Fui morar com minha mãe em 2020, quando ela estava se separando do meu pai. Foi uma época difícil para mim. Eu já tinha completado 18 anos e estava no final do ensino médio, fazendo tudo por EAD, presa em uma cidade nova, sem muita amizade por perto e com aquela sensação estranha de estar começando a vida adulta no meio de uma pandemia. Fiquei carente, confusa, meio sozinha. Mas nem tudo foi ruim.
Minha mãe alugou um apartamento em um condomínio com piscina, e o calor do Nordeste parecia me chamar para lá quase todos os dias. Eu ficava muito sozinha, tomando sol, tentando distrair a cabeça e me acostumar com aquele novo lugar. Aos poucos, fui conhecendo algumas pessoas do condomínio, até fazer amizade com um homem que morava no segundo andar. Ele tinha 33 anos, era bem sorridente e tinha um papo fácil.
Começamos a conversar sem pressa. Ele contava da vida dele, dizia que tinha se divorciado recentemente e que estava morando só. Eu fui dando atenção, e aquela amizade começou a criar um clima diferente. A gente se elogiava, brincava, trocava olhares. Ele era muito gostoso, sempre de regata e short, com um corpo que chamava atenção sem esforço. Eu variava as roupas, mas quase sempre aparecia de shortinho e camisa casual, sabendo que ele reparava.
Um dia, durante uma conversa na piscina, surgiu o convite para eu conhecer a casa dele. Não foi dito de forma explícita, mas nós dois sabíamos o que havia nas entrelinhas. Subimos pelas escadas, porque ele morava no segundo andar e parecia mais discreto do que usar o elevador. Meu coração estava acelerado, mas não era medo. Era aquela mistura de curiosidade, vergonha e vontade.
Entramos, ele fechou a porta e me deu um selinho. Fiquei vermelha na hora. Ele foi me mostrando a casa e depois nos sentamos no sofá. Conversamos algumas bobeiras, tentando fingir normalidade, até ele fazer o primeiro movimento. Colocou a mão na minha coxa, depois subiu até meu pescoço, beijando meu rosto com cuidado antes de me beijar de verdade. A língua dele na minha boca me aqueceu inteira.
As mãos dele me envolviam de um jeito que eu nunca tinha sentido. Passeavam pelo meu corpo, seguravam minha cintura, minha bunda, meus seios. Eu estava ofegante, com o coração a mil, completamente tomada por aquela pegada de homem experiente. Parecia diferente de tudo que eu tinha vivido até então. Eu só tinha ficado com rapazes da minha idade, e eles não sabiam muito bem o que fazer. Ali era outra coisa. Era um homem, com calma, intensidade e uma malícia que me deixava arrebatada.
Paramos por um momento e ficamos nos olhando, os dois tentando recuperar a respiração. Então ele disse que era melhor eu ir para casa, porque minha mãe poderia ficar preocupada. Aceitei, mas demorei alguns minutos para me recompor. Desci as escadas com as pernas meio bambas, sentindo que alguma coisa tinha começado ali.
No dia seguinte, fui direto para a casa dele para ganhar tempo. Usei a mesma roupa, mas sem sutiã. Assim que ele abriu a porta, começamos a nos beijar. Ele percebeu que eu tinha voltado mais ousada, mais preparada para continuar de onde tínhamos parado. No sofá, sentei no colo dele de frente, sentindo os beijos acenderem meu corpo. Meus seios marcavam a camisa, com os bicos duros, e ele colocou as mãos por baixo do tecido, acariciando devagar.
Aquele momento era delicioso. Eu estava ofegante, em total êxtase. Não demorou para ele tirar minha camisa. Senti vergonha e cruzei os braços por instinto, mas ele veio ao meu pescoço, deu uma pequena mordida e passou as mãos pelo meu short. A pressão da mão dele por cima do tecido foi me deixando cada vez mais excitada. Os dedos dele nem tocavam diretamente na minha buceta, mas ele massageava tão bem que meu corpo perdeu o controle. Gozei ainda vestida, tremendo no colo dele.
Na sequência, ele me deitou no sofá enquanto eu tentava recuperar o fôlego. Pegou minha mão, beijou meus dedos e chupou um deles antes de colocar minha mão no short dele. Quando toquei, levei um susto. Era o maior pau que eu já tinha sentido até aquele momento. Ele abaixou o short e me guiou no começo, deixando que eu mexesse nele. Fui pegando confiança, sentindo o peso, o calor, a reação dele.
Ele não demorou a gozar em cima de mim, ainda deitada. Meu corpo ficou todo melado, nos seios, no queixo e até um pouco na boca. Ele pediu desculpas, perguntou se eu estava bem, me deu um abraço e ficamos assim por um tempo. Em vez de me sentir mal, eu me senti desejada. Um pouco envergonhada, sim, mas muito excitada.
Então ele me deitou novamente e começou a me beijar. Desceu pela minha boca, pelos seios, pela barriga e pela cintura, tirando meu short e minha calcinha com calma. Quando fiquei completamente nua para ele, abriu minhas pernas e caiu de boca na minha buceta. Foi mexendo no meu clitóris, chupando, metendo um dedo, depois outro, girando e descobrindo meus pontos como se já soubesse o caminho.
Eu não aguentei. Aquilo me deixava louca de tesão. Gozei novamente, mais forte do que antes. Ele sorriu, tirou os dedos de mim e colocou na minha boca para eu chupar. Eu nunca tinha sentido aquele sabor antes. Foi estranho por um segundo, depois ficou excitante de um jeito que eu não esperava.
Depois disso, ele chegou perto de mim e perguntou se poderíamos transar sem camisinha. Disse que tinha feito vasectomia. Eu estava deitada, ainda recuperando o fôlego, tomada por aquela descoberta toda. Concordei porque quis, porque estava entregue àquele momento e àquele homem. Ele veio por cima de mim, me puxou para perto e começou a me comer de papai e mamãe.
Eu já estava aberta ao prazer. Sentia ele metendo gostoso, primeiro devagar, depois com mais firmeza. Poucos minutos depois, ele se sentou no sofá e me fez sentar em cima dele, de frente. Colocou o rosto entre meus seios enquanto eu sentava. Dei algumas reboladas, ainda sem muita prática, mas cheia de vontade. Não demorou para ele rugir e gozar dentro de mim. Era a primeira vez que alguém gozava dentro.
Tudo estava sendo tão intenso que, quando fiquei de pé, minhas pernas tremiam. Ele colocou um dedo dentro de mim e ficou admirando um pouco do gozo escorrer pelas minhas pernas. Peguei um pouco com os dedos e chupei, quase por impulso. Ao ver aquilo, ele me segurou com força pela cintura e mordeu os lábios olhando para mim. Acho que dei a ele uma ideia do que fazer em uma próxima vez. Então ele me beijou e me chamou de sua safadinha.
Tomei banho, lanchamos e depois ele me mandou para casa. Aquele segundo encontro tinha sido minha primeira transa de verdade, maravilhosa e intensa. Desci as escadas pensando em quantas outras aventuras eu ainda poderia viver naquele novo lugar.
Uns meses depois, ele me iniciou no sexo anal. Comprou um plug e me apresentou a brincadeira aos poucos, sem pressa. Era bem apertado, e eu sentia tudo lá dentro quando ele encaixava. No começo, usávamos só durante outras transas, para meu corpo se acostumar. Até que um dia ele disse que eu estava pronta, mas perguntou se eu queria tentar de verdade. Eu quis.
Ele começou me chupando até eu gozar, como já sabia fazer. Depois mandou eu chupar ele. Fiquei de joelhos no chão e abri a boca, sentindo o pau dele crescer dentro até me fazer engasgar às vezes. Enquanto eu chupava, ele me chamava de putinha, gostosa, safadinha e outros nomes que, naquele contexto, me deixavam acesa. Eu gostava daquela fala suja quando vinha junto com desejo e cuidado.
Ele me colocou de quatro e meteu na minha buceta, enquanto brincava com o plug no meu cuzinho. Depois me colocou de joelhos de novo e fez minha boca de buceta. Quase nem senti o gosto quando ele gozou, porque escorreu direto pela garganta. Ele me deu um tapinha leve no rosto e perguntou se eu gostava de ser a putinha dele. Eu sorri, assenti e chupei mais um pouco, limpando o pau dele do resto de gozo e saliva.
Depois, ele pegou um consolo e foi enfiando na minha buceta enquanto se recuperava. Lubrificou mais o plug também e foi brincando com os dois estímulos, perguntando o que eu queria e se eu aguentava mais forte. Eu estava tão excitada que comecei a pedir mais, dizendo que queria sentir tudo.
Então ele me colocou de quatro numa mesa de centro meio baixa, lubrificou o pau, tirou o plug e encostou a cabeça no meu cu. Dei um gritinho e avancei um pouco para a frente pelo susto da pressão, mas ele segurou minha cintura sem forçar. Falei o nome dele e pedi para ir devagar. Ele foi. Colocou mais lubrificante, entrou aos poucos e repetia que meu corpo era gostoso, que eu estava indo bem, que era para eu respirar.
A pressão era forte. Doía no começo, mas eu queria continuar. Quando finalmente entrou tudo, senti as bolas dele encostando na minha bunda, e aquilo me deixou em uma loucura de tesão. Eu me tocava por baixo, olhava para trás com aquela cara de choro que ele gostava, mas que também vinha da intensidade real do momento. Ele começou a tirar o pau até deixar só a cabeça dentro e depois meter devagar, controlando o ritmo para eu aguentar.
Quando gozou dentro, ouvi seu rugido alto e soltei um gemido aprovando. Depois que ele saiu, pediu para eu tentar expulsar o gozo, e eu fiz. A cara de felicidade dele comigo obedecendo aos comandos era incrível. Ele chegou a gritar que eu era uma delícia. Aquilo me deu mais tesão ainda.
Pouco depois, ele voltou a me comer, dessa vez comigo sentada. Foi a melhor transa anal que já tive. Depois dele, ninguém mais fez daquele jeito. Meu tempo com ele acabou quando se mudou para o Rio Grande do Sul, mas aquela fase ficou marcada em mim como uma descoberta intensa, safada e muito minha.
Talvez eu nunca tenha sido tão inocente quanto parecia. E talvez ele tenha percebido isso antes de mim.


Esse relato é de uma pessoal real ?
Sim