Eu sou uma mulher do job, branca, loira, com peitos e uma bunda daquele jeito. A genética foi generosa comigo. Só que as coisas começaram a rolar com um guri, sim, sou do Sul, com quem eu estava começando a sair de forma mais frequente. Ele sabe do que eu faço, sabe que sou safada, e mesmo assim consegue me surpreender.
Certa noite, fomos a uma casa-escritório, uma espécie de empresa de startup instalada em uma casa grande. Era uma noite entre adultos, com uma sala ampla, videogames, um sofá grande, cozinha, salas de reunião e alguns escritórios. Bah, ficamos horas bebendo, rindo e conversando. Eu fui na inocência, ou quase isso, porque não queria nada demais no começo. Só havia um pequeno detalhe que eu tinha preparado para atiçar meu quase namorado mais tarde.
A madrugada foi chegando, e nós três já estávamos alegres de bebida, mas ainda conscientes da brincadeira. Meu namorado, vou considerar assim daqui em diante, começou a passar um pouco do ponto nas provocações. Eu não reagi de imediato, porque não queria deixar ele constrangido na frente do amigo. Quando o amigo foi ao banheiro, que ficava ali perto, comentei que ele já estava bem animado. Meu namorado riu e disse que aquilo era normal, que os dois estavam no mesmo clima.
Nesse momento, ele colocou a mão na minha coxa e perguntou se eu estava com o plug. Sorri e disse que sim, que naquela noite ele podia me usar. Esse era o detalhe que eu tinha preparado para alegrar a noite dele. Antes que a conversa avançasse, o amigo voltou e foi fazer outro copo de bebida para nós. Meu namorado se aproximou mais de mim e perguntou, baixinho, se eu toparia uma DP, dupla penetração. Olhei surpresa e respondi que não sabia, porque não queria causar ciúme nem transformar a noite em confusão. Ele sorriu e disse: “Mas é meu melhor amigo, tu vai curtir”. Perguntei se ele tinha certeza. Ele respondeu que sim, para eu ficar fria, e deu risada.
Ficamos bebendo mais um pouco, até que o amigo comentou que estava com sono. Meu namorado disse que a noite estava só começando e que era para ele parar de frescura. Confesso que meu lado safada começou a despertar de vez. Meu namorado puxou assunto sobre putaria, e o amigo, entrando na brincadeira, perguntou se eu já tinha feito esse tipo de coisa. Olhei para meu namorado e menti com a maior naturalidade, dizendo que nunca tinha feito. Ele sabia que era mentira e atiçou ainda mais, perguntando se eu tinha vontade. Dei risada e respondi que não sabia. Quando o amigo levantou para fazer outro copo, aproveitei e sussurrei no ouvido do meu namorado que eu estava excitada. Ele riu e passou a mão na minha buceta bem na hora em que o amigo se virou e viu tudo. O amigo riu, perguntando que palhaçada era aquela. Meu namorado respondeu: “E tu não gosta?”. O amigo disse que não, só de brincadeira, e nós caímos na risada.
Meu namorado bebeu mais um pouco, enquanto eu fazia caras e bocas, já completamente atiçada pela ideia. O amigo então pediu para pararmos com aqueles papos, porque já estava de pau duro. Meu namorado provocou, dizendo que ele nem ficava mais duro. O amigo perguntou se queríamos ver, e meu namorado respondeu para mostrar. Ele abaixou a bermuda e mostrou que estava duro e melado. Eu fingi que não estava olhando, mas meu namorado virou meu rosto de leve e disse que eu podia olhar. Brinquei dizendo que era pequenininho, e o amigo riu, falando que só funcionava às vezes.
Na sequência, o amigo me entregou o copo de bebida e tirou a bermuda de vez. Eu coloquei a mão na perna do meu namorado e fui abaixando a bermuda dele também. Ele riu, perguntando o que era aquilo, e eu disse que também queria ver o dele. Logo os dois estavam só de camiseta, com os paus para fora. O amigo pegou o celular para jogar alguma coisa, como se aquilo fosse normal, enquanto eu ficava olhando os dois, louca para mamar, mas ainda me segurando.
Fiquei olhando o pau duro do meu namorado, já babando. Falei que, se continuasse daquele jeito, eu não iria resistir. Ele pegou minha mão e colocou no pau dele. Aquilo me deixou ainda mais excitada. O amigo brigava com o jogo, completamente aleatório, enquanto meu namorado perguntava se eu estava molhada. Respondi que estava muito. Ele disse que nem dava para ver. Perguntei como ele queria ver, e ele sugeriu irmos para um cantinho. Olhei para ele, olhei para o amigo, e perguntei: “E teu amigo?”. O amigo riu e respondeu: “Vão lá e não me atrapalhem no jogo”.
Levantamos do sofá. Meu namorado vestiu a bermuda, e fomos para um canto mais escuro da casa. Ele colocou a mão dentro da minha legging e sentiu que eu estava pingando. Abaixou minha roupa e beijou minha buceta, se lambuzando. Dei risada e falei que era óbvio que alguma coisa iria acontecer. Tirei a legging, e ele pediu para eu tirar a calcinha e o plug. Com a mão, ele foi até meu cuzinho, tirou o plug e colocou no bolso da bermuda. Tirei a calcinha e fiquei só de top. Então ele disse que iríamos incomodar o amigo. Eu respondi: “Bora”.
Antes de voltarmos, ele pediu para eu vestir a legging de novo, dizendo que, se eu aparecesse nua, eu mataria o amigo. Vesti sem calcinha. Quando retornamos, o amigo estava terminando a partida e riu, dizendo que voltamos rápido. A música na JBL mudou para uma sofrência antiga, e nós voltamos para o sofá, bebendo e conversando. Minha legging marcava demais, e a mancha molhada já ficava visível. O amigo olhava de vez em quando, até que meu namorado fez eu abrir bem as pernas e perguntou se ele conhecia aquilo. O amigo riu e respondeu que só tinha ouvido falar. Meu namorado começou a masturbar minha buceta por cima da legging, e eu não aguentei. Gemi, me agarrei no sofá e fiquei ainda mais molhada. O amigo endureceu de novo e comentou: “Bah, mas aí vocês tão judiando”. Meu namorado riu e provocou: “Tu nem gosta”.
O amigo deixou o celular de lado e ficou olhando. Não demorou para dar um gole na bebida e começar a bater punheta. Meu namorado continuava me masturbando por cima da legging, e eu precisei pedir para ele parar, porque estava quase gozando. Ele parou rindo e voltou a beber. O amigo me passou o copo e disse que estava um pouco lambuzado, porque estava com a mão no pau, mas não era culpa dele. Peguei o copo, lambi o melado do lado de fora antes de beber e olhei bem para ele.
A cena ficou explícita e deliciosa. Meu namorado me encarou com cara de impressionado, e o outro ficou sem reação. Bebi e passei o copo para meu namorado, que olhou para mim e disse: “Vem cá”. Obedeci, cheguei mais perto, e ele me colocou para chupar o pau dele. Perguntei, ainda com um resto de receio, se ele tinha certeza. Ele disse para eu só curtir o momento. Era tudo que eu queria. Caí de boca no pau dele, levantei um pouco o rosto, e ele disse que o amigo também podia. O amigo respondeu que não precisava, mas eu já estava indo na direção dele.
Ele estava sentado no chão. Quando me viu chegando perto, feito uma gata, gemeu e passou a mão nos meus cabelos. Meu namorado, ainda no sofá, comentou que a vista estava linda. Minha legging estava marcando muito, então ele pegou o plug que tinha tirado de mim e jogou para o amigo. Eu caí de boca no pau dele, mamando por um tempo, mas ele me afastava sempre que sentia que ia gozar. Meu namorado bebia no sofá, assistindo à cena, enquanto eu alternava entre provocar e obedecer aos pedidos do amigo para parar um pouco.
Chegou uma hora em que sentei ao lado do amigo, dei risada e falei que daquele jeito ficava difícil. Ele riu junto, dizendo que não aguentava. Peguei o copo, bebi, peguei meu celular e pedi para conectar na JBL para trocar a música. Quando levantei, meu namorado abaixou minha legging e mordeu minha bunda. O amigo pegou um cigarro e foi fumar. Meu namorado também acendeu um e se sentou ao lado dele no chão. Ficaram os dois ali, de pau duro, fumando e me olhando. Coloquei um funk na caixa, e meu namorado pediu para eu dançar para eles. Perguntei se ele queria com roupa ou sem. O amigo pediu, quase implorando, para eu não tirar a roupa.
Dei risada e fui um pouco mais para longe deles. Dancei de costas, descendo até o chão, fazendo de tudo para a legging ficar bem justa e mostrar cada curva. Quando me virei, vi que os dois estavam curtindo demais. Fiz um gesto como se fosse tirar a parte de cima, perguntando com os olhos se meu namorado deixava. Ele balançou a cabeça dizendo que sim. Tirei o top. Depois perguntei se era para tirar o sutiã também. O amigo implorou para eu não tirar, dizendo que aquilo iria matar ele. Rimos, e continuei dançando.
Meu namorado me chamou para sentar com eles. Fui até lá e me sentei no meio dos dois, no chão. O amigo me deu o copo, bebi e comecei a bater punheta para os dois. Meu namorado segurava a bebida, enquanto o amigo segurava minha mão, pedindo para eu não ir tão rápido porque iria gozar. Fiquei um tempo punhetando os dois, até que meu namorado tirou meu sutiã. Com os seios à mostra, sentei no colo dele, entre as pernas, ainda no chão, sentindo o pau quente e melado nas minhas costas enquanto punhetava o amigo com as duas mãos.
Enquanto eu batia para o amigo, meu namorado passava as mãos pela minha cintura e me masturbava. Falei que precisava dar. Levantei a bunda, ele abaixou minha legging e fiquei de quatro. Nessa posição, voltei a mamar o amigo, enquanto meu namorado vinha por trás, lambia minha buceta e brincava comigo, com a legging presa na altura dos joelhos. Ele pegou o plug que estava com o amigo e colocou de novo no meu cuzinho. Continuei mamando conforme o amigo deixava, porque toda hora ele pedia para parar, dizendo que não estava aguentando. Meu namorado mordia minha bunda e brincava com a minha buceta. A pegada estava tão boa que o amigo acabou dizendo que precisava de um tempo. Nós rimos.
Nessa altura, eu não queria parar. Virei para meu namorado e perguntei se podia mamar ele. O amigo acenou positivamente, como quem dizia que precisava respirar, e eu caí de boca. Dessa vez fiquei de costas para o amigo, mamando meu namorado e rebolando para o outro assistir. Meu namorado olhou para o amigo e disse: “Mete, homem, tá aí para ti”. O amigo respondeu que não aguentava, que eu era muita areia. Meu namorado insistiu, usando aquele jeito bem do Sul: “Mas para, homem, mete ficha”. O amigo então levantou do chão e disse que iria meter mesmo, porque não aguentava mais. Meu namorado riu, me puxou para cima, me beijou e falou para eu dar um chá daqueles no amigo. Perguntei, rindo: “Será que ele aguenta?”.
Com aquele comando, levantei do chão e tirei a legging. Meu namorado disse que era a hora do amigo brilhar. O amigo repetiu que talvez não aguentasse, e eu falei que não tinha problema, que ele não precisava provar nada. Dei a mão para ele levantar e o sentei no sofá. Depois que ele sentou, perguntou: “E agora?”. Me posicionei por cima dele, e então senti um tapa na minha bunda e ouvi ele mandar eu sentar. Aí eu gostei. Finalmente um pouco de atitude. Sentei no pau dele e comecei a brincar de verdade. Com umas poucas quicadas, já senti o leite dele escorrendo. Sentei mais uma vez e deixei dentro, enquanto ele dizia no meu ouvido que não tinha como me aguentar.
Fiquei mais alguns minutos sentada com o pau dele dentro de mim, aproveitando aquela sensação, enquanto os dois riam da situação. Peguei um copo que estava perto e bebi. O amigo ficou acabado, como se tivesse perdido todas as forças. Meu namorado brincou: “Mas, homem, a ideia era a gente fazer uma DPzinha de presente para ela, e tu aí rateando”. Ratear, para quem não conhece, é vacilar. O amigo deu risada e respondeu que uma mulher daquelas ele nunca aguentaria, e que nem sabia como tinha durado tanto. Eu terminei a bebida e perguntei para meu namorado: “E agora?”. Ele respondeu que não sabia.
Olhei para ele com cara de safada e falei que eu ainda estava morrendo de tesão. Ele fez gesto de vem cá. Fui até ele, que ainda estava sentado no chão, e sentei de frente no colo dele, encaixando o pau na minha buceta. Abracei seu corpo e comecei a sentar com mais carinho, beijando sua boca, num ritmo diferente do que tinha feito com o amigo. Perguntei se eu não estava molhada demais, porque ainda sentia a porra do outro escorrendo de dentro de mim. Ele disse que estava gostoso. O amigo, fazendo outro copo de bebida, reparou no plug e riu: “Então é para isso que serve aquilo ali”. Nós rimos, e isso acabou quebrando um pouco o clima.
Com essa deixa, eu e meu namorado levantamos. O amigo ainda estava mole, e brinquei que ele precisava fazer um esforço para me ajudar a realizar meus fetiches. Ele disse que não conseguia e que no dia seguinte teria que tomar soro, porque tinha ficado fraco com aquela gozada. Meu namorado tirou o plug, cuspiu no pau e perguntou se podia brincar por ali. Sorri e respondi que ele podia tudo. Sentei no sofá, ergui bem as pernas e tentei fazer de franguinho para ele meter no meu cuzinho. Pedi para ir com calma. Ele veio, deu algumas botadas, mas a posição ali era muito desajeitada. Sugeri irmos para casa, para fazer na cama, e ele concordou. O amigo interrompeu e ofereceu uma das salas da empresa, dizendo que tinha uma mesa perfeita para isso.
Resolvemos ir até a tal mesa enquanto o amigo ficava na sala. Realmente, a mesa era boa, numa altura perfeita. Fizemos primeiro de franguinho, depois me virei de barriga para baixo e ergui as pernas. Ficamos ali por uns quinze ou vinte minutos. Meu namorado não fodia com tanta força, mas fazia gostoso, no ritmo dele, até gozar nas minhas costas depois de tirar do meu cuzinho. Virei, e ficamos nos beijando por um tempo.
Quando terminamos, voltamos para a sala. O amigo estava quase dormindo. Nos despedimos, nos vestimos e fomos embora. Ele ficou lá sem a bermuda, largado no sofá, enquanto eu cheguei em casa com o plug e a calcinha na mão, me sentindo oferecida, safada e feliz por ter encontrado um namorado tão puto quanto eu.

