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Prazer, Hotwife

Posted on 6 de agosto de 20256 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Prazer, Hotwife

Baseado no relato de Alice Dias (Instagram: https://www.instagram.com/alicee_diaaas_).

Quando conheci meu marido, eu nem pensava em coisas fora do padrão de um relacionamento comum. Passava longe das ideias de fetiche. Era um namoro normal, pelo menos na superfície, mas ele sempre foi safado. Desde o começo, soltava umas ideias de que queria conhecer uma amiga minha, ficava olhando mulheres na rua na minha frente e depois ria quando eu reclamava. Eu ficava brava, claro, mas não era um ciúme que destruía a gente. De algum jeito, eu sabia que ele estava comigo, e isso fazia diferença. Reconheço que não é uma forma tão comum de pensar.

Como safado que era, passou um tempo insistindo nessas ideias. Até que eu disse que, se ele ficasse com alguma mulher, eu também queria ficar com homens. Não é que a reação do danado foi ainda mais safada? Ele olhou para mim, sorriu e disse que queria ficar olhando. A partir daí, nossa relação foi evoluindo com mais abertura, conversas e fantasias que pareciam estranhas no começo, mas que aos poucos foram ficando naturais entre nós.

Quando nos casamos, fizemos um acordo: não importava o fetiche, a gente falaria sobre ele juntos. A cumplicidade vinha antes de qualquer coisa. Só que uma certa dificuldade surgiu quando fui fazer faculdade em outra cidade. Enquanto eu tinha aula longe, o safado aproveitava para conversar com garotas da cidade dele. Uma vez, no meio da noite, durante minha aula, ele me mandou uma foto com uma garota na cama.

Quando vi a foto, senti algo que nem eu esperava. Em vez de só raiva ou ciúme, veio um certo tesão. Eu já gostava de vê-lo olhando e paquerando outras mulheres pela internet, então aquela base liberal já existia entre nós. Sei que isso não é para qualquer uma. Muita gente sentiria insegurança, medo de ser trocada ou diminuída. Mas, no nosso caso, havia algo diferente: a gente podia brincar com outras pessoas sem deixar de ser fiel à nossa cumplicidade.

Depois disso, o safado começou a plantar mais ideias. Perguntava se eu também queria fazer algo diferente, se tinha vontade de experimentar outro homem, se teria coragem de viver aquilo com ele por perto. É claro que eu disse que sim. Eu também queria expandir meus horizontes. Então ele achou um conhecido de outra cidade e, do nada, sem me contar muitos detalhes, avisou que eu deveria me arrumar porque a gente iria viajar.

Já entendendo as intenções dele, coloquei um vestido vermelho curtinho, colado, sem calcinha por baixo, e um salto alto. Quando chegamos para buscar o amigo, gostei na hora. O homem era bonito, tinha olhos azuis, cabelos cacheados e castanhos, sorriso lindo e parecia ter a mesma idade do meu marido. Usava calça preta e camisa cinza. Meu marido, de camisa e calça preta, parecia até motorista particular daquela safadeza.

Fiquei no banco de trás do carro, e o amigo sentou ao meu lado. Nem preciso dizer que a beleza dele já me atiçou, e ele percebeu. Começou a passar a mão em mim, beijando meu pescoço, enquanto eu também fui levando a mão pela barriga dele e descendo aos poucos. Ele já estava nos meus peitos, e eu olhava de canto para o meu marido, que parecia não saber se dirigia ou se assistia a gente pelo retrovisor.

Então coloquei a mão por baixo da calça do amigo e comecei a fazer um carinho delicioso. Pouco depois, puxei aquele pau rosado para fora e comecei a chupar ali mesmo, dentro do carro, antes de chegarmos ao motel. Era quase igual ao do meu marido, só um pouco maior, com a cabeça bem rosada. Na hora, já pensei em como seria gostoso chupar os dois.

Chegamos ao motel e entramos juntos. Meu marido sentou em uma cadeira, meio como espectador, e eu comecei a beijar o amigo. Passava as mãos pelo corpo dele, sentindo aquela pegada gostosa, aquele cheiro diferente, aquela sensação nova de estar com outro homem enquanto meu marido assistia. Quando tive vontade de chupar de novo, desci a calça do amigo e fiz o que queria. Depois chamei meu marido para vir também.

Dois paus gostosos na minha frente. Era a primeira vez que eu sentia aquilo, uma mão segurando um, a outra mão segurando o outro, os dois passando pelo meu rosto, pela minha boca, pelo meu desejo. Chupei os dois por um tempo, alternando, sentindo a diferença de cada um, o peso, o gosto, a reação. Meu marido estava excitado, mas logo voltou a se sentar, como se quisesse apenas me ver ser desejada por outro.

Puxei o amigo e deitei na cama, abrindo as pernas para ele. Com meu marido olhando, o amigo desceu e começou a me chupar. Nem preciso dizer os gemidos que eu soltava. Era muito tesão junto: outro homem na minha boca, outro cheiro, outra língua, e meu marido sabendo de tudo. O clima ficou tão intenso que, em certo momento, meu marido saiu para fumar no carro, me deixando sozinha naquela transa.

O êxtase veio quando a boca do amigo parou de me chupar e ele tirou o resto das nossas roupas. Naquele momento, os xingamentos ficaram mais explícitos, mais sujos, mais gostosos. Ele veio por cima de mim, e eu, que já estava muito molhada, só senti entrando e começando a meter. Ele me comeu de um jeito maravilhoso. Sentir outro homem dentro de mim, outra voz no meu ouvido, outra pegada no meu corpo, foi me levando a um prazer difícil de explicar. Junto com os xingamentos, de safada a putinha, eu fui me entregando cada vez mais.

Não demorou para mudarmos de posição. Fiquei por cima, sentindo o pau dele entrar enquanto eu rebolava. Foi quando olhei e vi meu marido entrar no quarto outra vez. Continuei sentando no pau do amigo, rebolando com vontade, enquanto meu marido sentou na cadeira e começou a se masturbar olhando para mim e escutando meus gemidos.

Aquilo acendeu uma ideia ainda mais safada. Cheguei perto do ouvido do amigo e perguntei se ele já tinha feito dupla penetração vaginal. Ele disse que não, mas ficou curioso. Olhei para trás, encarei meu marido e perguntei se ele queria entrar também. Meu marido veio na hora. Empinei para ele, e ele foi colocando devagar, procurando espaço junto com o amigo. Foi a primeira vez que senti dois paus na minha buceta.

Nem consigo descrever como aquele tesão foi incrível. Os dois me fodendo ao mesmo tempo, um movimento se misturando ao outro, meu corpo tentando receber tudo. Eu gemia alto, completamente tomada por aquela sensação de estar preenchida, desejada e observada. O amigo não se segurou por muito tempo e gozou daquele jeito. Meu marido continuou metendo, ainda excitado pela cena, até gozar também.

Quando os dois saíram de mim, senti minha buceta latejando, como se ainda quisesse mais. A cama estava encharcada, e a sensação do que tinha acontecido era deliciosa. Olhei para o amigo e vi que ele estava exausto. Descansamos um pouco, mas ele não conseguiu continuar. Como vimos que dali não sairia mais nada, nos arrumamos, deixamos o amigo na casa dele e voltamos para a nossa.

Só que eu tinha descoberto algo fantástico.

Chegamos em casa, e eu ia direto para o banho, mas meu marido disse que não precisava. Ele começou a me beijar, e fomos para a cama. Tirou minha roupa e passou a beijar minha buceta ainda por cima da calcinha, que estava toda melada do gozo dos dois. Ele foi tirando a peça devagar com a língua, lambendo, beijando, me fazendo arrepiar inteira. Quando cansou de me chupar, transamos de novo, e eu comecei a contar para ele como o amigo tinha me comido enquanto ele estava no carro fumando.

Aí veio o detalhe que mudou tudo.

Meu marido tem vergonha de ser chamado de corno na frente dos amigos, mas adora quando eu xingo isso no ouvido dele, no nosso momento. Descobri que, quanto mais eu conto detalhes e falo putarias de humilhação, mais tesão ele sente. Então falei que ele era casado com uma putinha safada, que adorava dar para os amigos, que estava cansada do pau dele porque ele era fraco e quase não me comia, e que por isso eu preferia outros homens.

Ele gozou novamente sentindo minha buceta inchada e meu corpo macio, enquanto eu dizia que tinha adorado o amigo e que queria sempre dar para alguém antes dele me comer. Aquilo não destruiu nossa relação. Pelo contrário. Abriu uma parte dela que talvez já estivesse ali, esperando coragem para aparecer.

Com isso, ficou claro que nosso casamento tinha entrado em outro estágio. Eu já não queria apenas ver ele com outras. Eu queria ser a esposa safada que dá para outros machos e depois volta para o marido, fazendo ele sentir tesão por me ver usada, desejada e satisfeita. Essa postura de hotwife mudou nossa forma de viver o prazer. Para mim e para ele.

Depois disso, tive a ideia de criar conteúdo hot com a vida que levamos. Criei um grupo no Telegram, onde publico vídeos e fotos, e também selecionamos alguns amigos para sair com a gente. Nem todo mundo entende, e tudo bem. Mas para nós virou uma forma de cumplicidade, desejo e liberdade.

Agora que vocês já sabem um pouco, fica minha saudação.

Sou uma hotwife.

E o prazer é nosso.

Real Tags:aventura, boquete, carro, casada, casal liberal, cuckold, dupla penetração, explícito, fantasia, heterossexual, hotwife, liberal, menage, sexo grupal

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