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Capturada na Boleia

Posted on 27 de agosto de 20256 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Capturada na Boleia

Eu era nova, mas já tinha 18 anos completos. Na época da pandemia, o ensino estava remoto, e eu passava muito tempo em casa, meio presa na rotina, sem aula presencial, sem grandes distrações e com o corpo pedindo movimento. Foi quando uma amiga apareceu com a ideia de fazermos caminhadas pela região para não ficarmos tão paradas. Eu aceitei na hora. Sou branca, relativamente magra, tenho 1,61 m, peitos pequenos e uma bunda que sempre chamou atenção. Eu sabia disso e, confesso, gostava de perceber os olhares.

Também tenho que confessar que eu já tinha minha safadeza. Não era nenhuma santinha perdida no mundo. Gostava de provocar, de testar limites e de sentir o poder de ser desejada. Então comecei a usar shortinhos de academia bem curtos e top, às vezes sem calcinha e sem sutiã, justamente porque a caminhada passava perto de um posto de gasolina onde sempre havia caminhoneiros. Minha amiga ia mais comportada. Eu ia sabendo exatamente o efeito que queria causar.

No primeiro dia, só ouvi assobios. Olhava, sorria e seguia andando, fingindo naturalidade, mas por dentro adorava aquela atenção. No terceiro dia, no meio do trajeto, um caminhão parou perto de nós. O motorista era moreno, alto, devia ter uns 35 anos e quase 1,85 m. Perguntou onde ficava uma parada para caminhões, porque o caminhão dele estava funcionando, mas começando a dar problema. Indicamos o posto, ele buzinou em agradecimento e seguiu.

Na volta, paramos no posto para beber água, como de costume, e encontramos o mesmo caminhoneiro. Ele veio agradecer pela ajuda. Na despedida, me deu um abraço forte, mais demorado do que o normal. Fiquei sem saber o que fazer por alguns segundos, mas não vou mentir: gostei. Ele era bonito, tinha presença e aquele jeito de homem da estrada que mistura cansaço, malícia e confiança. Fui para casa pensando nele e até comentei com minha amiga que ele tinha sido sem noção, mas que, no fundo, eu tinha gostado.

No outro dia, perto do horário da caminhada, minha amiga mandou mensagem dizendo que não poderia ir. Teria que passar uns dias no sítio dos avós. Fiquei chateada, mas resolvi caminhar sozinha mesmo assim. Quando passei pelo posto, vi o caminhoneiro mexendo no caminhão. Tentei fingir que não tinha visto, mas ele acenou. Fui educada e me aproximei.

Senti que a maldade começava ali. Ele veio me cumprimentar com abraço e beijo no rosto, e eu retribuí. Perguntou por que minha amiga não estava comigo. Expliquei. Depois contou que ainda não tinha achado mecânico para ajeitar o caminhão e que talvez precisasse ficar alguns dias por ali. Sem perceber, pensei alto e soltei um “que bom, então”. Ele não deixou passar. Perguntou por que aquilo era bom, e eu fiquei vermelha na hora. Disse que precisava ir e saí rápido, morrendo de vergonha por ter me entregado daquele jeito.

Fiz minha caminhada e voltei para casa por outra rua, só para não passar novamente na frente dele. Mas não adiantou. Cheguei, tomei banho e fiquei no celular, sem conseguir tirar aquele homem da cabeça. O corpo alto, o abraço forte, a voz, a malícia. Acabei me tocando pensando nele. Demorei um pouco, mas gozei, e depois fiquei deitada tentando entender o tamanho da vontade que aquele caminhoneiro tinha acordado em mim.

No dia seguinte, acordei já pensando em caminhar e passar pelo posto. Perto das 16h30, coloquei minha roupa de academia e fui. Passei por lá só para vê-lo, e o sorriso dele foi nítido quando me viu chegando. Dei um abraço, um beijo no rosto e disse que iria caminhar. Ele me observou partir. Na volta, já perto das 18h30, parei de novo para beber água e reencontrá-lo.

Fui até perto do caminhão, e ficamos conversando só nós dois. Ele começou a me elogiar, dizendo que eu era bonita, provocante, que aquele shortinho era covardia. Era o sinal que eu queria. Retribuí o elogio, olhei para o caminhão e falei que também era bonito. Perguntei onde ele estava dormindo enquanto esperava o conserto, e ele respondeu como se fosse a coisa mais normal do mundo: dormia no próprio caminhão.

Aquilo me deixou curiosa. Perguntei como era. Ele abriu a porta e me chamou para ver a cabine. No começo, fiz charme e disse que não. Ele insistiu com um sorriso, dizendo que era só para eu conhecer. Eu queria muito, mas ainda tentava fingir cautela. No fim, subi.

Olhei a área de descanso, a cama estreita, os espaços apertados, o cheiro de estrada e homem. Quando fui descer, vi que ele estava atrás de mim, já sem camisa. Ele olhou no fundo dos meus olhos e falou para eu entrar de novo, se eu quisesse. Naquele momento, eu já estava com tesão demais para fingir. Voltei para a cabine, sentindo a mão dele apoiar na minha bunda enquanto eu subia.

Lá dentro, ouvi ele travar o caminhão. Deu um frio na barriga, mas não era medo. Era adrenalina. Perguntei se ninguém veria. Ele disse que o insulfilm protegia bastante, que já estava escurecendo e que quase ninguém prestava atenção. Fiquei mais tranquila. Ele veio me beijando, passando a mão nos meus peitos, na bunda, me chamando de safadinha. Eu já não queria resistir. Passei a mão no pau dele por cima da calça e me assustei com o tamanho.

Ele foi beijando meu pescoço, descendo pelo meu corpo até minha buceta, que já estava molhada. Quando afastou meu shortinho e começou a me chupar, quase perdi a força. A boca dele era muito boa. Eu gemia, segurava na boleia e tentava lembrar que estávamos dentro de um caminhão parado em um posto. Isso, em vez de me travar, só aumentava meu tesão.

Depois de me chupar por um bom tempo, ele colocou o pau para fora e mandou eu chupar. Fiquei ainda mais assustada vendo de perto. Era maior do que eu esperava, grosso, pesado, com a cabeça rosada. Perguntei o tamanho, mais por nervosismo do que por qualquer outra coisa. Ele riu, deu um tapa leve na minha bunda e repetiu que eu chupasse. Fui com cuidado no começo, usando a mão, a língua e a boca até entender o ritmo. Não conseguia colocar muito, mas fazia como podia, e ele parecia gostar de me ver tentando.

Quando ficou com vontade de meter, pediu para eu ficar de quatro. Eu obedeci, já tomada por aquela mistura de vergonha e tesão. Ele começou a esfregar o pau na minha buceta, e eu pedi camisinha. Ele brincou que eu era exigente demais para uma safadinha, mas pegou uma e colocou. Eu sabia que estava fazendo uma loucura, mas não queria abrir mão daquele limite. Só depois disso deixei que ele continuasse.

A primeira entrada foi intensa. Soltei o ar para tentar relaxar, sentindo aquele pau me abrindo. Eu já não era virgem, mas nunca tinha sentido algo daquela proporção. Ele começou devagar, depois aumentou a pegada conforme meu corpo aceitava. No começo, sofri um pouco, porque era grande demais. Depois de alguns minutos, a dor foi se misturando com prazer, e eu mesma comecei a pedir mais força.

Foram muitos minutos de sexo ardente dentro da boleia. Eu me segurava onde dava, sentia o caminhão inteiro parecer pequeno para aquela loucura. Ele me xingava baixinho, me chamava de putinha da estrada, dizia que eu tinha subido ali porque queria ser comida. Eu não negava. Quanto mais ele falava, mais eu gemia. Quando gozou na camisinha, ficou parado por alguns segundos, respirando pesado, enquanto eu tentava recuperar o fôlego.

Depois ele me colocou para mamar de novo enquanto eu me vestia aos poucos. Ficamos conversando por alguns minutos, como se aquilo tudo tivesse sido uma coisa natural. Eu disse que precisava ir para casa e tomar banho. Ele brincou que banho era tudo que ele também queria. Foi quando tive uma ideia que nem parecia minha: chamá-lo para ir até minha casa. Minhas irmãs estavam na casa do meu pai, e eu estaria só com minha mãe. Como era casa térrea, ele poderia entrar pela lateral e pular pela janela do meu quarto.

O plano era arriscado, mas parecia perfeito na minha cabeça tomada por tesão. Abri o portão, entrei primeiro e deixei ele seguir pela lateral em direção ao meu quarto. Só que dei de cara com minha mãe na sala. Ela perguntou por que eu tinha demorado. Inventei uma desculpa qualquer. Ela disse que estava me esperando chegar para poder dormir. Era tudo que eu precisava ouvir.

Quando entrei no quarto, abri a janela e ele já pulou para dentro, fechando tudo atrás de si. Chamei-o para o banheiro, mas ele veio até mim com aquele olhar de fome. Sussurrou que queria minha boca de novo. Pedi que esperasse um pouco, só até minha mãe pegar no sono, mas ele me olhou com malícia e falou que, se eu ficasse quietinha, ninguém ouviria nada. Eu respirei fundo, ajoelhei e aceitei entrar naquela brincadeira perigosa.

A situação era absurda. Minha mãe estava em casa, o caminhoneiro dentro do meu quarto, e eu ali, chupando aquele pau enorme em silêncio, tentando controlar a respiração e os gemidos dele. Ele segurava meus cabelos e guiava minha boca, mas, quando ficava intenso demais, eu tocava na perna dele para diminuir. Ele entendia, dava alguns segundos e depois voltava. Eu gostava daquela submissão, daquele risco, daquela sensação de estar sendo capturada pelo próprio desejo.

O silêncio era quebrado pelo som baixo da saliva, da respiração presa e dos sussurros dele no meu ouvido. Eu estava cada vez mais excitada. Ele recomeçou a transa no meu quarto, primeiro na buceta, com cuidado para não fazermos barulho demais. Minha boca ainda estava molhada dele, e minha buceta já tinha se acostumado um pouco com aquele tamanho. Ele me deitou, entrou de novo e foi metendo fundo, enquanto eu mordia o travesseiro para não gemer alto.

Em certo momento, no meio das putarias sussurradas, ele perguntou se podia comer meu cu. Eu já tinha feito anal algumas vezes, mas nunca com um pau daquele tamanho. Fiquei nervosa. Pedi para ele prometer que iria devagar. Ele prometeu. Chupei bem o pau dele, deixei tudo molhado e ainda pedi que usasse lubrificante improvisado e calma, porque eu não queria me machucar.

Fiquei de quatro, e ele começou só com a cabeça. Demorou um pouco para entrar. Eu respirava fundo, tentava relaxar e dizia quando precisava parar. A pressão era forte, quase demais, mas meu tesão também estava alto. Ele foi respeitando o ritmo, segurando minha cintura, entrando aos poucos, até meu corpo começar a aceitar. Quando passou da metade, precisei segurar o lençol com força. Doía, ardia, mas era aquela dor que, no contexto certo, vinha misturada com prazer.

Ele começou a se mover devagar. Eu gemia abafada, sentindo cada centímetro, tentando não chamar atenção. A intensidade foi aumentando, e eu mesma pedi mais um pouco quando me acostumei. Foi aí que a situação saiu do nosso controle. Eu soltei um gemido alto demais, e minha mãe bateu na porta, perguntando o que tinha acontecido.

Ele parou na hora e saiu de cima de mim. Eu, ainda dolorida e ofegante, respondi que tinha sido só um pesadelo. Não convenceu. Ela insistiu para eu abrir. O caminhoneiro pulou pela janela rápido, e eu me enrolei como pude antes de abrir só uma fresta. Minha mãe me olhou desconfiada, perguntando por que eu estava daquele jeito. Inventei que estava passando mal, que tinha tido um susto dormindo. Ela não pareceu acreditar muito, mas acabou saindo.

Fechei a porta quase tremendo de vergonha. Abri a janela, e o desgraçado estava do lado de fora, rindo baixo da situação. Fiquei irritada e excitada ao mesmo tempo. Mandei ele entrar logo antes que alguém visse. Quando voltou, a gente sabia que precisava ser mais cuidadoso. Ainda assim, eu não queria que acabasse daquele jeito.

Ele voltou para mim com mais calma. Beijou meu pescoço, passou a mão pelo meu corpo e perguntou se eu queria continuar. Eu queria. Disse apenas para não me fazer gritar de novo. Ele riu, me beijou e voltou a me comer, agora com mais controle, segurando meus gemidos com a mão sobre a minha boca sem apertar, só lembrando que eu precisava ficar quieta. Quando gozou, foi dentro da camisinha, no meu cu, e ficou alguns segundos parado antes de sair devagar.

Depois nos despedimos pela janela. Combinamos de nos ver no dia seguinte no caminhão, mas, quando fui procurá-lo, ele já não estava mais lá. Continuei caminhando por vários dias, passando pelo posto para ver se ele aparecia de novo. Nunca mais o vi.

Mesmo com os cuidados, aquela aventura me fez pensar nos riscos. Fui ao médico, fiz exames e fiquei aliviada com os resultados. Depois daquele dia, criei o hábito de me cuidar mais e fazer exames regularmente. Sei que nem toda mulher gosta de uma pegada assim, e também sei que foi uma loucura. Mas eu sinto falta daquela forma como ele me tratou, daquele caminhão, daquela tensão, daquela sensação de ser levada pela própria safadeza.

Até hoje, quando vejo um caminhão parado na estrada, meu corpo lembra antes da minha cabeça.

E eu fico imaginando se um dia ainda vou encontrar aquele caminhoneiro de novo.

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