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Serviço de primeira

Posted on 23 de outubro de 20236 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Serviço de primeira

Sempre fui uma filha obediente. Filha única, mimada e acostumada com a confiança do meu pai. Mesmo adulta, ele ainda me pedia alguns favores quando não podia resolver as coisas sozinho. Foi assim que, depois de um almoço de sábado, ele me pediu para buscar o carro na oficina, onde tinham trocado as pastilhas.

Ele passou meu contato para o mecânico, que logo mandou mensagem avisando que eu poderia ir depois das 14 horas. A oficina estaria fechada, mas era só empurrar o portão e entrar.

Me arrumei como sempre, provocante sem parecer que estava me esforçando demais. Coloquei um top tomara que caia amarelo e uma saia preta curta. Como estava muito quente, fui sem calcinha. Meu namorado me levou até lá, mas estava com pressa para ir ao jogo de futebol dele. Todo fim de semana era a mesma coisa, bola com os amigos e depois demora para voltar.

Mandei mensagem para o mecânico, e ele respondeu que já estava chegando. Desci do carro, me despedi do meu namorado e empurrei o portão.

Logo vi o homem vindo. Devia ter quase 50 anos, usava uma camisa meio surrada e calça jeans. Enquanto se aproximava, deu uma ajeitada discreta na frente da calça, ou pelo menos tentou ser discreto. Eu percebi. Ele se apresentou e pediu que eu o acompanhasse.

Descemos uma rampa para dentro do barracão, cheio de carros parados. Pelo jeito, ele estava sozinho ali.

Chegamos ao carro do meu pai, e ele abriu o capô, mostrando o serviço que tinha sido feito. Falava dos freios, das pastilhas, de regulagem, tudo muito técnico, mas o olhar dele escapava para minhas pernas o tempo todo. Depois se abaixou para verificar alguma coisa atrás do pneu.

Eu percebi na hora o que ele queria.

Queria olhar por baixo da minha saia.

E, confesso, não resisti. Fiquei em uma posição que deixava claro que eu não estava usando calcinha. Ele tentou disfarçar, mas se levantou mexendo na calça. Fingi interesse no serviço, perguntando sobre peças e freio, mas já sabia que o homem estava duro de tesão.

Pedi para ver o porta-malas. Quando fui até lá, ele veio atrás e encostou em mim. Senti o volume dele na minha bunda. Captei a maldade na hora. Só que ele não sabia que eu podia ser ainda mais maldosa.

Ele foi até a frente, ligou o carro e pediu para eu testar. Quando me sentei no banco do motorista, a saia subiu ainda mais. Ouvi ele soltar um “ai” baixinho. Fiquei com as pernas um pouco abertas, fingindo que era sem querer. Ele estava de pé na porta, com o volume da calça bem alto, latejando.

Então o telefone dele tocou.

Ele se debruçou no teto do carro para atender, ficando com a cintura bem perto de mim. Escutei quando falou:

“Oi, amor.”

Deduzir que era a esposa foi fácil. Ele começou a explicar que estava terminando um serviço e que logo iria para casa depois de resolver umas coisas.

Foi aí que coloquei minha maldade em prática.

Abri o zíper dele devagar e puxei o pau para fora. Ele se assustou, deu uma afastada pequena, mas olhou para mim e não tentou impedir. Então coloquei na boca.

Comecei a chupar enquanto ele ainda falava com a esposa.

Aquilo me deixou completamente safada. Ele tentava manter a voz normal, mas eu chupava com vontade, passando a língua pela cabeça, segurando a base e sentindo o pau dele crescer ainda mais na minha boca. Em um momento, ele gemeu sem querer.

Deu para ouvir a mulher perguntando alguma coisa.

Ele respondeu que era dor de cabeça.

Quase ri com o pau dele na boca.

Eu adorava aquilo. Ele querendo desligar, a esposa falando mais e eu ali, chupando um homem casado dentro de uma oficina fechada, com o carro do meu pai ligado ao lado.

Quando ele finalmente conseguiu encerrar a ligação, saí do carro e o puxei pela mão. Sentei ele em uma cadeira, levantei minha saia e sentei no pau dele sem esperar mais nada. Ele segurou minha cintura e gemeu fundo.

“Vou te comer como ninguém”, ele falou.

Eu sorri, rebolando em cima dele.

Ele me levantou e me levou para um quartinho nos fundos da oficina. Lá tinha uma cama simples, daquelas improvisadas para descanso. Ele me colocou de quatro e entrou em mim com vontade. O pau dele era gostoso, firme, e eu estava tão molhada que ele deslizou fácil.

Foi uma sequência de xingamentos safados.

Me chamava de puta, vadia, cachorra. Dava tapas na minha bunda, apertava minha cintura e metia cada vez mais forte. Eu gostava daquele jeito bruto, daquele homem casado perdendo a linha comigo enquanto a esposa achava que ele estava terminando um serviço.

Ele me virou, me sentou na cama e pediu para abrir a boca. Obedeci na hora. Senti a porra dele vir quente, e continuei chupando mesmo depois. O pau dele ainda ficou duro. Isso me deixou ainda mais excitada.

Então ele se deitou na cama e mandou eu cavalgar gostoso.

Fui para cima dele. Sentei devagar no começo, sentindo tudo entrar, depois comecei a quicar com vontade. Meus seios balançavam, meu top já estava levantado, e ele mamava enquanto eu rebolava. Era tão delicioso que gozei em cima dele, apertando aquele pau dentro de mim. Ele também não demorou. Gozou de novo enquanto eu continuava sentando, até sentir o corpo dele amolecer por alguns segundos.

Paramos só um pouco.

Ele ficou mamando meus seios, beijando minha boca, passando a mão pela minha bunda. Eu senti o pau dele começando a endurecer de novo. O homem tinha fôlego. Depois me olhou com cara de safado e disse que queria comer meu cuzinho.

Virei de costas para ele, empinei bem e fiquei esperando.

Ele me deitou na cama e mandou eu empinar aquele cuzinho de puta. Fiz sem reclamar. Senti a língua dele passando, depois a saliva, depois os dedos provocando. Meu corpo já conhecia aquela sensação e queria mais.

Quando ele encostou o pau, respirou fundo e começou a entrar. A pressão veio forte. Eu gemi, segurando a cama, sentindo meu corpo abrir para ele. Doía um pouco, ardia, mas era aquela dor safada que se misturava com o tesão e me deixava ainda mais louca.

Ele foi metendo, primeiro devagar, depois cada vez mais forte. Eu gemia e pedia mais. Sempre adorei quando comem meu cuzinho, e aquele mecânico parecia saber exatamente o que estava fazendo.

Não demorou para ele perder o controle.

Metia fundo, me segurava pela cintura e falava putaria no meu ouvido. Eu estava completamente entregue, gozando de novo enquanto ele socava mais e mais. Quando chegou ao limite, ele gozou dentro, ficando parado por alguns segundos, respirando pesado em cima de mim.

Já tinham passado mais de duas horas.

Fui ao banheiro do lado, me limpei e tentei me arrumar. Ele também se vestiu, ainda com aquela cara de quem tinha feito muito mais do que um simples serviço mecânico.

Fui pagar pelo conserto do carro, mas ele se recusou.

“Por conta da casa”, disse, com um sorriso malicioso.

Guardei o dinheiro que meu pai tinha me dado. Quando saímos pelo portão com o carro, meu namorado chegou na rua e encostou. Perguntou por que eu tinha demorado tanto.

O mecânico respondeu antes de mim, dizendo que faltava regular os freios. Depois olhou para mim e falou:

“Obrigado pela paciência. Volte sempre. Espero que tenha gostado do meu serviço.”

Eu aproveitei e respondi:

“Amei. Precisando, volto com certeza.”

Meu namorado olhou para mim e perguntou se tinha ficado bom mesmo. Confirmei que sim.

Então ele virou para o mecânico e disse:

“Semana que vem peço para ela trazer o meu para você ver um barulhinho na roda.”

O mecânico sorriu.

“Pede para ela deixar aqui.”

Olhei para ele e pensei: que safado. Quer me comer de novo.

Mas fazer o quê?

Quando o serviço é bom, sempre vale voltar no mecânico que faz um atendimento de primeira.


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