Minhas aventuras são quase diárias. Eu sou boa em tudo que faço e, aliada a minha beleza, resolvi entrar no muito dos prazeres para ganhar meu sustento. Acontece, menina bonita que conhece um cara, se apaixona por ele, mas o cara é muito bom no sexo e só que isso. Depois de entender a lógica dos homens, nada melhor que extrair disso algo bom para mim.
Todavia, meu job não é tão descarado. Tenho 21 anos, branca, magra com 1,60, rostinho de boneca, mas ainda mantenho certa discrição para meus empregos na noite não ficarem muito mostra. Gosto de contatos bem feitos, mas isso não quer dizer que não aconteçam coisas um pouco anormais. Afinal, cada cabeça é um mundo, tanto a de cima como a de baixo.
Certo dia uma amiga passou um contato de um cara rico e conhecido das noites da cidade. Aproveitei e mandei mensagem e logo veio o encontro marcado com o valor acertado para uma noite. O dia chegou, mas estava naqueles dias. Mesmo assim, o cara não desmarcou, me queria assim mesmo. Pagou meu Uber e nos encontramos numa farmácia. Eu tinha ido comportada, calça jeans preta, blusa de mangas longas marrom e um coturno, e claro, uma jaqueta por cima pois fazia frio. Já ele estava de calça jeans, meio suja, tênis e moletom por cima.
Na farmácia eu já meio que vi que ele aparentava ser uma pessoa que usava algum tipo de droga. Ele foi gentil, mas já pegou na cintura, a malícia estava bem clara. Depois, fomos para o carro dele. Ele falou que iríamos na chácara dele, eu já fiquei um pouco desconfiada, mas fomos conversando. O papo fluía, mas eu olhava as árvores se fechando e o sinal do celular indo embora. Cheguei na chácara era um lugar bem arrumado, mas com 9 cachorros. Pensei comigo: “se ele me matar irá dar de comida aos cachorros”.
Desci do carro e fui direto para a casa da chácara. Era grande, chique, mobiliada com tudo de mais fino. Ele então me levou direto para o quarto, sem muita cerimônia. Foi tirando a minha roupa, jaqueta, blusa, calça. Daí foi quando começou a beijar meu corpo, e tirando o sutiã e a calcinha. Quando percebi ele já estava nu, comigo no canto da cama, me beijando e chupando.
Posso dizer que o início foi o mais, leve, do que se sucedeu. Não demorou e ele me colocou aberta na ponta da cama e ele em pé fora, metendo olhando para mim e enfiando sem dó. Eu estou já ficando acostumada com esse tipo de pegada, sei que dá mais prazer no homem, já que comigo demora muito para que eu tenha alguma reação mais intensa. Mesmo assim, fui fazendo o que fui paga para fazer, dar o prazer a ele. Se bem que, nesse momento, ele não tinha pago nada, mas não tinha muito o que fazer, só levar o pau dele dentro de minha buceta.
O que é estranho é que, com tanto recurso, a pegada nesse primeiro sexo foi simples. Só sentia meia a brutalidade dele metendo, mas logo comecei a ver que ele demorava a gozar. Foi me apertando, as mãos dele iam na minha buceta e beliscava os lábios, eu reclamava, mas a cara dele se fechava e falava: “Se você não melhorar essa cara, vou continuar”. Meu corpo não gostava, eu gritava, mas ele afirmava “você vai sofrer mais, você quem sabe”. Daí em diante, era só penetrando o máximo fundo, mesmo com um pau médio, era pressão e força até ele gozar.
Finalizando essa primeira transa, deitamos um pouco, fui me banhar e na sequência , com roupão, fui para a sala. Era tudo enorme, chique, até tirei foto minha lá de tão luxuoso. Ele veio e conversamos, mas não demorou muito. Mesmo após quase 1 hora de transa, ele se recuperou e me chamou para o quarto novamente.
Nesta segunda vez, eu já fiquei um pouco chateada, afinal ainda não tinha pago, e o pior. O sexo não mudava. Mesmas posições, mesma pegada e eu, já contrariada, era mais usada por ele. No final, ele gozou e voltamos para a sala. Nisso , ele foi super educado e me ofereceu coisas pra comer enquanto eu assistia TV.
Ficamos conversando, até que ele começou a me mostrar o celular dele vídeos de todas as mulheres que ele fodeu na vida. Então, ele tinha tudo que tipo de coisa, até a menina bebendo xixi dele. Eu estava com fome e concentrei em comer e voltei a assistir TV. Olhei uma fumaça no lado, ele começou a puxar um Beck e puxar assunto e, menos de 15 minutos olhei novamente para o lado, e ele pelado com o pau duro querendo mais uma rodada. Pedi logo para ele transferir ao menos a metade do acordo, e ele fez, mas já foi me levando.
Nessa vez, para zero surpresa, foi mais do mesmo. A diferença que ele pedia para apertar as bolas dele, não sei se por feito da erva ou não, mas ele gostava. O lado ruim era que, de 4, em pé ou aberta de frente, ele não mudava o repertório. Piorava na brutalidade, principalmente apertando minha buceta. Eu tentei fazer algo par acelerar ele gozar, mas foram quase mais 1 hora.
Depois eu voltei para a sala, já estava cansada, não estava um clima legal, mas o que poderia fazer. Estava no meio do nada e ainda tinha uma noite inteira pela frente. Sentei, ficava olhando as plantas e as coisas que ele tinha para relaxar, mas estava difícil. Novamente, menos de 30 min ele voltou a me chamar para o quarto. Eu não acreditei no que estava acontecendo. Aquilo era uma doença ou um distúrbio, não tinha como. Sei que algumas mulheres iriam adorar um car desse pique, mas eu, mesmo demorando par gozar, nada que ele fazia me deixava confortável.
Infelizmente, dessa vez foi um pouco diferente para pior. Dei uma relutada, mas ele apontou para uma arma que estava perto da cama. Eu juro que não tinha visto antes, mas aquilo era uma indireta bem clara que tinha que obedecê-lo. Eu estava presa naquele cárcere para ser usada por ele. Não restava dúvidas que tinha que satisfazer até ele cansar. Ao menos ele inovou usando uma poltrona, para eu sentar nele. Eu fiz o possível para isso, mais uma longa sessão de pau na minha buceta, que já estava dolorida, com a cintura e braços doendo.
Eu estou relatando aqui, mais não sei se foram umas 6 ou 7 vezes até ele cansar e sinalizar que iríamos dormir. Para minha surpresa, antes da gente dormir ele trancou a porta do quarto e não deixou eu ir pra sala. O que parecia que não queria que eu saísse dali. Realmente, eu estava presa. Nem consegui dormir direito com essa situação.
Logo pela manhã, ele acordou com fogo. Me pegou, com a mesma brutalidade, e me usou mais duas vezes. Eu nem sei se considero aquilo um sexo. Eu era um brinquedo que estava sendo usada para o prazer dele. Nisso convenci a ele deixar ir para a sala, ele disse que eu podia fazer meu café e voltou para a cama para dormir.
Eu olhei ele indo e vi a chave na porta da casa. O portão da chácara era de madeira encostada, mas tinha os cachorros. Pensei comigo mesma, era o momento de arriscar. Me vesti rápido e abri a porta. Os cachorros estavam deitados com o frio da manhã. Fui firme, sem olhar para eles até o portão e fugi antes de que ele acordasse. Caminhei rápido na estrada, com as dores nas pernas até parar num local com sinal para chamar um Uber. Tive sorte que o motorista sabia mais ou menos aonde era e me encontrou no meio do caminho.
Dentro do carro, voltando para casa, respirei aliviada. Consegui fugir daquele cárcere. Eu sei que podem me julgar, afinal, estou me expondo a esses riscos. Os homem com dinheiro é poder acham que podem comprar tudo, mas não é assim. Eu tenho meus desejos, sei do que quero e até onde vou. Confesso, há muitas situações complicadas, mas eu su bom no que faço e tenho beleza e postura para usar o que sou enquanto posso. Todavia, fica o aprendizado de não mais cair em certos cárceres de luxo.


