Eu sou uma mulher livre para amar e sentir meus desejos sendo realizados. Não importa com quem, nada me limita, nem mesmo meu namorado. Eu amo ele, gosto dele, mas tem momentos que meus anseios e desejos são maiores do que ele pode me dar naquele momento.
Por exemplo, um dia fomos a um campeonato de futebol. Aí dois conhecidos da gente pediram carona. Até aí, beleza. Passamos e pegamos eles. Esse dia eu fui com meu vestido roxo colado, sem sutiã.
Durante a viagem, o cara que estava sentado atrás de mim começou com uma atitude estranha. Ele foi colocando a mão na lateral do banco, do lado da porta, tendo acesso às minhas costas e à minha bunda, no lado que meu namorado não via.
Deixei pra lá, pensei que tinha sido sem querer. Até que, quando coloquei a mão pra trás, ele pegou minha mão e começou a esfregar minha palma com um dedo, fazendo uma espécie de carinho. Isso tudo rolando enquanto a conversa no carro estava normal, entre eles e meu namorado.
Então fui olhando para trás e espiando o que tava acontecendo. Foi quando vi que o outro cara, sentado atrás do meu namorado, tinha percebido tudo e soltou um sorriso. Voltei para minha posição e depois espiei novamente. Ele tirou o pau do short, mostrando para mim, duro. Fiquei sem acreditar na cara de pau deles, mas confesso que estava ficando excitada com tudo aquilo.
Chegamos ao local — era um sítio com campo e vários times. Meu namorado jogava primeiro e eles eram do terceiro jogo. Meu namorado falou: “Fiquem com ela aqui para não ficar sozinha.” Os caras se despediram dele e fomos sentar em um banco mais afastado para ver o jogo. Foram rápidos e já sentaram, um de cada lado, de forma que as mãos deles ficavam livres para me tocar por trás sem ninguém ver. Nem preciso dizer que os bicos dos meus seios ficaram excitados e marcavam o vestido.
O primeiro tempo começou e eles começaram a me acariciar. Não falavam nada, só tocavam em mim. Quando um levou a mão à minha coxa, foi falando: “Hoje a gente vai te comer gostoso.”
Eu aceitei o recado e fingi que iria ao banheiro, chamando os dois para ir atrás de um ônibus que estava meio afastado. Beijei ambos, eles foram passando a mão em mim. Logo me abaixei e peguei no pau deles para dar uma chupada rápida, afinal, estava com medo de ser pega ali.
Voltamos ao banco, mas um dos caras saiu por um instante e voltou com um amigo. Disse que iria pegar meu carro para “ir para um lugar mais tranquilo para a gente se conhecer melhor”.
Falei então para esperar acabar o primeiro tempo, já que meu namorado iria vir até onde estávamos. Daí eu falaria que iria ficar no carro, que estava afastado do campo, e ele não iria desconfiar.
Foi como eu falei. Assim que meu namorado foi para o segundo tempo, eu fui em direção ao carro e saímos os três — os caronas e o amigo deles — para um cafezal perto.
Paramos o carro e a putaria começou. Eu beijava um e batia para os outros dois. Daí um já me chupou toda. Fui mamando os três. Depois me pegaram de quatro no carro e foram metendo, um por um. Mamei um, sentei no outro e o terceiro colocou também. Resultado: meteram uns trinta minutos revezando os três. Gozei três vezes e eles gozaram duas vezes cada um. Uma delícia.
Eu tava satisfeita. Gemia tanto com aqueles três. Cada xingamento era exatamente o que eu sentia naquele momento. Me chamavam de gostosa, linda, puta, vadia… Foi muito bom.
Voltamos e fiquei no carro enquanto eles iam. Uns cinco minutos depois, meu namorado voltava feliz — teve muita sorte no jogo. Eu estava feliz também, afinal, eu também estava com muita sorte no amor.


