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Sob olhar do Vizinho

Posted on 14 de agosto de 20256 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Sob olhar do Vizinho

Casei cedo na vida adulta, e eu e meu marido morávamos em um conjunto de kitnets bem simples, com áreas comuns. Era um ambiente tranquilo para nós dois, e, apesar das limitações, parecíamos estar bem juntos. Tudo começou a mudar quando chegaram novos vizinhos na kitnet da frente. Eram seis homens que vieram para a cidade fazer um serviço temporário.

As kitnets eram próximas, então dava para ver muita coisa da movimentação dos outros. Foi assim que um deles me chamou atenção. Eu ficava bastante tempo sozinha em casa enquanto meu marido trabalhava, e, em uma dessas vezes, fui lavar roupas na área comum. Percebi um dos vizinhos me olhando. Quando olhei de volta, vi um corpo deliciosamente gostoso: moreno, atlético, não muito alto, sem camisa e só de bermuda. Tentei disfarçar, mas já tinha reparado demais.

Tenho que confessar que sempre tive tesão em ser observada e desejada. E, com um homem daqueles me olhando, eu casada, sentindo o perigo do proibido, meu corpo começou a responder. Passei a ir de propósito para a área nos horários em que ele estava em casa. Lavava roupa com short de academia bem colado, blusinhas curtas e posições que deixavam minha bunda virada para a janela dele. Eu sabia o que estava fazendo. A cada olhar, parecia que ele me comia sem encostar em mim.

Essa provocação foi acontecendo aos poucos. Às vezes, meu marido estava dentro de casa, e eu lá fora, fingindo normalidade enquanto deixava o vizinho me observar. O risco de ser vista, o perigo de estar provocando outro homem tão perto do meu marido, tudo isso foi me deixando cada vez mais atiçada. Até que, um dia, ele esperou meu marido sair para o trabalho e fez sinal pedindo meu telefone.

Anotei o número em um papel e deixei sobre a máquina de lavar. Vi quando ele passou e pegou. A partir dali, começamos a conversar pelo WhatsApp. As intenções ficaram claras muito rápido. Eu queria. Ele também. Nem precisamos trocar muita foto nem enrolar demais. O desejo já estava sendo construído nos olhares.

Ele sugeriu usarmos o carro dele para não gerar suspeita. A primeira vez foi em uma manhã em que meu marido ainda dormia. O vizinho inventou que sairia para comprar pão, e marcamos de nos encontrar na esquina de cima da nossa rua. Quando vi o carro, meu coração acelerou. Entrei rápido, sentei no banco e, antes de qualquer explicação, nos beijamos.

Foi um beijo quente, urgente, cheio de tudo que vinha sendo guardado nos olhares. As mãos dele vieram para o meu corpo, e as minhas também procuraram o dele. O proibido deixava tudo mais forte. Só que não tínhamos muito tempo. Despedi-me, voltei para casa e, pouco depois, ele voltou também, sem os pães. Aquilo me fez rir sozinha. A desculpa tinha sido péssima, mas o beijo tinha valido.

Depois disso, ficou muito mais difícil resistir. Nós dois queríamos mais. Marcamos nosso primeiro sexo de verdade em uma tarde ensolarada. Ele saiu no meio do expediente e veio me buscar. Eu estava de short jeans bem curto e blusa decotada. Ele veio com roupa de trabalho, calça e camiseta, mas o olhar dele já dizia que a tarde não seria nada profissional.

Depois de um beijo dentro do carro, fomos para uma rua deserta. Era dia, então a tensão de sermos pegos era enorme. O carro ficou com o ar ligado, os vidros fechados e nós dois nos agarrando como se não tivéssemos juízo. Passei a mão pelo corpo dele e senti o volume por baixo da calça. Ele, ao mesmo tempo, já estava com os dedos na minha buceta, que pingava de tanto desejo.

Abri o botão da calça dele e comecei a chupá-lo intensamente enquanto ele gemia. Naquele momento, nada mais importava. Eu só sentia o calor dele, o gosto, a pulsação na minha boca e a loucura de estar ali, casada, chupando meu vizinho em um carro parado no meio da tarde. Ele tirou meu short, afastou o banco e pediu que eu ficasse de costas para ele. Puxou minha calcinha de lado e me penetrou com aquele pau delicioso.

O êxtase foi absurdo. Eu me segurava no carro enquanto ele puxava meus cabelos e dava tapas na minha bunda. A pegada era firme, suja, cheia de tesão. Eu sentia aquele pau me socando com vontade e pensava que era aquilo que eu mesma tinha plantado com tanta provocação. Eu tinha chamado aquele homem com os olhos, com o corpo, com a minha imprudência. Agora estava recebendo tudo, e estava gostando demais.

Logo depois, ele se sentou no banco e pediu que eu sentasse no colo dele. Claro que obedeci, porque eu também queria sentar naquele pau. Foi quando senti melhor o tamanho e o encaixe. Enquanto eu cavalgava, ele chupava meus peitos e batia no meu rosto de leve, dentro daquela pegada safada que me deixava mais louca. Tudo era intenso demais. Não me segurei e gozei naquele pau maravilhoso. Quando ele percebeu, ficou ainda mais tomado de tesão.

Dentro daquele carro, em plena tarde de sol, não demoramos para perceber que estávamos suados. O ar-condicionado não dava conta. Ele me deitou no banco e voltou a me penetrar, enquanto eu prendia as pernas em volta da cintura dele. A transa virou uma loucura. Ele ardia de tesão, e eu também. Depois me colocou novamente de quatro e voltou a meter com força. O carro balançava muito, e o medo de sermos pegos era enorme, mas esse medo só aumentava a adrenalina.

No ápice do prazer, ele aumentou a intensidade, cada vez mais rápido, até gozar na minha bunda. Quando paramos, ficamos tentando buscar o pouco ar fresco que ainda saía do carro. Aquilo tinha sido um sexo selvagem. Começamos a nos limpar, vestir e conversar sobre nossa deliciosa imprudência. Em vez de arrependimento, ficamos combinando os próximos encontros. No fim daquela tarde maravilhosa, ele me deixou em casa e voltou para o trabalho.

Nem preciso dizer que depois disso os olhares se tornaram mais intensos. Cada oportunidade virava desculpa para um encontro escondido perto de casa. A gente se agarrava como se fosse viciado um no outro. Foi aí que descobri que ele também era casado. Então passamos a combinar tudo com mais cuidado para manter o sigilo. Mesmo assim, não conseguíamos disfarçar tão bem. Um dos rapazes que morava com ele percebeu nosso envolvimento e nos alertou. Só que a adrenalina de sermos descobertos parecia alimentar ainda mais a nossa loucura.

O sexo no carro dele se tornou frequente, mas ele já não tinha tantas desculpas para sair do trabalho. Para manter a aventura, tivemos uma manhã de sexo na casa dele. Foi inusitado. Nós dois morríamos de medo de algum vizinho me ver entrando, mas conseguimos. No colchão de solteiro no chão, transamos como se o mundo fosse acabar. Aquilo já não era só tesão. Nossos corpos se encaixavam, nossos lábios se procuravam, a química era perfeita. E, além do sexo, aconteceu algo que nenhum dos dois esperava: nos apaixonamos.

A situação começou a ir além de qualquer controle. Eu queria aquele homem a todo momento, e ele me queria na mesma intensidade. Meu marido, naquela fase, não me procurava na cama havia meses, e isso só aumentava minha vontade de manter aquele sexo maravilhoso com o vizinho. Eu sei que era traição. Sei que era errado. Mas, naquele momento, meu corpo e minha carência gritavam mais alto que a culpa.

Eu e meu marido tínhamos nossas festinhas particulares em casa, com bebida e outras coisas para relaxar. Nessas noites, meu tesão subia muito, e ele nem sempre correspondia. Foi quando resolvi dar a ideia de nos divertirmos com outras pessoas no relacionamento, apenas para sexo. Para minha surpresa, talvez pelo clima da noite, ele concordou de imediato e perguntou se eu tinha alguém que despertava meu interesse.

Por mais que a situação parecesse perfeita para dizer a verdade de uma vez, joguei uma opção segura. Mencionei um amigo dele, que depois foi convidado, mas não aceitou. Então meu marido perguntou se havia alguém ali no conjunto que me chamava atenção. Foi quando mencionei o vizinho, meu amante.

As coisas se alinharam de um jeito estranho demais para parecer acaso. Meu marido perguntou se eu já havia conversado com ele, e eu neguei. Então ele mesmo foi até a casa do vizinho, conversou com ele e propôs a experiência. O safado ficou receoso no começo, porque sabia que tudo poderia acabar mal se meu marido mudasse de ideia. Eu o tranquilizei por mensagem, dizendo que podia vir sem medo, porque eu estava no controle da situação e queria aquilo.

Chegou o dia. O vizinho entrou em nossa casa junto com meu marido. Começamos a beber, conversar e criar coragem. Eu dancei para os dois, provocando, sentindo meu marido observar de longe. O combinado era que os toques viriam com permissão dele. Depois de muita sedução, meu marido autorizou que o vizinho me levasse para a casa dele. Era diferente. Agora eu via meu marido me olhando ir para a casa do vizinho, autorizada a fazer aquilo que eu sempre fazia escondido.

Na casa do vizinho, os outros rapazes estavam deitados em colchões espalhados pelo quarto único. Eu estava solta pelo clima da noite, mas consciente do que queria. Usava uma saia que mostrava metade da bunda, uma blusa transparente que deixava os bicos dos meus seios à vista e salto alto. Entramos, começamos a nos beijar e ele me levou para o colchão dele.

Ali, tirou minha calcinha e começou a me chupar. Eu gemia tanto que acabei acordando os rapazes que estavam no quarto. Ele explicou, meio sem jeito, que a gente iria transar ali e perguntou se algum deles queria participar. Ninguém quis se meter naquilo, e eu preferi assim. A cena já era intensa o bastante. Ele me colocou de quatro e começou a meter forte, batendo muito na minha bunda. Eu delirava de prazer, sabendo que meu marido poderia ouvir alguns sons da nossa casa.

Dei loucamente para aquele homem e depois voltei para casa. Ao chegar, meu marido estava furioso. Perguntou se eu havia gostado, e eu disse que sim. Ele então disse que eu era uma puta e que todos sabiam que eu tinha dado para o vizinho. Naquela altura, aquilo não me atingiu como ofensa. Eu estava satisfeita demais, com o corpo quente e a cabeça ainda tomada pelo prazer.

Os dias foram passando, e minha rotina parecia normal por fora. Por dentro, eu só pensava em repetir. Propus ao meu marido que chamasse o vizinho novamente. Dessa vez, ele participou mais. Pediu para o vizinho me comer na frente dele, e foi o que aconteceu. O vizinho metia com força enquanto meu marido olhava tudo. Depois enfiou o pau na minha boca, e eu chupava enquanto era fodida. Transamos muito naquele dia.

Mais uma vez, meu marido me entregou para o vizinho me levar à casa dele. Fui. Naquela noite, a mistura de desejo, bebida e adrenalina me deixou ainda mais solta. Chupei aquele pau delicioso, e ele me penetrou novamente de quatro. Meu marido mandava mensagem o tempo todo, pedindo vídeos do vizinho me comendo com força. Fiz vários vídeos e mandei para ele, tomada por um tesão difícil de explicar.

O vizinho me puxava pelos cabelos, metia forte, eu chupava, filmava, obedecia àquela loucura que nós três tínhamos criado. A situação me deixava extremamente excitada. Quando eu voltava para casa exausta, meu marido me recebia me beijando, mesmo sabendo que eu tinha acabado de chupar o pau do vizinho. Ele arrancava minha roupa e me comia também, me chamando de puta e vagabunda, batendo e socando com força, como se o ciúme dele virasse combustível.

Acho que ele ficava com ciúmes, sim. Mas, quando eu estava com ele, quase sempre só conseguia pensar no vizinho. E isso talvez fosse a parte mais perigosa da história.

Seguimos assim por meses. Quase todos os dias eu transava com o vizinho: às vezes na casa dele, às vezes na minha, às vezes no carro. Só que, mesmo depois de ter autorizado algumas vezes, meu marido passou a tentar proibir. Já era tarde. Eu continuava fazendo escondido. Não conseguia parar. A aventura era maravilhosa demais, intensa demais, viciante demais.

Eu sabia que aquilo um dia terminaria. E terminou. Depois de três meses, o vizinho foi embora. Cerca de um mês depois, meu casamento também acabou. Mas nunca me esqueci daquele homem delicioso que me fez subir ao céu várias e várias vezes.

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