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Dupla Insônia

Posted on 18 de junho de 20256 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Dupla Insônia

Momentos de cumplicidade precisam existir em um relacionamento, principalmente quando o casal sabe brincar com desejo, confiança e um pouco de ousadia. No meu caso, essa cumplicidade veio em uma noite quente de verão, daquelas em que a chuva aparece do nada e muda completamente o rumo da madrugada.

Eu morava com meu namorado em um prédio que tinha uma área comercial embaixo. Era bem prático, porque havia um barzinho ali mesmo, e muitas vezes descíamos só para conversar, beber alguma coisa e aproveitar o movimento. Certa noite, estávamos nesse bar quando ele recebeu mensagem de um amigo dizendo que passaria por lá para conversar e se refrescar um pouco daquele calor absurdo.

Eu estava de short de academia, com a parte de cima do biquíni preto aparecendo por baixo de uma blusinha floral aberta com botões. Meu namorado usava bermuda jeans preta e camiseta do Flamengo, bem no estilo despojado dele. Estávamos os dois adultos, vivendo aquela fase gostosa de namoro em que qualquer saída simples podia acabar em alguma provocação.

Não demorou para Fernando chegar de bicicleta. Ele veio com bermuda de surf e camisa larga, todo simpático, conversando alto, com aquele sorriso fácil. Era um cara grande, negro, com quase 1,90 m, gente boa demais. Meu namorado conhecia Fernando do futebol, porque ele jogava na zaga do time deles. E futebol, pelo visto, une os corações dos amigos.

O papo foi rendendo, mas o calor cobrou seu preço. Uma chuva de verão caiu pesada, daquelas que parecem não ter hora para acabar. Como Fernando estava de bicicleta e já era madrugada, meu namorado sugeriu que ele passasse a noite lá em casa. Não fazia sentido o cara ir embora daquele jeito, encharcado, no meio da chuva.

Subimos para o apartamento, e eu fui preparar umas caipirinhas. A conversa continuou boa, cheia de risada e resenha. Bebemos um pouco, o suficiente para deixar o clima mais solto, mas todo mundo ainda sabia muito bem o que estava fazendo. Depois, meu namorado ajeitou um colchão para Fernando no chão do quarto, e nós fomos para a cama. Troquei de roupa, coloquei um shortinho mais curto e vesti uma camisa do meu namorado. Ele deitou só de short comigo.

Com aquele friozinho da chuva e o corpo já atiçado pelo clima da noite, confesso que eu estava com muita vontade de dar. Deitada com meu namorado, comecei a provocar. Beijava, passava a mão pelo corpo dele, encostava no pau por cima do short e ficava sussurrando no ouvido. Ele pedia para eu parar, dizendo que Fernando podia perceber. Eu, safada do jeito que estava, dizia que era só a gente cuidar e que o amigo dele já devia estar dormindo.

A verdade é que eu queria provocar. Não sei se era a chuva, a madrugada, a bebida ou aquela adrenalina de ter alguém ali no quarto, mas eu estava sem vontade nenhuma de me comportar. Fui ficando mais manhosa, mais insistente, beijando o pescoço do meu namorado e falando baixinho que queria sentir ele. Ele perguntou o que faríamos se Fernando acordasse. Eu ri e respondi, de brincadeira, que um homem daquele tamanho talvez acabasse querendo também.

Meu namorado ficou em silêncio por alguns segundos. Depois disse que eu podia dar uma chupadinha nele, mas que, se Fernando acordasse, talvez eu tivesse que mamar os dois. Eu já estava indo em direção ao pau dele, mas parei na hora. Voltei com o rosto bem perto do dele, lambi sua boca e perguntei se ele deixaria mesmo eu chupar o amigo também.

Ele riu e disse que eu era gostosa demais.

Aquilo foi a autorização que minha maldade precisava. Tirei a camisa, deixando meus seios à mostra, e fui chupar meu namorado. Só que não fiz muito esforço para esconder. Eu queria testar até onde aquela provocação iria. Comecei a mamar gostoso, devagar, manhosa, gemendo baixo, mas não baixo o bastante. Sussurrava besteiras para ele, sabendo que cada som podia acordar Fernando.

Depois montei no meu namorado, de costas para ele, e comecei a sentar. Rebolava no pau dele enquanto conseguia ver Fernando deitado no colchão, em frente à cama. Eu gemia safada, olhando na direção dele, até perceber que ele estava acordado e observando a cena.

Quando notou que eu tinha visto, Fernando se sentou no colchão e falou que, daquele jeito, já estava impossível dormir. Disse que estava doido de tesão, de pau duro, e que a culpa era nossa. Meu namorado começou a rir. Eu olhei para Fernando mordendo os lábios, sem fingir vergonha. Meu namorado então disse que, se o problema era aquela insônia toda, talvez eu pudesse resolver.

Fernando veio até a beirada da cama. Abri o short dele, que logo caiu no chão, e vi a cueca marcando um pau enorme, duro, impossível de ignorar. Fiquei doida. Comecei dando beijos por cima do tecido, depois abaixei a cueca e lambi tudo, da base até a cabeça. Quando abocanhei, senti o tamanho dele na minha boca e me arrepiei inteira. Ao mesmo tempo, continuava sentindo o pau do meu namorado dentro de mim.

Era uma loucura deliciosa.

Eu chupava Fernando enquanto rebolava no meu namorado. Sentia os dois me olhando, excitados, cúmplices daquela safadeza. Em certo momento, Fernando disse que eu chupava gostoso demais. Meu namorado respondeu que sabia. Aquilo me deixou ainda mais animada. Meu namorado então me puxou pelo cabelo de leve, pediu para eu mamar ele um pouco e me colocou de quatro, deixando minha bunda empinada para Fernando.

Eu estava louca de vontade de sentir aquele pau grande entrando em mim.

Antes disso, Fernando me surpreendeu. Veio por trás e colocou a boca na minha buceta. Começou a me chupar enquanto eu mamava meu namorado. Aquilo era bom demais. A língua dele me deixava ainda mais molhada, e meu namorado gemia vendo a cena. Eu estava ali, entre os dois, sentindo que aquela madrugada tinha virado uma fantasia viva.

Depois de me chupar, Fernando se posicionou atrás de mim. Começou a passar a cabeça do pau na minha buceta, provocando, pincelando, me fazendo arrepiar. Eu empinei mais, deixando claro que queria. Ele foi entrando devagar, porque era grosso, e eu gemi na frente do meu namorado enquanto sentia o amigo dele me preenchendo.

Quando entrou tudo, precisei segurar firme o pau do meu namorado para não perder o equilíbrio. Eu gemia sem vergonha, sentindo Fernando me foder por trás enquanto meu namorado passava a mão no meu rosto e falava que eu estava gostosa demais. A cena inteira parecia errada e perfeita ao mesmo tempo.

Meu namorado começou a dizer que estava quase gozando. Falei que queria ganhar na boca. Ele não aguentou. Gozou enquanto eu chupava, e eu me lambuzei de prazer, sentindo cada pulsada. Depois, ainda ofegante, ele disse que agora eu tinha que ganhar do Fernando também.

Deitei na cama. Fernando veio por cima, enorme daquele jeito, e começou a me foder com mais vontade. Eu delirava de tesão. Ele tinha uma pegada forte, mas gostosa, e parecia tomado pelo que estava acontecendo. Meu namorado assistia, excitado, enquanto eu era comida pelo amigo dele. Eu me sentia desejada pelos dois, entregue àquela cumplicidade que só funciona quando todo mundo entende o jogo.

Fernando não demorou para chegar ao limite. Tirou o pau de dentro de mim, aproximou-se da minha boca e eu abocanhei na hora. Senti a porra dele quente, pulsando enquanto eu chupava até o fim. Eu estava cheia de tesão, com o corpo mole, a boca marcada e aquela sensação maravilhosa de ter vivido uma loucura completa.

Quando terminou, rimos do que tinha acontecido. A adrenalina ainda estava no corpo, misturada com cansaço e satisfação. Fui me limpar e, de longe, escutava meu namorado e Fernando falando de mim, dizendo que tinha sido gostoso demais, que eu era uma delícia, que aquela madrugada tinha sido impossível de esquecer.

Voltei para o quarto, e deitamos como antes. Meu namorado na cama comigo, Fernando no colchão, a chuva ainda caindo lá fora. Só que agora ninguém precisava fingir que era apenas uma noite comum.

Finalmente, dormimos.

No dia seguinte, com a ressaca leve e a ficha caindo aos poucos, tomamos café cedo. Fernando comeu alguma coisa, fez umas brincadeiras sem graça para quebrar o clima e foi embora para casa. Eu fiquei meio boba, sorrindo sozinha, lembrando da cena toda.

Posso dizer que adorei aquela amizade masculina.

E, naquela noite, a insônia dele foi muito bem resolvida.

Real Tags:amizade colorida, aventura, boquete, casal liberal, chuva, cumplicidade, dois homens, explícito, heterossexual, liberal, menage, sexo grupal

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