Aqui está a revisão do conto “Fuga ao Paraíso”:
FUGA AO PARAÍSO
Carla estava a fim de fazer algo diferente, sair da rotina do casamento. Ela já sabia ir atrás do que desejava sem achar que aquilo iria interferir em sua relação. Entrou num site de encontros sexuais e marcou uma orgia com os amiguinhos que fazia lá. Até que então encontrou um grupinho de pessoas muito interessantes. Marcou e, à noite, pediu para um amigo do grupo buscar. Deu uma desculpa ao marido, já que ele estava trabalhando, aproveitou e saiu.
O vestido e lingerie vermelhos e sua micro fio dental já introduziam suas intenções, mas a sua surpresa ao chegar lá e se deparar com o paraíso, literalmente. Muitas mulheres bonitas e homens também. Ela pegou uma bebida e foi conversar com todos. Foi se apresentando e contando histórias, era excitante. O local era uma casa de um dos amigos do site, mas parecia Las Vegas — o que se faz em Vegas fica em Vegas.
No meio daquilo, ela observou uma loira de cabelo até a cintura, olhos castanhos bem clarinhos, seios enormes e uma boca, sim, aquela bem convidativa e carnuda. Carla foi para perto, se sentia bastante safada e tomou a iniciativa perguntando na lata se a loira queria ficar com ela. A resposta não poderia ser melhor: “Não posso perder a oportunidade de ficar com uma delícia como você”.
A resposta cativou Carla. Sentia seu corpo desmoronado e entregue àquela sedução. A voz super calma e safada da loira estava a deixando mais e mais excitada, até que não resistiu. As carícias foram rolando, ela pegou nos seios da loira e beijou seu pescoço na frente de todos ali. Naquela hora bateu uma certa timidez, mas estava tão bom que ignorou. Nisso veio um homem loiro, forte, perguntou se poderia participar. Não só ele, todos começaram a fazer o clima elevar de temperatura. Em instantes, Carla começou a beijar todos da festa com um gelinho junto com whisky. A orgia estava liberada — seios balançando, bocas chupando paus, gemidos, tapas, xingamentos… A sala era enorme, assim como o tesão. Carla chupava e era chupada, gozava e se sentia no paraíso.
Depois de um tempo, se arrumou para voltar para casa antes do marido chegar. Deu certo, ele chegou super cansado, ela se vestiu com a roupa que tinha ido. Estava muito a fim de transar com ele para sentir os gostinhos de todos os paus que entraram antes em sua buceta. O seduziu, e ele disse que ela estava com um cheiro diferente. A mente dela ficava lembrando o que tinha acontecido, adorou a constatação limitada dele. Carla tirou a calça dele e foi chupando o pau dele. Ele perguntou o por que estava tão excitada e ela respondeu: “Você não conhece a delicinha que se casou, amor?”. Ele riu. Enquanto ela chupava, lembrava das boquinhas que beijou e todos que chupou e engoliu, pois não tinha deixado nada passar. Chupar o marido com essas memórias era uma delícia.
Naquela noite, após o trato no marido, não contou nada. No outro dia, não se segurou e falou o que tinha aprontado. Seu marido não poderia ter dado uma resposta melhor: “Mas por que não me convidou para divertir, meu amor? Iria adorar aproveitar outras delícias com você”. Carla tratava tudo como resolvido. Sua pequena fuga serviu até para melhorar o clima entre os dois. Afinal, o amor deles vai além do prazer egoísta, ela o adora. “Meu corninho preferido”.


