando ainda mais minha imaginação. Wagner, pelo contrário, nunca demonstrou perceber nada. Nunca me olhou de maneira diferente, fez insinuações ou tentou criar qualquer situação comigo. Durante muito tempo, tudo existiu apenas na minha cabeça.

Isso começou a mudar durante um acampamento em família. Era verão, fazia muito calor e parentes e amigos tinham se reunido para passar o fim de semana juntos. Algumas famílias com bebês ou crianças pequenas ficaram na casa, enquanto os demais se dividiram entre várias barracas. O dia foi de comida, conversa, brincadeiras e bastante bebida entre os adultos, até que chegou a hora de decidir onde cada um dormiria.

Eu poderia ter ficado em outro lugar, mas escolhi a barraca onde estavam minha tia e Wagner. Não fui para lá com um plano definido; simplesmente queria estar perto dele. Na barraca ficamos em cinco: minha prima, minha tia, Wagner, eu e meu irmão. Todos se acomodaram lado a lado e, por acaso, fiquei justamente ao lado de Wagner. Ele estava sem camisa, e naquela proximidade eu conseguia sentir seu cheiro, o calor de seu corpo e ouvir sua respiração. Aos poucos todos foram dormindo, enquanto eu continuava acordada, com a cabeça cheia de pensamentos que já carregava havia algum tempo.

Quanto mais tentava dormir, mais consciente ficava da presença dele ao meu lado. Virei na direção de Wagner, fechei os olhos como se também estivesse dormindo e, depois de hesitar bastante, coloquei a mão sobre seu peito. Meu coração disparou. Minha tia estava ali perto, assim como meu irmão e minha prima, mas Wagner continuava dormindo. Esperei alguns segundos e então comecei a passar a mão devagar pelo peito dele, sentindo a pele e os poucos pelos enquanto descia até a barriga.

Como ele não reagia, fui criando coragem. Nunca tinha tocado sexualmente em ninguém antes e, para mim, até aquele contato já parecia intenso. Continuei descendo a mão até chegar ao shorts e comecei a tocá-lo por cima da roupa, movida principalmente pela curiosidade e por tudo aquilo que durante tanto tempo tinha existido apenas na minha imaginação. Eu fazia o mínimo de movimento possível para não chamar atenção dos outros e, ao mesmo tempo, prestava atenção em Wagner para perceber qualquer reação.

Continuei por algum tempo, até que apertei um pouco mais e ele acordou. No mesmo instante tirei a mão e fiquei completamente quieta, ainda de olhos fechados, sem saber se ele tinha entendido o que estava acontecendo ou como reagiria. Wagner permaneceu imóvel por alguns segundos, depois se colocou de barriga para cima. Então abaixou o shorts, procurou minha mão e a segurou. Quando senti seus dedos nos meus, não havia mais dúvida de que ele estava desperto. Foi Wagner quem levou minha mão novamente até seu corpo. A partir daquele momento a situação era diferente: eu tinha recuado assim que percebi que ele havia acordado, e agora era ele, plenamente consciente, quem retomava o contato. Eu poderia ter parado ali, mas escolhi continuar.

Nesse momento, comecei a acariciá-lo com a mão, agora sentindo diretamente sua pele, sua rigidez e também suas bolas. Era tudo muito novo para mim, mas ao mesmo tempo havia uma sensação estranha de estar finalmente vivendo algo que durante tanto tempo tinha imaginado. Wagner colocou minha cabeça sobre seu peito e eu continuei tocando nele, enquanto nenhum dos dois dizia uma palavra.

Talvez o silêncio seja uma das coisas que mais ficaram marcadas naquela noite. Minha tia estava ali, assim como meu irmão e minha prima, todos dormindo enquanto eu permanecia apoiada sobre o peito de Wagner, percebendo sua respiração mudar conforme continuava acariciando-o. Não havia mais dúvida entre nós sobre estarmos acordados ou sobre o que estava acontecendo; o cuidado agora era simplesmente não despertar ninguém.

Depois de algum tempo, Wagner segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a conduzir a situação. Levou meu rosto mais para baixo e colocou o pau na minha boca. Eu nunca tinha feito aquilo e, nos primeiros segundos, fiquei sem saber exatamente como reagir. Tudo era novo: o cheiro, o gosto, a sensação e principalmente a consciência de que aquela era minha primeira experiência daquele tipo. Mesmo surpresa, não me afastei. Eu queria continuar.

Aos poucos fui experimentando e tentando entender como fazer, enquanto Wagner percebia que eu permanecia ali por vontade própria. Ele começou a movimentar o quadril e a conduzir o ritmo segurando minha cabeça. Algumas vezes fazia isso com mais força do que eu esperava, chegando a me fazer engasgar. Aquela intensidade me surpreendia justamente porque eu não tinha experiência, mas continuava participando e tentando acompanhar seus movimentos sem fazer barulho.

O mais excitante talvez fosse perceber onde aquilo estava acontecendo. Minha primeira experiência sexual estava sendo dentro de uma barraca, com outras pessoas praticamente ao nosso lado, e justamente com o homem que durante tanto tempo tinha sido apenas uma fantasia. Eu sentia o corpo dele ficando cada vez mais tenso, a respiração mudando e os movimentos aumentando de intensidade até que Wagner gozou dentro da minha boca.

Também aquilo era completamente novo para mim. Lembro principalmente do calor, do gosto e do cheiro forte. Acabei engolindo quase por instinto, ainda tentando entender tudo o que estava sentindo. Quando terminou, permaneci alguns segundos ali. Wagner então segurou meu rosto, me beijou e depois simplesmente voltou para o lugar dele, virando-se novamente para o lado da minha tia.

Eu também voltei para minha posição e fiquei deitada no escuro, tentando assimilar o que tinha acabado de acontecer. Não houve conversa, explicação ou promessa. Eu tinha iniciado aquela aproximação movida por curiosidade e desejo, recuado quando Wagner despertou e, quando ele conscientemente retomou o contato, nós dois seguimos sabendo exatamente que aquilo estava acontecendo.

Na manhã seguinte, Wagner me tratou normalmente, como se nada tivesse acontecido. Não fez insinuações, não lançou olhares diferentes e não tentou repetir a situação. Durante muitos anos, aquela noite permaneceu exatamente assim: uma lembrança intensa guardada entre nós dois, sem que nenhum de nós tocasse novamente no assunto. Até que o tempo passou ele separou da minha tia, se afastou da família. Todavia o tesão que sentimos seguiu além do tempo. É já casada tivemos um reencontro, mas isso já será outra história…

Real Tags:aventura, boquete, explícito, heterossexual, secreto, traição

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