Skip to content
  • Facebook
  • whatsapp
  • Instagram
Desejos Intensos

Desejos Intensos

Histórias eróticas para momentos deliciosos

  • Categorias
    • Fictício
    • Real
    • Primeiros Contos
  • Séries
    • Só entre nós dois
    • Dando o Troco
  • Ouça Hot
  • Temáticas
    • virgem
    • praia
    • primeira vez
    • policial
    • carro
    • anal
    • menage
    • intenso
    • aventura
    • casal
    • swing
    • traição
    • suruba
    • secreto
    • heterossexual
    • oral
    • lésbico
    • bissexual
    • cuckold
    • casada
    • liberal
    • romântico
    • homossexual
    • colégio
    • explícito
    • boquete
    • massagem
    • rapidinha
    • academia
  • Contato em Sigilo
  • Galeria de imagens dos contos
  • Toggle search form

Rompendo a Madrugada

Posted on 5 de fevereiro de 20236 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Rompendo a Madrugada

Sabe aquela paixão que começa cedo, ainda na adolescência, mas só ganha corpo quando a vida já mudou de fase? Eu tive uma assim. Desde os 14 anos, trocava olhares com ele. Era um ano mais velho, tímido do jeito dele, sempre rondando, sempre paquerando de longe. Com o tempo, a inocência foi ficando para trás, mas nada tinha acontecido de verdade.

Quando completei 18 anos, já no fim do terceiro ano, essa história voltou com força. Ele estava com 19, tinha começado a universidade e parecia mais seguro de si. Eu também já não era a menina que apenas baixava os olhos. Ainda era fechada, tímida, cheia de receios, mas sabia reconhecer quando alguém mexia comigo.

Certa noite, conversávamos por mensagem quando ele sugeriu que nos encontrássemos de madrugada. Era loucura, eu sabia. Mesmo assim, aceitei. Por volta das três da manhã, saí de casa usando um babydoll confortável, desses que eu usava para dormir. A noite estava fria, e o coração parecia bater mais alto que meus passos.

Fui até uma estrada perto do campo de futebol. Cheguei antes dele e fiquei esperando, sentindo o vento bater nas pernas. Logo vi sua silhueta vindo pela estrada. Tinha a mesma altura de antes, magro, branco, de óculos, com aquele jeito meio desajeitado que sempre me atraía.

Nos cumprimentamos e fomos conversar perto de um tronco de árvore no campo. Ele dizia que eu era linda, que sempre teve medo de se aproximar porque eu parecia fechada demais. Falava do meu rosto, do meu corpo, do jeito como eu o deixava sem saber o que dizer. Eu tentava disfarçar, mas gostava de ouvir aquilo.

Aos poucos, fui cedendo aos encantos. Ele passou os dedos pelo meu braço, depois pela minha nuca, e me beijou com cuidado. Foi um beijo demorado, nervoso, cheio de vontade contida. Quando suas mãos baixaram as alças do meu babydoll, senti um frio na barriga, mas não o afastei.

A boca dele encontrou meus seios. No começo, a sensação foi estranha, quase uma cócega. Depois foi esquentando, virando alívio, leveza e desejo. Eu respirava fundo, sem saber direito o que fazer com as mãos. Ele percebia meu nervosismo e ia devagar, falando baixo para eu relaxar.

Quando pediu para eu tirar o short, hesitei. Era minha primeira vez e eu ainda tinha medo. Ele parou e me olhou, esperando minha resposta. Eu mesma comecei a tirar a peça devagar, sentindo o corpo inteiro tremer. Ele também abaixou o short, e eu vi a cueca branca de bolinhas descer até revelar o quanto estava excitado.

Sorri, mas o medo continuava ali. Ele percebeu. Beijou meus braços, minha barriga, minha cintura, e passou a mão pela minha nuca, tentando me acalmar. Pediu para eu tocá-lo com a boca. Eu não sabia fazer, mas quis tentar. Ajoelhei-me com cuidado e comecei de forma insegura, aprendendo pelos sons que ele fazia e pelo jeito como acariciava meus cabelos.

Depois ficamos em pé. Ele me beijou de novo e levantou minha perna direita devagar, encostando-se em mim. A ansiedade voltou. Doeu quando tentou entrar. Meu corpo travou, e ele parou por um instante. Eu respirei fundo, abracei-o pelo pescoço e disse que queria continuar.

Ele me colocou apoiada no tronco, de costas para ele, e tentou de novo. Dessa vez veio com uma pegada mais firme, ainda cuidadosa, mas decidida o bastante para atravessar aquela resistência do meu corpo. Mordi os lábios, senti os olhos marejarem e segurei forte na madeira fria. Não era como eu imaginava nos meus pensamentos. Era mais intenso, mais confuso, mais real. Mesmo assim, eu queria viver aquilo.

A dor foi cedendo aos poucos. Primeiro veio o incômodo, depois uma pressão estranha, até que algo em mim começou a mudar. O medo foi se misturando ao prazer, e meu corpo quente já não queria recuar. Ele me chamava de cheirosa, dizia que eu era linda, mordia meu ombro e minha orelha, enquanto suas mãos seguravam minha cintura.

Meu coração estava disparado. Eu sentia a noite fria nas costas, a madeira contra o corpo e o calor dele atrás de mim. Quando notei um pouco de sangue, levei um susto, mas ele também diminuiu o ritmo. Perguntou se eu queria parar. Eu disse que não. Aquilo me assustava, mas também me prendia.

Ele colocou a camisinha e voltou a me penetrar com mais segurança. A sensação foi ficando melhor, mais cheia, mais profunda. Comecei a gemer baixinho, tentando não fazer barulho demais naquela madrugada vazia. A cada movimento, parecia que eu deixava para trás uma parte de mim que já não existia.

Quando ele disse que estava perto de gozar, segurou minha cintura com mais firmeza e acelerou. Eu sentia seu corpo estremecer atrás de mim, a respiração falhar, os dedos apertarem minha pele. Pouco depois, ele chegou ao clímax, ainda dentro da camisinha, e ficou alguns segundos parado, ofegante.

Quando se afastou, senti um vazio estranho, uma cócega leve e uma mistura de dor, prazer e surpresa. Nós nos vestimos em silêncio, ainda tentando entender o que tinha acontecido. Ele me acompanhou até perto de casa. Antes de eu entrar, demos um beijo de língua intenso, como se só então tivéssemos coragem de assumir a intimidade daquela madrugada.

No banheiro, percebi o sangue misturado a um líquido claro, e minha intimidade estava inchada. Fiquei olhando para aquilo por alguns segundos, sem saber se ria, se chorava ou se guardava tudo em segredo. Meu corpo ainda latejava, e eu entendia que tinha vivido algo que não voltaria a ser igual.

Fui dormir com um cansaço profundo, desses que parecem fechar o mundo. Rompi a madrugada de uma maneira que nunca imaginei, e acordei com a sensação de que uma parte da minha vida tinha começado ali.

Real Tags:campo, descoberta, desejo, heterossexual, madrugada, maioridade, primeira vez, relato real, romântico, virgem

Navegação de Post

Previous Post: Sem Pudores
Next Post: Hotel Castelo

Related Posts

Banho Duplo de Prazer Real
Entre o amor e a amizade Divulgação
Santo Pecado Divulgação
Vício Duplo Real
Enfeitiçando um deus Real
Muro baixo Real

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Termos e condições

Política de Privacidade

Copyright © 2026 Desejos Intensos.

Powered by PressBook Masonry Dark