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Jogo Aberto

Posted on 19 de outubro de 20236 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Jogo Aberto

Eu sou uma mulher livre para amar e sentir meus desejos sendo realizados. Amo meu namorado, gosto da vida que tenho com ele, mas tem momentos em que meus anseios falam mais alto. Nem sempre o que eu quero cabe dentro do que ele pode me dar naquele momento.

Foi assim em um campeonato de futebol.

Meu namorado ia jogar em um sítio com vários times, e dois conhecidos dele pediram carona. Até aí, tudo normal. Passamos para pegar os dois, e eu fui com um vestido roxo colado, sem sutiã, daqueles que deixam pouco para a imaginação.

Durante a viagem, percebi que um dos caras, sentado atrás de mim, começou a se aproximar demais. Primeiro colocou a mão na lateral do banco, perto da porta, quase encostando nas minhas costas. Depois deixou os dedos roçarem de leve na minha bunda, do lado que meu namorado não via.

No começo, fingi que não percebi.

Mas percebi.

E gostei da ousadia.

Quando coloquei a mão para trás, ele segurou minha palma e começou a passar o dedo nela, fazendo um carinho escondido. A conversa no carro seguia normal, entre eles e meu namorado, como se nada estivesse acontecendo. Aquilo me deixou ainda mais excitada, porque era tudo muito discreto e muito errado.

Olhei para trás por um instante. O outro cara, sentado atrás do meu namorado, tinha percebido a brincadeira e sorriu. Voltei para a frente, tentando manter a cara séria. Quando espiei de novo, ele já tinha tirado o pau do short, duro, apontado para mim.

Fiquei sem acreditar na cara de pau dos dois.

Mas meu corpo acreditou antes da minha cabeça. Senti o calor subir, as pernas ficarem inquietas e a buceta começar a molhar. Era absurdo, safado e perigoso demais para não mexer comigo.

Chegamos ao sítio. Havia um campo grande, gente espalhada, times se preparando e mesas improvisadas. Meu namorado jogaria logo no primeiro jogo, enquanto os dois caronas só entrariam no terceiro. Antes de ir para o campo, ele olhou para eles e falou:

“Fiquem com ela aqui para não ficar sozinha.”

Quase ri.

Eles se despediram dele como bons amigos e me levaram para um banco mais afastado, de onde ainda dava para ver o jogo. Sentaram um de cada lado, fechando meu corpo entre eles. As mãos começaram a agir por trás, escondidas de quem passava.

Um tocava minha cintura. O outro subia a mão pela minha coxa. Eu fingia olhar para o campo, mas já estava completamente ligada no que eles faziam comigo. Os bicos dos meus seios endureceram e marcaram o vestido. Eles perceberam.

Quando um deles levou a mão mais alto na minha coxa, chegou perto do meu ouvido e falou:

“Hoje a gente vai te comer gostoso.”

Eu respirei fundo.

Aquilo não foi susto. Foi convite.

Olhei para ele de lado e dei um sorriso pequeno, daqueles que dizem mais do que qualquer resposta. Depois falei que iria ao banheiro e chamei os dois com o olhar. Fomos para trás de um ônibus parado, em uma parte mais escondida.

Ali, parei de fingir.

Beijei um, depois o outro. As mãos deles vieram com fome no meu corpo, apertando minha bunda, meus seios, minha cintura. Abaixei sem perder tempo e peguei os dois paus com as mãos. Dei uma chupada rápida em cada um, só para sentir o gosto da loucura e deixar os dois ainda mais atiçados.

Eu estava com medo de ser pega, mas esse medo deixava tudo mais gostoso.

Voltamos para o banco tentando agir como se nada tivesse acontecido. Pouco depois, um deles saiu por alguns minutos e voltou com outro amigo. O terceiro me olhou de cima a baixo, já entendendo a história.

Um dos caronas chegou perto e disse que poderíamos pegar meu carro para ir a um lugar mais tranquilo, “só para nos conhecermos melhor”.

Eu sabia exatamente o que ele queria dizer.

Falei para esperarem acabar o primeiro tempo, porque meu namorado viria até onde estávamos. Quando ele viesse, eu diria que estava cansada e que ficaria um pouco no carro, já que ele estava afastado do campo. Não havia motivo para ele desconfiar.

E foi exatamente o que fiz.

Meu namorado veio suado, animado, falando do jogo. Dei um beijo nele, disse que ia descansar um pouco no carro e deixei que ele voltasse para o segundo tempo.

Assim que ele entrou em campo, fui em direção ao carro. Os três vieram logo atrás.

Saímos dali e fomos até um cafezal perto. Paramos em um ponto mais escondido, longe do movimento. Quando o carro desligou, a putaria começou.

Eu beijava um enquanto batia punheta para os outros dois. As mãos deles estavam por toda parte. Um puxou meu vestido para cima, afastou minha calcinha e caiu de boca na minha buceta. Eu gemi, segurando o banco, enquanto os outros dois colocavam os paus perto da minha boca.

Mamei os três.

Sem pressa de fingir recato, sem vontade de ser santinha. Eu queria aquilo. Queria sentir os três me desejando, me chamando de gostosa, disputando minha boca, minha mão, minha buceta.

Depois me colocaram de quatro no carro. Um entrou em mim por trás enquanto eu chupava outro. O terceiro ficava batendo punheta, esperando a vez. A cada troca, eu ficava mais safada. Eles revezavam, metendo em mim um por um, enquanto eu gemia e me segurava onde dava.

O espaço era apertado, o carro balançava, e o cheiro de sexo tomou conta de tudo.

Um deles me puxou para sentar no colo. Sentei gostoso, rebolando, sentindo o pau entrar fundo. Enquanto eu cavalgava, outro veio para minha boca, e o terceiro passava a mão pelo meu corpo, apertando meus seios, minha bunda, minha cintura.

Eu estava completamente entregue àquela loucura.

Eles me chamavam de gostosa, linda, puta, vadia. Cada xingamento parecia entrar em mim junto com os paus deles. Eu não me ofendia. Naquele momento, era exatamente o que eu queria ouvir. Quanto mais falavam, mais eu gemia. Quanto mais me usavam, mais eu pedia.

Foram quase trinta minutos de revezamento. Três homens, um carro escondido no cafezal e eu no meio daquela safadeza toda, gozando sem conseguir contar direito. Gozei uma vez, depois outra, depois mais uma, cada vez mais molhada, mais solta, mais sem juízo.

Eles também gozaram. Um depois do outro. Eu fui recebendo, chupando, sentindo, rindo de nervoso e tesão, tentando recuperar o fôlego entre uma rodada e outra.

Quando tudo terminou, eu estava satisfeita, suada e com o corpo mole. Dei um jeito no vestido, ajeitei o cabelo e tentei parecer uma mulher comportada de novo, como se aquilo fosse possível depois do que tinha acabado de acontecer.

Voltamos para perto do campo. Fiquei no carro enquanto eles desceram primeiro, para não chamar atenção. Uns cinco minutos depois, meu namorado apareceu feliz, dizendo que tinha ido muito bem no jogo.

Ele estava todo animado.

Eu também.

Afinal, naquele dia, ele teve sorte no futebol.

E eu tive muita sorte no amor safado.

Real Tags:aventura, boquete, carro, explícito, gangbang, heterossexual, secreto, sexo grupal, sexo no carro, suruba, traição

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