Quando estamos em uma relação, às vezes nossos parceiros fazem alguma surpresa. Eu sou uma mulher que adora boas surpresas, principalmente quando elas vêm carregadas de malícia. Mas uma delas foi diferente. Parecia uma armadilha. Uma armadilha intensa, daquelas que a gente finge que não esperava, mas, no fundo, já tinha provocado demais para reclamar.
Na época, eu tinha combinado de sair com meu namorado para ir ao cinema. Me arrumei toda, coloquei meu vestido e fui só de calcinha, porque era um programa entre nós. Ou pelo menos eu achava que era.
Ele chegou com o carro, me beijou com aquele sorriso safado e fomos.
No meio do caminho, parou na casa de um amigo. Fiquei olhando para ele, tentando entender.
“É rapidinho”, disse.
O amigo apareceu de blusa e short, já com aquele olhar de quem sabia mais do que eu. Meu namorado pediu para eu ir para o banco de trás fazer companhia. Achei estranho, claro. Mas também conhecia aquele tom. Nós já tínhamos brincado com algumas fantasias antes, principalmente com essa ideia dele me ver com outro homem. Nunca tinha acontecido de verdade, mas a conversa existia.
Então fui.
O carro acelerou, e o amigo foi se aproximando de mim. Começou elogiando meu vestido, meu cheiro, meu corpo. A mão dele veio devagar, primeiro perto da minha perna, depois tocando minha coxa por cima do tecido. Eu olhei para ele, depois para meu namorado pelo retrovisor.
Meu namorado me encarava com aquele olhar de tesão.
Ali eu entendi.
O safado tinha armado tudo.
Perguntei, só para provocar:
“Vocês acham mesmo que vão me pegar nessa armadilha?”
Meu namorado sorriu e respondeu:
“Só se você quiser cair.”
Aquilo mudou tudo. Eu poderia ter acabado com a brincadeira ali. Mas a verdade é que meu corpo já tinha entendido antes da minha cabeça. A ideia de ser desejada pelos dois, dentro daquele carro, com meu namorado vendo tudo, me deixou acesa.
O amigo passou a mão pela minha coxa de novo, dessa vez mais firme. Eu não afastei. Pelo contrário. Abri um pouco mais as pernas.
Meu namorado levou o carro até uma esquina mais tranquila e parou. Entrou pela minha porta, fazendo eu ficar entre ele e o amigo. Chegou perto do meu ouvido e disse:
“Relaxa, meu amor. Eu quero ver você gostando.”
Então me beijou.
A partir daquele momento, eu deixei de fingir resistência. Beijei meu namorado com vontade, sentindo a mão dele subir pelo meu vestido, enquanto o amigo passava as mãos pelos meus seios e pela minha cintura. Era estranho, safado, excitante. Eu estava entre dois homens, um deles o meu namorado, o outro um desejo novo, e os dois estavam ali por minha causa.
Meu namorado mexia na minha buceta por cima da calcinha, provocando devagar. O amigo apertava meus seios e beijava meu pescoço. Quando meu namorado pediu para eu virar e beijar o amigo, olhei para ele por um segundo.
Ele queria mesmo.
E eu também queria saber como seria.
Virei o rosto e beijei o amigo.
Foi um beijo diferente, mais atrevido do que romântico. Eu sentia meu namorado me acariciando enquanto a língua do outro invadia minha boca. Aquilo me deixou molhada demais.
Meu namorado me colocou sentada de costas no colo dele, virada para o amigo. O amigo tirou minha calcinha devagar, olhando para a minha buceta como se tivesse acabado de ganhar um presente. Meu namorado segurou minhas pernas e pediu para eu abrir bem.
Eu abri.
O amigo não resistiu e caiu de boca em mim.
A língua dele começou devagar, depois ficou mais faminta. Ele chupava meu grelo, lambia minha buceta, enfiava a língua e me fazia gemer no colo do meu namorado. Enquanto isso, eu sentia o pau do meu namorado duro contra minha bunda, completamente excitado com a cena.
Aquele safado tinha planejado tudo. Tinha montado aquela armadilha para me ver gemer de prazer com outro homem.
E o pior é que estava dando certo.
Meus seios ficaram à mostra, apalpados pelo meu namorado enquanto eu segurava a cabeça do amigo entre minhas pernas. Quando ele parou, vi o pau dele duro. Me inclinei para frente, fiquei de quatro no banco e comecei a chupar o amigo.
Meu namorado veio por trás e meteu o pau na minha buceta toda molhada.
A sensação foi intensa. Eu mamando o amigo e sendo fodida pelo meu namorado ao mesmo tempo. A cada socada, minha boca afundava mais naquele pau. Eu parava para respirar, depois voltava a chupar com mais vontade. O carro parecia pequeno demais para a nossa safadeza.
Na sequência, eu já estava dominada pelos comandos daquele safado que eu chamava de namorado. Ele se sentou no banco, e eu sentei de frente para ele. O amigo veio para meus seios, mamando e mordendo de leve enquanto eu cavalgava no pau do meu namorado.
Eu rebolava gostoso, sentindo ele me abrir por baixo enquanto o outro homem se lambuzava nos meus seios. Meu namorado olhava para a cena como se estivesse realizando uma fantasia antiga.
Então falou:
“Agora é a vez dele te comer também.”
Mal terminou a frase, o celular dele tocou.
Era a mãe dele.
Eu quase ri.
Ele olhou para o amigo e disse:
“Continua o serviço.”
Depois saiu do carro para atender.
O amigo não demorou. Tirou meu vestido, tirou a própria roupa e me deitou no banco. Veio por cima, encostou o pau na minha buceta e entrou devagar. Olhava para mim com uma cara de safado, como se quisesse saber até onde podia ir.
Eu puxei ele para mais perto com as pernas.
Ele entendeu.
Começou a meter mais fundo, mais gostoso, prendendo meu corpo contra o banco. Me chamou de cachorra, depois de puta. A voz dele misturada com o balanço do carro me deixou ainda mais excitada. Eu gemia e agarrava as costas dele.
Quando ele me deu um tapa no rosto, foi leve no começo, mais provocação do que força. Olhou nos meus olhos, esperando minha reação. Eu sorri, safada.
“Bate direito”, provoquei.
Ele bateu de novo, mais sonoro, e voltou a meter forte. Aquilo me levou ao limite. Eu gemia alto, sentindo o pau dele me fodendo como se eu fosse uma vadia mesmo. E, naquele momento, eu queria ser.
Quando estava quase gozando, meu namorado abriu a porta.
O amigo parou.
Meu namorado olhou para mim com um sorriso de puro tesão e pediu para eu sentar no pau dele de novo enquanto chupava o amigo. Obedeci porque queria. Sentei no meu namorado, comecei a rebolar e chupei o outro com vontade.
Era uma loucura. Um pau na minha buceta, outro na minha boca, e eu no meio dos dois, tomada por desejo.
Não demorou para eles sentirem que iam gozar. Mandaram eu ficar de joelhos no banco. Abri bem a boca e recebi a porra dos dois. Chupei, engoli e ainda passei a língua para provocar, vendo a cara de satisfação deles.
Só que eu ainda não tinha gozado de verdade.
Então eles me mandaram deitar.
Meu namorado caiu de boca na minha buceta, enquanto o amigo abocanhava meus seios. Os dois sabiam que eu precisava terminar aquela loucura do jeito certo. Um chupava, o outro mamava, e as mãos deles continuavam pelo meu corpo.
Meu namorado enfiou os dedos em mim enquanto chupava meu grelo. O amigo mordia meus mamilos de leve, depois lambia para aliviar. Aquilo foi me preenchendo de tesão até que não consegui mais segurar.
Gozei forte, tremendo no banco, segurando os cabelos do meu namorado enquanto o amigo me beijava.
Quando tudo terminou, fiquei alguns segundos tentando recuperar o fôlego. Meu namorado me deu um beijo demorado, daqueles que misturam carinho com safadeza. Depois nos vestimos.
Já era bem tarde. Fomos para a casa do meu namorado, nós três. Tomamos banho e dormimos juntos na mesma cama. No outro dia, acordei dolorida e satisfeita. O amigo já tinha ido.
Olhei para o safado do meu namorado e vi no sorriso dele que a armadilha tinha dado certo.
Eu gostei.
Foi intenso, delicioso e mexe comigo até hoje.
Dois meses depois terminamos por outros motivos, mas essa aventura nunca saiu da minha cabeça. Afinal, nem toda armadilha é feita para escapar.
Algumas a gente cai porque quer.

