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Um salto de prazer

Posted on 15 de abril de 20246 de junho de 2026 By Desejos Intensos 1 comentário em Um salto de prazer

Eu sempre fui curiosa e destemida. Quando queria alguma coisa, ia lá e fazia. Nunca fui de muitas frescuras, nem de ficar fingindo inocência por tempo demais. Depois que completei 18 anos, comecei a me permitir mais. Descobri meu corpo com mais liberdade, entendi melhor meus desejos e percebi que o prazer podia aparecer em lugares inesperados. Bastava uma oportunidade, uma provocação bem feita e um pouco de coragem. E coragem eu sempre tive.

Foi nessa fase que uma situação meio constrangedora acabou mexendo comigo. Eu tinha uma prima um pouco mais velha, na faixa dos 19, quase 20 anos. Ela era mais solta que eu, mais tranquila para falar de corpo, desejo e essas coisas que muita gente finge que não existem. Um dia, entrei no quarto sem bater e peguei minha prima se masturbando. Ela levou um susto enorme. Eu também. Por alguns segundos, nenhuma das duas soube o que fazer. Ela se cobriu rápido, ficou vermelha, e eu quase saí correndo de vergonha. Só que, em vez de fazer escândalo ou cara de nojo, fiquei com aquilo na cabeça.

Mais tarde, quando a situação já tinha esfriado, criei coragem e toquei no assunto. Pedi desculpa por ter entrado sem bater, claro. Mas também confessei que tinha ficado curiosa. Queria saber se aquilo era tão bom assim, se era normal sentir vontade, se ela fazia sempre, se aprendia sozinha. Minha prima riu da minha cara, mas não me tratou como criança. Também não virou professora de nada. Foi mais uma conversa de mulher para mulher, meio constrangida no começo, depois mais leve. Ela disse que se conhecer fazia diferença, que não era pecado sentir prazer e que cada mulher descobria o próprio corpo de um jeito.

Ela deu umas dicas, do jeito dela. Falou que não precisava ter pressa, que o corpo respondia melhor quando a cabeça também queria, que toque não era só força, era ritmo, respiração e vontade. Também disse que, quando chegasse minha primeira vez com alguém, eu não precisava provar coragem para ninguém. Se fosse acontecer, tinha que ser porque eu queria. Aquilo ficou comigo. Desde aquele dia, passei a me conhecer melhor. Quando tinha vontade, fazia. Sem drama, sem culpa e sem aquela vergonha boba de antes. E quanto mais eu descobria meu corpo, mais reparava nas oportunidades de prazer que surgiam ao meu redor.

Talvez por isso eu ficasse tanto de olho no meu vizinho. Eu morava com meus pais em um condomínio tranquilo, daqueles em que todo mundo parece cuidar da própria vida, mas sempre tem alguém olhando por cima do muro. No meu caso, esse alguém era ele. Tinha 59 anos, era rico como muitos moradores dali, cuidava da aparência, malhava sempre e tinha um corpo bem conservado. Eu sabia que ele me olhava do lado dele do muro, principalmente quando eu tomava sol perto da piscina. Eu era magra, tinha seios médios e adorava me bronzear no pouco sol forte que fazia no sul do Brasil. Não demorou para eu perceber que os olhares dele não eram inocentes. E, para ser sincera, eu gostava.

Em um dia gostoso de sol, coloquei meu biquíni rosa e fui pegar uma cor enquanto meus pais tinham saído. Eu estava sozinha em casa, deitada perto da piscina, sentindo o calor na pele e deixando o corpo relaxar, quando ele apareceu no muro. Chamou meu nome com um sorriso tranquilo, como se fosse só mais uma conversa de vizinhos. Aproximei-me, e ele começou elogiando meu bronze, meu corpo, dizendo que eu estava muito linda. Agradeci, fingindo naturalidade, mas já sentia aquele frio gostoso na barriga.

Ele perguntou se eu queria beber alguma coisa. Disse que tinha cerveja gelada, e aceitei uma latinha. A conversa começou leve. Falamos do calor, da rotina do condomínio, de viagens e de coisas sem importância. Bebi devagar, sem perder a cabeça, só curtindo aquele clima proibido. Ele me olhava de um jeito cada vez menos discreto, e eu deixava. Às vezes, me apoiava no muro de um jeito que favorecia o decote do biquíni. Outras vezes, virava um pouco o corpo, sabendo que ele olharia minha bunda. Eu estava brincando com fogo. E queria me queimar.

Depois de um tempo, ele ficou mais direto. Perguntou se eu sabia o quanto era provocante ficar daquele jeito tão perto dele. Eu sorri e disse que talvez soubesse. Ele riu baixo e perguntou se eu tinha coragem de atravessar o muro. Meu coração disparou. Olhei para a casa, vazia. Olhei para ele. A ideia era absurda, perigosa e deliciosa. Eu já sabia que, se pulasse para o lado dele, não seria para conversar. E pulei.

Ele me ajudou a descer do outro lado, segurando minha cintura. Assim que meus pés tocaram o chão, senti as mãos dele demorarem um pouco mais no meu corpo. Não reclamei. Pelo contrário. Cheguei mais perto, e ele me beijou ali mesmo, perto do muro. Foi um beijo firme, quente, com gosto de desejo guardado. As mãos dele passeavam pelas minhas costas, pela minha cintura, pela minha bunda. Eu sentia o corpo dele me puxando, e aquilo me deixava cada vez mais entregue.

Entramos na casa dele quase sem falar. Ele me levou até o quarto, e eu fui deixando. A casa era silenciosa, arrumada, com cheiro de homem adulto e bem cuidado. Aquilo aumentava minha sensação de estar fazendo algo proibido. No quarto, ele me colocou na cama e começou a beijar meu pescoço. As mãos dele desamarraram a parte de cima do meu biquíni, deixando meus seios à mostra. Ele os olhou com desejo e levou a boca até eles, mamando devagar, chupando os bicos, fazendo meu corpo arrepiar.

Eu estava nervosa. Era minha primeira vez de verdade, e meu corpo sabia disso. Mas eu também estava cheia de vontade. Queria sentir, queria descobrir, queria entender até onde aquela coragem me levaria. Ele desceu a boca pela minha barriga, beijando cada pedaço de pele até chegar à parte de baixo do biquíni. Tirou a peça devagar, olhando para mim enquanto fazia. Eu abri um pouco as pernas, envergonhada e excitada ao mesmo tempo. Quando a boca dele chegou à minha buceta, perdi o ar.

Ele começou devagar, lambendo, beijando, chupando com calma. Era muito mais intenso do que qualquer coisa que eu já tinha feito sozinha. A língua dele parecia saber exatamente onde tocar. Eu gemia baixo, tentando não fazer barulho demais, mas era difícil. Cada movimento me deixava mais molhada, mais sensível, mais sem juízo. Ele chupava minha buceta como se quisesse me fazer esquecer o medo. E conseguiu.

Depois de um tempo, parou e começou a tirar a roupa. Vi aquele pau duro, grande, pesado, e senti uma mistura de susto e desejo. Ele percebeu minha reação e sorriu, passando a mão no meu rosto. Disse para eu ir no meu tempo, e aquilo me acalmou. Ele se sentou na cama, e eu me ajoelhei entre suas pernas. Quando segurei aquele pau com a mão, lembrei da conversa com minha prima. Não como uma aula, mas como uma daquelas lembranças que aparecem quando a gente precisa de coragem. Ela tinha dito para eu não ter pressa, para sentir o ritmo, para usar a mão, a boca, a língua e prestar atenção na reação.

Então fiz isso. Comecei devagar, testando, sentindo o gosto, o peso, os gemidos dele. Era grande demais para colocar tudo na boca, então usei a mão junto, passando a língua pela cabeça, chupando aos poucos, ficando mais confiante a cada reação dele. Aquilo me deu poder. Ver um homem daquele, tão experiente, perdendo o controle por causa da minha boca, acendeu alguma coisa em mim. Chupei com mais vontade, mais safada, até ele segurar meu cabelo e dizer que, se eu continuasse, gozaria ali mesmo.

Eu parei porque queria mais. Ele me deitou de novo e perguntou se eu tinha certeza. Lembrei outra vez do que minha prima tinha dito sobre não transformar a primeira vez em prova de coragem. Eu queria aquilo, mas queria no meu ritmo. Respondi que sim, mas pedi calma. Ele abriu uma gaveta, pegou uma camisinha e colocou. Depois voltou para mim, beijou minha boca e ficou entre minhas pernas.

Quando senti a cabeça do pau encostar na minha buceta, meu corpo travou um pouco. Ele parou na hora, beijou meu rosto e esperou. Respirei fundo, abri mais as pernas e segurei os lençóis. Disse que podia ir. Ele entrou devagar. Doeu. Não vou mentir. Era uma dor intensa, nova, aquela pressão de um corpo se abrindo pela primeira vez. Mas ele não forçou de uma vez. Entrava um pouco, parava, me beijava, esperava eu respirar. Aos poucos, fui me acostumando. A dor continuava ali, mas começou a se misturar com calor, tensão e desejo.

Quando entrou mais fundo, gemi. Ele perguntou se estava tudo bem, e respondi que sim. Queria continuar. Então começou a se mover devagar. A cama rangia levemente, e eu sentia cada movimento dele dentro de mim. Primeiro foi estranho. Depois começou a ficar gostoso. Meu corpo, antes tenso, foi cedendo. Minhas mãos, que estavam agarradas ao lençol, foram para as costas dele. Ele me beijava, chupava meus seios e metia com cuidado, aumentando o ritmo só quando percebia que eu permitia. Eu gemia mais, sentindo uma mistura de dor, ardor e prazer que me deixava completamente perdida.

Em certo momento, ele me virou de lado, limpou um pouco minha pele e voltou a me penetrar de frente, olhando para mim. Aquilo me deixou mais à vontade. Eu via o rosto dele, os olhos dele, a forma como ele prestava atenção em mim. Comecei a sentir mais prazer. Gemi sem vergonha e deixei o corpo ir junto. Quando gozei, foi diferente de tudo. Meu corpo tremeu, minhas pernas apertaram a cintura dele, e eu puxei o ar como se tivesse esquecido de respirar.

Ele continuou mais um pouco, até perceber que eu estava sensível demais. Então saiu, tirou a camisinha e gozou na minha bunda, deixando tudo quente sobre a minha pele. Fiquei deitada, cansada, ardida e completamente satisfeita. Ele me levou para o banho. Limpei meu corpo, ainda tentando entender o que tinha acabado de acontecer. Meu biquíni tinha sujado, e ele pediu para ficar com a peça para lavar e me devolver no dia seguinte. A ideia de voltar para casa sem biquíni me deixou rindo e nervosa ao mesmo tempo.

Depois do banho, fui até o muro com uma toalha enrolada no corpo. Ele me ajudou a subir, e eu pulei de volta para o meu quintal quase nua, com o coração acelerado e as pernas meio bambas. Entrei em casa correndo, tomei outro banho e me olhei no espelho. Estava vermelha, ardida, marcada por uma tarde que eu jamais esqueceria. No dia seguinte, ele me devolveu o biquíni. E, daquele dia em diante, o muro deixou de ser uma separação.

Virou convite.

Nem preciso dizer que, depois daquele salto, pular para o lado dele virou uma rotina deliciosa.

Real Tags:aventura, boquete, descoberta, explícito, heterossexual, primeira vez, secreto, sexo escondido, virgem, vizinho

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Comment (1) on “Um salto de prazer”

  1. Reniquem disse:
    5 de setembro de 2024 às 00:20

    Que delícia.
    Maravilha de conto, os mais velhos são os melhores 😋

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