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Convite Inesquecível

Posted on 24 de junho de 20246 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Convite Inesquecível

Minha família sempre foi muito religiosa e fechada. Cresci ouvindo regras, limites e discursos sobre como uma mulher deveria se comportar. Depois que completei 18 anos, comecei a sair um pouco desses vínculos e a buscar minhas próprias experiências. Eu sabia que despertava desejo, sabia que meu corpo chamava olhares, mas ainda carregava muita vergonha por causa da criação rígida. Como não podia deixar minha família saber de nada, comecei a me aventurar nas oportunidades que encontrava no mundo online.

Minha primeira experiência foi com um rapaz que conheci em um site para maiores. Um dia conto essa história com mais detalhes. Agora quero falar do segundo homem com quem saí. Não fazia nem cinco meses que eu tinha começado a entrar nesse mundo de encontros casuais, e foi nesse período que conheci André. Ele tinha 30 anos, era branco, forte, de olhos azuis e com um jeito que me prendeu rápido. Trocávamos mensagens gostosas, cheias de provocação, e eu já estava querendo marcar alguma coisa com ele.

Em um fim de semana muito quente, minha família decidiu juntar todo mundo para sair e aproveitar o dia. Eu não queria ir. Estava no final da menstruação, com cólica e sem paciência para passar horas fingindo animação. Ao mesmo tempo, André começou a falar comigo e me convidou para ir à casa dele ver um filme. Pensei que, se todo mundo saísse e eu ficasse, poderia dar uma fugida escondida. Na minha cabeça, ainda tentei me enganar dizendo que era só um filme.

Eu era bem ingênua em algumas coisas, mas não era boba. Sabia que havia malícia no convite, só não sabia o quanto aquela manhã mexeria comigo. Falei para minha família que não iria por causa da cólica. Depois de alguma insistência, aceitaram me deixar em casa. André disse que tinha bebido mais cedo, mas que já estava bem e viria com calma me buscar. Passei o endereço, o número do apartamento e fiquei esperando, com o coração acelerado.

Foi o pessoal sair de casa e eu começar a me arrumar para aquela fugida básica, com todo cuidado para não deixar vestígio. Tomei um banho rápido, coloquei uma calcinha grande com absorvente por causa dos últimos sinais da menstruação e vesti um vestido curto de zíper, sem sutiã, porque o calor estava insuportável. Quando cheguei à portaria, ele já estava lá fora, me esperando.

Entrei no carro de um homem que eu só conhecia por um site de conteúdo adulto. Falando assim, parece uma loucura, e de fato era arriscado, mas eu estava querendo viver aquelas aventuras. Quando vi André, com aqueles olhos cor do céu, fiquei constrangida e excitada ao mesmo tempo. Ele me cumprimentou com um beijo, sorriu e tirou a camisa porque estava muito quente.

Olhei aquele corpo atlético, só de short, dirigindo com naturalidade. Ele conversava comigo, perguntava se eu já tinha ficado com muitos caras do site, dizia que minhas fotos eram excitantes e que eu tinha cara de safadinha. Enquanto falava, suas mãos grandes passavam pela minha coxa. Confesso que fiquei nervosa e pensei onde eu tinha me metido. Eu ainda carregava muito da menina criada em família rigorosa, ouvindo que sexo só depois do casamento, e agora estava indo para a casa de um homem bem mais experiente.

Ele abriu o portão e pediu para eu subir as escadas. Havia uma sala e um quarto na parte de cima. Entrei e vi um sofá, uma televisão e aquele silêncio de casa vazia. Sentei no sofá ainda pensando no que estava fazendo ali. André subiu com algumas bebidas, mas pedi água. Ele trouxe, ligou a televisão, colocou um trap em volume alto e sentou ao meu lado. Começou a brincar, dizendo que eu era a famosa Ane, a lenda. Perguntei por que lenda, e ele apenas riu.

Foi aí que ele colocou a mão atrás do meu pescoço e aproximou a boca da minha. O beijo veio com pegada. Naquele momento, comecei a entrar no clima de verdade. Afinal, eu tinha chamado, tinha criado a oportunidade e estava ali porque queria descobrir mais daquele mundo do desejo. Ele era um homem que me dava tesão só de olhar, e agora eu podia sentir o corpo, o toque e a língua dele no beijo.

André parou por um instante e falou para eu olhar como ele estava por minha causa. Olhei para o short dele e percebi o volume. Disse que jurava que não tinha notado, mas era mentira. Eu só estava tentando manter alguma inocência na minha própria cabeça. Então ele tirou o pau para fora com facilidade, porque nem cueca estava usando. Era grande, mais grosso do que o do rapaz com quem eu tinha ficado antes, e pensei que talvez eu não aguentasse.

Mesmo nervosa, peguei com a mão. Meus dedos nem fechavam direito ao redor. Ele estava sentado no sofá, sorrindo para mim, e eu subi no colo dele de frente. Ainda com meu vestido, ele me beijou mais, passou as mãos pelo meu corpo e pediu para eu levantar para tirar a roupa, porque queria chupar meus seios. Avisei que o zíper ficava atrás. A cara de felicidade dele ao puxar o zíper me deixou ainda mais excitada.

Quando o vestido caiu, André foi direto aos meus seios. A boca dele era quente, firme, safada. Chupava gostoso e, de repente, mordeu meu bico de um jeito que me fez sentir prazer e susto ao mesmo tempo. Depois passou a língua no meu ouvido, me deixando toda arrepiada enquanto apertava meus seios, ainda sensíveis por causa do período menstrual. Senti um pouco de incômodo, mas também um tesão enorme. Era como se ele estivesse me descobrindo com uma fome que eu nunca tinha sentido antes.

Levantei, tirei o vestido de vez e fiquei de joelhos na frente dele. André continuava sentado no sofá, ainda de short, e eu fiz questão de tirar a peça para abrir as pernas dele e chupar aquele pau. Eu não tinha muita técnica. Não era como hoje, que já conheço mais pegadas, ritmos e jeitos. Naquele momento, eu lambia, chupava e tentava, em vão, engolir mais do que conseguia. Ele não forçou. Acho que sabia que eu ainda era limitada para tudo o que ele tinha.

Depois, André levantou, foi até a gaveta onde ficava a televisão e pegou uma camisinha. Colocou no pau antes mesmo que eu pedisse. Falou para eu tirar a calcinha. Avisei que ainda estava nos últimos dias da menstruação, mas ele disse que não ligava. Fiquei nervosa, pensando no que ele iria achar de mim naquela situação, mas obedeci. Ele olhou, disse que eu estava lisinha e pediu para eu ficar de quatro no sofá.

Fiquei empinada, segurando no estofado, enquanto ele se posicionava atrás de mim. Eu pensava que ele era só a segunda pessoa com quem eu estava ficando e que, para ele, talvez eu fosse apenas mais uma entre várias. Mas toda insegurança ia embora quando sentia desejo, respeito e uma boa pegada se misturando ao tesão. André não estava com pressa de me machucar. Ele queria me ver sentir.

Senti a pressão da cabeça do pau dele na minha buceta apertada. Machucou um pouco quando começou a entrar, e eu gemi com aquela mistura de dor e prazer que deixa a gente sem saber se pede calma ou mais. Ele ia empurrando e puxando, deixando meu corpo se adaptar. Então, em um movimento mais firme, entrou todo. Senti o impacto me preenchendo, e quanto mais fundo ele ia, mais eu gemia. Aquilo parecia deixar André ainda mais excitado, e meu corpo começou a aceitar aquela sensação deliciosa.

A pegada dele era forte. Puxava meu quadril, segurava minha cintura e, depois de um tempo, pediu para mudar de posição. Disse para eu sentar de frente para ele porque queria sentir minha potência. Obedeci. Abri bem as pernas e sentei naquele pau devagar. Ele não aguentou e voltou a chupar meus seios enquanto eu sentava. Só que não estava satisfeito. Segurou meus seios, puxou meu corpo e me incentivou a acelerar a sentada.

Enquanto eu gemia, ele falava que eu era safada, que já devia ter dado para um monte de macho e que talvez me apresentasse para os amigos dele. Eu, tomada pelo prazer, disse que podia ser. André me beijou, pediu para eu abrir a boca e cuspiu nela. Depois mudou de ideia, dizendo que achava que não queria me dividir, que eu seria só dele. Eu escutava e concordava, porque naquele momento o que eu mais queria era continuar sentindo aquele prazer intenso e delicioso.

Na sequência, fomos mudar de posição no sofá. Quando levantei, reparei que a camisinha dele estava um pouco manchada de sangue, e aquilo me deu nervoso. Antes que eu pudesse pensar demais, alguém começou a gritar lá embaixo na rua, chamando por ele. André foi até a janela, irritado, e perguntou o que a pessoa queria. Era alguém pedindo cigarro. Ele respondeu que daria mais tarde e, quando voltou, olhou para mim com um sorriso safado.

Ele me pegou pelo braço, me levantou com força e me fez abraçá-lo. De pé, colocou o pau em mim de novo e começou a me fazer pular no colo dele, sustentada pelos braços fortes. Eu estava em delírio. Como sou magra e pequena, me sentia completamente envolvida por ele. Ele conduzia meu corpo com facilidade, e eu me deixava levar porque queria aquilo. Nossos corpos suavam no calor, eu gemia de tesão, e ele falava putarias no meu ouvido, me chamando de cachorra, perguntando se eu era a puta dele.

Eu respondia que sim a cada metida. Ele ia fundo, e eu gritava de prazer. Quando gozou, me deitou no sofá, e fiquei alguns segundos olhando para o teto, tentando recuperar o fôlego e entender o que aquela manhã tinha feito comigo.

Pouco depois, percebi que ele tinha ido ao banheiro ao lado e estava me chamando. Quando cheguei, mostrou a camisinha cheia de água e disse para eu ficar tranquila, porque não tinha estourado. Perguntou se eu tinha o hábito de fazer esse teste. Respondi que sim, mas era mentira. Nunca tinha pedido aquilo antes. Ele então disse que não fazia sem camisinha e que eu também não deveria fazer, ainda mais com homens que só queriam comer sem cuidado.

Achei fofo ver aquela preocupação no meio de tanta safadeza. Tomei um banho e, depois, voltamos para o sofá. Ficamos abraçados, já vestidos, olhando um para o outro. André falou sério que eu não deveria fazer sem camisinha, porque era perigoso. Disse que homens gostavam de insistir nesse tipo de coisa e que eu precisava me cuidar. Concordei. Naquele momento, ele me pareceu safado, mas também cuidadoso de um jeito inesperado.

Já estava chegando a hora do almoço. Tínhamos passado a parte da manhã inteira juntos. Ele disse que não poderia me levar de volta e chamou um Uber. Quando desci a escada e passei pela porta da casa de baixo, a mãe dele nos chamou para almoçar. Falei que não poderia, que estava com pressa, mas agradeci. Ela perguntou se eu tinha certeza, e eu confirmei. Acho que ela já estava acostumada com as safadezas do filho, porque me olhou como se eu fosse apenas mais uma que aparecia por ali.

Abracei a mãe dele, agradeci e entrei no Uber. No caminho, fiquei pensando que eu era louca. Louca, mas feliz. Cheguei em casa, tomei outro banho e fui deitar. Simplesmente apaguei. Só acordei no começo da noite, quando minha família chegou e começou a me chamar.

Até hoje continuo com o contato de André. Tivemos outros encontros, e foi muito bom ter uma amizade que sabia aproveitar, respeitar e criar oportunidades únicas. Ainda tentamos marcar mais alguma coisa, mas ele é meio enrolado. Acho que aquela vez só deu certo porque eu dei o impulso certo no momento certo.

Hoje, depois de várias experiências, posso dizer que aquele convite inesperado foi um dos que mais misturou tesão e nervosismo. Foi tudo muito gostoso, intenso e inesquecível.

Real Tags:amizade colorida, aventura, boquete, explícito, heterossexual, secreto, sexo casual

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