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Intensidade Dupla

Posted on 23 de agosto de 20256 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Intensidade Dupla

Eu fico muito tempo sozinha em casa. Meu marido viaja, a rotina fica silenciosa e o meu tesão, quando aparece, parece aumentar justamente por causa dessa solidão. Já vivi muitas aventuras, mas recentemente o fogo voltou com tudo. Claro que sou seletiva. Não é qualquer um que me tira do eixo. Só que meu vizinho se encaixou perfeitamente no meu gosto.

Ele também era casado, mas isso nunca impediu as indiretas. Começou com olhares, depois mensagens, até que o WhatsApp virou um lugar onde a gente esquentava tudo antes mesmo de se tocar. Eu sabia que estava entrando em uma situação perigosa, mas o desejo por ele já tinha passado do limite da prudência. Quando meu marido viajou, não demorou para eu começar a provocar o vizinho de novo.

Tudo precisava ser bem combinado, mas, naquele dia, aconteceu meio de última hora. Recebi uma mensagem dele dizendo que um amigo iria buscá-lo de carro, com a desculpa de irem jogar bola. Só que ele tinha combinado com o amigo de nos levar até um motel. Não tive muito tempo para me preparar. Coloquei apenas um vestido, fui sem calcinha e sem sutiã, e saí para uma rua próxima, mais deserta à noite.

Ele chegou de bermuda, tênis e camiseta, aquela roupa típica de quem vai jogar. Mal se aproximou e já me beijou ali mesmo, na rua escura. As mãos dele passaram pelo meu corpo e perceberam que eu não tinha nada por baixo. Aquilo deixou o homem louco. Ele me segurava com mais intensidade, e eu quase ficava pelada no meio da rua, sentindo a mão dele na minha buceta enquanto nos beijávamos.

Senti o pau dele duro na bermuda, sem cueca, e não resisti. Comecei a mamar ali mesmo, chupando aquele pau que eu já tinha visto tantas vezes nas mensagens. Grande, grosso, delicioso. Eu estava tomada por aquela urgência safada, pelo risco de alguém aparecer, pelo gosto de estar fazendo algo errado e gostoso demais para interromper.

Durante a chupada, ele viu o carro do amigo chegando. Quase fomos flagrados, então disfarçamos rápido e entramos no banco de trás. Só que dentro do carro foi difícil se conter. Recomeçamos a pegação enquanto o amigo cúmplice dirigia. Imagina a cena: ele no volante e o amigo dele sendo mamado no banco de trás, gemendo de tesão.

Não demorei para perceber os olhares pelo retrovisor. Ele desviava os olhos da estrada por segundos, excitado com a cena, e eu vi que também estava se segurando. Meu vizinho me chupava, me xingava baixinho, e eu olhava para o retrovisor provocando o amigo, deixando claro que tinha percebido a vontade dele também.

Diante daquela situação, não quis deixar o cúmplice só olhando. Fui para o meio do banco e peguei no pau dele. Era um pouco menor que o do vizinho, mas grosso e gostoso também. Bati punheta para os dois até chegarmos ao motel, sentindo a loucura daquilo crescer a cada minuto.

Quando chegamos, o motel estava lotado. Tivemos que deixar o carro em uma lateral e esperar vaga. Mas quem disse que meu fogo podia esperar? Quando eles desceram, chamei os dois para perto do carro e comecei a mamar ali mesmo, no estacionamento reservado. Eles foram tirando parte da roupa e colocando no carro, rindo da nossa pressa. Eu nunca tinha ficado tão excitada. Estava delicioso, sujo, perigoso e maravilhoso.

Quando fomos avisados de que havia vaga, entramos no carro quase nus e seguimos até o quarto. Assim que a porta fechou, meu vizinho tirou minha roupa e começou a mamar meus peitos. Eu tinha levado leite condensado para brincar, e logo aquilo virou parte da putaria. Derramei um pouco em mim, deixando que os dois lambessem meu corpo, meus seios, minha barriga, até o amigo descer para minha buceta.

Eu estava completamente entregue. Pedi que, naquela noite, eles não me tratassem pelo nome. Queria entrar na fantasia de ser a safada deles, a mulher casada que tinha ido ao motel para ser comida pelos dois. Não era obrigação, não era perda de controle. Era exatamente o papel que eu queria viver ali.

Primeiro fiquei em pé, com uma perna aberta sobre a mesa, sentindo as bocas e as mãos dos dois no meu corpo. Depois, meu vizinho me colocou de quatro em uma cadeira. Começou a me chupar gostoso e, em seguida, entrou em mim com aquele pau que eu já estava viciada em sentir. Enquanto ele me comia, eu pegava no pau do amigo e chupava também.

A cada puxada mais forte do vizinho, eu precisava parar, respirar e gemer olhando para o pau do amigo duro na minha frente. Havia uma cadeira no motel que nem sei explicar direito, mas meu vizinho sentou nela, e eu cavalguei muito naquele pau. A sensação de ser preenchida por ele enquanto chupava o amigo era deliciosa. Eu estava melada, cheia de tesão, completamente sem vontade de parecer comportada.

Depois chegou a vez do amigo. Ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e veio por cima, me comendo enquanto mamava meus peitos. O vizinho se aproximou e colocou as bolas dele no meu rosto. Eu lambia, segurava aquele pau gostoso e sentia meu corpo se dividir entre os dois. Em certo momento, o amigo fez um 69 comigo, enquanto o vizinho ficou sentado na cadeira, olhando e me xingando, adorando me ver louca de prazer.

As coisas ainda iriam esquentar mais. O vizinho levantou, me colocou de quatro e começou a lamber meu cuzinho. Meu corpo já conhecia a brincadeira, mas eu sabia que, com ele, tudo parecia mais intenso. Ele foi devagar no começo, sentindo minha reação, deixando a saliva e o toque abrirem caminho. Quando encostou o pau, olhou para mim, e eu respondi empinando mais.

Ele entrou aos poucos no meu cu, e eu gemi fundo. Doeu um pouco no começo, aquela ardência gostosa que só faz sentido quando a cabeça quer tanto quanto o corpo. Ele foi me preparando com cuidado, depois começou a meter mais firme. Eu urrava de prazer. Adoro dar o cuzinho, mas nunca tinha sido alargada daquele jeito.

Foi então que o amigo se aproximou e perguntou se eu queria sentir os dois ao mesmo tempo. Meu corpo tremeu antes mesmo da resposta. Eu nunca tinha feito dupla penetração na vida, mas a ideia me incendiou. Respirei fundo, me segurei na cama e deixei que ele encaixasse o pau na minha buceta enquanto o vizinho continuava no meu cu.

Quando senti os dois entrando em mim ao mesmo tempo, urrei de prazer. Era uma sensação cheia, intensa, quase demais. Meu corpo parecia se abrir para uma loucura que eu sempre tinha imaginado, mas nunca vivido. Eu já tinha gozado nas pegadas anteriores, mas ali fui tomada por outro tipo de prazer. Sentia tudo alargar, tudo pulsar, tudo me atravessar. Eu estava sendo feita de puta pelos dois, e estava maravilhoso.

Quando percebi que eles estavam perto de gozar, avisei para pararem. Eu queria ganhar na boca. Me ajoelhei diante daqueles dois paus, pronta para receber o leitinho deles. O amigo veio primeiro. Depois de chupar um pouco, ele bateu e derramou na minha boca. Bebi tudo como boa menina safada. Depois foi o vizinho, que jorrou na minha boca aquele gozo quente e delicioso que eu já desejava antes mesmo de chegar ao motel.

Depois disso, levantei e fui para a banheira. Relaxei por alguns minutos, tentando sentir o corpo voltar ao normal. Em seguida, me arrumei e voltamos para casa com a promessa de repetir a aventura. Só que meu vizinho ainda queria aproveitar mais a madrugada.

Quando chegou na casa dele, disse à esposa que tinha um serviço para resolver no escritório do amigo e que dormiria por lá. Eu já estava em casa quando vi ele se despedindo dela, entrando no carro do amigo e saindo. O plano era simples: ele esperaria uma ou duas horas, o amigo o deixaria na esquina, e ele chegaria de madrugada na minha casa. Perfeito demais para uma noite que já tinha sido intensa.

Eu fiquei esperando só de camisola preta e fio-dental, sem mais nada por baixo. Quando ele avisou, vi pela janela que estava chegando de short e regata. O cadeado já estava aberto. Foi só ele entrar. Quando me viu, ficou louco. Entrou com uma bala de menta na boca e quis me beijar daquele jeito, passando o sabor doce para mim enquanto já me agarrava.

Na porta da sala, começou a chupar meus peitos e passar a mão na minha buceta, que já estava latejando de tesão. Meu portão era aberto. Se alguém passasse na rua, talvez visse alguma coisa. Mas, naquele momento, nada existia. Era só eu e ele, sedentos um pelo outro.

Comecei a tocar nele, passando a mão por cima da bermuda, até que não aguentei. Desabotoei e o pau dele pulou para fora. Mamei ali por um bom tempo. Se alguém passou e viu, ficou na vontade. Eu estava possuída por uma tara louca naquele cacete, e ele delirava com a minha boca babando naquela vara.

Depois fechamos a porta. Ele me colocou de quatro em uma cadeira da sala e me comeu com força e tesão. Eu nunca tinha feito aquilo ali, tão perto da entrada da minha casa, tão exposta e tão entregue. Foi então que começaram os xingamentos. Puta, vadia, vizinha safada. Ele mandava eu rebolar gostoso no pau dele, dizia para eu dar para o meu garanhão, e me segurava com força, dando tapas na minha bunda. Cada vez que fazia isso, eu sentia mais tesão.

Fomos para o meu quarto. Meu marido viajando, e eu ali, aproveitando cada segundo com meu vizinho casado e safado. Ele começou a chupar cada pedaço do meu corpo, beijava minha virilha, minhas coxas e ficava só ao redor da minha buceta, me provocando até eu quase perder a paciência. Virei para ele e falei para chupar logo a buceta da putinha dele.

Então ele veio. Lambia minha buceta enquanto eu urrava de tesão. Depois de beber todo o meu melzinho, enfiou aquele pau gostoso na minha boca, e eu mamei com vontade. Quando percebeu que estava perto de gozar, paramos. Eu queria sentir mais antes do final.

Fiquei de quatro, e ele entrou com vontade, metendo tão fundo que parecia bater lá dentro. Que delícia. Eu gemia igual uma puta, tomada por aquele tesão. Depois ele começou a pincelar meu cuzinho, provocando devagar, até que eu não aguentei e pedi para ele comer o cu da sua puta.

Ele entrou devagar no começo, abrindo meu corpo com cuidado, depois começou a meter com força. Eu urrava, agarrada à cama, sentindo aquela mistura de pressão, dorzinha e prazer que me deixava fora de mim. Até que ele não conseguiu segurar mais e encheu meu cuzinho de porra.

Mas eu ainda não estava satisfeita. Queria leitinho na boca também. Comecei a mamar aquele cacete com vontade, louca, me tocando para deixar meu próprio corpo ainda mais aceso. Eu chupava e enfiava os dedos na minha buceta, mostrando que ainda queria prazer. Ele endoidou. Quando menos esperei, tomei aquele gozo maravilhoso na boca.

Depois fomos ao banheiro, tomamos banho e dormimos nus. De madrugada, por volta das três horas, ele foi embora para a casa do amigo, mantendo a desculpa que tinha dado para a esposa. Antes de sair, disse que não via a hora de repetir a dose.

Só sei que aquela noite fez jus ao nome.

Foi intensidade dupla em todos os sentidos.

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