Recentemente, mudei de cidade. E eu sou uma mulher que gosta de conhecer lugares, pessoas e, principalmente, expandir minhas experiências. Nessa nova fase, acabei conhecendo um cara pelo Instagram. Ele era bonito, tinha fotos interessantes e logo começamos a trocar mensagens.
Até que, certo dia, postei um story com localização e descobri que morávamos no mesmo bairro. Isso animou ainda mais a conversa. Ele contou que era massagista, e eu fiquei curiosa. Perguntei quanto cobrava por cada massagem. Ele respondeu que eram trinta reais, mas que, para mim, faria de graça porque queria muito me beijar.
Não achei a proposta ruim.
Na verdade, gostei.
Demorou algumas semanas até eu finalmente decidir conhecer o tal serviço de massagem dele. Combinamos tudo certinho. Eu já fui com má intenção, claro. Me arrumei com cuidado, me depilei, coloquei um conjunto de renda bonito e peguei um carro até o local.
Quando cheguei, ele me recebeu com um sorriso lindo. Era alto, moreno, com um jeito calmo e provocante ao mesmo tempo. Levou-me para dentro da casa, onde tinha montado um espaço parecido com uma pequena clínica, com cama, produtos, toalhas e uma iluminação mais baixa.
Quando entrei na sala de massagem, ele pediu que eu tirasse a roupa e deitasse na cama.
Fiz como ele pediu.
Deitei usando só a lingerie, sentindo um frio gostoso na barriga. Ele começou passando o produto pelo meu corpo e iniciou a massagem. As mãos dele eram leves em alguns pontos e mais firmes em outros. Eu sentia meu corpo relaxar sob aqueles movimentos, como se cada toque fosse me soltando um pouco mais.
Depois, ele pediu para eu virar.
Quando fiquei de bruços, suas mãos desceram pelas minhas costas, pela cintura, pela bunda e pelas coxas. O toque era profissional, mas tinha algo ali que ia além. Eu sabia. Ele também sabia. E eu não queria fingir que não percebia.
Então ele pediu para eu virar de frente.
Obedeci.
Ele voltou a passar o produto no meu corpo, agora pela barriga, pelas pernas e pelo colo. Quando chegou aos meus seios, a mão dele ficou mais lenta. Os dedos contornaram a pele, e eu acabei soltando um gemido baixo.
Pedi desculpa, meio sem graça.
Ele sorriu e perguntou se eu sentia tesão ali.
Respondi que sim. Que meus seios eram muito sensíveis.
Era a senha que ele precisava. Mas também era a que eu queria dar.
Ele passou o dedo pelo bico do meu seio, primeiro de leve, depois com mais intenção. A partir daquele momento, tudo que fazia parecia ser para me provocar. E estava funcionando. Meu corpo respondia rápido demais. Eu sentia o tesão crescendo, a calcinha ficando molhada, minhas pernas se movendo quase sozinhas.
Ele percebeu.
Desceu a mão pela minha barriga, chegou até minha buceta por cima da renda e começou a tocar devagar. Olhou para mim, como se esperasse minha reação. Eu não afastei. Pelo contrário. Abri um pouco mais as pernas.
Então ele afastou a calcinha e enfiou dois dedos em mim.
Gemi.
Ele sorriu e começou a mexer com mais firmeza. Me segurei na cama, sentindo os dedos dele entrando e saindo, enquanto a outra mão continuava brincando nos meus seios. Eu estava cada vez mais molhada.
Então ele me puxou até a ponta da cama e caiu de boca em mim.
A língua dele era deliciosa. Chupava minha buceta, metia os dedos, voltava para o clitóris e me fazia gemer sem vergonha. Eu me abri toda para ele. Já não tinha mais massagem nenhuma. Era puro tesão. E eu estava adorando.
Depois de me chupar bastante, ele parou e tirou a roupa.
Olhei para aquele pau grosso, com uma veia linda, pulsando de tão duro. Desci da cama e fui direto para ele. Comecei a chupar com vontade. Era grande, gostoso, pesado na minha boca. Lambi da base até a ponta, passei a língua pela cabeça e enfiei o máximo que consegui.
Eu realmente nunca tinha chupado um pau tão gostoso como aquele.
Deixei ele bem duro, bem melado, do jeito que eu queria. Então ele pegou uma camisinha e colocou.
Voltei para a cama, e ele veio por cima de mim. Entrou olhando nos meus olhos, segurando meus seios. Quando senti aquele pau me preenchendo, soltei um gemido alto. Minha buceta parecia aquecer de tanto prazer. Ele metia sem parar, em um ritmo firme, gostoso, fazendo meu corpo inteiro se entregar.
Depois me virou de quatro.
Segurei na cama, empinei a bunda e senti o pau dele entrando de novo, fundo, delicioso. Ele pegou meu cabelo, puxou de leve e começou a meter mais forte. A cada estocada, eu gemia mais.
Então ele começou a falar putaria.
Disse que eu não tinha ido ali por causa de massagem nenhuma. Que agora ele estava fazendo massagem na minha buceta. Que eu era uma safada. Depois me chamou de puta.
Eu adoro ser xingada nesses momentos gostosos.
Perguntei se eu era a putinha dele.
Ele confirmou.
Disse que eu era a putinha dele e continuou socando aquele pau na minha buceta. Eu gemia, rebolava, pedia mais. Não sei quantas vezes gozei, mas foi intenso. Meu corpo tremia, minhas pernas falhavam, e ele parecia ficar ainda mais excitado cada vez que eu perdia o controle.
Depois, ele deu uma pausa e sentou na cama.
Fui até ele e sentei no seu pau.
Que delícia de pau.
Grande, grosso, encaixava em mim de um jeito perfeito. Eu sentava e rebolava, sentindo ele entrar fundo, sem escapar. Ele segurava minha cintura, apertava meus seios e me olhava como se estivesse adorando me ver cavalgando nele.
Fui aumentando o ritmo. Subia, descia, rebolava, sentia minha buceta engolindo aquele pau gostoso. Ele gemia e me chamava de gostosa. Aquilo me deixava ainda mais safada. Eu queria fazer ele gozar daquele jeito, comigo sentando, olhando para ele, mostrando que a massagem tinha virado uma sessão muito melhor.
Continuei até sentir o corpo dele travar.
Ele gozou, gemendo forte, segurando minha cintura como se não quisesse me soltar.
Fiquei mais alguns segundos sentada nele, sentindo a respiração dos dois voltar aos poucos. Eu estava mole, satisfeita, com o corpo inteiro marcado por aqueles toques intensos.
Busquei forças para levantar e peguei meu celular.
Levei um susto.
Minha mãe tinha mandado mensagem pedindo para eu ir buscar minha irmã no colégio. Quando vi o horário, já tinham se passado quase duas horas desde que eu havia chegado.
Peguei minhas roupas e me vesti correndo. Dei um beijo nele, daqueles de despedida com promessa escondida, e saí tentando parecer normal.
Deu tudo certo. Cheguei em casa, tomei um bom banho e, mais tarde, mandei mensagem para o massagista.
Agradeci pela sessão.
E perguntei quando seria a próxima.

