Me chamo Luiza, tenho 20 anos, 1,52m e posso dizer que sou diferente do que meus pais ou a sociedade espera de alguém como eu. Gosto de festas, saio com minhas amigas e, no final do rolê, eu vou atrás do que quero, não necessariamente penso em consequências.
Eu gosto, essa adrenalina me dá tesão. Não foi diferente numa noite que subi o morro numa comunidade para comprar maconha para mim e minhas amigas. Sim, mesmo sendo uma loira princesinha, eu tenho minhas escolhas.
Foi eu, minhas amigas e um amigo dirigindo. No carro, Íris falava que já diziam que qualquer coisa eu pegava além, a Ágatha dizia que se tivesse alguém gato, pegava. Não tínhamos levado grana, conversamos com um vendedor, disse que cobrava sempre lá. Ele deu, fomos para uma varanda e, olhando a cidade, fumamos.
A Íris já estava de pegação com um cara quando o dono do lugar chegou para cobrar. Foram pedindo os celulares. Nós tínhamos fumado uns 75 reais, então começamos a negociar. Falei que tinha 30 minutos para estar lá e que uma transa poderia pagar a conta. Minhas amigas sabiam, eu gosto, sim, como eu gosto desse perigo, de ser valorizada de uma maneira diferente. Olhar um cara do morro, moreno, com brincos, colar e bandido me excita.
Por conta das amigas, precisava ser rápida, então comecei a ficar com ele. Então foi pegando no meu peito, tirou a blusa e ele foi levantando a saia. Me segurei até onde dava, aí foi metendo o dedo em mim.
Era bonito, magro, bandido, daquele jeito que eu gosto. Então peguei o pau dele e comecei a chupar.
Adoro lamber, engasgar num pau e olhar para o rosto de um homem daquele segurando meus cabelos e sentindo minha boca. Eu chupava, queria que ele gozasse, mas eu estava toda molhada. Senti que pingou no chão da cozinha onde estávamos de tanto tesão. Estava ajoelhada com meus peitos para fora até que ele gozou e eu engoli.
Uma loucura, mas aquilo era mais uma prova que gostava disso. Estava melada, molhada, impregnada de tesão. Voltamos, rimos de tudo que se passou, achávamos que íamos ser estupradas, mas dentre todas eu estava querendo mais. Isso sim é meu vício.


