Era um final de dia quente no Rio. Eu morava sozinha e fazia de tudo para sobreviver em uma cidade onde tudo era caro. Às vezes, algumas contas acabavam ficando em segundo lugar e a gente ia levando como dava. Mas não dava para enrolar para sempre. Eu estava em casa, vestida com um top e um shortinho, sem calcinha, porque naquele calor parecia até desperdício usar qualquer coisa a mais.
O som do interfone do portão tocou e fui atender. A surpresa foi desagradável: eram dois homens da companhia de energia, um homem negro, carioca, alto e forte, e outro moreno, mais baixo, com sotaque nordestino carregado. Eles tinham vindo cortar a minha luz. Entrei em desespero, porque aquela era uma das contas que eu vinha empurrando havia dias. Perguntei se eu podia fazer alguma coisa, mas a resposta protocolar era simples: só o pagamento resolveria. Respondi na hora que, se eu tivesse dinheiro, já teria pago.
A situação estava complicada, mas percebi que os dois estavam olhando para o meu corpo com cara de fome. Encostei no portão, fiz uma pose sem fingir inocência e perguntei se eles queriam comer alguma coisa. Eles entenderam a maldade na hora e disseram que sim. Abri o portão, eles puxaram as motos da companhia para dentro da casa, e eu fechei tudo.
Assim que entramos na sala, o carioca já veio para cima. Tirou meu top e começou a chupar meus peitos com vontade, como se estivesse com fome mesmo. Na sequência, abaixou meu shortinho, me deitou no sofá e caiu de boca na minha bucetinha, chupando gostoso, sem pressa. O nordestino tirou o pau para fora e me deu. Comecei a chupar enquanto o outro continuava com a boca entre as minhas pernas, me deixando cada vez mais molhada.
De repente, o nordestino não aguentou e gozou na minha boca. Engoli tudo e lambi até deixar sequinho. Aquilo me deixou ainda mais acesa. Logo depois, o carioca se levantou e colocou o pau para fora. Levei um susto. Era enorme, grande e grosso, uma pica pesada que mal cabia na minha mão. Peguei com vontade e senti o peso daquilo, ficando louca para colocar na boca.
Chupei como pude, de lado, por baixo, subindo até em cima, enquanto os xingamentos começaram a ficar mais explícitos. Eu estava ali, sendo exatamente aquilo que eles me chamavam. As palavras puta, vadia, cachorra e vagabunda batiam no meu ouvido e, em vez de me ofenderem, só aumentavam meu tesão. O nordestino ficou de lado, observando e me xingando também, enquanto eu não aguentava mais de vontade de sentir aquele pau enorme entrando na minha buceta.
Levantei, peguei uma camisinha e coloquei no carioca. Fiz ele sentar no sofá e mandei olhar bem para o meu corpo de frente. Sentei no colo dele e comecei a encaixar aquele monstro dentro de mim. Fui descendo devagarinho, sentindo minha buceta se abrir enquanto ele chupava meus peitos. O nordestino observava, com o pau endurecendo de novo ao me ver sentar inteira, gemendo sem vergonha. Comecei a pular naquele pau, gemendo e gritando de tanto tesão.
Foi nesse momento que levei um susto gostoso. Senti alguma coisa encostando na minha bunda. Era o nordestino querendo entrar no meu cuzinho. Virei o rosto para ele, entendi a intenção e disse que queria, mas daquele jeito não entrava. Ele perguntou se eu tinha algum óleo. Falei que não. Então ele foi até a cozinha, pegou margarina e passou em mim, preparando minha bunda até conseguir enfiar o pau.
Eu estava nas nuvens. Era uma dupla penetração gostosa, me deixando completamente preenchida. Eu gemia tanto que o nordestino nem demorou para gozar no meu cu. O carioca viu a oportunidade, me tirou do colo, me colocou de quatro no sofá e encaixou a cabeça daquele pau enorme na minha bunda. O outro já tinha aberto o caminho, então ele entrou com força. Socava minha bunda, puxava meu cabelo, e era um misto de dor e prazer que me fazia perder a noção de tudo.
Eu já estava gritando de tanto gozar quando o nordestino veio de novo e colocou o pau na minha boca. A putaria ficou deliciosamente intensa: o carioca comendo meu cu e o nordestino gozando outra vez na minha boca. Até que o carioca tirou, se aproximou de mim e gozou na minha cara. Depois eu chupei aquela rola até deixar seca. A porra dele era mais grossa que a do nordestino, encorpada, quente e deliciosa.
No final de tudo, fiquei olhando enquanto eles se arrumavam para sair. Ainda me chamavam de puta gostosa, rindo da situação, e resolveram pagar a minha conta para não cortarem a luz. Vesti o shortinho de novo, arrumei o top e fui abrir o portão. Eles saíram com as motos como se nada tivesse acontecido.
Nunca foi tão gostoso pagar uma conta.

