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Encaixe Perfeito

Posted on 7 de janeiro de 20246 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Encaixe Perfeito

Algumas coincidências são interessantes demais para parecerem acaso. Eu namorava quando, certa vez, fiquei olhando o Instagram de algumas pessoas sem intenção direta de nada. Foi aí que vi um rapaz que me chamou atenção. Alto, bonito, com um jeito interessante. Não segui, claro. Eu estava namorando.

Três dias depois, minha melhor amiga apareceu pedindo para eu testar a fidelidade do namorado dela, que morava em outra cidade. Quando vi quem era, quase não acreditei. Era o mesmo rapaz do Instagram.

Fiz o que ela pediu.

De primeira, ele não me respondeu. Depois apareceu, pediu desculpa, disse que estava ocupado. Aceitei, e começamos a conversar. A conversa foi tão boa que viramos a madrugada falando. Minha amiga pediu prints, mas eu menti. Disse que ele tinha me deixado no vácuo.

Foi assim que começamos.

Conversamos por anos, sempre com aquela distância entre nós e uma amizade que crescia em silêncio. Com o tempo, as mensagens foram esquentando. Mesmo quando eu ainda namorava, acabava falando com ele várias noites, sem minha amiga saber. Depois que meu namoro terminou, o clima mudou de vez. A conversa ficou mais safada, mais direta, mais perigosa.

Um dia, no calor do momento, dei corda. Ele perguntou como eu estava, e respondi que estava irritada com o calor, porque tinha acabado de sair do banho e estava usando só um blusão e calcinha. Ele começou a provocar, pediu uma foto, e eu mandei.

A resposta veio na hora.

Disse que eu estava gostosa.

Aquilo mexeu comigo. Pedi uma foto dele também. Quando recebi, quase achei que fosse fake. Mas não era. Ele era delicioso. Depois começou a falar tudo o que faria comigo se estivesse ali. Mesmo já sendo adulta, eu ainda era virgem, e aquilo me dava uma mistura de vergonha, curiosidade e tesão. Com ele, eu me soltei de um jeito que nunca tinha conseguido antes.

Os dias foram passando, e nunca dava certo de ele vir à minha cidade. Até que uma coincidência fez o que a gente não conseguia fazer. Ele estava na cidade da minha tia no mesmo dia em que eu tinha ido para lá.

Eu estava passeando quando o vi.

Fui correndo falar com ele. A felicidade dos dois era nítida. Era estranho e gostoso ver ao vivo alguém que já tinha habitado tantas conversas, tantas madrugadas, tantos pensamentos escondidos.

De repente, começou a chover. Ele disse que a casa onde estava hospedado era perto e me chamou para entrar até a chuva passar. Eu aceitei.

Sentamos e começamos a conversar. O papo fluiu naturalmente, como se a gente já tivesse se encontrado muitas vezes. Em algum momento, toquei no assunto da minha amiga. Ele contou que eles tinham terminado havia tempo e que, desde então, não parava de pensar em mim e nas nossas conversas.

O clima mudou.

Perguntei se ele faria o que eu quisesse. Disse que eu realizaria aquilo para ele.

Ele não precisou responder com palavras. O corpo dele entregou tudo.

Peguei, puxei o pau para fora e comecei a chupar. Fiz um boquete com vontade, sentindo ele endurecer ainda mais na minha boca. Eu estava nervosa, mas também estava tomada por desejo. Queria agradar, queria provocar, queria mostrar que toda aquela conversa não tinha sido só brincadeira.

Ele gemeu, passou a mão pelo meu cabelo e me olhou como se não acreditasse que aquilo finalmente estava acontecendo.

Então me pegou pela mão, me levou até o quarto e me colocou na cama. Foi tirando meu short e minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a me chupar.

Nossa, aquilo foi perfeito.

A boca dele era quente, cuidadosa e safada na medida certa. Ele chupava minha buceta com calma, percebendo minhas reações, fazendo meu corpo se abrir antes de qualquer pressa. Foi subindo depois, tirando minha blusa, beijando minha pele, como se quisesse conhecer cada parte de mim.

Quando tentou me penetrar, segurei o corpo dele.

“Calma. Eu não te falei que sou virgem?”

Fiquei com muita vergonha. Ele, porém, foi paciente. Disse que só continuaria se eu quisesse e que podia parar a qualquer momento.

Tentei ir por cima, sentando, mas não deu muito certo. A dor me assustou, e desisti. Então fiquei de quatro, e ele começou a colocar com todo cuidado. Perguntava se estava doendo, se eu queria parar, se estava tudo bem.

Foi fofo. Foi intenso. Foi a minha primeira experiência de verdade.

Ele entrou aos poucos, respeitando meu corpo. A dor existia, mas havia cuidado junto. Isso fez toda diferença. Quando conseguiu se movimentar, foi devagar, sem pressa de provar nada. Depois de um tempo, gozou fora. Eu me limpei, tentei organizar minha cabeça e não fiquei muito tempo na casa dele.

No dia seguinte, esbarrei com ele na farmácia.

Ele me convidou para ir à casa dele de novo. Fiquei surpresa. Eu tinha jurado que tinha mandado mal, porque praticamente só tinha feito um boquete e ficado cheia de nervosismo. Mesmo assim, marcamos.

Mais tarde, cheguei lá. Começamos conversando e nos preparamos para assistir a um filme. Fizemos até pipoca.

Nas opções, apareceu “365 Dias”, que muita gente comentava na época. Pedi para colocar. O filme era extremamente erótico, e lógico que aquilo mexeu com a gente. Comecei a encarar ele, subi por cima e nos beijamos.

Dessa vez, eu já estava diferente.

O clima veio forte. Ele começou a passar a mão pelo meu corpo. Peguei a mão dele e coloquei por dentro da minha calcinha. Ele perguntou se eu queria.

Eu disse que sim.

E falei que, dessa vez, ele podia fazer sem dó.

Ele se encheu de tesão, me colocou de quatro, colocou a camisinha e começou a me penetrar. Entrou devagar no começo, mas meu corpo já estava mais preparado. Eu queria sentir mais, queria perder o medo, queria viver aquela safadeza que tínhamos alimentado por tanto tempo em mensagens.

Então pedi para ele parar.

Ele ficou preocupado, mas eu só queria outra coisa antes.

Pedi para tirar a camisinha. Ele perguntou se eu tinha certeza. Disse que sim e me ajoelhei na frente dele. Peguei o pau, comecei a mexer e olhei para cima.

“Isso.”

Em seguida, coloquei na boca.

A cada chupada, ele ficava mais excitado. Começava a gemer, e eu adorava escutar. Aqueles gemidos me davam ainda mais tesão. Chupei com mais vontade, usando a língua, a mão, a boca inteira. Quanto mais ele gemia, mais eu queria ouvir.

Até que não aguentei.

Pedi para ele me penetrar de novo, porque eu estava morrendo de desejo.

Ele me colocou de quatro e foi entrando devagar. Então pedi para meter mais forte. Disse que podia acelerar, dar tapas e puxar meu cabelo. Aquele homem se transformou. Parecia que perdeu uma vergonha que ainda estava segurando.

E tudo ficou muito melhor.

Ele metia cada vez mais rápido, mais fundo, apertava minha bunda, me puxava pela cintura, segurava meu cabelo e dava tapas. Eu gemia de tesão. Aquilo era maravilhoso demais. Sentia o corpo dele atrás de mim, a força dele crescendo, o prazer tomando conta dos dois.

Depois ele perguntou se eu queria sentar nele.

Claro que eu queria.

Fui devagar por cima, sentindo o pau entrar, me acostumando com o ritmo. Quando peguei confiança, falei de novo que, se ele quisesse bater, podia. Ele sorriu, cheio de tesão, e se soltou de vez.

Me segurava com força, puxava minha cintura, me chamava de gostosa. Eu sentia os tapas na bunda e no rosto, do jeito que eu tinha pedido, e aquilo me deixava ainda mais acesa. Eu olhava para ele com vontade, querendo mais e mais. Meu desejo estava no máximo.

Quando ele estava perto de gozar, me puxou com força e gozou dentro da camisinha. Ficamos ali, recuperando o fôlego, os dois suados, rindo baixo, meio sem acreditar em como a segunda vez tinha sido diferente da primeira.

Depois fomos ao banheiro e tomamos banho juntos. Ficamos conversando por horas, como se o sexo tivesse aberto ainda mais espaço para a intimidade. Acabamos dormindo juntos.

Ficamos juntos por um tempo, mas tivemos que nos despedir. Ele ia passar um ano na cidade, mas acabou precisando ir trabalhar em outro lugar. Quando me contou, eu chorei. Fiquei abraçada nele, perguntando quando voltaria. Ele disse que não sabia, mas que manteríamos contato.

Sinto falta dele até hoje.

Ele era safado no grau perfeito, mas também fofo, carinhoso e cuidadoso. Preocupava-se comigo, sabia me provocar e também sabia me acolher.

Talvez por isso eu nunca tenha esquecido.

Algumas pessoas passam pela vida da gente como coincidência.

Outras ficam na memória como encaixe perfeito.

Real Tags:amizade virtual, aventura, boquete, descoberta, desejo, encontro, explícito, heterossexual, primeira vez, romântico, virgem

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