Vivendo em uma cidade pequena, as coisas são um pouco mais difíceis quando a vontade é encontrar alguém com a mesma afinidade safada. Por isso, eu uso mais a internet para conversar com pessoas que tenham esse lado mais ousado. Pode parecer que sou muita areia para os caminhões por aí, mas também tenho meu lado safada. Quem quiser saber como eu sou pode me encontrar no Instagram, em @merydaia.
Certo dia, marquei um encontro com um rapaz no chat UOL. Desde o começo deixei claro que era uma conversa adulta, entre maiores de 18 anos, e o papo foi rolando de um jeito gostoso. Combinamos o local e a hora, e eu fiquei de passar para buscar ele.
Fiquei bem animada e me arrumei toda putiane. Vesti uma minissaia sem calcinha, meias longas de lingerie e um top de biquíni. Para animar a noite, levei algumas bebidas e peguei meu carro, que tinha carroceria e se adaptava bem àquela vida de cidade do interior. Depois fui até o ponto combinado.
Quando cheguei, vi o rapaz esperando. Ele era tímido, meio sem jeito, com cara de quem tinha pouca experiência ou talvez estivesse prestes a viver uma das primeiras vezes. Entrou no banco do carona e ficou me olhando, claramente nervoso. Aproveitei a situação e, mesmo dirigindo, comecei a fazer carinho na perna dele, sentindo o corpo dele reagir aos poucos.
O clima foi esquentando. Como ele estava de short de futebol, não foi difícil perceber o volume crescendo. Ele estava visivelmente excitado, então pedi para ele dirigir. Paramos, trocamos de lugar e, daí em diante, era ele tentando se concentrar na pista enquanto eu mamava o pau dele. Os gemidos começaram a escapar, e eu parava de vez em quando só para ele não gozar antes da hora.
Chegamos a um lugar bem distante, como tínhamos combinado. Era uma aventura diferente, longe de tudo, com aquele ar de proibido que deixa a gente ainda mais acesa. Sugeri que saíssemos do carro e sentássemos na carroceria para beber um pouco. Ficamos ali, numa noite quente, no escuro de uma estrada de terra, trocando ideias e carinhos. Ele era meio desengonçado com a situação, mas estava consciente, animado e completamente envolvido.
Aos poucos, voltei com a brincadeira. Passei a mão no pau dele por cima do short e, quando senti que estava reagindo de novo, falei para colocar para fora. Ele obedeceu, ainda tímido, e eu continuei batendo para ele. Percebi que estava acuado pela própria vergonha, então falei que ele podia passar as mãos em mim, que não precisava ficar travado.
Enquanto as mãos dele percorriam meu corpo, o pau ficava cada vez mais molhado. Quando ele percebeu que eu estava sem calcinha, não aguentou a pressão e gozou na minha mão. Foi rápido demais, mas achei até gostoso ver o quanto ele estava fora de si. Tivemos que dar um tempo para ele se recuperar.
Fiquei beijando, provocando e acariciando até ele endurecer novamente. Dessa vez, não perdi tempo. Coloquei a camisinha nele com a boca, e ele quase gozou de novo só com isso, mas consegui segurar. Eu estava gostando daquela mistura de controle, desejo e timidez dele.
Transamos um pouco, mas eu precisava parar e recomeçar para ele não acabar rápido demais. Ele tentava aguentar, mas o tesão era mais forte. Não demorou muito para encher a camisinha, só que, para minha surpresa, não amoleceu. Ele queria continuar, e eu também.
Me ajeitei de outro jeito, trocamos a camisinha e falei que eu iria sentar nele. Desci devagar, dei algumas sentadas e senti o corpo dele inteiro tremer. Depois tirei da buceta e levei para trás, encaixando no meu cuzinho. Foi bem nessa hora que passou um carro pela estrada. Ainda estávamos com parte das roupas, mas já no ato, em cima da carroceria, naquela situação completamente safada.

Quando percebi, o carro passou sem nos ver, mas eu me assustei e parei de mexer por alguns segundos. Só que, quando tentei voltar ao ritmo, o rapaz já tinha gozado de novo. Infelizmente, dessa vez, não conseguiu mais levantar o bicho.
Depois nos arrumamos e fomos embora. Deixei ele em casa e segui minha vida. O rapaz foi simpático, educado e legal comigo. Às vezes ainda me chama para sair de novo, mas naquele dia eu não consegui sentir tanto prazer quanto esperava, além do susto e da excitação da aventura. Fico pensando se devo dar uma segunda chance ou se sou mesmo uma mulher de alta excitação demais para ele dar conta.

