Eu me considero um docinho de mineira daqueles de encher a boca. Morena, cabelos curtos e cacheados, bunda grande, peitos pequenos e um jeito que, segundo alguns homens, vicia. Talvez seja exagero, mas gosto da ideia. Gosto de saber que posso deixar alguém com vontade de repetir, de me procurar de novo, de provar mais uma vez.
Entrei em um site de relacionamentos mais picantes, voltado para encontros daquele jeitinho, e acabei conhecendo um cara que combinou comigo. O papo fluiu, a malícia apareceu rápido e começamos a sair. Ele era branco, alto, sem ser muito musculoso nem gordo, e tinha um detalhe que eu achava uma graça: um bigode com uma viradinha. Dava um charme safado nele.
A gente se encontrava uma ou duas vezes por semana, quase sempre em lugares mais desertos da cidade. Eu só podia ir durante o horário de trabalho dele, e a sorte era que o serviço dele tinha certa flexibilidade. Lá ia eu, então, no carro da empresa, vivendo nossas aventuras escondidas como se aquilo já fizesse parte da minha rotina.
Em um desses dias, ele me buscou no centro da cidade. Entrei no carro, nos cumprimentamos e logo senti aquele clima conhecido. Ele estava de jeans e blusa preta. Eu estava com roupa de academia: short coladinho e curto, uma baby look que desenhava bem meu corpo e, para completar minha maldade, um plug de coração no meu cuzinho. Eu já tinha saído preparada para ele.
Ele começou a dirigir em direção a mais um canto afastado da cidade, daqueles onde a gente podia transar com menos risco de ser interrompido. Só que, no meio do caminho, a mão dele já veio para o meu corpo. Como minha roupa era elástica, ele conseguia brincar comigo mesmo enquanto dirigia. Foi descendo até meu clitóris, mexendo por cima do tecido, depois afastando um pouco para enfiar um dedo. Nem preciso dizer que fiquei cheia de tesão. Eu me agarrava ao braço dele e gemia baixo, tentando não atrapalhar a direção.
Aquilo era uma loucura. Ele dirigia com uma mão, e com a outra me levava ao delírio enquanto passávamos por ruas com carros, pessoas e movimento ao redor. Eu sabia que era arriscado, mas não estava pensando muito nisso. Naquele momento, só queria me render ao toque dele e sentir a safadeza crescer dentro de mim.
Depois de alguns minutos, chegamos ao lugar escolhido. Era uma área com muitas árvores, uma espécie de estrada que ligava dois bairros da cidade. Não era completamente isolada, porque havia um posto policial não muito longe, mas tinha trechos mais discretos. Paramos no acostamento e começamos a nos beijar com pressa, daqueles beijos afobados de quem já estava com tesão antes mesmo de chegar.
Enquanto o beijo rolava, ele passava as mãos por todo o meu corpo e ia abaixando minha roupa, não totalmente, só o bastante para me deixar exposta para ele. Quando colocou meus peitos para fora, parecia que queria me devorar. Mordia, chupava, lambia um bico e apertava o outro, enquanto uma das mãos voltava a brincar com meu clitóris. Eu gemia de um jeito que deixava claro o quanto estava gostando, e ele me olhava satisfeito, como quem adorava me ver perder a pose.
Ele gostava de me dar prazer, e não demorou para descer a boca. A língua dele veio quente, faminta, me chupando de um jeito que me fazia esquecer onde eu estava. Meu corpo respondia rápido demais. Os gemidos iam aumentando, o vidro do carro começava a embaçar e eu já estava completamente entregue quando outro carro apareceu.
Levamos um susto. O carro parou no acostamento, não tão longe de nós, e percebemos que era um casal. Pelo que dava para ouvir, parecia que o carro deles tinha dado problema e eles estavam esperando ajuda. A situação nos fez parar por alguns segundos. Abaixei a blusa e pensei em deixar para outro dia, mas ele continuava entre minhas pernas, me olhando com aquela cara de quem não queria desistir.
Eu fiquei receosa, claro. Olhei para o casal, vi que estavam ocupados com o próprio problema e que não tinham atenção nenhuma em nós. Ele se aproximou do meu ouvido e perguntou, baixinho, se eu queria continuar daquele jeito, sem chamar atenção. Respirei fundo, senti meu corpo ainda latejando de tesão e aceitei. Era arriscado, era absurdo, mas aquela adrenalina me deixou ainda mais molhada.
Com o casal ali perto, do lado do carro quebrado, ele voltou a me chupar. Eu precisava segurar os gemidos, mordendo os lábios e apertando o banco, tentando não deixar o prazer escapar alto demais. Ele percebeu que aquela tensão estava me deixando ainda mais excitada, então levantou um pouco minha blusa e começou a brincar com meus mamilos enquanto me chupava. A mistura de medo, tesão e segredo foi intensa demais. Não demorei a gozar na boca dele.
Depois disso, foi minha vez. Ajeitei-me no banco e comecei a chupar aquele pau gostoso, dando o meu melhor. Olhava nos olhos dele, passava a língua pela cabeça, beijava, chupava, usava a mão e sentia ele se perder com cada movimento. Ele puxava meu cabelo de leve, gemia e me encarava como se eu fosse mesmo aquele docinho viciante que ele queria provar toda semana.
Enquanto eu fazia o boquete, o casal conseguiu ajuda e foi embora. Assim que a estrada ficou mais vazia, ele me mandou ir para o banco de trás e ficar de quatro. Obedeci sem pensar duas vezes. Eu sabia o que ele queria. Ele veio atrás de mim, mas antes parou para apreciar. Gostava de ver meu cuzinho com o plug de coração. Eu sempre me preparava para ele, e ele sabia reconhecer isso.
Ele tirou o plug devagar, me provocando, depois começou a brincar com a entrada, sentindo meu corpo se abrir para ele. Eu já estava pronta, completamente excitada, e queria aquele pau ali. Quando entrou, gemi fundo. Era uma sensação cheia, intensa, deliciosa. Ele metia e eu pedia mais, pedia força, pedia do jeito que eu gostava. Ele me retribuía exatamente como eu queria.
O carro balançava, eu me segurava no banco e sentia cada socada me atravessar. Ele me comia com vontade, segurando minha cintura, metendo firme, enquanto eu gemia sem conseguir disfarçar muito. A estrada já estava mais vazia, e eu me permiti soltar a voz. Era bom demais. O plug, o preparo, o risco, o pau dele entrando no meu cu, tudo parecia ter sido feito para aquela tarde.
Depois de longos minutos de prazer, ele gozou dentro. Ficou parado por alguns segundos, respirando pesado, ainda segurando meu corpo. Quando terminou, colocou o plug de volta com cuidado e ajeitou minha roupa, como se estivesse guardando ali dentro a lembrança da nossa safadeza.
Voltamos para a parte da frente do carro e ficamos nos beijando por mais um tempo, até a respiração acalmar e a cara de tesão virar uma aparência minimamente normal. Depois ele me deixou em casa como se eu não estivesse com o cu cheio de porra e as pernas quase falhando. Nos despedimos, e fui andando devagar, tentando fingir naturalidade.
Ele só saiu quando me viu entrar. Tenho certeza de que não queria perder a cena das minhas pernas tremendo depois daquela aventura.
Sem sombra de dúvida, foi uma das melhores experiências que tive. Algumas coisas viciam mesmo. E, quando o sabor é bom, a gente sempre arruma um jeito de provar de novo.



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