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Amigas mais que íntimas

Posted on 10 de abril de 20246 de junho de 2026 By Desejos Intensos 1 comentário em Amigas mais que íntimas

Viviane era uma moça simples, mas cheia de curiosidade. Aos 18 anos, gostava de procurar coisas diferentes para fazer, principalmente quando ficava sozinha em casa. Sua sorte era ter Tatiana por perto, uma amiga da época do colégio, também naquela fase de fim do ensino médio em que tudo parecia descoberta e despedida ao mesmo tempo.

Tatiana tinha 19 anos e já tinha vivido com Viviane algumas aventuras leves. Viviane nunca havia namorado de verdade. Tatiana já tinha ficado com algumas pessoas, mas nunca havia passado muito dos beijos e amassos. As duas ainda carregavam aquele segredo de quem estava descobrindo o próprio corpo com cuidado, medo e vontade.

Certo dia, Tatiana foi à casa de Viviane. A mãe de Viviane tinha saído, e as duas ficaram à vontade. Viviane mostrou alguns contos eróticos que alguém havia mandado para ela. Tatiana ficou no quarto lendo, fingindo naturalidade, mas a verdade é que aquelas histórias mexeram com sua cabeça.

Ela também queria viver alguns segredos. Queria descobrir se teria coragem de experimentar algo assim. E, acima de tudo, queria saber como seria com Viviane.

Foi até a cozinha, onde a amiga preparava um lanche. Chegou por trás, ficou perto demais e, antes de perder a coragem, beijou Viviane de surpresa.

A amizade das duas era especial. Viviane se assustou, mas não afastou Tatiana. Pelo contrário. Depois de alguns segundos, correspondeu. Sentiu os lábios dela, a língua, o calor daquele beijo inesperado. Era diferente. Macio, lento, cheio de uma intimidade que parecia já existir antes mesmo de acontecer.

Tatiana voltou para o quarto com o coração acelerado. Estava excitada, feliz, nervosa. Viviane ficou alguns minutos na cozinha, tentando entender o que aquele beijo tinha despertado nela. Depois foi até o quarto.

O clima estava frio. Viviane usava um macacão, e Tatiana estava de blusa e short. Quando Viviane entrou, Tatiana se levantou e voltou a beijá-la. Dessa vez, Viviane já esperava. Já queria.

As mãos de Tatiana foram passando pelo corpo dela. Primeiro com cuidado, depois com mais desejo. Puxou a parte de cima do macacão, deixando os seios de Viviane à mostra. Tatiana olhou por um instante, como se pedisse permissão. Viviane respirou fundo e não se cobriu.

Então Tatiana levou a boca aos seios dela.

Viviane soltou um suspiro baixo. Tatiana mamava com delicadeza, mas com vontade, passando a língua pelos bicos, chupando, mordendo de leve. Viviane começou a tocar o corpo de Tatiana também, ainda insegura, mas cada vez mais curiosa. Passava as mãos pela cintura, pelas costas, pelas coxas, sentindo o corpo da amiga reagir.

As duas estavam descobrindo algo novo, excitante e secreto. Isso deixava tudo mais intenso.

Ao perceber que era correspondida, Tatiana colocou a mão por dentro da roupa que estava na cintura de Viviane. Seus dedos chegaram até a buceta dela, já molhada. Começou a mexer devagar, explorando, sentindo cada reação. Viviane fechou os olhos. Aquilo era novo, estranho e gostoso demais.

Então Viviane quis retribuir.

Foi tirando a roupa de Tatiana, ainda com um pouco de vergonha, mas tomada por uma coragem que parecia nascer do próprio tesão. Beijou os seios dela, mamou seus bicos durinhos e desceu a mão até a calcinha. Tatiana já estava molhada. Viviane tocou sua buceta com cuidado, primeiro por fora, depois por dentro, aprendendo com os gemidos da amiga.

Foram se pegando assim por muito tempo. Sem pressa. Sem saber direito o que estavam fazendo, mas gostando de descobrir juntas. Quando cansaram, ficaram deitadas por alguns minutos, rindo baixo, com vergonha e excitação misturadas no corpo.

Viviane foi para o banho. Tatiana começou a se arrumar para voltar para casa, porque já era tarde. Antes de sair, beijou Viviane outra vez. Não foi um beijo de despedida comum. Foi promessa.

Tatiana chegou em casa feliz, pensando que queria mais aventuras assim com a amiga. Não desejava aquilo com outra pessoa. Queria Viviane.

No dia seguinte, Tatiana visitou novamente a amiga. Viviane estava precisando de apoio depois de alguns problemas em família e parecia cansada. Tatiana a beijou com carinho, disse que ela era linda e ficou por perto até que a amiga descansasse.

Depois do cochilo, Viviane foi tomar banho. Tatiana aproveitou e foi junto.

Dentro do banheiro, sozinhas, as duas se beijaram. Tiraram a roupa devagar, ainda com aquele misto de timidez e desejo. Tatiana ficou por um instante olhando o corpo nu de Viviane. Ela era bonita de um jeito simples, real, e aquilo fazia Tatiana sentir ainda mais vontade de cuidar e provocar ao mesmo tempo.

Sem ligar o chuveiro, Tatiana se aproximou. Beijou os seios de Viviane, mamou seus bicos e foi descendo a mão até a buceta dela. Enfiou um dedo devagar. Viviane gemeu.

Viviane também colocou a mão dentro da calcinha de Tatiana, mexendo em sua buceta. As duas ficaram ali, encostadas uma na outra, descobrindo o ritmo, o toque e a respiração. Viviane começou a gemer mais alto, e Tatiana sentiu que ela estava chegando perto.

Não demorou para Tatiana gozar primeiro, apoiada em Viviane, com o corpo tremendo. Pouco depois, foi Viviane quem perdeu o controle. Apertou os ombros da amiga e gozou, estremecendo no banheiro.

As duas estavam molhadas, meladas, rindo baixinho do que tinham acabado de fazer.

Então tomaram banho de verdade. No final, deram um selinho antes de sair.

Mais tarde, Tatiana foi para casa pegar roupa, porque dormiria na casa de Viviane. Quando voltou, encontrou a amiga comendo na cozinha. Aproximou-se por trás, deu um cheiro em seu pescoço e um beijo demorado.

“Eu gosto de você”, disse Tatiana. “E não vou desistir.”

Viviane estava cansada, mas sorriu.

Elas arrumaram uma cama no chão do quarto. Viviane acabou dormindo primeiro. Tatiana ficou um tempo admirando o corpo da amiga, sentindo uma vontade enorme de protegê-la de qualquer tristeza. Pela manhã, antes de ir embora, despediu-se com um beijo e repetiu que gostava dela.

Naquele mesmo dia, Tatiana decidiu preparar uma surpresa. Tinha visto alguns vídeos com o uso de um pênis de silicone e ficou curiosa. Queria experimentar com Viviane, mas também tinha medo. Conversou com uma amiga adulta, conseguiu comprar um e passou o resto do dia pensando se aquilo seria demais para as duas.

À noite, levou o brinquedo escondido na bolsa.

Tatiana iria dormir novamente na casa de Viviane, mas começou a sentir receio. Era tudo muito recente. Elas tinham começado a se relacionar havia menos de dois dias. Será que estava rápido demais? Será que Viviane iria se assustar?

Quando foram para o quarto, depois que a casa ficou em silêncio, Tatiana respirou fundo e resolveu conversar antes de qualquer coisa.

Sentou-se perto de Viviane, beijou sua boca e contou o que tinha levado. Viviane arregalou os olhos, surpresa, mas não pareceu assustada. Tatiana explicou que só queria tentar se ela também quisesse. Disse que poderiam parar a qualquer momento.

Viviane ficou alguns segundos em silêncio. Depois tocou o rosto da amiga e perguntou:

“Você confia em mim?”

Tatiana respondeu que sim.

Viviane sorriu, nervosa e excitada.

“Então vamos descobrir juntas.”

As duas começaram como antes. Beijos, mãos, gemidos baixos. Tatiana tirou o vestido que Viviane usava e depois tirou a própria roupa. Nuas, deitaram juntas. Tatiana beijou e mamou os seios de Viviane até ela ficar molhada e inquieta.

Só então pegou o pênis de silicone.

Pediu para Viviane chupar. Viviane segurou o brinquedo com as mãos, ainda tímida, mas logo começou a passar a língua, olhando para Tatiana. Aquela cena deixou Tatiana tomada de tesão. Ver a amiga daquele jeito, curiosa, safada e entregue, mexeu com ela de um jeito profundo.

Tatiana sentou-se amparada na parede e pediu para Viviane tentar primeiro nela. Viviane foi devagar. Muito devagar. Encostou o brinquedo, esperou, perguntou se podia continuar. Tatiana assentiu.

Quando entrou um pouco, Tatiana sentiu dor. Fechou os olhos e segurou o lençol. Viviane parou na hora.

“Quer parar?”

Tatiana respirou fundo. A dor era forte, mas ela queria continuar. Queria sentir aquilo, queria viver aquela experiência com Viviane.

“Vai devagar”, pediu.

Viviane obedeceu. Beijou Tatiana, mamou seus seios e esperou seu corpo ceder aos poucos. Havia dor, sim, uma dor nova, intensa, quase assustadora. Mas também havia cuidado. Viviane não forçava além do que Tatiana permitia. Quando percebeu um pouco de sangue, parou outra vez, preocupada.

Tatiana a puxou para um beijo.

“Estou bem. Só continua com calma.”

Viviane continuou, agora ainda mais devagar. Aos poucos, Tatiana foi se acostumando. A dor não sumiu por completo, mas começou a se misturar com outra sensação. Ela gemia baixinho, agarrada à amiga, descobrindo no próprio corpo algo que jamais tinha sentido.

Quando não quis mais, pediu para parar. Viviane parou.

As duas ficaram se olhando, ofegantes. Tatiana beijou Viviane com carinho e desejo, depois pegou o brinquedo com as mãos trêmulas. Ainda havia um pouco de sangue, e aquilo deu às duas uma sensação estranha, íntima, quase simbólica.

Agora era a vez de Viviane.

Ela se deitou e abriu as pernas para Tatiana. O olhar das duas dizia muita coisa. Medo, vontade, confiança. Tatiana perguntou se ela tinha certeza.

Viviane respondeu que sim.

Tatiana se posicionou e começou devagar. Viviane sentiu a pressão e gemeu de dor. Tatiana parou.

“Respira. Eu só continuo se você quiser.”

Viviane respirou, segurou a mão dela e pediu que fosse com calma.

Tatiana entrou aos poucos, respeitando o ritmo da amiga. Viviane sentia dor, mas também sentia o corpo reagindo. A cada pausa, Tatiana a beijava, tocava seus seios, passava os dedos em sua buceta para fazê-la relaxar. Aos poucos, Viviane começou a gemer de outro jeito.

A dor ainda estava ali, mas o prazer começou a aparecer entre uma respiração e outra.

Tatiana ficou emocionada ao ver Viviane confiando nela daquele jeito. Não era só sexo. Era intimidade. Era segredo. Era uma entrega que parecia transformar a amizade em algo mais fundo.

Quando Viviane se acostumou, Tatiana aumentou um pouco o movimento. Viviane gemeu mais alto, apertando o lençol. O corpo dela se contorcia, a respiração falhava, e Tatiana percebeu que a amiga estava gostando de verdade.

Viviane começou a pedir mais.

Tatiana se soltou um pouco, mas sem perder o cuidado. Metia, parava, beijava, voltava, sempre sentindo as reações dela. Viviane estava molhada, entregue, tremendo. Em certo momento, agarrou Tatiana pelos ombros e gozou, com o corpo inteiro estremecendo.

Tatiana continuou só mais um pouco, até sentir que a amiga já estava sensível demais. Então parou, deitou ao lado dela e a abraçou.

O quarto estava uma bagunça. Havia suor, gozo, lençol marcado e um pouco de sangue. Algo intenso, real, assustador e bonito ao mesmo tempo. As dores ficaram, mas nenhuma das duas parecia arrependida.

Viviane foi ao banho primeiro. Depois Tatiana.

Quando voltaram para o quarto, deitaram juntas, ainda sem saber exatamente o nome daquilo que tinham vivido. Amizade? Amor? Desejo? Talvez tudo ao mesmo tempo.

Tatiana beijou a testa de Viviane e segurou sua mão.

Naquela noite, as duas entenderam que não eram apenas amigas.

Eram amigas mais que íntimas.

Real Tags:aventura, descoberta, explícito, lésbico, mulheres, primeira vez, romântico, secreto

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Comment (1) on “Amigas mais que íntimas”

  1. Ailson Gomes disse:
    19 de julho de 2025 às 07:04

    Muito bom

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