Eu era jovem, no período da pandemia o colégio estava sem aulas presenciais, então ficava em casa por muito tempo. Até que minha amiga surgiu com uma ideia de fazer caminhadas pela região, para não ficar tão sedentária. Bem, eu sou branca, relativamente magra, com meus 1,61 e peitos pequenos, mas sei que minha bundinha é grande e sempre chamada a atenção dos garotos do colégio, e professores também.
Tenho que confessar que já era safadinha, aprontava com meus colegas algumas aventuras. Então coloquei uns shortinho de academia bem curto e um top, e fui bem safadinha fazer as caminhadas, sem calcinha e sutiã, já minha amiga usava. Nossa caminhada era sempre final da tarde, entre 15 e 18:30, e perto do trajeto ficava um posto de gasolina onde tinha muitos caminhoneiros. Eu gosto de ser elogiada, fiz o caminho passando por lá.
No primeiro dia só ouvi uns assobios, eu olhava e sorria, afinal, gosto da safadeza. No terceiro dia, no meio da estrada, um homem num caminhão parou nós duas, ele devia de uns 35 anos moreno alto, 1,85 talvez. Ele perguntou, de início, onde tinha uma parada de caminhão mais perto, pois o seu funcionava, mas tá quebrando. Indicamos onde ficava o posto de gasolina, ele buzinou e foi.
Continuamos a nossa caminhada, só que na volta paramos no posto, como de costume, para beber água. Foi quando encontramos ele, que agradeceu por ter ajudado. Nisso ele chegou e fez questão de nos despedir. Olha, ele me deu um abraço bem forte que fiquei sem entender nada, mas eu gostei pois ele era bonito. Somos para casa, e eu sem nada pra fazer fiquei pensando ele, até comentei com minha amiga que ele era sem noção com aquele abraço e abordagem mas que no fundo eu gostei.
Outro dia, no horário da caminhada, perto das 16 horas, recebi uma mensagem da minha amiga informando que não poderia ir caminhar, ela teria que ir para o sítio dos seus avós passar alguns dias. Confesso, fiquei um pouco chateada, mas resolvi ir só mesmo assim. És que, passando pelo posto, vi o caminhoneiro do outro dia mexendo no seu caminhão de longe. Resolvi nem falar com ele, mas ele me viu e me acenou. Fui educada e cheguei perto para falar com ele.
Eu não sei, mas senti uma maldade começando ali. Ele veio e foi me dando um abraço e um beijo no rosto e eu retribui. Daí, perguntou o porquê a minha amiga não estava comigo, e eu expliquei. Na sequência ele foi falando que não tinha achado nenhum mecânico pra ajeitar o caminhão e teria que passar uns dias ali. Ao terminar de falar, eu acabei pensando em voz alta e disse, “que bom então”. O cara não deixou escapar e perguntou o porquê eu falei aquilo, que ele teria a oportunidade de ter ver mais vezes. Nessa hora eu nem deixei ele falar nada, já disse que tinha que ir. Nossa, apesar de ser safada, fiquei com vergonha e sai rápido dali. Fiz minha caminhada e fui para casa pegando outra rua para não olhar na cara dele.
Cheguei em casa, fui tomar banho e depois fiquei no celular, mas não parava de pensar nele. Ele era alto e forte, com pegada comecei a me tocar pensando nele, depois de 30 minutos eu gozei, me limpei e voltei para o celular até da o horário de dormir.
No dia seguinte, já acordei pensando em caminhar e ir falar com el, pois sabia que ele iria estar lá. Quando deu16:30, fui caminhar e passei no posto para ver ele. O sorriso dele era nítido, cheguei e dei um abraço e um beijo no rosto e disse que iria caminhar. Ele me viu partir e quando voltei, lá pelas 18:30, fui beber água no posto e o reencontrar.
Fui para perto do caminhão der e ficamos conversando só nos dois, até que ele começou a me elogiar, era o sinal que estava esperando. Retribui o elogio e olhei para o caminhão e também disse que era muito bonito, Ele agradeceu o elogio, nisso perguntei se ele tinha alugado algum lugar para dormir, pois tinha dito que iria ficar alguns dias ali. A resposta era algo um pouco surpreendente para minha realidade, mas não para dele. Ele respondeu, “que nada eu durmo no caminhão”, indaguei como. Aí nem precisou pensar e já perguntou ser não queria entrar para ver.
Nesse momento, um misto de sentimento estava em mim, afinal queria muito, mas disse que não. Aí ele abriu a porta e é fez aquele convite irresistível, “vem até aqui só, para ver como quer é”. Então, subi e olhei a área de descanso, porém quando estava descendo, vi ele atrás de mim já sem camisa. Aí ele só falou só uma vez, “entra”. Naquele momento, já com tesão, obedeci e comecei a subir novamente para a cabine e ele me empurrando minha bunda.
Já dentro eu escutei ele travar o caminhão, me pegado e beijando. Dei uma rápida pausa e perguntei se ninguém ia ver, a resposta foi que com Insulfilm não dava pra ver nada e era de noite, ninguém passaria ali. Fiquei mais calma e ele foi me beijando, passando a mão nos meus peitos, na bunda, me xingando. Eu não resistia mais, ali eu poderia me liberar, então passei a mão no seu pau e me assustei com o tamanho, já que era alto, a proporção era grande também. Ele foi chupando meu pescoço e descendo até minha buceta, que já estava molhadinha.
Ele chupava muito bem minha buceta, estava louca já, gemia e me segurava na boleia. Ele ficou ali uns 15, 20 minutos, depois colocou o pau para fora e mandou, “chupa vagabunda”. Eu fiquei mais assustada ainda, vendo e pegando, era maior do que eu esperava. Sentia peso e a grossura grossa, era preto com a cabeça rosa, perguntei quando centímetros tinha, a reação foi um tapa e o comando, “chupa minha putinha”.
Sei que questão de tamanho é algo que uns tem, outro sabem usar, mas nesse caso eu tinha que usar aquilo. Com dificuldade eu chupei, conseguia colocar só até a cabeça dentro na minha boca com minha mão fechava, mais chupei como pude, afinal, sabia o que me esperava. Até que chegou agora, ele queria meter e mandou eu ficar de 4. Obedeci, naquele momento eu era todo dele e busquei relaxar o máximo, foi quando ele começou a esfregar o pau na buceta. Então eu pedi para colocar camisinha, aí ele falou que ia meter sem mesmo, porque uma putinha se comer sem camisinha. Foi quando ele deu tapas na bunda até ficar vermelha e toda marcada.
Eu sei, foi arriscado, mas ao tinha o que fazer. Eu senti entrar, soltei todo ar que tinha para deixar tudo entrar. Daí iniciou, eu me segurava, mas quanto mais ele metia, mais me tremia toda. Eu já não era mais virgem, mas aquele filho da puta tinha um pau que usava sem pena. A pegada era intensa, sofri muito no começo, porém depois de uns 10 minutos era eu que estava pedindo pra me bater e meter com mais força.
Foram 30 minutos intensos de sexo ardente, eu nunca tinha transado tanto. Nisso ele gozou dentro e quando tirou eu estava cheia de porra e arrombado. Aí ele me colocou para mamar de novo até e enquanto me vestia. Ficamos ali por 10 minutos conversando até que falei que iria para casa, pois queria tomar banho. Aí ele brincou, afinal tudo que ele queria era um banho. Aí me tive a ideia de chamar para ir em casa, já que minhas irmãs estavam na casa do nosso pai e estava só com a minha mãe. Como era uma casa, ele poderia entrar comigo e ir para a janela do meu quarto.
O plano era perfeito, abri o portão e entramos, ele foi para a lateral em direção ao meu quarto e eu entrei em casa. Só que, dei de cara com minha mãe. Ela foi perguntando o porquê da demora, dei uma desculpa qualquer. Aí, ela falou que já queria dormir só está esperando eu chegar. Era tudo que eu queria. Ao chegar no quarto, abrir a janela e ele já pulou para dentro e fechou a janela. Chamei ele para ir para o banheiro, só que ele falou não, sussurrou, “vem aqui me chupar sua putinha”. Eu falei pra esperar um pouco, o tempo para a minha mãe pegar no sono, mas ele me puxou pelo cabelo, me forçando e fica de joelhos, colocou o pau para fora e forço na minha boca.
Aquela situação era perigosa, tentei resistir, falei que não, mas me deu uns tapas na cara fazendo barulho e falou ser não chupasse aí bater mais forte e minha mãe iria acordar. Diante daquilo, com medo de ser pega, eu só abrir a boca e deixe ele fazer o que quiser. Agora ele controlava minha cabeça, empurrava e eu sentia entrar mais. Ele sussurrou para deixar entrar tudo, e foi fazendo garganta profunda. Apesar daquela situação, estava gostando de ficar daquele jeito submissa a ele por quase 20 minuto, xingando no meu ouvido, me puxando e metendo na minha boca.
O silêncio era rompido pelo som da saliva e da respiração interrompida. Agora, bem excitado ele recomeçou a transa. Minha buceta já estava se acostumando com aquela pica de 23 cm. Ele me fez deitar e foi l metendo até o fundo já não estando mais ligado que minha mãe estava em casa. Tanto eu como ele começamos a gemer alto e falar putaria. Eu mandando ele meter e me bater e ele me xingando de puta, vadia, vagabunda, falando que eu era dele.
Eu não sei como não tínhamos sido pegos, mas não importava mais. Foi aí que, nessa brincadeira, falando putaria, ele pediu para meter no cu. Nesse momento, eu falei que sim, mas não sei o porquê, já que foi meu maior erro. Eu já tinha dando o cu umas vezes, mas nunca para um pau de 23 cm. Eu implorei, perdi para ele prometer que ia devagar e ele prometeu. Lá fui eu, chupei bastante o pau dele deixei bem babado e cuspido. Fiquei de 4 e ele começou a meter a cabeça. Demorou uns 2 minutos só para a cabeça entrar, e aí continuou. Quando chegou quase na metade do pau dentro do cu, eu estava relaxando, quase me acostumando e tudo mudou. Ele ficou firme em cima de mim, pegou meus braços, colocou para atrás, segurou firme, e meteu sem dó. Eu dei um grito tão alto, mas ele não parou, deu umas 10 metida no cu e eu gritando, não conseguia nem me mexer, afinal ele era forte e estava se sentindo muito dor.
Com tudo aquilo acontecendo, era óbvio que minha mãe iria acabar acordando. E foi o que aconteceu, ela começou a bater porta perguntou o que estava acontecendo. Ele parou de meter, e eu, com muita dor, respondi, “nada mãe, vou só um pesadelo”. Não foi o suficiente para enganar, ela ficou na porta mandando eu abrir. Lá fui eu abrir a porta, com o corpo todo dolorido, mas coloquei só a cabeça para fora. Falei, “o que foi mãe? Foi só um pesadelo”. Só que que o vagabundo tinha enchendo minha cara de tapa e meu pescoço todo marcado.
Minha mãe empurrou a porta e acendeu a luz. A minha sorte foi que ele já tinha pulando a janela, mas eu estava toda vermelha e pelada. Minha mãe perguntou o que era aquilo, falei que era alergia, mas ela ficou desconfiada e saiu do quarto. Eu fechei a porta do quarto e abri a janela, o desgraçado estava rindo, aquele filho da puta. Eu, morrendo de vergonha. Ele entrou e daí chupei e ele meteu mais um pouco no cu, e eu segurando para não fazer mais barulho até que gozou dentro, daí nos despedimos.
Combinamos de nos ver no outro dia no seu caminhão, mas infelizmente quando fui ver ele já não estava mais lá. Continuei indo fazer caminhada todos os dias para ver se ele aparecia lá, porém nunca mais vi ele. Claro que, diante de ter feito sem proteção, fui no médico e fiz exames. Fiquei aliviada com os resultados negativos, mas foi muito arriscado. Acabou que virou uma rotina fazer os exames regulares daquele dia em diante. Sei que não é algo que todas gostam, mas eu sinto falta daquela forma que ele me tratou e sou doida pra encontrar aquele cara de novo apesar de todos esses anos. Até hoje, quando vejo um caminhão, fico com tesão do nada.

