Há coisas que são segredos meus, mas acho que posso contar para você. São coisas que a gente só conta para quem não conhece, ou para quem não vai sair por aí julgando. Quem me vê costuma dizer: “Essa menina não gosta de sexo, parece até santa”. Inocentes. Nem toda mulher ousada mostra isso de cara. Algumas sabem guardar suas técnicas, seus desejos e a vontade de descobrir potências escondidas nos homens.
Conheci Will em um site de relacionamento. Eu estava doida para transar, mas queria pagar de boa moça. Comecei a conversar com ele e achei o rapaz muito inteligente. Adoro esses tipos. Dei abertura, provoquei um pouco e pedi para ver o pau dele. Homem, quando quer, se revela fácil demais. Quando vi, pensei comigo: “Nossa… que pau. Vou quebrar esse cara em três”.
Na mesma noite, ele me chamou para sair. Fomos a um barzinho, mas o clima esquentou rápido, afinal eu estava querendo muito. Acabamos transando no estacionamento, encostados no carro. Meu Deus, era tanto tesão que nós dois gozamos quase juntos. Will não metia de qualquer jeito. Ele dava estocadas fortes, espaçadas, enquanto meu corpo apertava aquela maravilha de forma incontrolável.
Depois disso, começamos a ficar sempre que dava. A gente não tinha um ritmo certo. Às vezes estávamos românticos; às vezes eu dizia: “Fode com força e não tenha pena de mim”. Nessas horas, minha imagem de menina quieta dava lugar a uma mulher querendo conhecer o próprio limite.
Assim, transávamos feito loucos. Lembro que sempre tínhamos uma espécie de ritual de iniciação. Gozávamos um na boca do outro de várias maneiras. Lembro dos dedos dele me penetrando enquanto eu era chupada como fruta doce. Eu gemia forte e pressionava a cabeça dele entre as minhas pernas. Para adiantar o prazer, saía da posição e sentava em seu rosto, com vontade de que ele me engolisse inteira.
E como eu gozei naquela boca. E ele adorava. Quando eu o chupava, sentia que ele também queria que eu engolisse tudo. Sentia seu pau grande e grosso no fundo da minha garganta, enquanto dois dedos dele entravam e saíam da minha bunda. Meu corpo dava choques, e eu sentia aquele jato quente entrar com pressão na minha boca. Leite dos deuses. Sempre fui gata. Adoro leite.
Se havia uma coisa que eu adorava era ficar de quatro para Will e sentir a saliva dele descendo pela minha bunda, preparando-me para sofrer e gozar ao mesmo tempo. Ele encaixava o pau e empurrava devagar, centímetro por centímetro, até entrar todo. Era um misto de dor e prazer, mas eu queria mais. Queria ele inteiro dentro de mim.
Depois, quando ele tirava, eu sentia a admiração dele ao ver meu corpo ainda aberto, chamando por mais. Na primeira vez que gozei assim com ele, foi impossível conter o jato dourado que escapou. Eu tremia, gritava e acabei chorando. Não de tristeza. De intensidade.
Um belo dia, eu estava daquele jeito em que até a calça apertada me excitava. Liguei para Will. Naquele momento, eu era a submissa dele. Disse que queria ser possuída por inteiro. Infelizmente, ele não podia naquele dia, mas prometeu me ver no seguinte.
Quando chegou o dia, ele foi me buscar em casa. O carro tinha vidros escuros. Entrei e dei de cara com uma mulher no banco de trás.
Levei um susto no começo, mas Will logo me apresentou a ela. O nome era Lúcia. Estava usando um vestido preto, tomara que caia, e tinha um olhar tímido que me deixou curiosa. Fomos para o motel. O clima era estranho e excitante ao mesmo tempo. Era minha primeira vez com uma mulher, e eu me sentia desejosa, mas também um pouco insegura.
Ao chegarmos, tomamos uma cervejinha para relaxar. Eu tomei a iniciativa. Beijei Will e, sem muita cerimônia, beijei Lúcia também, puxando os dois para um beijo triplo. O gosto dela era diferente, mais suave, e aquilo me deixou ainda mais acesa.
Lúcia estava tímida, mas foi se soltando. Tocávamo-nos os três. Eu sabia que aquilo era uma tara de Will, então puxei uma cadeira e a coloquei de frente para a cama. Peguei a mão da minha nova amiga e a levei para o ninho. Comecei a beijá-la, enquanto Will se sentava na cadeira, com o pau duro na mão, olhando cada movimento.
Tirei a roupa dela, e ela tirou a minha. Lúcia acariciava meus seios enquanto eu beijava sua boca e tocava sua intimidade molhada. Peguei a mão dela e a coloquei entre as minhas pernas. Que tesão eu sentia. Os bicos dos meus seios endurecidos encostavam nos dela, e nossos beijos iam ficando menos tímidos.
Era a primeira vez dela também. Não fizemos sexo oral, mas abri suas pernas e a toquei com os dedos. Quando percebi que ela estava perto de gozar, encaixei minhas pernas nas dela. Nunca tinha feito aquilo. Era tudo novo. Sarramos, nos beijamos e gememos, descobrindo juntas aquele atrito quente entre nossos corpos.
Will estava louco, dando alguns comandos, mas eu quase não escutava. Só queria esfregar meu clitóris naquela buceta até gozar. E gozamos. Se gozamos. Gritando feito duas loucas.
Diante de tudo aquilo, Will não aguentou e veio para o meio. Cobrimos o corpo dele com nosso tesão. Nós duas nos revezávamos chupando seu pau, suas bolas e até seu cuzinho. Quando ele estava bem pronto, Lúcia sentou no pau dele. Eu fiquei olhando outra mulher sentir aquilo entrar nela, e era um tesão absurdo.
Enquanto Lúcia cavalgava, eu sentei no rosto de Will. Ele aproveitou para me chupar e enfiar o dedo no meu cuzinho. Eu beijava Lúcia enquanto ela era fodida por ele, e aquela mistura de boca, corpo, cheiro e gemido parecia não ter fim.
Depois pedi para trocar, porque eu queria o pau de Will no meu cu. Eu estava doida por ele. Encaixei devagar e desci, sentindo cada parte. Lúcia não fazia anal, e eu sabia que Will queria muito aquilo comigo. Ele ficou louco. Não demorou para dizer que iria gozar.
Nós duas nos ajoelhamos na cama, lado a lado, esperando. Will se aproximou e gozou em nossos rostos. Foi sujo, intenso, lindo do nosso jeito. Lúcia riu primeiro, depois eu ri também, e aquele constrangimento inicial desapareceu de vez.
Depois dessa aventura, nunca mais encontrei Lúcia, mas até hoje fico latejando quando lembro do meu corpo no dela. Já Will, encontrei outras vezes. Vivemos mais algumas loucuras até que precisei mudar de cidade. Perdemos contato, como acontece com certas aventuras que ficam grandes demais para caber na vida comum.
Ainda assim, o que ele me fez experimentar ficou na memória. E o que vivi com Lúcia ficou guardado como uma confidência. Uma daquelas que a gente conta baixinho, só para quem sabe ouvir. Só entre nós, viu?

