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Despertando os Prazeres

Posted on 22 de junho de 20256 de junho de 2026 By Desejos Intensos Nenhum comentário em Despertando os Prazeres

Eu me casei cedo, logo depois dos 18 anos, no interior do Nordeste. Meu marido também era jovem, e a vida foi nos empurrando rápido demais para responsabilidades de gente grande. Mudamos para a cidade grande tentando melhorar de vida, ele trabalhando fora e eu cuidando da casa, da rotina e, depois, dos filhos que vieram. Por muito tempo, achei que minha vida seria só aquilo: casamento, casa, família e um desejo calado em algum canto de mim.

Não posso dizer que eu planejei trair. Na verdade, no começo, eu nem pensava nisso. Mas um dia, mexendo no celular, encontrei uma propaganda de um site de relacionamento adulto. Entrei por curiosidade, fiz cadastro e comecei a descobrir um mundo cheio de coisas que eu nunca tinha experimentado. No começo, dava vergonha. Eu era uma mulher morena, baixinha, magrinha, com um corpo simples, mas os homens ali pareciam enxergar em mim uma safadeza que eu mesma ainda estava começando a descobrir.

As mensagens foram chegando. Alguns eram grosseiros demais, outros pareciam só desesperados, mas havia aqueles que sabiam provocar. Mandavam fotos, falavam do que queriam fazer comigo, diziam que homem maduro sabia tratar uma mulher melhor. Eu lia aquilo escondida, com o coração acelerado e a buceta molhando de um jeito que me assustava. Era errado, eu sabia, mas também era como se alguém tivesse acendido uma parte minha que estava esquecida.

Depois começaram os vídeos. Homens se masturbando, gozando, mostrando o quanto estavam excitados por mim. Eu sei que cada mulher tem seus desejos, seus fetiches e suas vergonhas escondidas. Eu descobri que gostava de ver aquilo. Gostava de saber que um homem estava perdendo o controle do outro lado da tela por causa de uma conversa comigo. E, quanto mais eu via, mais queria sentir aquilo de perto.

Foram quase dois meses de conversa até um homem de 45 anos conseguir me convencer. Ele era moreno, grande, experiente e tinha um pau que me atraía desde as primeiras fotos. O jeito dele era direto, mas não apressado. Dizia que queria me fazer descobrir prazer de verdade, sem compromisso, sem cobrança, só uma aventura secreta para eu entender o que meu corpo podia sentir.

Marcamos em um estacionamento mais afastado, perto de alguns comércios fechados. Ele disse que iria de carro e pediu para eu ir de vestido, porque gostava de mulher feminina, fácil de tocar, fácil de abrir. Aquilo mexeu comigo. Escolhi meu vestido azul e fui sem calcinha, porque, se eu estava indo, não era para fingir inocência. Eu estava nervosa, mas preparada.

Quando cheguei perto do horário combinado, vi uma caminhonete coberta parada em um canto discreto. No celular, ele mandou mensagem dizendo que já tinha me visto e descreveu o carro. Aproximei-me devagar. Pela janela entreaberta, vi que ele estava ali, já excitado, se tocando enquanto me olhava. Fiquei parada do lado de fora por alguns segundos, sentindo a vergonha e o tesão brigando dentro de mim.

Era o pau que eu queria conhecer. Se eu entrasse, sabia que não teria mais volta.

Puxei a maçaneta e entrei.

O banco do carona estava reclinado. Sentei, fechei a porta e coloquei as mãos no rosto, tomada por uma vergonha deliciosa. Eu tinha escolhido aquilo. Ele saiu do banco dele, veio por cima de mim e começou a me beijar. As mãos dele abriram minhas pernas com firmeza, mas ele olhou para mim antes de avançar. Eu estava tremendo, não de medo, mas de ansiedade. Segurei o braço dele e disse que queria.

Quando entrou, senti o corpo inteiro reagir. Eu estava molhada demais, escorrendo de tesão, e aquilo me surpreendeu. Como sou pequena, o pau dele me preencheu inteira. Primeiro veio a pressão, depois uma sensação intensa, nova, diferente de tudo que eu já tinha sentido. Ele foi tirando e entrando de novo, agora mais devagar, e na segunda entrada meu corpo pareceu perder o controle. Gozei antes mesmo de entender direito o que estava acontecendo.

Minhas pernas tremiam. Hoje sei que foi um orgasmo, mas, naquele momento, era só uma explosão estranha e maravilhosa. Ele percebeu e começou a aumentar o ritmo. Eu fiquei agoniada, apertando o banco, sentindo aquele homem grande por cima de mim, mas o prazer vinha junto. Era intenso, abafado, errado e delicioso. Tudo parecia diferente do que eu conhecia dentro do meu casamento.

Ele metia cada vez mais fundo, e eu já não conseguia fingir que estava só experimentando. Eu queria. Meu corpo queria. Quando ele falou que estava perto de gozar, pedi que avisasse. Ele perguntou se eu queria sentir dentro. Fiquei alguns segundos em silêncio, tomada pelo tesão e pela imprudência daquele momento. Eu tomava remédio e estava tão entregue que acabei dizendo que sim, mas que ele fosse devagar.

Ele gozou dentro de mim com um urro abafado, e a sensação me fez gozar junto outra vez. Fiquei agarrada nele, tremendo, tentando respirar, sem acreditar que tinha deixado um homem que eu nunca tinha visto antes me levar tão longe.

Ele ficou dentro de mim por alguns minutos, enquanto eu relaxava da tremedeira. Eu nunca tinha feito algo assim. Não acreditava que, com um desconhecido, tinha sentido tudo aquilo. Pior é que, se ele tivesse puxado conversa demais antes de agir, talvez eu tivesse broxado, desistido por medo ou inventado alguma desculpa para fugir. Mas ele entrou no clima certo, do jeito que meu corpo parecia pedir.

Quando ele saiu de cima de mim, desci do carro para tentar me recompor. Queria ir embora, mas minhas pernas estavam sem força. Fiquei encostada na porta, morrendo de vergonha, e ele me chamou de putinha, dizendo que eu tinha nascido para aquilo. A palavra deveria ter me ofendido, mas naquele momento me acertou de outro jeito. Senti a porra começar a escorrer e imaginei aquilo descendo pela minha perna na rua, com gente passando.

Parei, olhei para trás e ele me chamou de novo. Acabei entrando outra vez no carro, agora na parte de trás. Ele tinha abaixado os bancos e colocado um colchão fino. O safado tinha pensado em tudo. Pulou para trás comigo, já duro de novo, e eu falei que só queria me limpar. Só que ele começou a me limpar de propósito, passando a mão devagar, provocando minha buceta ainda sensível, como se soubesse que eu estava prestes a ceder de novo.

E cedi.

Ele me deitou no colchão improvisado e veio por cima mais uma vez. Disse que uma casadinha safada como eu não podia ir embora daquele jeito, ainda tremendo de vontade. Eu estava entregue. Não porque não tivesse escolha, mas porque eu já tinha escolhido ficar. Ele entrou de novo, agora com mais vontade, xingando gostoso, dizendo que minha buceta era gulosa, que eu tinha cara de mulher comportada, mas corpo de puta.

Eu gemia, rebolava como dava naquele espaço apertado e sentia o prazer crescendo de novo. Ele me beijava com fome, enfiava a língua na minha boca, apertava minha cintura e metia como se quisesse me fazer esquecer o mundo lá fora. Meu corpo respondia a tudo. Gozei mais uma vez, depois outra, tremendo no colchão, completamente tomada por aquele homem maduro e pela loucura que eu tinha aceitado viver.

Naquela segunda rodada, eu já não tentava parecer inocente. Pedia mais, segurava o corpo dele, deixava que ele me chamasse de safada. A mistura de culpa, medo e prazer me deixava ainda mais excitada. Eu sabia que estava traindo, sabia que aquilo era errado, mas também sabia que tinha despertado algo dentro de mim que não voltaria a dormir tão fácil.

Quando ele gozou de novo, ficamos os dois parados por alguns segundos, cansados, suados, com o carro abafado e cheiro de sexo. Depois me limpei como pude, ajeitei o vestido e tentei recuperar a aparência de mulher comportada antes de voltar para casa. Ele me olhava satisfeito, como se soubesse que tinha aberto uma porta em mim.

Em casa, eu tentava agir normalmente, mas ainda sentia o corpo marcado. Enquanto cuidava da rotina, lembrava do carro, da voz dele, do peso dele por cima de mim e daquela sensação de ter gozado como nunca antes. O pensamento vinha do nada e me deixava molhada de novo. Eu entrava no site escondida, procurava por ele e ficava imaginando as próximas aventuras.

Foi assim que começou essa parte da minha vida de prazeres.

E talvez eu ainda conte o que veio depois.

Ficção Tags:aventura, carro, casada, descoberta, explícito, heterossexual, homem maduro, secreto, sexo no carro, site de relacionamento, traição

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