Eu não sei se é loucura, mas o amor que sinto pelo meu noivo é enorme. Ele me faz muito feliz. Quando olho para ele, penso que muita mulher gostaria de ter um homem daquele ao lado. Forte, com músculos na medida certa, bonito, gostoso e delicioso em tudo, inclusive no sexo.
Só que, dessa vez, ele me pediu algo que demorei para entender. Confessou que queria me ver com outro cara. Queria me olhar fazendo com alguém diferente dele.
No começo, achei que fosse piada. Mas olhei bem para ele e percebi que não era brincadeira. Aquilo era um desejo real, ardente, desses que faziam os olhos dele brilharem. O tempo foi passando, e, vez ou outra, ele voltava ao assunto. Começou a perguntar o que eu achava de um homem ou de outro, como se testasse minha reação.
A reação de qualquer mulher talvez fosse insegurança. Afinal, aquilo poderia ser uma desculpa para me deixar? Mas eu não senti isso. Eu via nos olhos dele que a ideia não vinha de rejeição. Vinha de tesão. De fantasia. De vontade de me ver desejada por outro homem enquanto eu continuava sendo dele.
Então aceitei.
No fim das contas, eu queria ele ao meu lado. Ele estaria comigo o tempo todo, vendo tudo, e também ajudaria a escolher a pessoa. Ser desejada por dois homens era algo diferente. Estranho no começo, mas nada ruim. Pelo contrário. Sou baixinha, não sou uma modelo de revista, tenho um corpo mais cheio que a média, mas meu noivo nunca me fez sentir menor por isso. Ele me ama, me excita e me fode de um jeito que seria difícil outro fazer melhor. Pelo menos era o que eu pensava.
Mas eu queria o tesão dele.
Se ele confiava em mim, eu confiava nele. Essa era a base do nosso relacionamento e do nosso futuro casamento.
Certo dia, ele me mostrou fotos de um cara. Peludo, magro, mas não em forma, com 1,70 m, uns 75 kg, barbudo e usando óculos. Meu Deus, totalmente o oposto dele. Então mostrou a foto do pau do cara. Parecia médio, com uma cabeça rosada. Meu noivo virou para mim e disse que adoraria me ver sentando naquele pau.
Olhei para ele e perguntei o que faria enquanto visse.
Ele respondeu que teria o maior tesão do mundo. Que queria me ver gemer, rebolar e gozar na frente dele.
Quando percebi, ele já estava excitado. Era real. Ia acontecer.
Ele marcou o dia. Nós nos veríamos em um restaurante para conhecer o rapaz antes de qualquer coisa. Quando a data chegou, meu noivo estava carinhoso e feliz. Pagou salão de beleza para mim, comprou uma roupa especial, um vestido solto, salto alto e uma calcinha rosa.
A noite chegou, e fomos ao restaurante. O rapaz era simpático. Olhava para mim e sorria, tentando não parecer ansioso demais. Meu noivo pediu algumas bebidas, e eu sabia que ele me queria mais solta, mais à vontade, mas sem perder a cabeça. Eu estava nervosa, claro. O mais importante era conversar, sentir o jeito do rapaz, perceber se aquilo realmente poderia acontecer.
A conversa foi boa. Meu noivo estava feliz e, em certo momento, convidou o rapaz para experimentar uns drinques em casa. Eu aceitei. Já estava mais leve, mais curiosa, mais envolvida pela ideia.
Quando chegamos ao carro, meu noivo pediu que fôssemos no banco de trás. Disse que seria nosso Uber. Lá fomos nós, eu e o recém-amigo, lado a lado. Eu percebia os olhares dele para o meu corpo. Disfarçava com sorrisos, puxava assunto, falava de lugares onde já tinha morado, mas sentia o clima mudando.
Perto de casa, meu noivo pediu que eu beijasse o amigo. Queria ver pelo retrovisor.
Meu coração disparou.
O rapaz se aproximou, e eu o beijei. Era estranho, mas não era ruim. Era diferente beijar alguém que não fosse meu noivo, ainda mais sabendo que ele estava vendo tudo. Meu batom ficou na boca do amigo, e eu ajudei a limpar. Meu noivo agradeceu, dizendo que tinha sido delicioso, e pediu que eu olhasse para ele no banco da frente.
Quando olhei, ele estava com o pau duro para fora.
Meu noivo me deu um beijo, e fomos para casa com o amigo.
Entramos. Ele pediu para o rapaz se sentar no sofá e me beijou na frente dele. O tesão do meu noivo estava nas alturas. Eu sentia isso no beijo, na mão dele em mim, no jeito como me olhava. Depois pediu que eu mostrasse a casa ao convidado: nosso quarto, a área gourmet, alguns cantos que talvez fossem usados mais tarde.
Logo voltou com os drinques e pediu que eu fosse trocar de roupa, colocando a outra peça que havia comprado. Fui para o quarto, peguei o vestido transparente e me vesti. Senti um pouco de vergonha antes de sair.
No caminho para a sala, escutei meu noivo falando de mim. Dizia que eu era gostosa e que gozava quando ele colocava o dedo no meu cuzinho. Ouvir aquela intimidade sendo contada para outro homem me deu um choque. Respirei fundo e fui.
Os olhos do meu noivo brilharam. O amigo me avaliou de cima a baixo.
Meu noivo me beijou e pediu que eu me sentasse no sofá perto do convidado. Eu já estava mais solta, sentindo o olhar dele na minha calcinha e nos meus seios, com os bicos acesos, bem visíveis através daquela roupa. O amigo perguntou se podia tocar.
Eu deixei.
As mãos dele envolveram meus seios, e os polegares começaram a massagear meus mamilos. Meu corpo respondeu rápido demais. O tesão subiu, e eu o beijei enquanto meu noivo passava a mão pela minha coxa.
Então meu noivo se afastou um pouco e pediu que eu chupasse o amigo.
O rapaz ia tirar a própria calça, mas meu noivo interrompeu:
“Ela tira. Eu quero ver.”
Fui fazendo devagar. Olhei as pernas peludas, a virilha aparada, o pau ainda meio mole. Mexi nele até sentir endurecer na minha mão. Então comecei a chupar o amigo, que estava deitado no sofá, enquanto eu ficava de quatro e meu noivo assistia à cena, batendo punheta.
Eu gosto de chupar. E era diferente. O jeito, o tamanho, a forma, o cheiro, tudo parecia novo. Mas eu estava gostando. Senti o amigo puxando meu cabelo e soltando gemidos, e aquilo me animou. Gostei da voz dele gemendo para mim. Olhei para ele enquanto batia punheta e pensei que aquele pau era gostosinho.
Ele se levantou, beijou meu pescoço e foi tirando as alças da minha roupa. Caiu de boca nos meus seios. Senti a língua passando pelos bicos, chupando, mordendo de leve, enquanto a outra mão massageava. Era delicioso. Depois senti seus dedos pressionando minha calcinha contra meu clitóris, procurando me provocar por cima do tecido.
Quando vi, meu noivo estava com o pau duro, se masturbando enquanto olhava para mim.
Foi aí que ele perguntou se eu estava gostando. Perguntou se o pau do amigo era gostoso.
Eu disse que sim.
Então ele perguntou se eu queria sentar nele.
Eu estava com a mão no pau do amigo e respondi que sim, quase sem pensar.
Meu noivo disse que iria buscar uma camisinha e que eu tinha que chupar mais um pouco. Obedeci, mas porque eu também queria. Quando ele voltou, peguei a camisinha e vesti no amigo. Ele se sentou no sofá. Eu fiquei por cima, puxei a calcinha de lado, meu noivo abriu minha bunda com as mãos, e eu encaixei o pau do amigo na minha buceta.
Senti entrar até o máximo.
Fui calibrando a sentada aos poucos. Estava gostoso. Era tudo novo. O amigo mexia nos meus seios enquanto eu sentava no pau dele, e meu noivo observava cada movimento, fascinado.
Eu já gemia e rebolava quando senti as mãos do meu noivo na minha bunda. Ele passou o dedo no meu cuzinho e começou a enfiar devagar. A mistura me desmontou. Comecei a gemer muito. Sentia que ia gozar conforme ele mexia, até que não demorou e gozei mesmo, molhando tudo.
Que loucura.
Minha buceta estava escorrendo quando saí de cima do amigo. Sentei, e meu noivo veio me beijar. Mexi no pau dele. Estava perfeito. Ele chamou nós dois para o quarto.
Chegando lá, meu noivo deitou na cama, e eu fui chupá-lo. Estava de quatro quando senti as mãos do amigo na minha bunda. Meu noivo pediu que ele me desse tapas. Não demorou para eu sentir os estalos e, depois, a mão dele esfregando minha buceta.
Eu chupava meu noivo quando ele pediu para o amigo me comer de quatro. Parei, olhei para ele e senti o pau do outro entrando de novo. Era gostoso. Voltei a chupar meu noivo enquanto sentia aquele pau metendo em mim.
Meu noivo percebeu que podia ficar ainda melhor. Pediu que eu chupasse o pau do amigo enquanto ele pegava outra camisinha. Os dois ficaram de pé, fora da cama, e eu passei a chupar um, depois o outro. Era gostoso demais ter dois paus ali para mim. Eu queria mais daquilo.
O amigo se deitou, e eu sentei nele enquanto chupava o pau do meu noivo. Que delícia. Sentir um me comendo enquanto eu chupava o outro. A felicidade do meu noivo era intensa, e aquilo me deixava ainda mais safada.
Em certo momento, parei de chupar, e meu noivo mandou eu empinar porque iria comer meu cuzinho.
Eu me preparei para sair de cima do amigo, mas ele disse que queria o outro ali também.
Fiquei em cima do amigo, com o pau dele na minha buceta, e senti meu noivo entrando no meu cu. A pressão foi forte, intensa, quase demais. Gritei no ouvido do amigo. Nem tinha como pedir desculpa. Era apertado, era fundo, era sujo, era delicioso.
Então meu noivo começou a me foder, dando tapas, puxando meu cabelo e meus braços. O amigo também ficava cada vez mais excitado, segurando meus seios e apertando meus bicos. Meu noivo me xingava do jeito que sabia que me deixava louca. Eu estava tomada, sentindo os dois ao mesmo tempo, aberta, usada e desejada.
Não demorou para eu gozar outra vez, mas ele não parou.
Eu sabia o que viria. Sabia que ele queria gozar no meu cu. E foi o que aconteceu.
Virei na cama com o cu cheio de porra, enquanto o amigo batia punheta por cima de mim. Meu noivo dizia para ele gozar na minha boca. Quando o amigo chegou perto do ponto, eu abri a boca e senti ele enfiar o pau, gozando na minha garganta. Engoli e continuei chupando, arrancando gemidos dele até o fim.
O tesão era imenso.
Levantei, beijei meu noivo e fui para o banho. Ele me olhava e conversava com o amigo, satisfeito, como se tivesse realizado uma fantasia que guardava havia muito tempo. Depois me vesti, coloquei uma roupa leve para dormir. O amigo tomou banho, e meu noivo também.
Fui à cozinha beber água e comer alguma coisa. Quando voltei, meu noivo tinha emprestado algumas roupas para o amigo e disse que ele iria dormir comigo, enquanto ele ficaria na sala.
Olhei para ele, surpresa.
Meu noivo sorriu e falou:
“Eu quero escutar você gemer a noite toda. Se precisar, eu entro para dar mais tesão para você, delícia.”
Com um beijo, ele se despediu.
E eu me vi ali, na nossa cama, com outro homem ao meu lado, ainda sentindo no corpo tudo o que tinha acabado de acontecer.
Naquela noite, entendi que não era só a fantasia dele.
Também tinha virado a minha.

