Eu estava namorando um cara que vou chamar de Fabrício. Ele era forte, mesmo tendo seus 1,70 m. Não era tão moreno, tinha cabelos pretos e um corpo que me envolvia por completo. Eu sou magra, não sou alta, mas tenho meu charme. E, com ele, eu sabia muito bem usar esse charme.
Certa noite, marcamos de tomar açaí. O lugar era longe, então teríamos que pegar a BR. Fabrício veio de moto, naquele estilo mais leve, de camisa e bermuda folgada. Eu fui com um macacão fino, com zíper atrás, daqueles que deixam o corpo bonito sem parecer esforço demais.
Então fomos.
Já era perto das 22 horas quando saímos do restaurante. A noite estava silenciosa, a estrada mais vazia, e eu adorava aquela sensação de liberdade que sentia quando saía com ele. Na moto, grudada no corpo de Fabrício, eu sentia o calor dele, o cheiro dele, a firmeza daquele homem conduzindo tudo.
Aos poucos, comecei a alisar seu corpo enquanto ele dirigia. Primeiro de leve, só provocando. Depois fui descendo a mão, sentindo a respiração dele mudar. Eu sabia que estava mexendo com ele. Também já estava ficando cheia de tesão.
Minha mão chegou ao volume por cima da bermuda. Fabrício ficou calado, mas eu sentia o corpo dele reagir. O silêncio da BR, o vento batendo e aquela sensação de perigo me davam ainda mais coragem. Fui provocando até sentir o pau dele duro. Então, tomada pela safadeza, consegui colocar para fora e comecei a mexer nele com cuidado, sentindo o vento bater na minha mão e naquele pau grosso, quente e duro.
Aquilo me deixou louca.
Fabrício então parou em um ponto mais tranquilo e perguntou se eu queria aprender a dirigir. Fui para a frente da moto, e ele ficou atrás de mim, me ajudando a conduzir. Só que a brincadeira logo mudou de sentido. Enquanto eu segurava o guidão, ele começou a alisar meus peitos. Depois desceu a mão pela minha barriga, passou pela minha coxa e foi subindo devagar, até me tocar por dentro.
Eu estava com um tesão absurdo. Era gostoso demais sentir o vento, a moto, a estrada e a mão dele mexendo comigo ao mesmo tempo. Eu guiava, mas ele parecia controlar meu corpo. Cada toque me deixava mais molhada, mais inquieta, mais safada.
Foi então que encontramos uma pista próxima à BR, com mato dos dois lados e quase nenhum movimento. Fabrício parou e disse que tinha muita vontade de transar na moto. Era um desejo dele.
Eu já estava pegando fogo.
Ele puxou o zíper do meu macacão, e a roupa desceu até meus joelhos. O frio da noite nem incomodava. Eu só sentia calor, desejo e aquela vontade de fazer uma loucura com ele ali mesmo.
Segurei no guidão da moto e empinei a bunda. Fabrício veio por trás e encostou aquele pau delicioso na minha buceta, que já estava toda melada. Quando entrou, soltei um gemido que quase me assustou. Ele segurava minhas coxas, me deixava bem empinada e começou a me foder devagar.
Era uma delícia.
Eu sentia o corpo dele atrás de mim, a moto sustentando nossa loucura e o ar da noite passando pela minha pele. Conforme ele aumentava a intensidade, meus gemidos também aumentavam. Eu tinha medo de alguém aparecer, mas, ao mesmo tempo, não queria parar por nada. A mistura de risco e prazer me deixava ainda mais excitada.
Fabrício começou a me apertar, dizendo que eu era dele, me chamando de gostosa, puxando meus cabelos e apertando minha bunda. Eu estava delirando. Meu corpo parecia pegar fogo a cada estocada. Aquele pau entrava gostoso, firme, enquanto eu me segurava no guidão e deixava ele me usar do jeito que nós dois queríamos.
Quando percebi que ele estava perto de gozar, desci da moto e me ajoelhei na frente dele. Eu adoro chupar um pau, e naquela noite queria que ele gozasse bem gostoso na minha boca.
Peguei aquele pau ainda molhado de mim e comecei a chupar com vontade. Olhava para Fabrício e via, pela cara que ele fazia, que estava gostando muito. Ele quase revirava os olhos. Aquilo me dava mais tesão ainda.
Chupei mais fundo, bati com a mão, passei a língua pela cabeça e deixei ele se perder na minha boca. Quando gozou, senti tudo quente. Engoli e continuei chupando, só para escutar os gemidos dele. Ele estava sensível, tentando se segurar, mas eu adorava provocar um pouco mais.
Depois, limpei tudo, me vesti e começamos a rir. Fabrício disse que nós éramos doidos. E éramos mesmo.
Aí mandei ele ir logo embora, porque já era muito tarde e aquele lugar era esquisito demais para ficar dando sorte ao azar. Subi na moto, abracei o corpo dele de novo e fomos para casa.
Eu adoro minhas aventuras.
E essa, sem dúvida, foi uma das melhores sobre duas rodas.

